Arco 1 - Os portões de Agrimir

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Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Samyaza em Sab 23 Dez 2017, 22:20

17º dia do mês da Rosa do ano de 1489 D.C.

Para todos:
Já faz alguns dias que vocês chegaram a Agrimir, a Sentinela do Sul, como é conhecida, não é exatamente como os rumores que saíam das bocas daqueles com quem vocês cruzaram durante sua jornada até aqui. As diferenças não estavam no que diziam da geografia ou da arquitetura local, Agrimir era realmente uma cidade cuja região era principalmente formada por planícies e com preocupações militares o que fazia com que suas casas, muros, torres e castelos fossem mais práticos do que belos, pelo menos para a acurada e exigente visão élfica que os meio-elfos do reino (e maior população local) herdaram.

As diferenças estavam na quantidade de pessoas, sendo a cidade mais isolada de Ludgrim, esperava-se que a cidade fosse pequena, formada apenas pelo pequeno grupo de famílias que construíram suas casas ao redor do grande forte que deu origem à cidade, vivendo exclusivamente da prestação de serviços para os membros que vivam no forte, mas, ao invés disso, vocês encontraram uma cidade relativamente grande, não tanto quanto às capitais, para aqueles que já tiveram o prazer de conhecer alguma, mas ainda sim, grande, e agora, extremamente cheia.

Ouvindo conversas locais, parece que a cidade realmente tinha uma população bem menor mas, o Duque Marud Fledroy, que recentemente assumiu a administração da cidade, parecer ser visionário que vem prometendo não apenas emprego mas muito lucro para qualquer um interessado em trabalhar na abertura de rotas comerciais para além da Muralha Goguistá.

Com isso, toda sorte de pessoas começou a vir para Agrimir interessadas nas promessas do "novo" Duque e vão se acumulando por todos os cantos, enchendo as poucas tavernas, alugando cavalos e carroças, e comprando e vendendo muita coisa, aquecendo o comércio local, o que tem gerado levantado alguns questionamentos, os pessimistas acham que toda a história é falsa, uma artimanha para atrair gente e fazer a cidade lucrar, os otimistas acreditam que cada moeda gasta vale a pena e chegam ao ponto de disputar entre não apenas o direito de vender, mas também o direito de comprar já que, dada a quantidade de pessoas, qualquer recurso é escasso atualmente.


Última edição por Samyaza em Dom 01 Abr 2018, 00:10, editado 1 vez(es)
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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Samyaza em Ter 02 Jan 2018, 03:19

Para Ieru e Artos:
Era uma noite morna de primavera, faz algumas semanas que Óin havia chegado à cidade, Ieru estava ali há três dias enquanto Artos está perto de completar seu quarto mês em Agrimir, apenas Lambelas havia chegado mais recentemente, na manhã deste mesmo dia, mesmo assim, os quatro, ainda desconhecidos um do outro, estão na taverna "Braço Forte, Mão Amiga" com o mesmo objetivo: aproveitar a recente vinda de mercadores para a cidade e conseguir algumas moedas, no caso de Ieru, para custear a viagem até as Terras Selvagens, para Óin era a possibilidade de um grande feito para enaltecer seu nome e limpar sua imagem perante sua comunidade, para Lambelas era uma forma mais segura de seguir para o sul junto de um grupamento e seria ótimo ganhar algumas moedas por isso e para Artos além da necessidade, pelo seu gosto pessoal por acumular dinheiro.


A Taverna ficava localizada na parte norte da cidade, algumas dezenas de metros dos muros que cercavam Agrimir. O local era relativamente iluminado mas estava muito cheio e o ir e vir de pessoas espalhavam sombras fantasmagóricas para todos os lados, dando a impressão do lugar estar ainda mais lotado, o odor de suor dos clientes que encerravam um dia de trabalho e gastavam ali suas recompensas misturado ao cheiro de fumaça que vinha da cozinha da taverna era quase palpável por estar , havia barulho para todo o lado, nos dois andares da taverna homens e mulheres, humanos e meio-elfos na maioria bebiam e falavam aos berros obrigando a qualquer um que fosse ouvido a também falar alto e, consequentemente, tornar o barulho ainda mais ensurdecedor.

"Braço Forte" como é comumente chamada pelos moradores, era ampla, com sustentando o teto e vigas de madeira transversais unindo as colunas entre si, no centro, onde o piso era de pedra, havia uma fogueira alimentada e controlada pelos próprios clientes que a rodeavam sentados em bancos de madeira enquanto bebiam e comiam. Uma meio-elfa de cabelos negro servia aos clientes enquanto Barl, o dono da taverna, cuidava do balcão no lado oposto à porta de entrada.

O motivo da presença de você ali era um homem chamado Vence Valorum, ao que tudo indicava ele era um mercador de longe que veio pelas promessas de lucro em Agrimir, de personalidade competitiva ele emitiu comunicados para recrutar pessoas e organizar uma caravana para seguir em direção às Terras Selvagens, parece a pressa dele é para alcançar uma caravana que havia saído alguns dias antes de Agrimir, pois ele deseja ou ser o primeiro ou estar entre os primeiros a estabelecer as rotas de comércio no sul de Tagmar.

Vence está sentado numa mesa bem abaixo de um candelabro cheio de velas, à sua frente e ao redor dele, algumas pessoas prováveis candidatos a uma vaga na caravana, deixando claro que haverá uma fila de espera para falar com o homem.

Cada um de vocês está num canto da taverna, naturalmente Óin e Ieru trocam alguns olhares por serem os únicos anões no local, assim como todos na taverna já notaram visitantes tão incomuns.

O que vocês farão?





Para Sylvana:
O sol praticamente não era mais visível, do alto de sua janela era possível ver apenas a aura alaranjada que ele disparava em direção a um céu que teimava em ficar num tom azul escurecido, a oportunidade desse pôr-do-sol foi um dos privilégios que você exigiu para si logo assim que chegou em Agrimir e demonstrou seus talentos para os seletos e, depois de conhecê-la, satisfeitos homens de Agrimir que frequentam a casa de madame Luiene, conhecida como Beladona. Na sua busca por Carl você se deparou com o local que apresentou-se como uma oportunidade de unir o útil ao agradável, prestando seus serviços enquanto levanta informações aqui e ali de todos que se deitam em sua cama.


O cheiro forte de perfume inundava o quarto e a voz doce de Mariel, a barda, que apesar da voz tinha trejeitos pouco femininos, que tocava todas as noites no Beladona anunciava que logo a casa começaria a receber seus clientes, enquanto a maioria das moças estariam se preocupando em estarem atraentes o suficiente você estava usando apenas uma camisola curta de veludo e ainda estava com os cabelos desarrumados, debruçada sobre suas anotações a respeito do paradeiro de Carl. 

Não havia necessidade de pressa, você sabia que os melhores e mais ricos homens sempre chegavam mais tarde e, a esse ponto, alguns até faziam questão de esperá-la mas e você até gostava de atiçar-lhes a ansiedade, isso valorizava seu preço e ainda fazia com que eles terminassem bem mais cedo, exigindo menos de si.

Mas nesta noite, sua porta estava batendo mais cedo do que o costume.

O que você vai fazer?





Para Thadiel e Aeron:
Era um início de noite atípico para ambos. Thadiel estava na cidade faz poucas semanas, havia chegado a Agrimir seguindo parcas pistas sobre o demônio que havia matado seu irmão e o namorado, as pistas pareciam indicar um pequeno grupo de infernalistas que poderiam estar atuando na cidade, porém, agindo muito além dos limites da lei acabou sendo alvo de perseguição e numa confusão homérica da guarda acabou, erroneamente sendo acusado de diabolismo e levado para o templo de Selimon da cidade.

Já Aeron, havia recebido uma carta de Palop pedindo que ele chegasse rapidamente em Agrimir. O sacerdote deixava claro na carta que não poderia ser objetivo nas afirmações pois o que ele havia descoberto exigia sigilo e não poderia confiar em mensageiros locais mas que o assunto tratava-se da sua "busca pessoal" e que "seu segredo" não era conhecido pelos locais, e que o procurasse no Templo de Selimon para que pudessem conversar sobre suas recentes descobertas.

O templo era grande, com teto alto e abobadado preenchido com detalhes em dourado, o chão do salão principal e as colunas eram de mármore branco tendo alto-relevos também dourados. O local era extremamente silencioso  escuro exceto pela luz que descia da nave principal, qualquer som, até mesmo uma respiração profunda parecia ecoar pela paredes do templo e um fraco cheiro de defumador podia ser sentido.


Aeron foi recebido pelo sacerdote Filgas, um florestal aparentemente muito dedicado. Ele havia pedido Aeron esperasse no salão principal do templo enquanto ele avisaria a seu superior da sua chegada.

Thadiel estava preso há cinco dias, a cela ficava no subsolo do templo e era apertada, tendo apenas uma esteira fina que servia de cama e um buraco de 50cm de raio que servia de latrina, apesar do desconforto você não sofreu maus tratos, havia comida e água suficientes e a promessa de que logo ele seria ouvido. Essa promessa estava prestes a se cumprir quando você ouviu dois guardas descendo as escadas que davam para o subsolo. Eles traziam consigo uma pesada algema de metal que colocaram em você enquanto o avisavam que um sacerdote gostaria de vê-lo.

Em pouco tempo, no salão principal estavam reunidos, Tersep, sacerdote-chefe do templo, Aeron, o prisioneiro Thadiel, os dois guardas e Filgas. Tersep é o primeiro a falar:
"Seu amigo Palop deixou a cidade faz alguns dias, ele disse que iria com uma caravana para o sul, seguindo pistas do que vocês estão procurando. Ele lhe deixou uma carta, está no meu escritório, lhe entregarei em breve. Ele também me pediu para deixar esse elfo como prisioneiro até que você chegasse, ele disse que você saberia o que fazer."

O que vocês farão?


Para Covaz:
Finalmente você chegava ao seu destino, sua viagem terminava junto com o dia de sol forte que havia feito, enquanto o astro se ocultava no oeste você vislumbrava os portões da cidade chamada de Agrimir, possivelmente o último local onde seu irmão fora visto.

Você e o cavalo estavam exaustos da jornada, a terra fofa do chão além de dificultar o trajeto também deixava claro uma chuva recente sendo ainda possível sentir o cheiro peculiar da terra quando molhada e de dentro era possível ouvir o som de pessoas conversando. Na entrada, um guarda com um elmo e o tabardo com o brasão da cidade monta guarda armado com uma espada, ele se dirige a você:

"Alto! Remova o capuz, diga o seu nome, de onde veio e o que deseja fazer em Agrimir"

O que você fará?




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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por bcsaulo em Ter 02 Jan 2018, 11:17

Fico um pouco incomodado com o ambiente, assim como nas outras cidades que passei Agrimir não era nada confortável para um viajante, os cheiros, o barulho das pessoas e até o vestuário delas me incomodava. Certamente não queria passar mais tempo que o necessário nesta fortaleza, que estava bem maior do que deveria ser, pelo menos nos registros de Donatar. Como cheguei pela manhã e devo ter escutado os rumores sobre o contratante, desço cedo para o salão da taverna e fico aguardando que Vence Valorum em um canto afastado. Mesmo a noite usava o chapéu, até como disfarce, pois tinha certo temor de estar sendo seguido e logo que o homem aparece e se apresenta como tal vou para a fila e espero minha vez.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Vieirinha em Ter 02 Jan 2018, 11:49

Ieru Já notou que sua presença chama atenção e isso o deixa mais desconfiado que de costume, droga, sem dinheiro não da nem pra tomar uma bebida pra aquecer a alma.

Ele se levanta lentamente, olha na direção de Óin e faz um cumprimento respeitoso e em silêncio, ao bom e velho estilo anão, mão direita no peito e uma leve reverência. Então ele se vira, caminha lentamente em direção à fila e vai olhando curiosamente para a meia-elfa que serve no local...

"Me lembro de meu pai me falando algo sobre não confiar nesses seres de orelhas pontudas..."

Ele olha em direção ao balcão e olhando para a meio-elfa que serve pensa...

"Aquele deve ser mulher, da pra ver os peitos no decote e seu vestido... Se meu pai mandou ficar esperto com eles é pq não são de confiança..."

Então ele toma seu lugar na fila já perguntando pra pessoa que está logo à sua frente com uma voz grossa que quase parece um rugido...

"Essa porra dessa fila não anda não é?"

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por arabedoido em Ter 02 Jan 2018, 12:41

Quando o guarda dá a ordem desço do cavalo e então mantendo as mãos onde ele possa ver, obedeço ao que ele ordenou, mostrando que não quero causar problemas. Tiro o capuz, o suficiente para que ele possa ver o rosto e começo a dizer:

- Sou Covaz de Sika, na Levânia. Estou em perseguição de um criminoso e as informações que consegui dizem que ele veio na direção desta cidade. Quero apenas um lugar para descansar e para colher informações.

Então, espero a resposta do guarda para ver o que ele diz.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Blanchard em Ter 02 Jan 2018, 13:05

Após reverenciar o sacerdote responsável, digo:
Obrigado, Sr. Tersep. Fico grato por receber-me e por guardar as informações do Sacerdote Palop. Ele é como um irmão para mim, não só na vida eclesiástica. Não tomarei mais seu valoroso tempo.

Ao ver o elfo, digo:
Um elfo acusado de demonismo? Nada bom.

Viro-me para Tersep e Filgas:
Irmãos, posso interrogá-lo sozinho, na cela em que ele estava preso?

Caso me seja dada esta permissão, pego nas algemas e eu mesmo começo a levar o elfo para a prisão indicada, com uma cara de poucos amigos.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por †_Junior_† em Ter 02 Jan 2018, 13:44

Me viro preguiçosamente na cama quando escuto o bater da porta. Aguardo um momento para ver se insistem e, caso positivo, guardo minhas anotações em uma caixa em cima do banco, enquanto falo:

Só um momento, por favor.

Abro a porta, enquanto passo as mãos no cabelo de maneira "despretensiosa", esticando a camisola mais que o necessário, mas sem mostrar demais para quem quer que seja meu convidado.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Vercenorax em Ter 02 Jan 2018, 15:08

Num canto da taverna eu grito a meio-elfa (nesse período no Reino Mestiço acabei desenvolvendo um gosto particular por meio-elfas) que serve no salão comum:
CONSTANZA! ME TRAGA MAIS UMA CANECA DE VINHO! POR GENTILIZA!

Assim que ela se aproximar com o pedido falo com ela:
Obrigado boneca. O ambiente está muito agradável hoje, parabenize Barl por isso.

Pego a caneca dou um belo gole e penso:
[Será que já me enfio naquela miséria de fila ou espero mais um pouco? Ah barulho por barulho, se eu ja estiver em pé e tocar algo, é mais fácil assim pra tirar alguma das moças pra dançar!]

Me levanto e vou até a fila. Quando paro na fila eu grito a Barl:
UMA MÚSICA ANIMADA, BARL! É MELHOR ESTAR CONTENTE PRA SE FECHAR BONS NEGÓCIOS! HAHAHAHAHAHA

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Mingo em Ter 02 Jan 2018, 19:16

Respondo a saudação do outro anão com um aceno de cabeça e o rosto com expressão fechada. Continuo sem entender pq a caravana partiu sem mim, mas acredito que Maira mon reserva algo bom ao meu destino.

Vou até a mesa esbarrando nas pessoas que se amontoam em volta do homem que procura guerreiros. Coloco meu Machado sob a mesa e olho para ele sério.

mim ser forte, mim vai com você! Mim protege você e você me dá dinheiro e fama.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Renan Paladino em Sex 05 Jan 2018, 01:01

Ao ser conduzido pelos guardas, não oferecia nenhum tipo de resistência. Qualquer ato poderia ser mal interpretado, deixando esse equívoco ainda mais complicado de ser resolvido.

Enquanto ouvia as palavras do sacerdote-chefe, sentia seu corpo suar frio...conseguia apenas pensar que estava há dias sem usar suas ervas e na falta que elas faziam. O único meio que encontrara para aliviar suas dores, enquanto perseguia aqueles que causaram a morte de seu irmão.

(Caso a solicitação de Aeron seja aceita)

Seguia até o local do interrogatório, calado e observando a expressão do dourado. Caminhava com os braços cruzados, para que não vissem suas mãos trêmulas.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Samyaza em Sex 05 Jan 2018, 14:27

Para Covaz:
O guarda estufa o peito orgulhoso, como se você tivesse cumprido o solicitado não pela sua vontade mas pela ação imponente dele. Em seguida ele se aproxima para observá-lo melhor e enquanto dava uma volta ao redor do cavalo para inspecioná-lo ele diz:

"Morad vai lhe franquear a entrada Covaz de Sika, mas aviso-lhe que Agrimir não é uma cidade para criminosos, é bem provável que seu alvo já tenha sido preso ou executado, procure por Sir Roram na casamata da guarda, ainda aqui na parte norte da cidade, talvez ele possa lhe ajudar. Como já é noite, talvez você queira um lugar para descansar, recomendo-lhe o "Braço Forte" fica aqui perto, do lado oeste da cidade, na primeira mais larga, se não encontrar é só perguntar que as pessoas lhe indicarão. Seja bem-vindo!"

O guarda parecia fazer questão de ser útil, tentando assim demonstrar que era alguém responsável.

O que você vai fazer?

Para Sylvana:
Ao abrir a porta você se depara com Roram, o cavaleiro parecia ansioso, mesmo não sendo esse o dia que ele costuma visitá-la. Sem dizer uma palavra ele entra retirando cinto que segurava a bainha de sua espada e jogando o objeto na cama enquanto olhava ao redor:

"Esse lugar é bem melhor do que aquela estalagem onde deitávamos no feno. Você vem conquistando coisas rapidamente, logo esse pobre cavaleiro não terá moedas suficientes para você"

Enquanto dizia isso ele senta-se na cama e puxa-lhe pela cintura mantendo-a de pé, ele fixa os olhos nos seus, numa nítida demonstração de que era você quem tinha as rédeas da situação e com as mãos ainda protegidas pelas surradas luvas de cavaleiro ele começa a puxar seu vestido enquanto diz:

"Tenho informações, boas e ruins, mas primeiro..."

O que você vai fazer?


Para Lambelas, Artos, Óin e Ieru:
As conversas com o mercador estavam sendo bem rápidas e a fila avançava relativamente bem, aparentemente o homem fazia algumas perguntas breves e os candidatos então deixavam a fila, quanto mais rápida a conversa pior era a cara de insatisfação de quem deixava o local, se a conversa demorava mais um pouco, as expressões eram sempre melhores.

Um humano com uma cicatriz no rosto gritava e se movimentava de forma tão despreocupada e insolente que se destacava até dos maus modos dos outros presentes, enquanto parecia tentar flertar com a meio-elfa que servia aos clientes chamando a atenção da maioria das pessoas. Incomodado com a atitude do humano Lambelas ouve detrás de  si uma voz grave, era um dos anões falando com ele sobre a demora da fila.

Quando a garçonete entrega o vinho a Artos ela responde:
"Meu nome é Árias e não Constanza mas darei o seu recado. Mais alguma coisa senhor?"

Do lado de dentro do balcão Barl acena e sorri para Artos deixando claro para os demais que o insolente falastrão já era conhecido no local.

Ele chega na fila assim que Ieru começa a reclamar com Lambelas e os três são surpreendidos por um anão que despretensiosamente passa ao lado de todos que estão aguardando sua vez e vai até a mesa onde o mercador recebia os candidatos e pede que seja contratado, o homem, com olhar bonachão dá uma tragada no cachimbo e diz sorrindo:

"Ora, ora, ora! Acho que você não entendeu ainda meu caro anão como as coisas funcionam, você deve ir até o final da fila e aguardar suas vez, esses nobres senhores estão esperando há muito tempo e não vão ficar contentes se eu simplesmente deixar de ouvi-los para atender a sua vontade"

Os demais candidatos olham para a mesa aguardando a reação do anão.

O que vocês farão?

Para Aeron e Thadiel:
Tersep responde à Aeron:
"Bons amigos são necessários nesses tempos, fico feliz que tenha alguém de valor assim. Essa é uma questão que seu amigo deixou para você resolver, me parece que nem mesmo ele colocava tanto crédito nisso, de qualquer forma, ele foi visto fazendo perguntas estranhas demais."

Filgas diz em seguida:
"Vou pedir que os deixem a sós, mas que os guardas fiquem no final da escada, lhe proporcionarão privacidade mas também segurança."

Aeron e Thadiel são acompanhados pelos guardas até a escada que descia para as celas, ali, no breu, estavam a sós para tratarem dos seus assuntos.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Mingo em Sex 05 Jan 2018, 15:01

Fico constrangido após a reprimenda, incapaz de entender oq aconteceu troco o peso de uma perna para outra, desconfortável com a atenção de todos sobre mim, sei que não costumo ser bem quisto onde passo.

"Pq esse homem não me contrata? Mim ser forte mesmo, posso matar bem, como assim eu não entendi como as coisas funcionam? Ele para e eu ajudo ele"

Olho para a multidão a procura de apoio e vou saindo de perto da mesa ainda com o machado na mão e uma expressão de confusão no rosto e resmungando enquanto vou até o final da fila mostrado.

mim ser forte mesmo, posso proteger a carroça do homem, mim ser guerreiro.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Vercenorax em Sex 05 Jan 2018, 15:21

Quando a moça se aproxima e me corrige eu respondo:
Me desculpe querida, foi um engano. Não precisa de mais nada, está ótimo.

Quando me levanto penso:
[Onde eu conheci uma Constanza aqui?]

Na fila quando vejo o anão cortando a vez de todo mundo eu digo:
A fila acaba aqui Barbalonga. Cada um espera a sua vez, como é de praxe.

Reparo no outro anão na minha frente e falo com ele:
Ele é seu parente? Parece meio obtuso, sem querer ofendê-lo é claro.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por †_Junior_† em Sex 05 Jan 2018, 15:50

Sorrio ao ver Roram e respondo:

Você sabe que com você não são apenas as moedas que me fazem feliz.

Com as mãos removo as luvas surras e jogo em cima da cama, deixando que me toque com as mãos nuas, enquanto faço um afago no cabelo bagunçado e depois na barba e beijo sua testa. Depois, desço e beijo sua boca de maneira delicada e começo a remover a parte inferior de sua roupa, até tirá-la totalmente. Sento em seu colo e ofereço o seio direito por cima da camisola para o cavalariço, enquanto passo as mãos pelos seus braços.

Depois que ele termina em meu seio, o empurro delicadamente para ficar deitado e me ajoelho na borda da cama, dando o prazer necessário para o ansioso cavaleiro. Depois, me levanto e pego um pouco de água no cantil na beira da cama, bebo e depois falo, enquanto deito ao seu lado na cama:

Que informações são essas? Alguma coisa preocupante?


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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Blanchard em Sex 05 Jan 2018, 16:09

Agradeço ao sacerdotes responsáveis e também aos soldados, com um aceno de cabeça. Quando estamos sozinhos, digo, de uma forma muito séria, em élfico:
Bem, irmão, ajoelhe-se.

Caso ele obedeça, prossigo:
Diga-me seu nome e conte-me sobre sua relação com os demônios. Não minta, saberei se tiver com eles algum vínculo.

Abaixo e digo em seu ouvido:
Eu posso senti-los.

Caso ele comece a falar, ando em volta dele fazendo uma prece e tentando pressentir qualquer poder ou karma infernal.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por bcsaulo em Sex 05 Jan 2018, 21:16

Ao receber a ombrada do primeiro anão me afasto a contragosto da fila e logo que o outro atrás de mim reclama me viro, tiro o chapéu da cabeça e lhe digo na língua comum: "Por favor, se é do seu agrado mestre anão. Pode passar a minha frente... Nós elfos não temos muita pressa. Pensando bem... Eu prefiro evitar a fadiga! Laughing Vou esperar que todos sejam atendidos..." Deixo a fila e procuro um local para me sentar, se houver algum elfo, de preferencia dourado procuro a companhia dele. Caso não ache nenhum elfo me sento em um local sozinho.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por arabedoido em Sex 05 Jan 2018, 22:21

Escuto o soldado e depois vou respondendo:

- Obrigado pela boa recepção. E é bom saber que criminosos não são bem-vindos por aqui.

E dando um tapinha no ombro dele meio que tentando ganhar-lhe a confiança:

- Não se esperaria menos de uma cidade guardada por gente tão competente. Isso merece uma boa recomendação a Sir Roram. Mas antes, será que poderia me adiantar uma pequena informação? Esse criminoso que procuro, ele é bem parecido comigo e se precisou se descobrir na entrada, com certeza pode ser reconhecido. Ele tem uma tatuagem bem esquisita na testa e deve ter inventado uma mentira bem mirabolante para entrar, se chegou aqui. Será que estou no caminho certo, ou ele nunca esteve aqui?

Tento dizer isso em tom amigável, tentando ganhar a confiança do guarda, aproveitando que ele parece querer ser útil.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Renan Paladino em Sab 06 Jan 2018, 00:53

Escuto as palavras do elfo e ajoelho-me:

- Me chamo Thadiel Mithrandir! Não possuo qualquer relação com demônio algum! Estava em uma taverna com meu irmão, seu parceiro e mais um grupo aguardando por um contratante quando uma criatura apareceu. A besta era enorme e coberta por fogo. Antes que pudéssemos atacá-la, ela lançou suas chamas e incendiou a taverna. Tentamos fugir, mas todos os acessos haviam sido trancados. Ficou tão quente que acabei desmaiando enquanto buscava uma maneira de tirar os outros de lá. Quando recobrei meus sentidos, todos estavam mortos. Saí de lá decidido a encontrar a fera e os poucos indícios que encontrei me trouxeram a Agrimir, onde fui preso quando buscava informações sobre um grupo de infernalistas, que supostamente estão atuando aqui, nesta cidade.

Então levantava olhando nos olhos Aeron, e tão sério quanto ele me pareceu, dizia:

- Isso é tudo! Agora, preciso dos meus pertences! Do meu fumo! Quem quer que você seja, tem que me libertar! Cada dia a mais que eu ficar aqui, mais difícil será para encontrar esses desgraçados.


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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Blanchard em Sab 06 Jan 2018, 15:21

Quando Thadiel olha em meus olhos, sinto seu desespero e paro as orações. Respondo:
Sou um sacerdote da Ordem da Luz, mas meu nome não é mais bem-quisto pelos meus irmãos, ou antigos irmãos.

Acalme seu coração. Você precisa aprender que, ao enfrentar demônios e seus seguidores, é preciso agir com cautela. Eles quase sempre estarão em vantagem.

Mas como saberei se o que diz é verdade? Demônios são ardilosos. Você não poderia estar sob o controle de um deles sem que eu soubesse. Mas e quanto a ser só mais um peão na mão destes seres?

A luz e o esclarecimento são nossas mais preciosas armas. Contra nossos inimigos obscurantistas, o poder da verdade.

Mas diga-me: por que, dentre os pertences, você destaca seu fumo?

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Blanchard em Sab 06 Jan 2018, 18:25

Sensitividade contra infernais

Blanchard efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Renan Paladino em Sab 06 Jan 2018, 23:39

Fecho os olhos e respiro fundo. Falo da maneira mais calma possível:

- Então somos dois! Não tenho muito prestígio entre os meus pares. Veja bem! O próprio sacerdote-chefe disse a você que seu amigo não acreditava que eu pudesse estar envolvido com esses infernalistas. As perguntas que fiz pela cidade foram para atrair a atenção deles, com o intuito de perceber alguma movimentação por parte deles, não da milícia local.

Mostrava então as queimaduras:

- As ervas que uso servem para aliviar a dor desses ferimentos mal curados. Comprei de um vendedor quando estava chegando na cidade. Como não tinha tempo de parar para me recuperar, procurei por algo que me ajudasse a suportar a dor, enquanto caçava esses malditos.

Levantava as pesadas algemas:

- Me solte! O poder da verdade não fará a diferença aqui nessa masmorra. Não me faça perder mais tempo! Não deixei o corpo de meu irmão para trás para ficar preso aqui!

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Vieirinha em Dom 07 Jan 2018, 09:39

Yeru observa o papelão q seu irmão de raça passou e pensa em ajudá-lo mas logo é surpreendido pela figura à sua frente...

"Droga... Um elfo... E sendo gentil... Só pode ser uma armadilha..."

Então ele fecha o rosto, da um passo pra trás e só observa enquanto o ser se afasta da fila

Em seguida ouve o comentário do humano engraçadinho que estava atrás dele...

"Obtuso?!... Pelo machado da montanha o que raios quer dizer isso?!"

Já com o semblante fechado responde

"Não ofendeu" - falo em anão - "humano idiota" - volto ao comum "apenas fique de fora que nós anões cuidamos uns dos outros..."

Na sequência grito em anão para o pobre desolado

"Hei irmão! Venha aqui... vamos juntos falar com aquele homem..."

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Mingo em Dom 07 Jan 2018, 12:29

Fico aliviado quando encontro apoio na multidão, principalmente de um anão, mesmo um anão tão alto. Me dirijo até ele tentando parecer menos desconfortável.

não entendo pq homem não me quis na proteção, mim ser guerreiro, pagamento por proteção. Assim mundo funciona.

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por Samyaza em Seg 08 Jan 2018, 17:42

Para Sylvana:


Roram havia demorado bem mais do que o costume para sentir-se satisfeito, provavelmente um sinal de que o cavaleiro estava realmente tenso, com dificuldade para concentrar-se ou, menos provável, que ele estava aumentando a sua resistência. 

Assim que você deita ele ergue pouco o corpo enquanto toma o copo de sua mão e bebe todo o líquido num gole lento e pousa a mão esquerda sobre sua barriga, na altura do ventre.

"Nada de vinho para mim hoje..."

Sentando-se na cama e ficando de costas para você ele começa a falar:
"Hoje, pouco antes do fim da tarde um cavaleiro atravessou a Muralha Goguistá. Era Sir Bavmor, é um cavaleiro forte e destemido, ele estava acompanhando a primeira caravana que deixou Agrimir em direção ao sul e aí começam os problemas. Ele estava com ferimentos, a armadura dele tinha furos de flechas e um corte no ombro que, por Crisagom, mais um pouco para a direita teria arrancando a cabeça dele fora! Ele disse que foram atacados, por seres de aspecto quase humano, mas com pele esverdeada e faces monstruosas, os mais experientes dizem se tratar de orcos, mas o próprio cavaleiro nunca havia visto um para dizer ao certo o que era.

Agora o Duque precisará prestar contas de tanta gente desaparecida ou morta e com a cidade cheia de pessoas, a notícia vai se espalhar e gerar caos, se isso acontecer, todo o tesouro investido pra transformar esse fim de mundo num lugar melhor vai por água abaixo. Pelo menos o homem é esperto e corajoso, para evitar outros incidentes ele mandou fechar os portões de Agrimir, ele sabe que se alguém cruzar os portões não tem como evitar que atravessem a Muralha.

Essa foi a parte inteligente, a parte corajosa é que ele convocou seus cavaleiros e soldados a maioria vai ocupar a muralha e vigiar o local, não podemos deixar esses bichos atravessarem, o nome da cidade e do reino estariam em jogo. Uma parte menor vai para o sul, seguindo os rastros da caravana e tentar descobrir o que aconteceu. Eu vou com eles Sylvana, fui convocado pessoalmente pelo Duque."

Ele se levanta da cama, caminha até a janela e continua:

"Consegui falar com  Bavmor antes dele ser levado para a casa de cura, perguntei sobre o homem que vc procura, ele me disse que a descrição bate com uma pessoa que estava na caravana e que, quando ele acordou do combate no meio dos corpos não se lembra de ter visto esse homem entre os falecidos, provavelmente foi levado com os demais.

Não sei qual a importância dele para você, mas se ele estiver vivo, vou trazê-lo de volta"

O que você vai fazer?

Para Covaz:
Morad acaricia a crina do cavalo e em seguida caminha de volta para o seu posto enquanto lhe responde:
"O serviço aqui é em turnos, não estou sempre aqui, mas me lembraria de alguém com aparência tão estranha, geralmente são só humanos, elfos e meio-elfos. Nos meus turnos ninguém parecido com você passou aqui, e também não ouvi falar com os outros que montam guarda aqui sobre alguém vindo de Sika, apesar de que um criminoso não diria a verdade sobre sua cidade de origem e que toda a sorte de gente vem chegando à cidade ultimamente. Desejo-lhe sorte em sua busca Covaz!

O guarda diz a última frase praticamente encerrando a conversa.

O que você vai fazer?

Para Aeron e Thadiel:
Antes que Thadiel pudesse responder Aeron toca levemente seu anel enquanto encerrava suas preces e em instantes um par de asas feitas de pura luz branca surge em suas costas enquanto o elfo dourado começa a levitar cerca de 10cm do chão ao mesmo em que a cela e os corredores escuros começam a se iluminar.

Para Thadiel e visão era magnífica, após virar o rosto e proteger os olhos com as mãos ele pôde ver a beleza natural do elfo a sua frente, com o efeito causado pelas asas faziam com que ele parecesse uma criatura divina, enviada pelos deuses em seu caminho para ajudá-lo em sua jornada. 

Enquanto o florestal ficava de joelhos admirado pelo efeito Thadiel pôde sentir a escuridão da cela resistir a sua luz, tentando deixar suas asas opacas, para em seguida desaparecer deixando apenas uma sensação de acidez em seu estômago.

A cena é interrompida quando vocês escutam passos vindos da escada acompanhada das vozes dos guardas que ficaram aguardando:
"O que está acontecendo aí embaixo?"

Assim que eles chegam e veem as asas eles se assustam recuando alguns degraus até que o mais velho entre ele diz para o mais novo que se retira em seguida:
"Vá chamar Tersep ou Filgas!"

Desembainhando uma maça o guarda que ficou na escada diz:
"O que vocês estão fazendo?"

Resultado:

Código:
Sensitividade (sentir karma infernal) 5, Dificuldade Muito Difícil, Rolagem 12 (laranja), Sucesso com 1 consequência pesada e uma leve  


Para Lambelas, Artos, Óin e Leru:
Ao sair da fila Lambelas olha ao redor procurando alguém que lhe fosse familiar, não um mestiço, nem um humano, muito menos um dos famigerados anões presentes. Foi possível notar pelo menos 3 elfos no local, pela aparência você suspeita de ser um florestal que havia acabo de sair da fila e caminhava na direção do balcão.

O que você vai fazer?

Depois de fazer a brincadeira com os anões e conhecer o bom humor característica da raça Artos reconhece, num dos cantos da taverna duas figuras, uma delas muito familiar, era Tulkas, o Rato, um batedor de carteiras local extramente mal sucedido que nunca conseguiu ser bem sucedido em algo maior do que roubar de velhos e bêbados, o estranho é que, a outra figura encapuzada que está de costas, falando com ele, ostenta na cintura preso ao cinto uma bainha de adaga preta, o objeto, dizem, é assinatura de uma guilda recentemente formada, chamada de adagas negras, mas que interesse uma guilda dessas teria em alguém como Tulkas?

O que você vai fazer?

Os três próximos candidatos da fila tem uma conversa curta e saem enfurecidos, eram os 3 humanos e pareciam trabalhar juntos. Óin e Ieru  conseguem ouvir a única pergunta que fora feita antes de Vence, o mercador, dispensá-los: - "Vocês já estiveram do outro lado da muralha?". Ao ouvir que não o mercador dá a conversa por encerrada.  Assim que o trio se retira ele acena para vocês:

"Estou surpreso de ver anões aqui, realmente os boatos de Agrimir chegaram longe. Eu gosto do seu povo, cobram preços justos, cumprem o acordo e não fazem muitas perguntas. Agora me digam, vocês já estiveram do outro lado da muralha?"
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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

Mensagem por bcsaulo em Seg 08 Jan 2018, 20:56

Mudo de direção e vou atrás dele, espero que ele se sente em algum local e então me sento perto dele e pergunto: "Uma boa noite, meu nobre! Vi que esteve falando com o mercador. Conseguiu o trabalho? Poderia me adiantar qual o teor de suas perguntas?"

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Re: Arco 1 - Os portões de Agrimir

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