Epílogo do arco 2

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Epílogo do arco 2

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 22:15

Enviado por: Samyaza - Friday, November 23, 2012 9:52:14 PM
CONNOR E DERIN:
Até Sensera são 2 dias e meio de viagem a pé. A maior dificuldade seria desviar do posto avançado que Marana possui na fronteira e é claro, entrar em Seviala.

Na noite do segundo dia Derin encontrou vestigios que deixavam claro que vc´s estavam sendo seguidos. A quantidade exata de inimigos não pôde ser definida mas eram humanóides e no mínimo dez deles.

Vc´s decidiram perder um dia despistando seus algozes e preparando armadilhas para pegá-los de surpresa pois sabiam que eles estavam perto da fronteira e se chegassem até o posto seriam facilmente capturados.

O combate aconteceu na madrugada, depois de fazê-los seguir rastros até um ponto específico foi fácil fazer com que caíssem nas armadilhas. Connor avancara com sua enorme lâmina enquanto Derin, do alto das árvores, abatia qualquer um que se afastasse com um arco improvisado.

No final do combate Derin precisou descer para ajudar Connor a combater corpo a corpo. Quando mais de 10 soldados já haviam sido derrubados os 3 restantes fugiram, um tropeçou na escuridão e caiu sendo atingido por Connor. Outro fora pego por um laço feito por Derin que o deixou preso no galho de uma árvore, de cabeça para baixo. O último parecia que conseguiria fugir mas foi atingido com um tiro preciso de Derin.

Interrogando o único soldado vivo vc´s descobriram pouco, apenas sabiam que a ordem de captura havia sido emitida pelo próprio Vardem que havia descoberto a fuga depois de torturar Malfas até a beira da morte. Alguém havia avisado a Vardem que o grupo fugiria pela guarita onde ele estava de guarda.

Com um dia de atraso vc´s chegam até os limites da fronteira e se surpreenderam. Ao invés de um forte bem vigiado ecom patrulhas regulares, vc´s não notaram nada nas imediações, a mata ao redor estava alta e com aaprência de que há muito não era cuidada. Escondendo-se sobre o matagal vc´s, por curiosidade decidem se aproximar mais. Depois de algumas horas de vigília vc´s notaram apenas um único guarda caminhando pelos muros do forte que fora rendido depois de algum tempo por outro e nenhum sinal de patrulha ou barulho.

Com o forte nesse estado foi simples atravessá-lo e cruzar a fronteira, estavam então, em Verrogar.

Já em Verrogar, conforme se aproximavam de Seviala vc´s perceberam que qualquer movimentação deveria ser cuidadosa, diferente de local anterior vc´s encontraram patrulheiros poucas horas depois de terem atravessado a fronteira. Tiveram que se esconder de e patrulhas em menos de 3 horas de viagem até que em determinado ponto surpreenderam-se ao ver, do alto de uma pequena elevação, num vale estreito, tropas marchando, um pequeno batalhão se organizava no meio de um acampamento e passando entre um homem vestindo uma armadura de placas dourada com um brasão com dois leões rubro no centro, vc´s conhecem esse homem e seu nome é Jered.



GLÓIN, SAM E FIRIOM:
Vc´s são acordados pouco antes do sol nascer por Náin ele diz que vc´s devem se preparar para a cerimônia. Depois de menos de uma hora vc´s já haviam tomado banho e feito um desjejum preparado por Najila. Náin manteve-se calado o tempo todo.

Logo vc´s saíram de cavalo em direção ao centro da cidade. Náin os acompanhava e um grupo de soldados,na maioria anões, os escoltava. Assim que abandonaram o bairro dos anões vc´s se encontram com Vardem esboçando um ar maligno para vc´s.

Vardem os cumprimenta de forma educada e passa a cavalgar ao lado de vc´s, uma pequena tropa, mas bem maior que a escolta de Náin se junta ao grupo, apenas alguns cavaleiros ficam e adentram no bairro dos anões.

Vardem questiona a vc´s pelos outros e quando vc´s decidem não falar nada ele perde a calma, dizendo que preparou uma surpresa e que vc´s se arrependeriam de não ter colabarado. Em pouco tempo vc´s chegam ao centro da cidade onde um palanque com uma fogueira a frente está armado e no centro da fogueira jaz o corpo de Ardras.

A cerimônia começa e a primeira coisa que Vardem faz é nomear Náin, que está ao lado de vc´s como capitão oficial da guarda de Lubliama, Najila aparece com um peitoral de Lubliana para entregar a Náin e passa a compor o grupo. Náin demonstra-se surpre e quando perguntam por Rarurg ela deixa cair uma lágrima.

Após isso Vardem, em voz baixa pede novamente pela colaboração de vc´s e recebe nova resposta negativa. Ele decide prosseguir com a cerimônia e segue para a cremação de Ardras. Enquanto um soldado caminha com uma tocha Vardem informa, nos ouvidos de vc´s que Ardras está vivo mas é vítima do mesmo feitiço que atingiu Jacus e que por não ter se juntado a Vardem, queimará vivo.

Vc´s pensam em fazer alguma coisa mas percebem que seria inútil, não haviam provas. Enquanto Ardras queimava e o povo fazia silêncio Vardem os avisava que o show não havia acabado. Ele começa um discurso contando como vc´s fingiram expulsar os fantasmas apenas para atocaiar Jacus e entregá-lo ao inimigo.

Ele diz que descobriu o plano e decretou prisão mas que Rarurg os protegeu, fazendo com que Cletus espancasse um pobre guarda humano (Malfas) que estava na guarita para facilitar a fuga dos outros. Nesse momento Vardem faz um sinal e um grupo de soldados avança com Cletus amarrado, Vardem determina que Náin o execute naquele momento como prova de fidelidade a Lubliama.

Náin se nega e Najila o chama e fala alguma coisa com ele, com fúria nos olhos Náin diz que Vardem pagará pelo que está fazendo. Vardem apenas desdenha dizendo que isso é só o começo. Enquando Náin preparava o machado Vardem os avisa que Najila provavelmente havia falado com Náin que o grupo de soldados que entrara no bairro dos anões fizeram Glóin prisioneiro e o matariam se Náin não executasse Cletus, ainda falando com vc´s Vardem avisa que para culpá-los ainda colocou um sombrio numa das casa com um arco, pronto para matar Najila se Náin não cumprisse as ordens.

Com lágrimas nos olhos Náin executa Cletus, a população vibra. Após a cerimônia vc´s são feitos prisioneiros.

Um dia depois vocês partem com Vardem, Náin e um grupo de 20 soldados em direção a fronteira até chegarem a um forte, um posto avançado que deveria proteger e avisar a capital de Marana no caso de invasão. Vardem diz que propositalmente vinha tirando recursos e pessoal do forte e que Verrogar estava prestes a invadir a missão de Náin era garantir que as tropas não avançassem. A derrota era certa, mas Sam e Gloin seriam entreguem em Verrogar.

Pouco antes de cruzarem a fronteira vc´s conseguem fugir com a ajuda de Firiom que causa uma tremenda confusão. Já se passaram 2 horas ou mais desde a fuga e vc´s 3 estão escondidos entre as árvores e armados com armas de qualidade baixa que Firiom conseguiu se valendo da chuva forte que começou a cair para ocultar seus rastros.

Enviado por: Samyaza - domingo, 25 de novembro de 2012 1:41:20
BAELOR, CALION, UTHER E PAMMALA:

Vc´s caminham durante toda madrugada até a exaustão procurando tomar distância de qualquer patrulha que pudesse estar atrás de vc´s. Vasculhando a estrada para Sensera vc´s notam sinais nítidos de que ela é constantemente utilizada e que provavelmente alguns viajantes passaram por ela alguns dias atrás e decidem que o melhor é não seguir a estrada principal e sim uma rota paralela a ela.

Já no final do primeiro dia vc´s se afastam de qualquer vestígio de civilização, caminhando sozinhos se questionam se isso é melhor ou pior já que não sabem quem pode estar ou não do lado de Vardem.

Vc´s só param para dormir na meio da madrugada do primeiro dia de viagem, cansados e abatidos Baelor tenta, sem sucesso, curar o ferimento de Pammala, mas seus milagre permitem a ela apenas aliviar a dor da caminhada, cuja velocidade é bem reduzida devido a seu ferimento.

O segundo dia de viagem passa como um castigo, uma chuva intensa dificulta toda a caminhada e a orientação, a falta de um guia faz com que vc´s se percam e a chuva e ausência de um local seguro para descansar os obriga a seguir novamente durante toda a madrugada sem descansar.

A chuva cessa perto do amanhecer mas as dificuldades não param, o solo torna-se barroso, lamacento e em alguns locais forma charcos e mini pântanos que os obrigam a quase todo o momento mudar o rumo contornando determinada área.

No final da tarde vc´s avistam uma construção, um pequeno castelo provavelmente habitado pois no alto balança com o vento uma bandeira do reino de Marana. Seguindo as instruções de Baelor vc´s se aproximam para buscar abrigo.

O castelo é propriedade de Horicius Galdarim, um humano na casa dos 50 anos. Ele vive no castelo com mais 3 filhos. Hared, o mais velho tem uns 20 é seu filho bastardo com a governanta, Marane é a filha do meio com 17 anos, Marale a segunda mais nova tem 13 anos e Horic o caçula possui apenas 4 anos e fora o motivo da morte de sua mãe durante o parto. Além da família Galdarim vivem menos de 10 empregados que cuidam das terras e dos animais.

Baelor tenta barganhar a estadia com Horicius mas, parece que o lorde não é muito apegado a religião, talvez pela morte de sua esposa. A estadia só é conseguida com a intervenção de Calion que negocia com o lorde favores dos elfos em troca de um dia de estadia além é claro de uma apresentação para sua família.

Vc´s são acolhidos e Horicius lhes consegue roupas limpas dos seus filhos, todas bem cuidadas apesar de não serem roupas nobres e lhes oferece um jantar onde poderão então apresentar-se formalmente e Calion poderá pagar parte de sua dívida, apresentando-se e explicar melhor que favores os elfos dourados poderiam prover.
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