Parte 9 - Um vai, outra vem

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Parte 9 - Um vai, outra vem

Mensagem por Samyaza em Sex 11 Out 2013, 20:44

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 1 de julho de 2013 18:49:14
Acompanho o acólito até o local. No caminho pergunto a ele:

Há quanto tempo Marad está na governança deste templo?

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 2 de julho de 2013 0:35:10
Enquanto sinto sua respiração, respondo:

Esquecer faz parte da vida. Mas esqueço somente de coisas desimportantes, como ordens ou leis. Não esqueço olhares, bocas e seios... Você é livre e é por isso que eu me interesso.

Penso: cama, vinho e boa companhia... Tão cedo não me vou.


Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 2 de julho de 2013 13:47:23
Quando o sacerdote chama, se o acólito estiver por perto pergunto para ele:

Me chamaram ali naquela mesa. Por acaso causaria algum problema se eu aceitasse o convite?

Aguardo a resposta dele para decidir. Só aceitarei o convite se isso não for causar nenhum mal-estar entre os sacerdotes.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 3 de julho de 2013 0:05:07
BAELOR:
Caminhando por um pátio aberto o acólito lhe responde:
Não faz muito tempo, menos de um ano, mas tem promovido muitas mudanças, ele renovou a religiosidade do povo daqui. No inicio muitos desconfiavam dele, talvez por sentirem falta do antigo sacerdote mas, com o tempo ele foi ganhando a confiança das pessoas ao ponto de, em números, já ter ultrapassado seu antecessor.

PAMMALA:
O jovem olha tímido para traz e responde olhando para baixo, na direção do seu prato de sopa:
Não, não senhorita, fique a vontade, nós não podemos nos juntar a eles, é uma questão hierárquica, mas fique a vontade, será bem recebida.

Vc se levanta da mesa levando junto o prato e o pão. O sacerdote que a convidara é um homem de uns 35 anos, cabelos curtos e enrolados e uma barba rala o acompanham, uma verruga do tamanho do seu polegar se acomoda brutalmente entre o nariz e as bochechas.

Chegando perto da mesa vc repara que nesta a sopa é bem menos rala contando com muitos pés e pescoços de frango e na mesa além de pão há frutas.

O sacerdote sorri amistosamente encarando-a,vc nota que outra verruga salta de sua testa, um pouco acima do olho direito, ele acena para que sente-se enquanto os outros sacerdotes a observam com uma voz rouca ele começa a falar:
Aqui a comida ainda é humilde, mas é um pouco melhor, vou pedir que lhe acrescentem frango em seu prato, espero que compreenda que não poderia fazer o mesmo enquanto vc estava na mesa dos acólitos, iria constrangê-los...

CALION:
Mirina ainda debruçada sobre vc responde, novamente alisando seus cabelos:
Dessas coisas eu posso fazer com que não se esqueça, mas não sou tão livre estando aqui, quero fazer outras coisas, aprender, ver o mundo, mas não há quem me ofereça trabalho ou oportunidade que não deseje em troca meu corpo. Mas me fale de vc, quem vc é? Para onde vai? De onde veio? Deve ter muitas prometidas por aí, vc é belo e parece ser rico, pq veio parar nesse lugar?

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 3 de julho de 2013 22:56:50
O que busco? Uma boa vida. Não, não uma vida de riquezas externas e grandes bens ou fortuna. Boa vida de virtudes, feita de escolhas claras e caminhos limpos.
Prometidas? Há algum tempo não faço uma promessa. A última foi feita em Caliana, minha cidade natal.

Como cheguei até seus braços? Viemos para cá após derrotarmos uma demônio. Ela era poderosa mas sucumbiu aos nossos golpes. Sim, acredite, você tem em seus braços um artista disfarçado de soldado.
Vou para a capital, onde tenho bons amigos.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 4 de julho de 2013 10:04:57
Tento ter com eles o máximo de simpatia possível.

Entendo, senhor. E agradeço muito por toda esta acolhida. É uma pena que no momento não tenha como pagar por tanta gentileza que estou recebendo aqui, mas espero em breve poder retribuir. Temos passado por dias muito atribulados, acredite.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de julho de 2013 11:32:19
Comento com o acólito:

Bom. Então este homem tem sido bom aqui.

Continuo a caminhar junto ao acólito em silêncio.

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 4 de julho de 2013 16:06:46
E quanto a você, o que deseja ou busca?

Enviado por: Samyaza - sábado, 6 de julho de 2013 12:56:25
CALION:
Mirina salta ficando sentada na cama e olhando com verdadeiros olhos assustados:
Demônios? Então eles existem? Como são? Como os destruiu? Vc não tem o braço forte de um guerreiro, como conseguiu destruir um demônio? Não mentiria para mim não é?

Percebendo que fazia muitas perguntas ela deita novamente sobre seu corpo e pergunta:
Me levaria com vc? Para a capital, não desejo ficar aqui, quero ficar contigo, ao teu lado.

Enquanto falava ela se coloca por cima de vc, pronta para encerrar a conversa e prosseguir com suas atividades.

BAELOR:
O homem verruguento sorri e diz:
Não há o que pagar, considere sua companhia em nossa mesa como pagamento. Meu nome é Zartas e os outros nessa mesa são: Vorumenail, Cafisto, Erdradi e Guilerve. E vc? como se chama?

BAELOR:
O acólito o leva até um salão onde, da porta, vc vê três mesas de madeira. É fácil encontrar Pammala e seu vestido vermelho sendo ela a única elfa do local. Os membros mais jovens que preenchiam duas mesas se levantam ao vê-lo, fazem-no uma pequena reverência e continuam o observando, de pé.


Enviado por: Maedhros - sábado, 6 de julho de 2013 14:14:47
Dou um sinal para que os acólitos sentem. Depois me dirijo a mesa em que Pammala e cumprimento os que estão na mesa com uma reverencia, dizendo:

Senhores.

Depois digo a Pammala:

Já está tudo resolvido, daqui três horas continuaremos a viagem. Até lá, descanse, pois tentarei forçar o passo dessa vez.

Enviado por: Blanchard - sábado, 6 de julho de 2013 16:08:14
(Off: Vish, o pior de tudo é que eu ajudei a fazer a ficha dela, lembro da maioria das coisas... Quero ver a cara do Baelor.)

Penso: E eu poderia dizer-lhe não?

Depois de tudo, digo:
Você será bem-vinda... Mas, viajo com um sacerdote. Não tenho muitos problemas com religiosos. É só você fingir que se importa com seus sermões... Além dele, acompanha-nos a noiva de Uther, uma dourada. Portanto, nessa taverna ele só comeu uma refeição e tomou um pouco de vinho...

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 6 de julho de 2013 21:24:57
Inclino a cabeça, para todos quando são apresentados e respondo:

É um grande prazer conhecê-los. E uma honra poder desfrutar de tão distinta companhia. Me chamo Pammala, venho da floresta de Âmien. Sou maga, pretendo um dia ingressar na Escola do Conhecimento, ainda que me tenham sido impostas condições um pouco penosas.

Depois, respondo para Baelor:

Para mim está bom. Quanto mais rápido chegarmos ao destino, mais cedo teremos um desfecho para toda essa história, a qual já se tornou por demais longa e mais cheia de surpresas do que qualquer um desejaria.

Enviado por: Maedhros - sábado, 6 de julho de 2013 23:10:53
Respondo a Pammala:

Sim, isso já esta se tornando prolongado demais.

Depois pergunto ao senhores que estão a mesa:

Posso me juntar a vocês?

Enviado por: Samyaza - domingo, 7 de julho de 2013 12:26:10
CALION:
Mirina olha desconfiada para vc volta e meia olhando para o chão e procurando observar seus itens, ao final, ela deita-se de bruços sobre a cama com cabeça apoiada nos braços cruzados e diz:

Um sacerdote e dois noivos? Para onde estão indo para um casamento? E vc, vc não se parece com eles, não acho que se envolveria com pessoas a sim, a menos que esteja interessado na elfa. Quanto ao sacerdote não se preocupe, muitos me procuram aqui, sei como lidar com eles e silenciá-los caso seja necessário.

PAMMALA E BAELOR:
OFF: respondendo com pressa troquei os nomes e nem percebi no post anterior, desculpe-me.

Zartas olha para seu pé e diz:
Um tombo do cavalo?

Guilerve olha para Baelor e acena para que ele sente:
Seja bem vindo irmão, será um prazer comer em companhia externa, que notícias trazem das terras de onde vindes?

OFF2: a menos que vc´s desejem prolongar a conversa eu posso partir para o final da janta, apenas escolham o que desejam no proximo post.

Enviado por: Maedhros - domingo, 7 de julho de 2013 16:43:03
Me sento na mesa e me sirvo do que tiver. Porém fico atento a conversa de Pammala com o sacerdote, disfarçadamente.

(off: por mim pode passar para o final do jantar.)

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 8 de julho de 2013 0:19:09
Não, não rumamos – ainda – para um casamento, mas acho que quando for a hora, eles me convidarão. Por outro lado, é mais fácil se casarem do que terem um momento íntimo.
Você sabe muito pouco sobre mim, até agora só sabe que sou absolutamente amável. A elfa... Devo dizer que ela não faz muito o meu tipo, ela realmente se parece mais com Uther. Falando nisso, acho que seria bom saber se ele escapará sem mordidas e arranhãos...

Levantando para me vestir, digo:
Vamos encontrar Uther. Partiremos ainda hoje. Então agora é uma ótima hora para comida e muito vinho.

Antes de sairmos pego em minha mochila algum perfume roubado do castelo e entrego para Mirina dizendo:
Tome, isso foi comprado com o suor de meu corpo... Junte suas coisas...

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 8 de julho de 2013 0:40:39
Respondo para Zartas, mostrando um certo desconforto com o assunto:

Na verdade foi de uma janela que caí. Uma grande bobagem que fiz em acreditar que praticar escalada na parede de uma casa seria algo seguro. De forma que aprendiam me ater mais aos livros e aos estudos e menos a proezas físicas. Sabemos o que a curiosidade fezmcom o gato, mas às vezes não consigo resistir.

Do um riso meio constrangido tentando animar o ambiente.

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 8 de julho de 2013 10:31:43
CALION:
Mirina se levanta e começa a se arrumar olhando-o com expressão de preocupada:
Disse algo que o incomodou?

Caminhando até vc e pousando a mão no seu ombro ela continua:
Não posso simplesmente sair, preciso falar com minha governanta, não acho que ela receberá bem a ideia...ou eu poderia fugir, mas sair pela porta da frente sem que ela permita isso eu não conseguirei.

BAELOR E PAMMALA:
Zartas sorri e responde enquanto sopa escorre do canto de sua boca:
Melhor contar outra versão da próxima vez que alguém perguntar, não é de bom tom vc dizer que estava escalando uma janela, imagine o que poderiam pensar?!


Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 8 de julho de 2013 13:29:41
Me intrometo na conversa de Pammala, respondendo a Zartas serio:

Poderiam pensar que minha senhora é muito curiosa e que da próxima vez que beber vinho além da conta e tentar mais uma gracinha dessas, terei que contar ao senhor, seu pai, de que não segue meus conselhos e avisos. Creio que seja isso o que iram pensar sobre ela, ou será que estou errado senhor?

Tomo uma colher da sopa rala de minha tigela.

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 9 de julho de 2013 0:08:31
Não, relaxe... Só não gosto que façam adivinhações com minha vida...

Dou um beijo em Mirina e depois a solto. Vou até a janela e tento ver a movimentação das pessoas. Enquanto isso, digo:

Como é essa sua governanta? Coma e fique pronta. Após ter sua indicação, posso seduzi-la e tirar sua atenção ou – na pior das hipóteses - negociar seu caminho. Mas de qualquer forma, você saíra entre a conversa. Nos encontraremos em uma rua próxima.. Para qual lado estão os templos?

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 10 de julho de 2013 15:27:11
Dou um riso meio constrangido e tento esclarecer:

Não me interpretem mal. É que além da magia, também me interesso por História e essa minha segunda profissão algumas vezes pode ser muito enriquecida com explorações no local. E isso envolve explorar ruínas, cavernas e locais em condições precárias. Quando me ofereceram, achei que seria interessante aprender a escalar com essa finalidade, aproveitando que alguém havia se oferecido para ensinar e claro que tínhamos o conhecimento dos donos da casa. Por favor, não me julguem mal.

Mas é melhor irmos para outro assunto mesmo, é constrangedor lembrar desse tombo e não pretendo voltar a tentar esse tipo de proeza tão cedo. Principalmente agora que estou de casamento marcado.

Esta última parte falo com certa mágoa na voz.

(Por mim, pode continuar.)

Enviado por: Samyaza - sábado, 27 de julho de 2013 19:46:48
CALION:
Mirina começa a se vestir e tentando disfarçar com a voz um incômodo diante de sua pergunta diz:
"Vc quer saber como é a aparência dela? Como é a sua personalidade? Ou como ela é na cama?"

Caminhando até a janela onde vc está ela pousa a mão sobre seu ombro e diz:
O templo fica em direção ao centro da cidade, é a segunda maior construção no distrito, facilmente identificado. Vc costuma rezar depois de deitar-se com alguém?

PAMMALA E BAELOR:
As últimas palavras são recebidas com certa irritação pelos sacerdotes presentes que seguem com a janta em silêncio. Aos poucos os jovens sentados nas outras mesas começam a se retirar e quando o pequeno salão se esvazia ficando apenas a mesa de vc´s, um jovem bem acima do peso se aproxima com um pequeno barril as costas. Alguns dos sacerdotes mais velhos viram seus copos de água de uma vez na boca e outros simplesmente arremessam a água no chão estendendo o copo para que lhes sejam servidos vinho. O jovem passa por todos os sacerdotes antes de chegar a vc´s e pergunta timidamente:
Vc´s aceitariam um pouco de vinho?

Enquanto vc´s decidem um acólito se aproxima da mesa, cumprimenta os sacerdotes e fala em direção a Baelor:
Pater Marad pediu-me para avisá-lo que seus cavalos estão prontos, quando quiserem ir é só me acompanhar.

Enviado por: Blanchard - domingo, 28 de julho de 2013 0:18:17
Dou uma risada e respondo:

Fico lisonjeado. Acha que eu ainda aguento mais? Meu desejo, neste momento, é somente permitir sua fuga.
Bem, deixe-me tentar lembrar os momentos que costumo rezar... Quando nada mais pode ser feito? É, acho que essa é uma boa hora... Sim, rezaremos juntos, encostados no muro do templo.

Aguardo faminto, esperando que ela termine de se arrumar. Depois digo:

Fique discreta, próxima a ela. Quando eu fizer o contato, saia e me espere nos arredores do templo.

Enviado por: Maedhros - domingo, 28 de julho de 2013 21:40:10
Agradeço ao acólito, dizendo:

Não, muito obrigado. É muito gentil da parte de sua parte mas terei que recusar. Teremos que viajar e o vinho antes de uma cavalgada me causa maus-estares, doença-do-estômago, disse o boticário que me atendeu na época. Muito obrigado.

Depois digo a Pammala:

Pammala, temos que partir.

Me levanto da mesa e digo ao que estão perto:

Agradecemos muito a hospitalidade.

E finalmente respondo ao acólito:

Nos leve lá então, jovem.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 29 de julho de 2013 14:36:03
Depois da explicação, me calo e se for possível, ficamos somente nas trivialidades.

Quando o vinho é oferecido, recuso educadamente.

Agradeço muito, mas como viram temos uma longa viagem pela frente. E o vinho me deixará com sono e ao menos esta noite, dormir é um luxo que não poderei ter. Deixarei para uma próxima vez.

Peço licença a todos e acompanho Baelor.

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 29 de julho de 2013 18:30:54
PAMMALA E BAELOR:
Vc´s caminham pela igreja agora vazia e escura, chegando até a escadaria de saída onde já podem ver abaixo Mardras e um jovem que segura as rédeas de 4 cavalos. Enquanto descem vc´s podem observar Madras sorrindo e com um gesto de mão ele lhes oferece os cavalos, inclinando-se um pouco ao apresentá-los:

Aqui estão, cavalos do melhor haras de Chipara, cortesia do senhor Oleg Asrov. Conforme eu prometi.

OFF: se quiserem dali ir para algum lugar é só me avisar.


CALION:
Mirina se arruma e ao terminar vai até vc, olha-o nos olhos e o beija, ao sair, pega o seu pagamento e diz:
Estarei esperando, lá fora, vou conversar com um homem. Não se preocupe, é um homem influente mas de gostos estranhos. Só vem aqui para que sua fama de solteirão não levante dúvidas sobre seu gosto. Ele paga bem e é mais inofensivo que seu amigo, gosta de manter essa mentira para seu gosto por rapazes não prejudicar-lhe os negócios.

Ele flertará com vc, pois já o observava enquanto conversávamos na escada, mas lhe indicará quem é a governanta e os apresentará.


Vc´s saem do quarto E Mirina desce imediatamente a escada, sentando-se no colo de um meio-elfo bem vestido que tomava vinho. Enquanto ela sussurra-lhe algo nos ouvidos ele mantém os olhos no segundo andar. Observando-o.

Nenhum sinal de Uther.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 29 de julho de 2013 19:36:51
Ao me aproximar agradeço diretamente a Marad:

Que os deuses retornem em dobro todos os favores que fez hoje, Marad. Prometo que lhe devolverei essa ajuda, muito obrigado. Quando ele fala o nome do senhor, respondo. Não esquecerei esse nome.

Coloco minhas coisas em um cavalo e depois digo a Pammala:

Quando quiser, minha senhora.

Assim que ela se despede, ajudo-a a subir em seu cavalo. Subo no meu e começo a galopar. Depois de uma boa distancia do templo, falo a elfa:

Não se preocupe com Calion. Já esperava mesmo que aquele pervertido esnobe do bardo não iria aparecer na hora combinada, agora, não era de meu pensamento que o elfo-feiticeiro sumisse desse jeito. Todos temos nossos defeitos. Porém não posso espera-los por muito tempo, Pammala. Iremos espera-los no portão sul por pouco tempo. Senão aparecerem é melhor continuarmos a viagem para sua segurança, a capital está próxima, lá dormirá com conforto e tranquila.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 29 de julho de 2013 22:13:28
Respondo para Baelor, enquanto me seguro ao cavalo:

O que decidir, eu farei. Se os dois quisessem mesmo estar conosco, teriam nos acompanhado ao templo. Não quero nem imaginar o que aqueles dois andam aprontando por aí.

Depois, meio entredentes:

Se pelo menos houvesse um jeito de me livrar desse compromisso... Age como um florestal, quase um sombrio e ainda por cima nem para fazer companhia para a própria noiva.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 30 de julho de 2013 9:08:50
Ao ver a frustração de Pammala, digo a ela depois de seu último comentário:

Pammala, vou lhe dizer algo se lhe anima. Você vive agora no reino dos homens e não dos elfos. Aqui vale a nossa lei, não a de seu povo. Você tem o direito de negar e poder para isso, já que se trata de uma arauta do rei, olhos e boca de Augusto Zeneri. Aqui você tem poder e é importante para Zeneri, já que são poucos os reis que tem em sua corte uma elfa-dourada. Creio que este pacto selado por sua família valha mais a sua cabeça, pois na verdade é você que o mantém e pode revogá-lo a sua vontade. Apenas repito o que eu digo, no reino dos homens, o que vale é a lei dos homens. É tudo uma questão de escolha.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 30 de julho de 2013 11:58:37
Diante da resposta de Baelor, falo:

Tem razão. A verdade é que me prendo a essa determinação para não prejudicar minha família. O acordo consiste nessas duas partes: títulos para meus pais e meu ingresso em um Colégio. A única cousa que me preocupa é a primeira parte. Quanto ao Colégio, eu prefiro que seja fruto de meu esforço pessoal, da mesma forma que preferi estudar a história deste mundo sem saber quais foram as conclusões a que meu mestre chegou com seus estudos.

Mas resolvamos um problema de cada vez. Primeiro cumprimos a missão e depois os problemas pessoais. O que será? Esperar pelos dois ou iniciar a jornada? Eles sabem qual é nosso destino e há duas coisas a considerar: uma dupla chama menos atenção do que quatro, mas tem menos chance contra um ataque. Fora que se alguém estiver atrás de nós, saberá quantos somos, principalmente se capturou algum dos que ficaram para trás.

O grupo maior é exatamente o oposto e há também o fato de que não tenho muitas habilidades de combate e meu cajado foi confiscado. Ainda posso fazer duas magias, no máximo.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 30 de julho de 2013 12:46:22
O que você decidir será feito.

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 30 de julho de 2013 13:10:03
Concordo com Mirina. Penso: mais inofensivo que Uther? Então ele deve ser assexuado.

Ainda no segundo andar, fico preocupado ao não ver Uther. Antes de descer as escadas, passo próximo de uma das moças e discretamente pergunto por ele. Sigo lentamente, esperando por uma resposta enquanto desço a escada. Se nada me for respondido, continuo.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 30 de julho de 2013 13:16:22
Penso e por fim, digo:

Quando chegamos, foi citado que eles teriam duas horas para irem fazer seus passeios e depois que nos encontrassem no templo. Sugiro esperar o prazo e darmos alguns minutos de tolerância. Depois disso, devemos considerar que o tempo é nosso inimigo.

E como mencionei antes, acho que eles sabem para onde vamos. Nada impede que nos alcancem.
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