Parte 7 - Templos e prostíbulos

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Parte 7 - Templos e prostíbulos

Mensagem por Samyaza em Sex 11 Out 2013, 20:30

Enviado por: Blanchard - sábado, 16 de março de 2013 23:33:37
Quando o lord se joga fico gelado. Penso: um homem traído pelo seu desejo. Sinto medo de acabar da mesma forma.
Enquanto olho para baixo, digo:

Mais uma cova e partirei imediatamente. A morte ronda este lugar.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 18 de março de 2013 12:05:19
Ao ver Horicius se jogar, corro em direção a janela. Depois desço as escadas e corro em direção ao seu corpo. Vejo se ainda tem sinais vitais, para que eu possa curá-lo. Caso não, fecho os olhos dele e digo em uma voz baixa:

Que os deuses o julguem com justiça.

Depois me levando e digo:

Abram uma cova. Ele ainda merece um enterro. Avisem-me quando terminar, para que eu possa fazer uma pequena cerimônia à ele.

Depois, vou a um lugar reservado, me ajoelho e começa a falar:

Deuses... O que querem de mim? Me mandam uma elfa, anões e agora desorientados. O que fazer?! Posso mandar todos me acompanharem até a capital e pedir ao rei para cuidar da criança e orientar os servos a outros nobres. Mas estarei disendo para abandonar seus lares. Poderia mandar um sacerdote mais experiente ajudar a vida retomar o normal, mas estaria sendo omiço a necessidade e tirando o dever das costas do rei. Digam-me, guiem-me, soberanos do firmamento. Digam-me. O que farei?

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 18 de março de 2013 18:16:19
TODOS:
Os empregados se surpreendem com o suicídio de Horicius mas logo são desbaratinados pelas ordens de Baelor. Rapidamente os homens começam a cavar outra cova enquanto as mulheres preparavam o corpo que fora levado para o antigo quarto, parecendo mais um saco de ossos do que um corpo realmente.

Em menos de duas horas a cova está pronta e o corpo é trazido numa espécie de maca improvisada pelos empregados, um tecido com o brasão do lorde é estendido sobre o corpo quando ele é colocado no buraco, quase nenhum empregado chora durante a cerimônia.

O enterro é rápido e os empregados se retiram em silêncio sem perguntar nada ou tomar qualquer atitude.

CALION, PAMMALA E UTHER:
Após o enterro, apenas duas empregadas ficam na casa para preparar -lhes um almoço, todos os outros empregados não voltaram ao trabalho ficando reclusos. O almoço é servido e enquanto vc´s comem as duas empregadas lhes questionam sobre o que vc´s farão a seguir.

BAELOR:
Vc volta até o quarto onde o grupo passou a noite, vai até a janela de onde o lorde se jogou, ajoelha-se e comunga tentando receber algum conselho. Depois de alguns minutos de oração o sol forte começa a machucar sua vista mesmo estando de olhos fechados, a luminosidade e calor aumentam num dourado forte que começa a queimar sua retina e a machucar a pele, uma voz soa como a lâmina que encontra o escudo:


O combate é o caminho do guerreiro

Nenhuma provação te é posta sem que você tenha condições de cumpri-la
Segue teu caminho e resiste, erga tua arma e avance
Não te desvies de tua jornada nem se interponha na dos teus semelhantes
Para cada servo sua batalha, para cada devoto uma vitória

Não faça mais inimigos do que suporta teu escudo
A paciência é a forja da armadura dos bravos
É impossível dominar a tudo, mesmo para o forte
É sábio ter aliados quando a batalha é maior que tuas forças

O machado não é capaz de subjugar todos os inimigos
Todo golpe que atinge o inimigo reverbera em ti
Medir a força do ataque é tão importante quanto medir o alcance da língua
Domina teu espírito e tua será a glória

A intuição é um ato de fé

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 18 de março de 2013 20:48:20
Quando ouço a voz, me encolho de temor, pois não acreditava que os deuses me responderiam. Na verdade, eu estava desesperado, perdido com tantas vidas em jogo. Após ouvir um pouco a voz, volto ao normal tomando mais coragem com as palavras. Assim que a luz se esvaiesse, me levando com minha opinião tomada.

[Assim será feito e assim será.]

Desço as escadas e vou ao encontro de meus companheiros.

Amigos, espero que estejam prontos para enfrentar a poeira da estrada, pois o destino há de se comprir. Depois me dirijo a alguns dos empregados Reunão todos, tenho algo a dizer antes de irmos. Também precisarei de algusn cavalos, pois o tempo não para. Não se preocupem, irei devolve-los.

Depois me dirijo aos estábulos e procuro pelo cavalo machucado de Horicius.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 20 de março de 2013 15:11:41
TODOS:
OFF: Se alguém pretender fazer alguma coisa antes dessa postagem me avise que eu retorno, mas vou adiantar se não Verrogar toma todo o mundo conhecido e não chegamos em Seviala.

Os empregados explicam que nunca houve um cavalo doente e que provavelmente Lorde Horicius havia dado essa informação para ficar a sós com Baelor e confessar-lhe os pecados.

Existem 6 cavalos na propriedade mas os empregados preparam apenas 2 deles para vc´s e lhes entregam algumas provisões suficientes para chegarem até Chipara. No final da tarde vc´s estão prontos para partir.

Há a possibilidade de vc´s vasculharem o casarão em busca de mais coisas, se o fizerem encontraram:

1 - uma couraça parcial
2 - um arco de guerra e 90 flechas
3 - uma espada de mão e meia
4 - um escudo grande
5 - um elmo fechado
6 - vinte estojos para higiene pessoal
7 - um estojo para jogos
8 - um estojo de primeiros socorros
9 - capas longas, botas de couro e comuns, cobertores, cintos, pares de luvas e de couro, roupas tingidas e roupas para inverno, três trajes nobres,
10 - lamparinas e lanternas
11- cantis

Se olharem em toda a propriedade ainda encontrarão:
1 - uma carruagem
2 - três charretes
3 - um carro de boi
4 - uma barraca de lona
5 - dois estojo para pesca

A viagem começa ainda no inicio da noite pois vc´s consideram que já perderam tempo demais.


OFF2: se forem fazer alguma coisa antes desse ponto, apenas avisem. Avisem tbm se levarão alguma coisa da lista acima ou não e o que levarão.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 20 de março de 2013 15:34:11
A única coisa que pretendo fazer se for possível seria o ritual para que a joia que encontrei se tornar meu focus, mas isso dependeria de encontrar os materiais necessários na propriedade. Se não achar, pego um dos trajes nobres, estojo de higiene pessoal e tocamos para a capital. Se tiver também algo para usar como o cajado que me foi tirado, melhor. Senão, vamos em frente em marcha acelerada.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 20 de março de 2013 16:33:17
Peço aos empregados para nos emprestarem uma das charretes e que as mandarei de volta quando chegar em Chipara. Depois de estar tudo arrumado e os empregados no salão, despeço deles e digo que mandarei um sacerdote vir ao castelo para lhes ajudarem na administração, já que o filho de Horicius não tem idade o suficiente.
Não levarei nada.

(off: samyaza, se pegarmos as coisas, não estaremos saqueando o castelo? Tipo, a armadura (elmo,escudo,couraça) não é algo de familia? Se a gnt levar algumas dessas coisas, os servos pensaram q a gnt veio só pra matar e saquear, né?)

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 20 de março de 2013 16:34:51
Off: Thiago, imagino que também tenha mochila ou bolsa, pra levarmos algumas coisas.

Antes de iniciarmos os preparativos, se possível tomo um banho. Uso o que encontro no estojo de higiene.
Já nos preparos, recolho em alguma bolsa ou mochila outros estojos de higiene e o estojo para jogos (se não for grande). Visto um dos trajes nobres e também calço botas de couro. Ponho a capa que melhor se ajustar em minha estatura. Termino colocando um cinto e luvas comuns (coloco um par de luvas de couro na bolsa). Guardo alguns cantis junto com as provisões e amarro uma lanterna na bolsa. Enrolo em algum pano uma roupa para inverno.

Quando vejo os servos arrumarem dois cavalos, me aproximo do sacerdote e digo:
Baelor, vamos levar essa carruagem? Caminharemos mais devagar, mas Pammala estaria mais protegida. O que acha? Essa barraca também poderia nos ser muito útil.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 20 de março de 2013 17:45:40
Tentarei providenciar.

Enviado por: Samyaza - sábado, 23 de março de 2013 17:51:46
TODOS:
Enquanto as coisas são preparadas Pammala encontra vasculhando o antigo quarto da esposa de Horicius materiais para realizar um ritual que dedicação ao bracelete que encontrou, recolhendo-se ao quarto durante todo o tempo.
O tempo todo vc precisa se esforçar para manter a atenção, pensamentos sobre seus amigos lhe roubavam a concentração: "O que estaria acontecendo com Sam, Derin, Glóin e Connor? Afeiçoara-se a eles e não lhes queria mal. O que estaria acontecendo em Lubliama? As informações precisavam chegar logo, um homem fora sequestrado e com isso a cidade foi condenada a um governante corrupto e aliado de inimigos poderosos, inimigos de sua raça, mas o que deveria ser feito? Deviam os elfos se preocupar com isso? Ou deveriam agradecer pelos esforços dos inimigos estarem voltados em outra direção?"

Os empregados preparam as coisas com olhos atemorizados, Baelor percebe conversas sobre estarem retirando coisas que não lhes pertencem da propriedade, alguns são contra, outros os repreendem mas, nitidamente, ninguém teve coragem de dizer qualquer coisa. Tudo isso porém não importava, devoção e determinação sempre foram suas aliadas e mais uma vez vc tinha uma missão a cumprir. Vc começa a se perguntar que segredos deveriam existir na carta de Norne ao sacerdote elfo? Que coisas poderiam unir duas raças conhecidas pela animosidade? Não acompanhou os últimos eventos em Lubliama, mas a expressão de preocupação de Norne deixavam claro que algo sério estava prestes a acontecer, geralmente o anão abandonava o bom humor. Como chegaria no rei? Seriam os elfos confiáveis o suficiente para isso? E se falhassem? Será que Norne já contava com essa falha quando lhe pediu que entregasse a carta ao sacerdote elfo?

Calion, enquanto vc troca de roupa as lembranças da história contada por Horicius lhe invadem a mente e vc passa a imaginar o preço que a luxúria cobra. O pensamento é quebrado por outros pensamentos, bem mais nebulosos e urgentes: "O que teria acontecido com a sombra? Pq ela teria atacado as filhas do lorde daquela forma? O que um demônio fazia com um nobre falido como Horicius? Haveria alguma ligação com os outros eventos?"

Vc´s começam a viagem com o sol se pondo, não faz calor e uma brisa fresca parece atenuar o peso dos últimos acontecimentos. Vc´s seguem em direção ao sudeste desanimados e em silêncio.

Enviado por: Maedhros - sábado, 23 de março de 2013 21:36:51
Durante a viagem, pergunto a Calion:

Agora que estamos mais entre nós, tenho uma pergunta a você mestre elfo, como Rarurg apareceu neste local tão longe de Lubliana e tão ferido? Poderia me explicar?

Enviado por: Blanchard - domingo, 24 de março de 2013 23:15:30
(Off: Thiago, nós levamos a carruagem? Caso sim, Pammala vai dentro, com Uther, enquanto Baelor e eu vamos guiando os cavalos? Ou vamos só nos dois cavalos?)

Acendo meu cachimbo e pego alguma bebida alcoólica, para que a viagem seja suavizada. Ofereço a garrafa ao sacerdote:

Enquanto Pammala e Uther buscavam algo que não queriam me dizer, decidi caminhar sozinho nas proximidades do castelo. Eu precisava pensar, estava com nada além de meu cachimbo e meu alaúde. Percebi uma movimentação e deparei com um soldado que tentava sobreviver com Rarurg. Ele me contara do confronto que se passara, após a morte de alguém que não conheço. O nome era... Era....

Bebo bastante, tentando lembrar-me do nome.

Aaa, a senhora Najila, ela está com Norne. Mas o nome do morto era Cletus, isso... Fique com a bebida, vou perguntar para Pammala informações sobre esse nome.

Grito pelo nome de Uther e peço que ele faça companhia para o sacerdote, enquanto vou conversar com Pammala.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 25 de março de 2013 12:13:41
Aceito a bebida e depois de um grande gole digo:

Mas você não me contou como ele veio aparecer aqui. E que confronto é esse que você fala?

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 25 de março de 2013 16:54:20
Enquanto converso com Baelor, vou procurando em minha bolsa alguma joia que aparente ser mais bem elaborada e bela:

Provavelmente o soldado, que estava exausto, tenha seguido nossos rastros. O senhor Rarurg já estava desacordado. Não sei bem sobre esse combate, pois não conheço Cletus. Provavelmente ele tenha me falado sobre uma divisão dos anões, o que seria trágico e nos obrigaria a acelerar o passo. Isso me assusta, mas não mais que a fuga da sombra e a presença da demônio.

Após isso, sigo até Pammala.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 25 de março de 2013 19:54:50
Penso comigo:

[Uma guerra entre os anões? Isto não é bom. Talvez eu esteja levando ao rei mais que uma mensageira real, mas também um chamado ao exercito real à cidade anã.]

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 26 de março de 2013 12:10:54
No início da viagem, sugiro aos outros:

Acho que já nos demoramos no caminho tempo demais. Por mim, viajamos dia e noite para podermos cobrir o máximo da distância no menor tempo possível. Se possível, eu sugeriria trocar os cavalos caso encontremos alguma propriedade no caminho e não parar para mais nada. O que acham?

Independente da resposta, vou na carruagem estudando o novo livro até conhecê-lo bem.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 2 de abril de 2013 22:22:55
Depois de uma curta viagem vc´s chegam ao território de Chipara, a região possui grandes planícies verdejantes e ao chegar aos arredores da cidade vc´s podem ver muitas criações de cavalos, de diversos tipos.

Vc´s chegam perto do entardecer e se admiram com a arquitetura da cidade que mistura o novo e o velho, algumas construções estão completamente destruídas, outras estão em reconstrução e poucas construções ainda mantém a arquitetura antiga contrastando ainda mais e até trazendo certo desconforto a vc´s, em especial Uther, Pammala e Calion que, por serem elfos, são além de mais resistentes a mudanças rápidas, mais exigentes em qualquer coisa que se refira a arte, inclusive arquitetura.

Vc´s possuem comida suficiente para chegarem até Seviala mas os cavalos estão exaustos devido a marcha exaustiva, além disso, essa é a maior cidade conhecida e onde provavelmente será mais fácil trocar os animais.

Vc´s conduzem a carruagem pela cidade enquanto decidem o que fazer.

Estejam a vontade para postarem suas ações.


Enviado por: Maedhros - terça-feira, 2 de abril de 2013 23:28:19
Digo a todos:

Vamos a um templo, para que eu possa relatar sobre o caso da Familia Galdarim. Eles enviaram ajuda para lá como prometi. E tenho certeza que o templo possui alguns cavalos. Lá poderemos arranjar apenas cavalos, assim a viagem ficara menos lenta e com mais mobilidade, pois com a carroça só podemos seguir a estrada, não podendo pegar os atalhos. Mas antes, pergunto a senhora Pammala se ela quer passar a noite na cidade, já que todos estamos aqui por sua causa. O que você decidir é como as coisas andaram.

(off: samyaza, vc pode dizer como ta o dinheiro da gnt?? to meio perdido se não conseguir uma armadura nova)

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 2 de abril de 2013 23:44:45
OFF: Maedhros, o dinheiro que vc´s tem é:
dinheiro no inicio da campanha+dinheiro adquirido durante a campanha-dinheiro gasto na campanha. Essa conta deve ser considerada para cada personagem, já que não podemos afirmar que cada um vai querer dividir suas posses.

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 2 de abril de 2013 23:47:53
Quando nos aproximamos da cidade sem problemas, fico aliviado. Mas quando vejo sua situação, acredito que temos que ter cautela. Digo (em élfico):
Vejam o desespero humano.

Após ouvir o sacerdote, pulo com a minha mochila e digo:
Bem, então nos encontraremos mais tarde. Buscarei algumas informações e encontro vocês no templo.

Vou procurar por algum lugar seguro para que possa negociar as joias.

(Off: Calma Maedros.. Talvez você ganhe uma armadura no templo.. huahua)

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 3 de abril de 2013 23:54:24
Respondo para Baelor:

Por mim, partimos o mais rápido possível. Como sugeri ao sairmos, sou contra a odeia de pararmos. Já a parte de.deixar a.carruagem aqui, acho que eu seria um estorvo, pois não sei montar. Acho que seroa bom pegar cavalos descansados e continuar viagem durante a noite para não perdermos mais tempo.

Fico então na espera do que será feito.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de abril de 2013 0:04:33
Respondo a Pammala:

Não se preocupe, penso que consigo arranjar um cavalo mais forte que aguente dois em seu dorso, assim você ira na garupa de meu cavalo. Um atalho é sempre mais rapido. Então está decidido. Vocês tem mais ou menos umas duas horas para fazerem o que quizerem, menos entrar em confusões. Nos encontraremos no templo de Blator da cidade. Caso não haja, em uma estalagem importante da cidade. Agora, não chamem atenção. Pammala, peço que cubra o rosto para chamar menos atenção, já que não sei o que Vardem pode ter nos reservado aqui. A senhorita me acompanharia até o templo?

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 4 de abril de 2013 10:46:23
Cubro a cabeça com o capuz do manto e depois, digo para Baelor:

Muito bem, vamos lá. Ah, sim. Mais uma coisa, antes que isso me meta em alguma complicação ainda maior.

Pego o livro que vim estudando durante o dia (imagino que já o temha lido todo) e entrego para Baelor.

Melhor levar este livro para o templo e que lá decidam o que fazer com ele; encontrei no porão da casa de nosso anfitrião. Eu diria que é bem extravagante, para dizer o mínimo. Fala sobre demônios e essas coisas. Se alguém me vir com ele, não vai parar para perguntar se é meu ou se o encontrei em algum lugar. E já tivemos problemas suficientes.

E acompanho Baelor.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de abril de 2013 12:30:50
Começo a olhar o livro e digo:

É... Se você fosse pega com isso, certamente teria um lugar reservado a você: a fogueira. Ainda bem que me deu isso, pois se fossemos pegos com isso...

(off: samyaza, qual é o conteudo do livro??)

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 5 de abril de 2013 10:42:06
Antes dos outros se distanciarem digo a Baelor:

O que é isso sacerdote, ainda não confia em nós? Não arrumaremos nenhuma confusão. Uther está mais quieto que um mudo. A senhorita elfa lhe acompanhará. E eu, bem... Sou um cidadão que vive através da prática da virtude. Carrego em mim coragem, generosidade, fidelidade, amizade, lealdade, justiça, honra e sobretudo modéstia.

Depois viro-me pensando: Estar em uma cidade e não se meter em confusão? De que mundo esse sacerdote veio? Deve ser filho de camponeses.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 5 de abril de 2013 19:34:04
TODOS:
OFF: com quem ficará a carruagem? Considerarei que fique com Baeolor e Pammala, caso não seja isso, avisem.

CALION:
Vc desce da carruagem ainda em movimento assim que termina de falar, Uther suspira e diz a Pammala:
Vc ficará bem com o sacerdote, acompanharei Calion, nós vemos logo.

Em seguida ele desce e com um sorriso sem graça diz:
Espere Calion! Irei com você!

Já caminhando pela cidade ele continua a conversa, sempre ficando um pouco atrás de vc:
Gostaria de conversar com vc, quero sua ajuda. A questão é meio constragedora, mas como sabe, sou prometido a Pammala, porém, sei que tenho andado retraído e que ela vem percebendo isso, não intenciono ofendê-la com essa atitude e sim me preservar. Não sou como vc, não tenho a mesma experiência e facilidade para lidar com damas e sei que elas preferem aqueles que as cortejam, então gostaria de saber se vc poderia me ajudar a, livrar-me do estigma de rapaz não iniciado, se é que vc me entende?

Enquanto conversam vc´s caminham encontram uma taverna. As joias podem facilmente ser trocadas por mercadorias, mas com certeza haveria prejuízo e vc prefere procurar um joalheiro, mas não encontrou nada que indicasse a existência de um, portanto, acha melhor perguntar, e é claro, o melhor lugar para isso seria a taverna.

BAELOR E PAMMALA:
Vc´s seguem na carruagem por mais ou menos uns 10 minutos até encontrarem um templo de tamanho médio, sua arquitetura é nova e ele possui um desenho em alto relevo representando formado um círculo maior com um emblema e quatro outros círculos menores ao redor, cada um com um emblema deuses: Selimon (central), Maira, Cambu, Lena e Blator. Colunas se erguem sustentando uma cobertura sobre a entrada onde algumas pessoas conversam descompromissadamente.

Vc´s param a carruagem em frente a uma pequena escadaria de não mais de 20, algumas das pessoas olham para vc´s, mas voltam em seguida a conversar.

OFF: acho que o conteúdo do livro tá em outra parte do pbf, s não tiver (acho que o árabe deve lembrar se está ou não) me avise que eu coloco de novo a descrição.

Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 5 de abril de 2013 23:35:17
Off: Está no post 241. É um livro de religião, mas com conhecimentos muito deturpados.)

Aproveito para.perguntar para Baelor:

Parece.bem antigo, mas o que aprendi sobre os deuses é bem diferente do que está nesse livro. Há como saber pelo que ele diz de quando é ou por que os conhecimentos são tão diferentes? Alguma religião antiga ou algum culto regional?

Enviado por: Blanchard - sábado, 6 de abril de 2013 12:35:16
Chego a me dobrar, de tanto rir de UIther. Digo (em élfico):
Pelos deuses, se você e Pammala estiverem na mesma cama, acordarão sem nem mesmo desarumar os lençóis.

Enquanto empurro a porta da taverna com um pé, entro tocando:

Hoje será um dia especial
Esqueça os livros
Esqueça os conceitos
E se entregue ao prazer carnal

Faço isso para demonstrar às senhoritas fáceis que estão presentes dois dourados que esperam por diversão. Dou uma rápida olhada nos presentes e me sento. Peço uma garrafa de vinho e duas doses de alguma bebida mais forte. Enquanto converso com o mago, dedilho alguns acordes no alaúde.

Enviado por: Samyaza - sábado, 6 de abril de 2013 20:39:56
CALION
Uther cora quando vc começa a ri. Ele entra relutante na taverna, chegando a ficar parado na porta quando vc começa a cantar. Ele só sai de frente a porta depois que vc pede as bebidas e senta numa mesa. Lentamente ele caminha, observando tudo ao redor, vc nota que seus lábios parecem balbuciar alguma coisa enquanto, com os braços esticados ao longo do corpo, ele movimenta os dedos rapidamente.

Uther se senta e olha para vc, com uma mistura de raiva e medo:
Não vejo como me expôr poderá me ajudar! Agora todos estão nos olhando!

A taverna parece ser bem visitada, possui até certo requinte, os frequentadores em sua maioria, pelas roupas não são meros agricultores. Assim que chegaram muitos olharam para ver quem cantava e alguns murmuravam alguma coisa sobre vc´s.

Uther continua:
E então? Vc vai me ajudar ou não?

Enviado por: Blanchard - domingo, 7 de abril de 2013 23:06:15
Que essa mago está fazendo? Se protegendo? Só se for de mulheres (élfico):

Hey meu amigo, fique calmo. Esse era o objetivo. Você não está numa biblioteca, ou numa mesinha de leitura. Você não precisa de minha ajuda, precisa se ajudar. Seus gestos devem mostrar certezas. Seus olhos devem queimar desejos. E sua língua deve estar pronta para muitas sensações.

Se as bebidas já foram entregues, viro a mais forte antes. Depois pego um pouco de vinho e começo a andar pela taverna, em busca de “donzelas desdonzeladas”.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 8 de abril de 2013 17:56:13
Quando pego livro, digo a ela:

Depois vejo do que se trata. Ao ar livre, esse livro é perigoso demais. Vamos entrar então. quanto antes resolvermos isto, mas rapido sairemos daqui.

Procuro algum acólito do templo e pergunto:

Amigo, como posso conversar com o sacerdote-mor do templo?

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 8 de abril de 2013 21:44:00
PAMMALA E BAELOR:
Vc´s descem da carruagem e sobem a escadaria, conforme se aproximam vc´s escutam cânticos como cantos gregorianos. Chegando ao final da escadaria vc´s percebem que o salão principal do templo está cheio, está acontecendo algum tipo de celebração.

As pessoas que estavam conversando na entrada, ao notarem vc´s, voltam seus rostos na direção do altar no interior do salão, baixam suas cabeças e começam a entoar preces que acompanham o cântico.

Os únicos acólitos que vc´s encontram estão do lado de dentro do salão, no meio de uma multidão que ou de joelhos ou de pé, está com a cabeça baixa, as mãos erguidas para cima e rezando. Apenas 2 acólitos se movimentam pelo interior do salão pois, divididos pelas 4 colunas de bancos de madeira, caminham lentamente balançando o que parece ser um defumador de onde exala uma fumaça com um cheiro muito forte e doce.


CALION:
Vc toma a bebida e se levanta, deixando um consternado e preocupado Uther na mesa. Olhando ao redor vc repara que o requinte do local segue um padrão elevado, até mesmo para os humanos. Sua caminhada parece incomodar alguns homens presentes, em algumas mesas homens acompanhados pelo que parece ser prostitutas de luxo viram o rosto, como se temessem serem descobertos, outros começam a encará-lo, aparentemente pelo fato de algumas moças não acompanhadas o olharem pela sacada do segundo andar da taverna.

Vc começava a achar graça da situação, gostava de ver a inveja nos humanos que sua aparência causava, gostava de ver o desenho nos olhos das mulheres que pareciam ávidas por uma noite melhor do que as que estão acostumadas, vc tinha muito mais a oferecer do que as moedas dos bêbados, gordos e deformados humanos do local. Vc decide subir enquanto escolhia qual das moças iria seduzir, porém, uma delas parece se adiantar e começa a caminhar na sua direção. Era uma humana, bela, mas não eram os traços finos do rosto ou o corpo torneado que lhe chamava a atenção, essa moça tinha algo mais, no olhar, seus olhos castanhos, meio cobertos por uma franja, eram expressivos, não denunciavam a comum submissão das outras prostitutas, ela tinha olhos de um ave de rapina.

A moça pára no final da escada, ficando entre vc e o segundo andar.
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