Parte 5 - Rarurg morre

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Parte 5 - Rarurg morre

Mensagem por Samyaza em Sex 11 Out 2013, 20:10

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 23:06:10
Depois de derrubar o demônio, aproximo dela e digo:

Vá proferir tua profana língua nas profundesas do inferno!

Com um golpe final mato a demônia. Depois, pego o nobre e o jogo nos ombros e com o outro braço puxo a demonia pelos chifres até onde os outros estão.

[Agora o senhor Rarug.]

Enviado por: Blanchard - domingo, 3 de fevereiro de 2013 21:48:33
Em meio ao cheiro do anão, me concentro e tento sentir o cheiro dos cabelos de Pammala, enquanto sinto sua textura, ao passar uma de minhas mãos. A outra mão, desce por suas costas até sua cintura. Ergo-a, para deixá-la pronta para andar enquanto digo (em élfico):

Por favor, prepare as jovens senhoritas. Creio que elas terão notícias tristes essa noite. Trocarei com o sacerdote. Enquanto combato, ele pode salvar o senhor Rarurg.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 10:57:25
Depois que Calion fala, meio que acordo. [Deuses, o que está acontecendo aqui, o que estou fazendo? Não deveria sentir isso. Não agora.]

Está bem. Tente salvar o anão, sim?

Meio que voltando da confusão, obedeço ao que Calion diz e vou para onde estão as garotas. Por causa dos barulhos, vou com cuidado, no caso de estar havendo algum problema. Fico em mãos com o pergaminho do raio, em todo caso.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 0:58:41
PAMMALA:
Novamente vc se sente confusa, Calion vem lhe tratando com educação e demonstrando real carinho por vc a ponto de vc começar a desejar mais momentos ao seu lado. Porém, vc começa a sentir-se culpada por isso, temendo ficar dividida entre suas vontades e seus deveres.

Antes que vc pudesse chegar ao salão principal da casa, vc encontra os poucos empregados do casarão se aproximando, alguns homens estão com tochas e usando ferramentas como armas, as mulheres gritam desesperadamente, vc se esforça para ouvir as palavras da ama de leite do pequeno Horic:
MINHA SENHORA! MINHA SENHORA! O QUE ESTÁ ACONTECENDO? PELOS DEUSES, AS MOÇAS ESTÃO MORTAS! COBERTAS DE SANGUE! ONDE ESTÁ O LORDE?? VC´S TROUXERAM MAIS DESGRAÇAS A ESTE LAR!

A velha parecia a única que ainda tenta conversar, as outras mulheres começam a tentar segurá-la pelos braços e algumas puxam até seus cabelos.

CALION, BAELOR E UTHER:
OFF: presumindo que Uther siga com Baelor, caso não, me avise Mingo.

Vc´s se encontram nas escadas e voltam juntos até a entrada do corredor. Rarurg está caído imóvel no chão, com os olhos arregalados. Há uma poça de sangue escuro espalhada no chão.

Uther e Baelor pouco o conhecem mas Calion sente-se mal pois sabe que de certa forma, devia sua vida ao anão ali caído.

Rarurg não teve sequer um minuto de silêncio pois gritos dos empregados são ouvidos próximos a vc´s e todos pensam na mesma coisa: Pammala. A elfa deve estar em apuros.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 12:55:46
Mas que raios está acontecendo aqui?

Largo a demônia no chão e digo a Uther:

Segure o nobre.

Dou uma olhada em Rarurg, para ver se algum de meus dons pode ajudar.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 13:28:04
Antes que consigam me subjugar, no momento em que avançam, corro a descer as escadas de volta ao lugar de onde vim.

Vou tentar inicialmente só fugir para junto dos outros. Caso a coisa aperte de verdade e ninguém aparecer para ajudar, uso o pergaminho de Raio Elétrico.

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 17:49:12
Quando voltamos, fico desolado com nossa incompetência. Durante a cavalgada sabia que ele seria salvo. Mas falhamos novamente.
Coloco um de meus joelhos no chão e fico em silêncio. Quando começo a ouvir os gritos, levanto, saco o gládio e inicio uma corrida em direção ao barulho.

Corrida – [1d20]

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 19:09:53
PAMMALA E CALION:
Já no final da escada vc vira-se para ver se está sendo seguida e ao virar o rosto novamente tromba com Calion que corria com o gládio já em mãos. Os empregados começam a gritar acusações contra vc´s dois.

BAELOR E UTHER:
OFF: considerando que Uther pegue Horicius.
Vc ajoelha-se e deita Rarurg de frente o olho esbugalhado e sem movimento denuncia não haver mais vida no anão. Vc aproxima seu rosto para verificar se ainda há respiração e lamenta consideravelmente o tempo perdido com a demônio. Por ironia, Horicius, que pactuava com demônios está vivo e Rarurg morto.


Enviado por: Maedhros - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 20:37:32
[Maldição!!!! Tarde demais. Maldito seja aquele demônio!!! E Horicius também!!! Se ele não estiver possuido e ter feito tudo por livre e espontânea vontade, a justiça da Fé caira sobre ele em suas proprias terras!!!]

Fecho os olhos de Rarurg e sussurro:

Descanse em paz, Rarurg, líder dos forjadores.

Depois me levanto e digo para Uther:

Que gritaria é essa? Uther, fique aqui. Vou ver do que se trata. Vigie Horicius, caso ele acorde.

Vou em direção aos gritos, cuidadosamente.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 20:57:46
[bbBAELOR:[/b]
Vc caminha pela casa quando encontra Calion e Pammala recuando de um grupo de empregados que gritam coisas que vc não consegue entender direito: assassinos! é a palavra que vc mais escuta.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 21:26:15
Pego minha corneta e a sopro com todo folego possivel, para cala-los e me deixarem falar.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 22:53:56
Caso fiquem calados, falo numa voz impeta, rigida e alta com um tom de fúria:

Nos chamam de assassaninos?! Poe que?! Por destronar um infiel de um cargo não merecido?! Por matar um demonista roubador de almas?! Isto?! VOCÊS POR ACASO TAMBÉM PERDERAM A FÉ NOS DEUSES?!!!! SÃO CUMPLICES DE UM DEMONIO?! POR LIVRAI-VOS DE UM MONSTRO QUE MATARIA SEUS FILHOS?! SEUS IRMÃOS?! SEUS PARENTES?! É POR ISSO QUE SOMOS ASSASSINOS?!!!!!!!

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 13:13:47
Enquanto o sacerdote sopra e se impõe, olho com tristeza em direção à Pammala (a última vez que isso aconteceu, terminei com um cão arrebentando minha perna) e digo (em élfico):
Corra até Uther... As coisas aqui podem ficar feias. Eles defenderam o seu senhor.

Depois passo por trás de Baelor e coloco-me em seu lado dizendo:
Vamos recuar pela escada, assim teremos um pouco mais de tempo para argumentação. E caso ela não funcione, o número deles será menos penoso para nós. Daremos uma chance ao casal.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 13:20:06
Respondo para Calion em élfico, em voz baixa:

Ainda tenho um truque na manga e posso usar para ajudá-los. Se isso não o contraria, vou ficar mais um pouco só por precaução. Ainda assim, se o pior acontecer, Uther e eu não teremos para onde correr. Prefiro ficar para ajudar no que der.

Tento ajudar os outros, falando para os criados:

Estivemos aqui embaixo o tempo todo e as garotas saíram daqui e subiram com os próprios pés. Como alguém aqui poderia tê-las matado? Por favor, raciocinem antes de acusarem alguém.

Persuasão, se precisar.

[1d20]

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 22:10:34
Alivio um pouco meu coração, pois Pammala decidiu ficar ao me lado, e não do lado de Uther. Mas me assusto ao ouvir sobre as garotas. Novamente fico cabisbaixo enquanto digo:

Estamos perdendo tempo aqui, precisamos verificar a verdadeira situação das jovens.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 20:46:08
BAELOR, CALION E PAMMALA:
Os empregados param de avançar mas mantém as enxadas e tridentes apontados para vocês. Eles fazem uma cara de espanto e incompreensão quando escutam as palavras de Baelor, não há fingimento em suas expressões e eles realmente não entendem o
que ele quis dizer.

Os empregados tomam uma atitude de voltar a gritar e avançar sobre vc´s mas quando Pammala fala a ama de leite de Horic estende a mão na direção dos empregados pedindo que eles parem:

Ouvimos passos e depois gritos, as moças e Hared estão mortos lá encima. Quem fez isso com elas? E onde está o lorde? Uma das moças estava grávida, mataram um bebê também e não apenas os três.

Todos os empregados respeitam a atitude da ama de leite e assim que ela termina suas palavras voltam a olhar de forma inquisidora para vc´s. Nitidamente os próximos acontecimentos dependerão do que e como vc´s se expressarem.


Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 22:22:12
Um pensamento maligno passa por minha mente, assim eu pergunto para qualquer um dos empregados:

O menino... Onde está o filho de Horicius?

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 23:00:02
Ouvindo o desespero do sacerdote, um frio corre pela minha espinha. Nunca enfrentei demonistas, não sei o que encontrarei no caminho.

Guardo meu gládio, dou alguns passos à frente e digo:
Combatemos uma demônio no calabouço. Também encontramos vossos amigos e parentes. Temos que ser rápidos para buscarmos os assassinos das jovens e providenciar finalmente um funeral adequado aos que pereceram na mão do lorde e dos demônios. Quem quiser comprovação que me siga.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013 18:51:29
TODOS:
off: o menino está no colo de sua ama de leite.
Uma dica: o assassino das meninas foi a sombra que foi afastada por Baelor. Ela passou nas sombras por Uther e Pammala no tópico em que descrevo um calafrio que Uther já sentira antes.




Enviado por: Blanchard - sábado, 9 de fevereiro de 2013 14:28:36
Continuo:

Permitam que o sacerdote verifique as senhoritas, pois ele terá muito trabalho no calabouço. Vocês, venham comigo, mas tirem seus chapeis. Vamos resgatar os que lá sofreram.

Enviado por: Maedhros - sábado, 9 de fevereiro de 2013 16:30:42
(off: eu achei q as sombras só podiam sugar a energia vital da pessoa, e não conseguiam fazer ferimentos fisicos.)

Digo para eles:

Eles foram mortos por uma sombra, invocada pelo lorde Horicius e por sua comcubina demonia.

Enviado por: Blanchard - sábado, 9 de fevereiro de 2013 21:43:32
Fico novamente surpreso e digo baixo ao sacerdote:

Uma sombra resistiu? Agora seremos caçados também por demônios. Você precisa benzer todos aqueles corpos, para aliviar suas almas.

Enviado por: arabedoido77 - domingo, 10 de fevereiro de 2013 0:12:04
Falo para Calion e Baelor:

Olhem, façam o que acharem melhor, mas apressem-se a mostrar para essas pessoas que não matamos ninguém. Acho melhor mostrar logo o que encontraram naquela passagem e também o que a tal demônio fez com nosso anfitrião. Também estou com vontade de ver o lugar. Vamos mostrar a eles?

[Só espero que eles entendam o que estou tentando.]

Enviado por: Blanchard - domingo, 10 de fevereiro de 2013 20:28:50
Não sei se estas pessoas merecem mais mentiras. Mas os magos sabem o que fazem...

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 12:44:13
TODOS:
Vc´s caminham em direção aos corredores escuros do casarão e encontram Uther vigiando os corpos e tentando inutilmente arrastar a demônia pelo chifres.

Ao ver a cena os empregados se assustam, o jovem Horic começa a chorar ao ver o pai caído, algumas empregadas saem imediatamente do corredor, algumas dessas vomitando. Os empregados começam a rogar preces a Cruine e a ama-de-leite de Horic, após abraçar o garoto, diz desesperada:

O que significa isso tudo??!? Estão loucos, tem um menino aqui e vc´s nos mostram isso!

Vc´s nitidamente percebem que eles são cheios de crendices e superstições e nem de longe possuem o intelecto e a rigidez de espírito para aceitar e entender as coisas da mesma forma que vc´s.

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 14:59:29
Respondo em tom respeitoso:

Loucura? Pesadelo? Chamem do que quiserem. A verdade é que o lord é o responsável por tudo isso. Ao aliar-se com demônios condenou não só a si mesmo, mas também os familiares dele e o de vocês.

Pego um pedaço de pano e amarro no meu rosto, para tampar minha boca e meu nariz. Se não tiver um, arranco um pedaço de minha própria roupa. Começo a descer o calabouço, ainda temendo a sombra, mas sabendo que os corpos precisam ser retirados e “purificados”, desço com as costas arcadas, com o moral baixo, mas com a certeza de fazer o que deve ser feito

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 15:09:33
Viro para a ama e digo, tentando manter o tom calmo:

Pediram-nos para dizer o que aconteceu aqui e nos acusaram de trazer desgraça para esta casa. Fizemos o que pediram e mostramos a verdade. Não trouxemos a desgraça; o que aconteceu foi que o sacerdote ajudado pelos outros destruiu a fonte da desgraça que era essa demônio. Todos deveriam agradecê-lo. Mas em um ponto a senhora tem razão. Este lugar não é apropriado para uma criança. Seria bom pedir para que alguém a leve daqui. Não estive mais adiante, mas parece que há coisas piores mais adiante.


Se for preciso, persuasão [1d20]
Digo as frases tentando ser bem convincente. No caso de uma reação adversa, já fica à mão o pergaminho.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 21:42:38
Vendo tudo aquilo, digo em voz alta e ainda furioso com a morte de Rarurg e a sobrevivencia de um herege:

Silencio!!!! Isto trata-se da ruina dos Galdarins!!!! Horicius esta vivo, mas tua religião e teu respeito aos seus antepassados esta podre e morto! Seu titulo de lorde não pertence mais a ele. E tudo isso poderia ser evitado quando os primeiros servos começaram a sumir! Eu agora vos pergunto, por que não enviaram uma carta a um sacerdote mais proximo??!!!! Talvez antes havia uma esperança, mas agora, este herege esta corrompido!!!

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 12:43:16
PAMMALA:

Horic começa a se debater querendo ver o pai mas é segurado pela ama de leite. Em seguida o garoto começa a dar tapas, chutes e a tentar morder sua ama gritando pelo nome do pai.

A ama de leite lhe acena com a cabeça para lhe indicar que levará o garoto dali e que confia em você para evitar problemas maiores. Ela se retira com o garoto em crise e vc tem certeza que a cena ficará na memória dele por anos e começa a ponderar que sequelas isso poderia deixar e quais consequências poderia trazer.

CALION E BAELOR:
Os empregados começam a cochichar entre si maldições ao lorde e a todos os acontecimentos, quando Baelor grita eles ficam em silêncio ouvindo, ao final um dos empregados diz:
Como poderíamos acusar nosso senhor sem provas? Vc acha que acreditariam ou que ele permitira que alguém se aproximasse para investigar?

Antes que ele pudesse continuar do meio dos homens surge uma mulher de meia idade gritando:

A senhora Galdarim estava certa, ela previu tudo isso, essas terras estão tomadas pelos demônios e devemos queimar tudo inclusive todos os membros da familia, os mortos e os que ainda estão vivos para que os deuses nos perdoem e poupem nossas almas da danação eterna.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 14:15:35
Respondo aos servos:

E por acaso, servos sumindo e corpos desaparecendo não são motivos para uma investigação? Ainda que estivessem na dúvida, uma visita de um servo da Fé, pelo menos uma vez a cada volta de lua, ainda é necessaria.

Quando a mulher grita, respondo a ela:

E por acaso quem é você para fazer justiça?! Algum encarregado do rei?! Alguma sacerdotisa ou leiga com dons divinos?! Se não, cala-te!!! Se alguém deve tomar atitudes sobre a conduta de Horicius esse alguém sou eu! E vos digo: o garoto é tão vitima dos feitos do pai quanto seus irmãos que morreram. Horicius será julgado pelos seus atos em um tribunal da Fé, no templo mais proximo. O garoto ainda terá o titulo e suas terras, mas até que seja maior de idade, esta terra será governada por um homem da Fé e este será o tutor do garoto. O castelo... Bem, depende do que eu achar nele, talvez deva ficar em quarentena até que possa ser liberado para vocês, mas duvido muito. O mais provavel é que somente as mamorras deveram ser destruidas e celadas à pedra a sua entrada.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 14:23:06
Agora que os ânimos parecem ter se acalmado um pouco e o sacerdote tomou a frente, vou atrás de Calion. Não posso perder a oportunidade de ir olhar o que se esconde nessas masmorras.

Vou descendo e observo para algum detalhe que possa ser interessante, como símbolos conhecidos ou algo que indique idade ou origem desse lugar.

Se for necessário um teste de habilidade, estou lançando um dado. Caso precise de mais algum, só dizer.

[1d20]

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 23:05:46
A última coisa que ouço é o nome Galdarim. Certamente alguém de meu povo.
Ao ver Pammala me seguindo e iniciando uma curiosa inspeção, me aproximo, retiro o lenço de meu rosto. Caso ela permita, afasto seus cabelos e amarro o lenço no rosto dela, deslizando meus dedos por seu pescoço. Depois digo (em élfico):

Posso ajudar? Diga-me o que procura.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013 1:14:09
Não me oponho à ação de Calion, a menos é claro que Uther esteja por perto (não quero confusões).

Ainda meio sem jeito, respondo para ele:

O que procuro é ao mesmo tempo tudo ou pode ser nada, ainda não sei bem. Quero algo que possa me indicar algo sobre este lugar, quando foi construído, sua finalidade, o que era, se foi modificado, tudo isso. É difícil explicar, pode ser desde um pequeno conjunto de indícios até um livro com isso tudo detalhado. Só o que me recuso é ter qualquer conversa com a demônia

E continuo a procura.

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 10:21:25
Divirto-me com a expressão de timidez de Pammala. Espero ela voltar para a busca e depois de dar uma boa olhada em seu corpo, também começo uma investigação, enquanto digo (em élfico):

Posso lhe perguntar uma coisa íntima?

[1d20] – Misticismo ?

Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 10:45:33
Respondo para Calion:

Claro, ainda que eu ache que não estejamos no lugar nem na situação mais apropriada para certas conversas. Mas se não for uma pergunta por demais indiscreta, vá em frente.

Enviado por: Blanchard - sábado, 23 de fevereiro de 2013 1:16:32
Respondo em élfico:

Não me leve a mal, não queria voltar aqui, só o faço pois sei que os sobreviventes no castelo estarão arrasados. Prefiro limpar isso enquanto conversamos. Sozinho seria bem pior. Mas... Me diga, você já teve algum namorado?

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 23 de fevereiro de 2013 22:57:02
Respondo para Calion, visivelmente constrangida e entendendo as intenções dele:


Não, nunca tive. Acabei de chegar aos 25 anos, até agora só pude estudar e tive pouco contato com os rapazes. Nem me imteressava até pouco tempo. Agora, acabo de descobrir que estou noiva. Achava que só começaria a pensar em casamento aos 100 anos, como é nosso costume. Avho que não vou passar pela fase de namorar.

Enviado por: Blanchard - domingo, 24 de fevereiro de 2013 14:01:38
Divirto-me com o constrangimento de Pammala. Se não estivéssemos em um momento tão ruim, não teria conseguido segurar o riso. Enquanto vasculho e derrubo os móveis que ali estiverem (em busca de pistas), paro e respondo (em élfico):

NUNCA??? Pammala, você não sabe o que está perdendo... Casar aos 100 anos? (faço uma cara de nojo) Ainda seremos muito jovens...

Depois olho em seus olhos:

Passar ou não por essa fase depende só de você. Façamos o seguinte: você me ensina a ser mais obediente e eu lhe ensino a ser mais contestadora. O que acha? É um desperdício uma jovem como você não aproveitar a vida.

Enviado por: Mingo - terça-feira, 26 de fevereiro de 2013 10:31:24
(Off: Rola um resumo??)

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 26 de fevereiro de 2013 13:17:03
Digo para Calion, meio que me divertindo com sua ideia:

Quisera eu que as coisas fossem simples assim. Ainda há a remota possibilidade de uma certa carta ser falsa ou um soberano qualquer usar de sua autoridade ou até mesmo os interessados me liberarem da obrigação. Fora isso, estou sob ordens incontestáveis.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 26 de fevereiro de 2013 20:02:12
BAELOR:
Os empregados se calam e alguns até recuam alguns passos quando vc grita, é quando vc percebe que a ignorância deles é mais facilmente regida através da força. A empregada que falava da esposa de Horicius se acalma e então pergunta:
Mas então, o que iremos fazer??

Nesse instante Horicius começa a gemer um pouco denunciando vida, os empregados se assustam e alguns chegam a apontar os rastelos na direção do lorde e da demônia. O lorde apenas geme um pouco, não chega a fazer nenhum movimento brusco. Os empregados voltam a ficar agitados, várias frases podem ser ouvidas:

O que faremos? E se ele nos amaldiçoar? Não é melhor matá-lo?

UTHER:
OFF: depois que a demônia morreu gritos foram escutados ao redor da casa, a sombra que baelor afugentou foi até o quarto onde estavam as moças e o rapaz e os matou, os gritos assustaram os empregados que agora questionam o que aconteceu ao Baelor. Vc está junto dele, Pammala e Calion voltaram para o calabouço.


PAMMALA E CALION:
A investigação rendeu algumas informações:
O local é antigo e se tratava realmente de um calabouço, as ferramentas de tortura indicam que ou o dono do castelo era sádico ou os presos que aqui ficavam tinham alguma informação que lhes deveria ser tirada.

As runas na parede, as velas e a forma como o local foi modificado indica que quem o fez teve muito requinte e cuidado, existe alguns padrões até para a disposição de algumas velas. A quantidade de sangue e oferendas indicam tbm que o local era constantemente usado para algum tipo de ritual religioso ou místico.

A simples questão da demônia estar indica que há algo mais nisso tudo, lorde Horicius não é rico e nem bonito para ser alvo de um demônio da sedução, ou ela tinha algum outro objetivo ou guardava algo.

O livro num altar perto da mesa de pedra usada para torturas possui ensinamentos religiosos, mas as informações são conflitantes, muito deturpadas daquilo que pouco que vc´s conhecem sobre religião.
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