Quinta parte - Peões encurralados

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Quinta parte - Peões encurralados

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 02:36

Enviado por: Mingo - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 18:06:18
sem me abalar falo com o homem da estalagem.

Obrigado pela informação senhor, que os deuses sejam bondosos com seu estabelecimento e sua cerveja seja a melhor da região!

me viro para quem falou dizendo.

E vocês estão me perseguindo para dizer isso? desculpe, mas já descobri que ela saiu da cidade, não tenho mais nada a fazer nessa cidade.

Me afasto dos anões e volto para alguma mesa, la sentando mantenho contato visual com humano da porta e começo a orar aos deuses para que me concedam o poder necessário para oq tentarei.

me concentro invocando os poderes arcanos, foco no olhar do humano, sua mente começa a se abrir para mim, vejo seus olhos como duas janelas e dentro delas consigo ver oq ele esta pensando, sera que ele sabe onde esta Pammalla? sera que consigo ver oq eles querem comigo?

(Off: Samyaza precisa de dado pra lançar magia? se sim estou lançando [1d20])

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 18:31:53
BAELOR:
Norne muda de postura, ficando um pouco mais sério, ele suspira fundo, como se lamentasse por algo e então diz, com voz pesada:
Enquanto estiverem naquela casa estarão seguros, temo, que isto não durará muito tempo. Estas pessoas fizeram muito pela cidade e agora, aqueles que não lhes deram as costas são os que querem vê-los mortos. Que dias são estes em que fazer justiça é ficar calado? Quando o bem teve que silenciar em nome da opressão do mal? Onde estão os dias de glória da batalha dos mil mártires? Nossos heróis, estão prestes a fazer o mesmo, tornarem-se mártires, mas estes, com certeza, serão esquecidos ou apagados das nossas memórias, em função de motivos tão vis e nefastos.

Vc´s continuam caminhando em direção ao templo.

UTHER:
off: mingo, vc precisa dizer que magia da sua lista vc tá usando, geralmente quem faz o teste é o alvo da magia que testa a RM dele contra o karma gasto.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 18:45:32
Ao escutar o que Norne diz, fico pensativo:

[É velho amigo, os tempos passam... Porém não as longe o tempo de batalhas. A tempestade se aproxima e estamos em campo aberto sem a menor proteção.]

Olho para Norne e digo:

Pois é... A cada vinda do inverno, o mundo se torna cada vez mais rígido e os homens frios. Suponho que a guerra Dantsen-Verrogar seja somente uma amostra do que realmente esta por vir. Os ventos de outono sopram com mais força, trazendo mudanças mais rápidas do que esperavamos, sendo algumas não muito boas. Sim, Norne, o mundo esta em maior mudança do que antes e a maioria da vez pra pior.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 19:09:10
BAELOR:
Ainda se apoiando em seus braços Norne continua:
Já não mais me agrada este mundo, as vezes, sinto-me desejoso de ser como vc, ter a vida e a memória curta dos humanos, esquecer, como só vc´s esquecem tão facilmente as dores do passado e sempre olham, tão esperançosos, pro futuro.

Vc diz que o tempo muda, pois eu não vejo desta forma, para mim, em meus longos anos, eu a vi a paz como alguém que ao afogar-se, consegue subir a superfície para tomar fôlego, mas afunda novamente, sem conseguir sair da margem.

Vc´s chegam até o templo.

Role 1d20

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 19:11:23
Teste solicitado.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 19:27:50
Não pense deste modo, Norne. É verdade... Nossas memórias são enevoadas com o templo, porém os anões possuem suas vantagens. Muitos humanos esquecem seus erros passados e voltam a faze-los enquanto um membros do povo-da-pedra se lembra melhor daquilo que fez. Sinceramente, amigo, o mundo não esta perdido ainda. Enquanto os homens respirarem, as forjas anãs estiverem acesas e os elfos terem a sabedoria e o conhecimento infimo, ainda há tempo. Só basta a coragem e a vontade. O resto são apenas reflexos deste. Norne, você pode se sentir cansado e imcapaz, mas isso é devido o adormecer de seu guerreiro. Todos merecemos descanços, mas todo descanço tem fim, senão isto é morte. E tenho certeza que teu espirito lutador não esta morto, apenas em um sono profundo, esperando o momento certo para despertar. Até lá, velho amigo, deve permanecer firme e atento ao melhor momento.

Dado...

[1d20]

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 19:31:39
Enquanto coloco sobre a mesa os estojos (vou levar um completo de cada), falo para Callion:

- Achou o que lhe pedi? - Espero responder e logo volto a falar - Quando estavamos no salão lhe perguntei sobre o que fazia em Lubliana e você declinou da pergunta. Então agora que estamos apenas os dois deiga-me, qual sua relação com o que está acontecendo aqui? - Paro de colocar as caixas sobre a mesa, coloco as mãos na cintura e fico olhando para o elfo esperando sua resposta.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 19:51:00
CALION:

Além das ferramentas expostas por Connor, há outros materiais como tecidos e lonas velhas.

CONNOR:
Não existe nenhum estojo no local, as ferramentas estão esparramadas pelo local, algumas simplesmente jogadas em caixas, outras, penduradas nas paredes ou sobre mesas.

BAELOR:
Norne continua, sorirndo como uma criança:
HAUHAUAHUAHU! Suas palavras são doces e amenas Baelor, tão doces e amenas quanto a de uma prostituta que anseia ganhar muitas moedas! Não devia tê-lo iniciado no clero e sim ter investido em vc como um menestrel, vc estaria rico e famoso agora. Mas chega de falar de coisas ruins, a bebida mexe com os sentimentos do mais resistente dos anões e não é de bom teor quem um sacerdote que tem a obrigação de espalhar amor, paz e esperança seja visto falando essas coisas.

Vc´s chegam as escadarias do templo e vc percebe uma figura parecida com a vista perto da casa de Rarurg, escondida na escuridão da noite, encima dos muros de uma casa a uns 20 metros de distância de vc´s.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 20:09:39
Esposso um sorrizo, lembrando como nos divertiamos quando éramos viajantes:

Quem me dera ser um menestrel, mas minha necessidade foi nas armas e são delas que diante dos fatos preciso. Aliás... Neste ponto abaixo o tom da voz ... temos companhia desde a casa de onde você saiu. Digo sem olhar pro local À direita da casa de dois andares, à vinte jardas daqui, encima do muro. De lá estamos sendo vigiados e creio que não seja com boas intenções...

Dou uma passada com os olhos onde esta o vulto, porém não fico olhando por muito tempo para disfarsar.

Dado para Observar...

[1d20]

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 20:23:21
BAELOR:
Novamente o vulto parece ter percebido suas intenções e com um salto rápido ele cai detrás do muro.

Norne diz:
São espiões, devem querer saber por onde andamos, por isso pedi que ficasse no templo. Assim, nunca iam ligar vc aos amigos de Rarurg, mas, quando foi ao meu encontro vc se exibiu para eles e agora, com certeza, será também espionado.

Norne sobe as escadarias e entra no templo.

Enviado por: Mingo - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 20:39:55
Contatos mentais

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 20:40:55
Vou derrubando as ferramentas das caixas e então vou colocando elas vazias sobre a mesa e logo começo a separar o que eu ENCONTRAR dos seguintes itens: pé de cabra, martelo e astes de metal numa caixa. Anzóis, linha, puçá, faca, tarrafa, rede, vara de pesca em outra caixa. Machadinha, serrote pequeno, cola, pregos, martelo, drena, plaina, numa terceira caixa. Carvão mineral, fole,fôrmas diversas, jogo de torquês, malho, martelos e pedra de amolar, quarta caixa. MUITA corda, ganchos, pítons numa ultima caixa. Enquanto faço isso pergunto a Callion:

- Achou o que lhe pedi? - Espero responder e logo volto a falar - Quando estávamos no salão lhe perguntei sobre o que fazia em Lubliana e você declinou da pergunta. Então agora que estamos apenas os dois diga-me, qual sua relação com o que está acontecendo aqui? - Paro de colocar as ferramentas nas caixas, coloco as mãos sobre a mesa e fico olhando para o elfo esperando sua resposta.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 20:48:04
Espero que tenha razão, pois tenho inimigos mais obscuros que os espiões de Vardem da qual não pretendo encontrar.

Acompanho Norne, mas antes dou uma olhada onde estava o tal espião.

Enviado por: Aurhus - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 21:04:31
Gostaria de tratar meus assuntos em particular com o senhor mestre Gloin mas se prefere assim...

Faço uma pequena pausa e continuo:

O metade-elfo, nasceu na região da geleira, uma região onde o que se planta cresce cinzento e sem gosto e as pessoas de la são igualmente cinzentas e sem gosto.o metade-elfo fora chamado de Firiom por seus pais e este nome ele ainda carrega.Quando ja tinha idade suficiente para viajar Firiom partiu pelo mundo em busca de aventuras e histórias para contar e, em um dia cruel e amargo, quando Firiom estava em Conti ele fora "confundido" com um terrível violador das leis e foi preso em seu lugar.Dois dolorosos anos se passaram em meio a torturas e sofrimento até que Firiom conseguiu recuperar sua liberdade e desde então ele busca o verdadeiro criminosos em busca de vingança!

Nesse ponto faço mais uma pausa e meu olhar se torna sombrio e ensandecido e um leve sorriso é esboçado.Então termino:

E é aqui que o senhor entra mestre Gloin!Segundo informações recentes este homem que procuro pode ter relação com o roubo do item que procura e vim lhe pedir ajuda.Então posso contar com o seu machado ou seja la qual for a arma que utilize?

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 21:12:55
UTHER:
off: Mingo, o livro de magias diz sobre contatos mentais:
Citação:
O evocador consegue transmitir seus pensamentos por uma rodada a uma pessoa que queira recebê-los voluntariamente. O alcance é de 20 metros.


Vc se concentra enquanto percebe que o humano fixa os olhos em vc,aos poucos, vc se sente como se estivesse ao lado dele, sem que seus lábios se movam, suas palavras são compreendidas por ele. Como se estivesse saindo de um transe o humano se recompõe e a ligação mental entre vc´s é interrompida.

Quando vc sai da concentração percebe que os dois anões estão, novamente, ao seu lado, cada um de pé, perto da mesa. Com um olhar do humano eles colocam, cada um, uma mão no seu ombro e um deles fala:
A elfa está na cidade, mas está escondida, segura. Ela tem inimigos aqui, podemos levá-lo até ela, pois isto é do interesse de nosso senhor, portanto, é melhor que nos acompanhe.

O humano sai da taverna enquanto as mãos dos anões deslizam para o seu braço, apertando seu bíceps, como se o intimassem a levantar e sair dali.

CONNOR:
A busca pelas ferramentas demora quase meia hora e faz muito barulho, mas quase todas são encontradas, algumas são novas em folha, outras bem usadas mas em condições de uso.

BAELOR:
Norne entra no templo, sobe e lances de escadas na escuridão (ele sempre esquece que, ao contrário dele, vc não enxerga no escuro) acenando para que vc o siga. Depois de muitos tropeços vc chega até o quarto dele, um forte cheiro de incenso se espalha pelo ar enquanto ele se senta, perto de uma janela e começa a falar:
Há, entre os convidados de Rarurg, uma pessoa importante, uma elfa, das douradas, é emissária do rei. Parece-me jovem e ingênua, o que deixa claro minhas suspeitas de que Augustus não esteja tão preocupado assim. A moça ou é muito boa atriz, o que não seria surpresa, ou é completamente desligada e não percebe a importância dos eventos.

Aliás, todo o grupo parece perdido e preciso que vc garanta que ela chegue, em segurança na capital e avise ao rei, porém, sua missão não acaba ali, na verdade é quando ela começa. Alirel, sacerdote na capital, tem algumas suspeitas e é importante que ele encontre a elfa e ela lhe conte tudo, antes que ela veja o rei. Temo que, após ela voltar em segurança, ela seja assassinada. Não posso lhe contar mais coisas, pois colocaria sua vida em risco, mas preciso que vc a faça chegar até Alirel, antes que ele volte pra suas terras.

Junto com a elfa vc entregará a ele uma carta minha, essa é a garantia de que, se a elfa perecer, Alirel tomará ciência do ocorrido. Não a abra e não permita que ninguém, senão ele, a abra. Se em algum momento vc perceber que vai falhar, antes da sua morte, destrua a carta nem que precisa mastigá-la ou manchar o que nela está escrito com seu sangue.

Arrume suas coisas, em pouco temp e volte para a casa de Rarurg, vou escrever a ele uma carta enquanto vc pega suas coisas, apresentando-o. Tome cuidado no caminho, enquanto os corvos de Archibald voam, as cobras de Vardem rastejam.


Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 21:41:40
Quando Connor fala sobre sair à meia-noite, falo:

Acho melhor ir logo. O que mais me preocupa agora são os sombrios, caso voltem a atacar e eles se sentem em casa à noite. Enfim, um hora precisaremos desentocar e precisamos passar por isso mais cedo ou mais tarde. Só ha o problema que não serei nada útil sem minha magia, mas ainda sou capaz de alguns truques...

Só uma dúvida: havia sido mencionado que meus pertences haviam sido tirados. Algo foi devolvido? Tanto minhas anotações e relatório, como os pergaminhos e todo o resto? Só para me situar para minha própria ação.

Enviado por: Mingo - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 21:48:29
Totalmente frustrado pela minha incapacoidade em usar a magia eu finalmente desisto de lutar e me entrego ao destino que Cruine me preparou pensando

'é uma vida curta para um elfo, porém ao menos estarei seguindo o destino de meu Senhor maior'

me levanto e sigo junto com os guardas atento a reação da população geral a minha saúida repentina.

(off: vou ter que aprender mais sobre minhas magias.... Odeio magos....)

( off2: não mais postarei bebado)

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 22:00:14
Escuto atentamente o que Norne diz e depois respondo:

Assim será feito, amigo. Mas algo me preocupa: se sair do templo, os espiões me veram e avisaram Vardem, podendo assim impedir a fuga. Certamente que tem algo em mente. Logo arrumado minhas coisas, voltarei para despedir.

Com uma reverência, saio e vou para o quarto recolher o que me pertence.

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 27 de setembro de 2012 22:51:17
Escuto com atenção o relato de Firion e digo:

Mas você não é Firiom?! Porque se refere a si mesmo usando o nome Firiom?


De qualquer forma, ajudarei mestre Gloin no que ele me pedir. Se for para recuperar um item roubado, roubarei de quem o roubou!


Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 0:04:53
Respondo apontando pros objetos encontrados:
Veja, podemos usar isto para armarmos um pequeno acampamento, o que acha? Precisaremos de mochilas ao menos razoáveis, já que seremos só você e eu carregando o peso, e convenhamos que não poderei carregar muita coisa.

Fico um pouco pensativo e respondo a segunda parte:
Travamos nossas próprias guerras. É hora de termos coragem para fazer mais. Sou um andarilho, que enxerga com os olhos da miséria e age (infelizmente) com o coração de pedra. Acho que sou só um bardinho.

Termino com um sorriso bêbado e depois concluo:
Quanto à Pammala, posso lhe dizer que não quero o sagrado, quero mergulhar no profundo e profano lago da magia... Mas se chegarmos vivos à capital... Você sabe como bardos costumam se familiarizar rapidamente com as mulheres das maiores cidades...

E você, o que ganha com isso tudo?

Enviado por: Aurhus - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 9:26:54
respondo a Sam com um sorriso:
Por que assim a historia fica mais interessante meu pequeno mestre!

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 10:43:18
Olhando para Firiom falo:
Em Conti você diz, mas amanhã depois de certa comemoração estarei indo para Seviala, averiguar certo assunto de meu interese, mas como o que disse não me parece muito inventado, lhe darei credibilidade. Diga-me qual era a descrição deste tal criminoso de que fala?

Olho para Sam e digo:
Faremos o possível Sam.

Enviado por: Aurhus - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 11:13:43
Respondo:
Bem meu caro mestre Gloin, como fui confundido com tal ser basta procurar alguem parecido comigo certo?que tal fazemos um trato?Ajudo vocês com seja la o que forem fazer e em troco o senhor e quem mais quiser me ajuda a arrancar os olhos do maldito infeliz...(faço uma pausa)E depois entregar a um mestre anão para que faça duas belas joias: Uma para mim e outro para que o senhor entregue a sua familia como prova de seu triunfo!

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 11:45:51
Continuo separando o material nas caixas enquanto Callion fala e logo que ele termina respondo:

- Continua sem responder minha pergunta! Mas se quer saber o que eu ganho com tudo isso!? Uns goles de um bom vinho, umas boas surras de vez em quando e o melhor... Uma boa cama para me deleitar com os largos quadris de algumas rameiras, e de uma em especial - Faço uma pausa como se visse a lembrança de fatos passados então digo - Já esteve em Magiara..? Ela era de lá! Seu nome... É Sarana! Não muito alta, não muito forte... Mais aguenta ferro como uma anã! Hahaha... Se é que me entende!? - Dou um soquinho no braço de Callion - Vamos levar isso lá pra cima! - Começo a subir as escadas com as caixas em mãos. Também vou levar a cabeça do sombrio.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 14:49:21
Muito bem Firiom. É bem-vindo a se juntar a mim e aos meus amanhã pelo meio-dia, partiremos para Seviala. Agora creio que já é tarde, deve ir para onde está alojado que tenho de dormir.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 15:18:44
PAMMALA:
OFF: Fora o que anteriormente eu possa ter escrito que ficou com vc (voltando nos tópicos anteriores vc consegue essa informação) todo o resto foi levado, uma coisa importante que vc não possui mais é seu focus (manual de regras página 91 para sanar dúvidas).


UTHER:
Os guardas o levantam segurando-o pelo braço, as pessoas ao redor olham assustadas e muitas delas cochicham. Algumas até se levantam e saem antes que vc chegue a porta.

Quando vc atravessa a porta o humano o aguarda com um gládio nas mãos, sem que vc possa se defender ele lhe acerta na cabeça com o cabo da arma e vc desmaia.


BAELOR:
OFF: liste aqui os itens que vc vai levar

Quando vc volta com os seus itens, ainda sentado na cadeira, olhando para o lado de fora Norne diz:
Eu tinha algo em mente, mantê-lo oculto no templo para que ninguém pudesse ligá-lo diretamente aos amigos de Rarurg, agora isso é impossível e não tenho como resolver todas as coisas. Veja, do outro lado da rua, naquela casa com a janela aberta e uma lamparina acesa. Seus moradores nunca ficaram até essas horas acordados, sabe o que estão fazendo?


CALION E CONNOR:
OFF: não parece nome de dupla sertaneja?
Vc´s chegam até o térreo e lá encontram uma pessoa vestida com roupas estranhas a conversar com Glóin.


GLÓIN, PAMMALA, SAM, DERIN E FIRIOM:
Enquanto vc´s conversam, um dos guardas entra na sala dizendo:
Perdoem a intromissão mas preciso falar com Náin, alguns de seus soldados estão ali fora querendo falar com ele.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 15:32:06
(off: pretendo levar tudo ué?! Você recebeu minha nova ficha por e-mail? Lá esta tudo, mas falarei tudo o que levarei: minha armadura de couro rígido, o escudo pequeno preso as costas, o berrante, o simbolo sagrado da ordem, o manto de sacerdote q ira guardado, pedirei um manto comum sem emblemas da qual estarei usando, a mochila, dois pães de cevada, um odre de agua, pederneiras, a maça... Acho que só. Ha! E os cobres que tenho né.)

Quando Norne me fala de seus planos ouço e após digo:

Você não pode também fazer tudo, amigo. Sempre haverão obstáculos. Deve apenas sair por algum lugar diferente. As sombras e a noite faram o resto.

Dou uma olhada pela janela e tento ver melhor.

Dado...

[1d20]

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 17:34:58
Quando vejo o estranho homem conversando com Glóin, dou uma olhada no índividuo da cabeça aos pés e então comento:

- Tem alguém na cidade que não saiba da nossa pequena reunião?! - Coloco as caixas no chão. E espero Callion chegar com o material que ele encontrou e logo avalio as peças.

off: Thiago o material tem alguma serventia?

Enviado por: Mingo - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 19:08:33
me levanto com os guardas completamente ultrajado, meus sentimentos são confusos, estou irritado com minha incapacidade de sobreviver e com Pammala, onde sera que ela se meteu? Pq não consigo acha-la? Ao sair e ver o gládio penso apenas

[Cruine, estou indo aos seus domínios, vida curta para um elfo com habil..........]

(Off: Morte mais rápida de um personagem na história de um pbf????)

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 19:27:47
BAELOR:
OFF: baixe a planilha no topico de dúvidas e a prencha com seus dados, conforme instrução no mesmo tópico.

Enquanto vc fala Norne apenas olha para a mesa ao seu lado e diz:
Os dois documentos estão sobre a mesa, o envelope maior é minha carta lhe apresentando a Rarurg, o menor é a encomenda de Alirel, lembra-se do lhe disse correto? A elfa ou pelo menos a carta devem chegar a ele. Não adianta olhar pela janela, tenho esse hábito a anos e poderia indicar se uma pedra foi removida do lugar dentro da nossa área de visão. Fora aquela familia na casa iluminada, as ruas estão vazias, as cobras devem agora estar rastejando para o ninho, para informar o seu senhor.

Que Blator esteja com vc em sua demanda, Paz e Bem!


CONNOR:
Com o que vc encontrou é possível simular algumas armas (não posso dizer quais pq ainda não tenho a planilha preenchida com os dados de todos os jogadores, minha intenção é dar-lhes pelo menos algo para que possam se defender, mas, para isso, preciso dos dados) além de servir como barracas e sacos de dormir, o pé de cabra pode servir de gancho pra escalada se bem preso a uma corda por exemplo.


UTHER:
Vc acorda e ainda está sendo segurado pelos anões, uma dor nos joelhos denunciam que eles se arrastaram pelo chão durante um bom percurso. Vc está de frente para uma casa com uma intensa movimentação no lado de dentro, na sua frene outros dois guardas o olham com cara de poucos amigos.


Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 20:02:58
(off: já consegui arruma a planilha. Até manha vc vai te a ficha no e-mail)

Pego os papéis, colocando a carta à Aliriel dentro da roupa e a para Rarurg na bolsa. Depois dou uma olhada em em Norne dizendo:

Tenha certeza, amigo, não só a elfa chegará em segurança como entregarei a carta. E também saiba, esta não será a última vez que o verei. Dou um abraço em Norne, depois me recomponho, dou um soco em meu peito e faço uma reverência. Que os deuses o protejam, velho amigo.

E assim deixo a sala com rumo a casa de Rarurg.

[Que os deuses nos protejam...]

(off: Samyaza, quero sair o máximo furtivo que puder e também irei andar por sombras para me esconder. De vez em quando dou uma desviada do meu rumo para despistar os espiões. Precisa de dado pra furtividade? Caso sim, estou lançando.)

Dado...

[1d20]

Enviado por: Aurhus - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 20:10:16
Como desejar mestre Gloin!

Saio da casa e volto ao meu ponto de vigia habitual.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 20:33:06
(off: kra! Mais q sorte eu to nos dados! Hahahahahaha...)

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 28 de setembro de 2012 20:40:25
Subindo atrás de Connor digo:

Uhauauha... Então quer dizer que existe alguém que lhe deixa mais doce que o puro mel? Conheço sim a cidade, pena que nunca conheci ninguém com esse nome... Quem sabe um dia não fazemos uma visita até Sarana e suas amigas? No caminho posso lhe ensinar alguns versos e você nunca mais precisará pagar por esses serviços.

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 8:22:58
Respondo a Callion:

- Seria bom trocar minhas moedas por seus versos! - Vejo a posição da lua pela janela, (falta muito pra meia noite?). Em seguida subo as escadarias, vou atrás de Rarurg.

Enviado por: Mingo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 9:04:15
[Oq aconteceu? ainda estou vivo.... pensei que... ohhh que dor de cabeça, e oq fizeram com meus joelhos?? Preciso arrumar uma forma de sair dessa situação, que casa é essa??]

Olho ao redor tentando identificar a casa ou tentando ouvir algo que defina o meu destino (2 dados, um pra tentar identificar e um para tentar ouvir algo)

Após isso olho para um dos guardas e com um sorriso digo.... (terceiro dado para carisma)

Alguém pode me explicar oq esta acontecendo aqui? oq eu fiz de errado?


Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 11:09:47
Quando Connor comenta digo:
Este é Firiom, ele não tem nada para com nossos assuntos comuns; ele está aqui por assuntos meus.

Depois que Firiom sai olho para os outros e falo:
Como disse ficarei aqui até amanhã e irei à cremação de Ardras, depois sim saírei de Lubliana. Pelo que estou vendo somente Sam vai ficar comigo. Irá para Seviala na penumbra Derin?

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 14:20:23
BAELOR:

Vc sai da linha de visão da casa perto do templo com facilidade, durante o trajeto até a casa de Rarurg vc teve que diversas vezes desviar de possíveis espiões, algumas vezes tendo até que esperar por mais de cinco minutos até que pudesse prossegir. Levando quase o dobro do tempo normal para chegar até a casa a encontra ainda com homens na porta e desta vez estão segurando em elfo, aparentemente desmaiado.

Uma coisa lhe chama a atenção, ao redor, pelo horário, a maioria das outras casas estão já sem iluminação, apenas a de Rarurg continua com muito movimento e iluminada.


FIRIOM:

OFF: Onde é seu ponto de vigia habitual?

CONNOR E CALION:
OFF: Connor, faça uma rolagem de Navegação.

Vc sobe as escadas e encontra a porta do escritorio de Rarurg semi-aberta, é possível ouvir ele e Náin conversando sobre alguma coisa, mas não é possível discernir o que.


UTHER:
Um dos guardas humanos que conversava com os anões olha pra vc e sorri dizendo:
não fez nada de errado mas, amigo, tua língua ainda cavará teu túmulo. Fala demais e é estravagante e seus amigos cuidaram de protegê-lo.

Quando percebem que vc acordou os anões soltam os seus braços, um deles diz:
Cuidado, ele é um feiticeiro como a bruxa elfa que está aí dentro com os demais. Não sei como o senhor Rarurg e Náin aceitam trabalhar com criaturas desse tipo.

O outro humano, que permanecia calado olhando lá para dentro da casa responde:
Ora, eles são amigos, e a elfa, Pammala me parece ser seu nome, é muito bonita e tem o corpo suculento. De bom grado deixaria que ela me enfeitiçasse para passar a noite com ela, será que as elfas são, por baixo das roupas e por entre as pernas diferentes das humanas?
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