Décima terceira parte - Connor enfrenta Ardras

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Décima terceira parte - Connor enfrenta Ardras

Mensagem por Samyaza em Ter 08 Out 2013, 23:33

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 6 de março de 2012 14:38:28
PAMMALA E SAM:
Vc´s caminham um bom tempo ao redor da cidade, até chegarem numa parte onde os muros estão em obra, muitas pedras e demais material de obra está no local, bem como andaimes. Dois anões tomam conta do local, ao passar por eles, eles ameaçam impedir a passagem, mas com um aceno de cabeça que Náin faz eles lhes permitem a passagem. Benjen os acompanha até a entrada de lá ele se despede:
Daqui vou até o templo trazer o jovem sacerdote e seu material de cura, assim, ele poderá cuidar de vc´s. Foi bom estar do lado de vc´s.

Dizendo isso caminha em direção ao templo, afastando-se de vc´s.

Caminhando já dentro da cidade, Náin os leva até a casa de Rarurg de onde sai com uma carroça. Já na carroça rapidamente vc´s chegam até a casa de Jacus.

Aqui vc´s ficam e eu sigo sozinho. A elfa terá passagem livre por estar hospedada ali, portanto, não vão implicar com sua presença pequenino, mas, não citem o estado de saúde de Jacus. Logo seu amigo retorna com o sacerdote para cuidar de vc´s.


GLOIN:
Rarurg responde-lhe em Voz de Pedra:
Se bem conheço meu filho, ele fará isso com certeza! Quanto a distribuição fica como vc achar melhor.


GLOIN E CONNOR:
Enquanto Gloin e Rarurg conversam e Connor se afasta, Vardem e Ardras permanecem em silêncio. Depois de alguns minutos de saída de Náin e os demais, o som de trote de um cavalo chama a atenção de vc´s. Ao longe, Connor e Gloin reconhecem Jered, o verrogari. Já perto de vc´s ele fala, ainda montado no cavalo:
Até que enfim, notícias de vc´s, partiremos pela manhã, com ou sem vc´s, mas achei prudente avisá-los. Estarão prontos para partir ou ainda terão assuntos a tratar em Lubliana?

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 6 de março de 2012 14:54:45
Vendo Jered se aproximando digo:
Ainda não sei lhe informar Jered, mas assegure-se de que irei te informar se partirei ou ficarei, irá depender dos assuntos a tratar.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 6 de março de 2012 15:36:48
Me aproximo de Jered a dizer - Você nos disse que partiria pela manha certo? Então pela manhã saberá.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 6 de março de 2012 15:43:07
GLOIN E CONNOR:
Sorrindo de forma sarcástica Jered responde:
Que seja! Vc´s parecem consternados com alguma coisa! Partiremos pela manhã e, como disseram, saberemos ou não se teremos vossa companhia!

Olhando para Jacus ele diz:
E isto? Do que se trata? O que aconteceu com ele?

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 6 de março de 2012 15:56:06
Respondo à recomendação de Náin no tom mais amigável possível:

Pode contar com isso. Qualquer coisa, a versão oficial é a de que estou elaborando meu relatório para o Governante. Desde o início, todos sabem que foi por isso que vim. Quanto a Sam, diremos que ele veio para me ajudar. Agradecida por toda a ajuda prestada até agora.

Faço uma referência para Náin em despedida. Depois, chamo Sam, sorrindo:

Vamos? O dever chama.

Depois, vou pegar meus equipamentos e começo a procurar o que pode ter sido feito ao prefeito. Vou tentando da melhor forma decifrar e anotar as partes principais que possam ajudar a identificar o feitiço e se houver, um modo de desfazê-lo.

Dado, se precisar:

[1d20]

(Off: Acho que vou precisar tentar de novo... Dado viciado no 3...)

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 6 de março de 2012 15:57:09
Digo:
Isto foi um pequeno deslize, mas NÃO deve mencionar a ninguém. Estaremos lá pra dizer, sim ou não, garanto-lhe.

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 6 de março de 2012 17:18:08
- Tudo bem Náin, não falarei nada.

(detalhe, em que local da casa de Jacus estamos? Na sala? Ou no quarto de Pammala?)

Fico observando o trabalho de Pammala e falo:

- Qualquer ajuda que precisar, estou aqui senhorita! Nem que seja para buscar um copo d'água para você.


Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 6 de março de 2012 19:52:31
Levanto a cabeça, olho para Sam e falo, gentilmente:

Fique à vontade. De repente, pode notar algo que não notei. Como costumamos dizer, duas cabeças pensam melhor do que uma.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 7 de março de 2012 17:09:39
PAMMALA E SAM:
Vc´s são recebidos na cada de Jacus pela sua governanta, uma senhora gorda e de cara fechada. Ela insiste em noticias do "Sr. Jacus" e não gosta do silêncio de vc´s. Já no quarto de Pammala vc´s podem ficar um pouco mais a vontade.
Tentando mais uma vez decifrar o livro e os demais pertences vc se sente, constrangida, envergonhada de não ser capaz de deduzir do que se tratam as runas e palavras contidas no material de Sombria. Por um instante vc se lembra de uma magia, a qual não aprendeu em seus estudos, mas que seria de extrema utilidade e que poderia resolver, se não completamente , pelo menos 50% dos seus problemas, esta magia serve para fazer uma análise em objetos com o intuito de descobrir suas propriedades mágicas. Consultando um dos pergaminhos, vc identifica alguns deles com a descrição desta magia.


GLOIN E CONNOR:
Diante das palavras de Glóin, Jered diz, antes de sair a galope para Lubliana:
[Vc´s terão muito o que explicar! Não há mim, claro. Temo que percam a saída da caravana. Vou adiantar um curandeiro para Jacus. Até

Algum tempo depois da partida de Jered, Náin retorna numa carroça acompanhando de um humano que conduz a carruagem.
Estão prontos? Deixei a elfa e o pequenino na casa de Jacus conforme o combinado pai.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 7 de março de 2012 17:25:14
Até que os outros cheguem, será que dá para fazer uma segunda tentativa, um esforço para tentar entender aquelas runas estranhas? Se não for pela situação em si, pela curiosidade natural de conhecer mais sobre a magia dos sombrios, ainda que não a use. Comento com Sam:

Realmente, está muito difícil traduzir o material daquela sombria. Não sei como ela conseguiu trabalhar com isto aqui. Mas uma vez que estamos por aqui sem nada mais para fazer e antes que a governanta volte, vou fazer mais um esforço.

Se for possível a segunda tentativa, aí vai o dado:

[1d20]

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 7 de março de 2012 19:38:12
Levanto de onde estou e sigo em direção a carroça dizendo - Então vamos já estou cansado de ficar parado! - Ajudo a colocar o material na carroça e no caminho comento com Glóin na lingua dos anões - Não é arriscado que Jered tenha sabido do estado de Jacus?

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 7 de março de 2012 21:22:52
Nossa, foi mal. Li meio que às pressas a postagem e postei caca. Manter a primeira parte, a fala continua. Só desconsidere a parte da nova tentativa por enquanto.

Se der para fazer isso antes, separo os pergaminhos com essa magia de análise e os outros, dependendo de quantos houver, separo deixando juntos os que forem iguais, pego um da magia para analisar e tento usar para analisar os outros pergaminhos. (pelo que lembro, basta desejar que funcione para ativar a magia se ele for mágico, não é?).

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 7 de março de 2012 23:23:10
Observo Pammala, até que falo:

- Irei pegar um pouco d'água e algumas frutas para nós, senhorita. De estômago cheio talvez você consiga ver coisas que não havia percebido antes! E estou faminto de qualquer forma!

Dou um sorriso, e saio do quarto de Pammala. Minha intenção é ir até o quarto de Jacus (como se eu estivesse perdido). Chegando na porta do quarto (se eu conseguir), tento abrir a porta.


Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 8 de março de 2012 9:01:39
Olho para Sam e digo com simpatia:

Agradeço muito. Só tome cuidado com as perguntas da governanta, temos ordens para não dizer nada por enquanto.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 8 de março de 2012 11:16:17
Respondo a Connor:
Lidar com Jered é arriscado, mas fazer o que?! Você irá com, Jacus na carroça, não confio muito na atitudes de você sabe quem.

Depois levanto a voz:
Náin, você passará para a carruagem e irá com este homem e levará Derin para a casa de Jacus, como foi o combinado. Connor irá com Vardem, Ardras e levarão Jacus, como já foi combinado, nos encontramos lá ao entardecer.

Depois viro-me a Rarurg e digo-lhe:
Iremos a casa de Archibald!

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 8 de março de 2012 12:49:23
PAMMALA:
OFF: Na verdade vc precisa ler o pergaminho no idioma que foi escrito e em voz alta, além de ter que passar num teste de RM contra o nível do efeito evocado.

Separando são 5 pergaminhos de Análise [5], 1 que evoca a magia escuridão [5], 2 que evocam a magia Necroanimação [2] e 1 que evoca a magia Bola de Fogo [4].

Analisando com maior cuidado o livro e usando um dos pergaminhos com a magia Análise, vc compreende que o livro está escrito usando as runas pessoais da Sombria, de forma a parecer um outro idioma, esse, com certeza, é seu livro de magias, mas falta algum componente, outro livro ou local que contenha o significado das runas para que vc tente uma tradução.

SAM:
Role 2d20, por gentileza.

GLÓIN:
Com um aceno de cabeça, Náin concorda e vai para a carruagem:
Como queira padrinho.
Assim que as coisas se ajeitam ele manobra a carruagem novamente em direção à cidade.

Rarurg diz:
Podemos ir na carroça ou na carruagem e na cidade nos separamos! Mas diga-me meu prezado amigo, duvida mesmo de Cletus?

CONNOR:
Antes de sair, Náin fala com vc:
Existe uma outra entrada, fica uns 700m à noroeste da entrada principal, vá por ela, é seguro. Eu vou pela entrada principal, bem mais devagar para dar tempo de vc´s chegarem e arrumarem as coisas.

Ardras e Vardem continuam em silêncio e entram com muita resignação na carroça.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 8 de março de 2012 13:06:47
Sigo conduzindo a carroça ao noroeste da entrada principal como apontou Naim, ainda assim resmungando alto na lingua dos anões - Hum, ir sozinho com Ardras e Vardem, não seria melhor voltar para as cavernas e chamar os macacos sombrios para tomar vinho?! - Quando subo na carroça retiro meu odre e verifico se ainda há vinho barato nele, então tomo o resto e exclamo - Pelo menos iriam ver como esse vinho é ruim - Balanço a cabeça e dou a "partida" nos cavalos.

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 8 de março de 2012 18:47:40

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 9 de março de 2012 10:35:38
Respondo a Rarurg:
Quero ter certeza de que não desconfio, seria uma grande punhalada. Náin iremos com você.

Depois digo a Connor:
Pare de reclamar, não colocaria você aí se não tivesse confiança em você, e além do mais você é bem maior que eles. Mesmo cansado. Agora vá.

Entro com Rarurg na carruagem paraprosseguirmos, fazendo sinal a Náin para irmos.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 9 de março de 2012 12:48:15
CONNOR e GLOIN:
O último gole do seu vinho barato se esvai com sua última reclamação. Ardras e Vardem nitidamente se incomodam com a seus resmungos e conversa com Glóin, apesar de não entenderem o que vc está dizendo, parece que eles sabem que é deles que vc está falando.

Carroça e carruagem tomam, cada uma a sua direção.

Já na carruagem e longe o suficiente da carroça, Rarurg quebra o silêncio:
Não posso acreditar que vc esteja duvidando de Cletus tendo uma cobra como Vardem como principal suspeito, está na cara que ele está metido nisso de alguma forma e acho que vc confia demais nesse seu amigo beberrão!

Enquanto na carroça, Ardras se manifesta:
Foi bom que vc tenha trago as armas dos soldados de volta Connor, a guarda e o prefeito ficarão agradecidos com tal prova de lealdade e boa vontade, um outro qualquer tentaria saquear os soldados mortos.

Vardem então decide falar:
Agora que estamos a sós, direi-lhe a verdade homenzarrão, o que acontece, é que, o estado do nosso estimado regente é favorável pra algumas pessoas, inclusive Rarurg, é nítida a forma como Jacus equilibra a disputa pela liderança da liga dos forjadores entre eu e Rarurg, o que ele não sabe é que, há alguns dias, Rarurg procurou-me, para uma conversa, nela, ele me ofereceu a liderança da liga, em troca, eu deveria ajudá-lo, secretamente, em campanha contra Jacus e tirá-lo do poder. Quando questionei como ele pretendia fazer isso, ele apenas medisse que já tinha tomado as providências, mas é claro que eu discordei, sou politico e não um traidor.

É evidente que agora, depois desses acontecimentos, qual foi a providência de Rarurg, muito oportuno que tais criaturas tenham aparecido em seu territorio, apenas pra colocar em xeque a liderança de Jacus, não acha?


SAM:
Vc sai do quarto de forma tranquila, sua expressão esconde suas intenções e conseque se mover tranquilamente até o quarto de Jacus, uma pequena fechadura separa vc do seu objetivo. Vc pega suas ferramentas e tenta abri-la. Pelo menos cinco longos minutos se passaram até que vc conseguisse arrombar a porta, abrindo-a, um luxuoso quarto com cortinas vermelhas se apresenta, a sua esquerda uma cama grande e forrada com panos longos e travesseiros de luxo e a sua direita um armario e uma mesa e no canto do quarto uma enorme banheira e jarros de água.

Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 9 de março de 2012 13:17:11
Pelo que entendi, então o livro da sombria está escrito em uma espécie de linguagem cifrada e agora o que falta é a "chave" para decifrar essa linguagem, é isso?

Há no material ou mesmo nos conhecimentos prévios alguma pista de onde procurar esse elemento que falta?

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 9 de março de 2012 13:31:54
PAMMALA:
É isso mesmo. Nada que vc tenha encontrado parece dar pistar sobre esta "chave" que permitiria a leitura do livro.

Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 9 de março de 2012 13:52:43
Então, enquanto estou só no quarto, deixo as coisas separadas e começo a redigir o relatório do que se passou desde minha chegada até os eventos mais recentes para quando tiver a oportunidade, enviar para o governante de Marana.

Se der tempo, faço também uma carta menos formal, narrando os acontecimentos mais importantes e nossas descobertas para também na oportunidade certa ser enviado a meu mestre.

Fico trabalhando até que os outros cheguem. Quando chegarem, guardo esses escritos na bolsa. Pretendo manter a discrição sobre as cartas por enquanto.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 9 de março de 2012 16:01:47
Digo a Rarurg:
As palavras são vento, meu caro amigo Rarurg. Connor bebe, mas ele também fala, então, saberemos qual o tipo de veneno que Vardem cospe, quando sua língua viperina sai de sua boca, além do mais ele não sabe o que pretendo, e não sei se sabe meu caro, mas ele foi criado por um anão, e mesmo sendo humano, preceitos de nossa raça correm nele. Também tenho certeza de que não foi Cletus a delatar nossa posição, isso foi a máscara pela qual devemos disfarçar o plano original que estou em mente, iremos até a casa de Archibald, lhe dizer para que os corvos voem. Levo a mão até a cabeça de Röac e faço-lhe um afago, sorrindo. Os nossos deverão saber de ante-mão que tais criaturas lascivas como os sombrios, estão nas minas, para que se armem, e se preparem para caso haja uma eventual guerra, mas como sabe bem, o amor dos nossos nutrido por Vardem, é o mesmo nutrido por uma ratazana doente, teremos dois terços de Lubliana e dos Palomares conosco, ao menor sinal, estaremos unidos e em combate. Silencioso como Rocha meu caro, como ROCHA. Cletus será defendido com picaretas, machado, martelos e bestas, não estaremos sós.
Dizendo isso, dou "uns" tapinhas no ombro de Náin.

Depois digo:
Por falar nisto, preciso arrumar uma besta de mão*.
(*Besta Leve)

Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 9 de março de 2012 16:02:54
Fecho a porta, respiro fundo e penso: [Bom, preciso ser rápido!]

Ando em direção a mesa (ela possui gavetas?) e abro com cuidado para não fazer barulho e procuro por alguma coisa que me chame atenção. Cartas, documentos, coisas do gênero. Procuro também se a mesa possui algum fundo falso.

Após a mesa, abro o armário com o devido cuidado e vasculho o mesmo, a procura do mesmo tipo de informação. Procuro por esconderijos que possam vir a existir também.

(quantos dados são necessários? lançarei dois teste de manusear armadilhas, com o intuito de encontrar fundos falsos e esconderijos, na mesa e no armário)


Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 9 de março de 2012 17:16:58
Quando Ardras fala sobre minha intenção com as armas, apenas esboço um sorriso no canto da boca a pensar - [Deve ta brincando devia ter dado um fim nele quando estava no acampamento] - Então digo em resposta - Espero que eu receba pelo menos um vinho com um bom gosto pelos serviços prestados a cidade.

Depois que escuto as palavras de Vardem paro a carroça e dou um salto para o chão virando de frente para os dois homens, então enquanto saco meus machados, respondo - Sabe o que eu acho? Acho que o capitão deve te prender agora mesmo até essa história ser resolvida ou talvez minha intuição não seja tão pobre! - Observo a reação dos dois preparado para atacar.

Enviado por: Samyaza - sábado, 10 de março de 2012 14:11:35
PAMMALA:
Enquanto vc prepara seus textos, batem a porta, antes mesmo que vc abra a voz de gralha da governanta velha e gorda pode ser ouvida:
Ei! Senhorita! Senhorita! Um homem deseja falar-lhe, deixo-o entrar?


GLÓIN:
Surpresos com o plano Náin e Rarurg, o mais velho deles começa a falar:
Muito astucioso o seu plano Glóin, os deuses o enviarão pra cá nesta hora tão necessária. Já estou farto dos jogos de Vardem e talvez agora seja o estopim para deflagrarmos uma guerra de verdade com ele. Há muito me contenho por estar obrigado a usar os modos da corte, mas, com Jacus desacordado a cidade ficará um caos e poderemos usar isso pra dar um fim a Vardem e finalmente termos o poder sem que nada possa ameaçar-nos. Porém, não seria melhor enviarmos Roarc com um aviso para nos encontrarmos em outro local? Mesmo que cheguemos antes, não duvido que logo Vardem baterá a porta com seus soldados exigindo a presença e depoimento de Cletus.


SAM:
Vasculhando a mesa vc encontra anotações diversas, muitos papéis espalhados, alguns parecem ser orçamentos, outros cartas de recomendação, ofícios entre outras papeladas, além de 3 livros grossos, sendo um deles bem velho e outro bem novo, o terceiro parece ser antigo, mas, está em bom estado de conservação.


CONNOR:
VC salta da carroça e deixa os dois completamente estupefatos diante de sua atitude. Ardras com dificuldade pára a carroça e coloca sua mão sobre uma espada, sem a desembainhar.
Não sei o que está pensando Connor, mas, seja o que for, baixe essas armas agora!

Vardem rubro, de raiva ou de medo, esbraveja de pé na carroça:
Está louco! Do que se trata isso?! Acha mesmo que eu concordei com tal plano? Se fui ao encontro de vc´s com Jacus é pq temia pela vida dele e por isso procurei Ardras para que fosse tbm, contei-lhe tudo e estavámos aguardando para ver o que aconteceria. Pergunto-me agora o que é que se passa em sua cabeça?

Enviado por: bcsaulo - sábado, 10 de março de 2012 14:34:05
Ainda com as armas em punho e preparadas para atacar digo a Vardem - Então você confirma que vocês dois estão juntos nessa como eu pensei certo? E mesmo após suas afirmações ainda deixaram Jacus sozinho?! - Ao observar que Ardras leva sua mão a espada, dou um ou dois passos na sua direção e arremesso o machado em seu peito aos gritos tentando intimidá-los - NÃO SE MEXAM, SENÃO NA PRÓXIMA PARTO SEUS CRÂNIOS EM DOIS, GARANTO QUE A ESSA DISTANCIA EU NÃO ERRO. E quanto a você língua venenosa - Aponto com o machado para Vardem - Jogue fora sua espada e fique longe de Jacus.

Off: Ardras esta sentado na carroça certo? Se eu puder usar ataque oportuno eu faço.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 10 de março de 2012 15:02:18
Dados de Persuasão ou Liderança para tentar intimidá-los.

Enviado por: Vercenorax - sábado, 10 de março de 2012 16:10:42
Sim, Rarurg é deveras sensato enviar Röac a frete, mas onde podemos nos encontrar? Diga-me um lugar que achas seguro e a mensagem será passada.

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 10 de março de 2012 17:54:29
Guardo o material da sombria que estava estudando para que não fique à vista, coloco meu grimório e outras anotações e desenhos e vou abrir a porta para a governanta. Ao abrir, digo de forma simpática:

Claro senhora, deixe-o entrar por favor. Muito agradecida.

Fico esperando o visitante junto à porta.

Enviado por: †_Junior_† - sábado, 10 de março de 2012 21:09:06
[Não posso demorar demais, se não minha ausência vai começar a ser notada...]

Olho rapidamente nos orçamentos, procuro saber se Jacus está em dívida com alguém, ou se alguém está em dívida com Jacus (se for possível obter essa informação). Após isso, procuro saber o conteúdo de cada livro, dando um pouco mais de atenção ao livro mais antigo.

(precisa de dado de observar? jogarei dois)


Enviado por: Samyaza - terça-feira, 13 de março de 2012 17:00:28
CONNOR:
O machado passa bem perto de Ardras que por puro reflexo instintivo rola da carroça para o chão, se levantando rápida e desengonçadamente enquanto vc fala. Vardem olha assusto e imóvel da carroça para vc:
EStá louco! Pq nos ataca?!? Por pouco vc não mata Ardras.

Apontando-lhe a espada e um pouco mais recuperado, apesar de artudido, Ardras anuncia:
Connor, por ter atacado o capitão de guarda e ameçado a vida dele e de um membro de Lubliana eu decreto sua prisão, solte suas armas e renda-se!

Citação:
Sistema: M4-3 = 1, tirou 19, azul claro, 100% de dano, 23



GLOIN:
Quando vc questiona sobre o local, Náin olha para Rarurg com um sorriso e Rarurg acena um gesto positivo com a cabeça:
Vamos pro "antro do machado e do martelo" é uma taverna no subsolo frequentada só por anões, o dono me deve alguns favores lá.


PAMMALA:
A figura é a de um jovem meio-elfo vestido com vestes sacerdotais, ao vê-la ele se impressiona e fica ruborizado e sem jeito:
Desculpe-me incomodá-la senhorita, mas o sacerdote Benjen disse-me que precisavam de minha ajuda aqui. Vc é a senhorita Pammala correto?


SAM:
Observando os papéis vc nota que eles estão divididos por temas, impostos, lucros de extração de minério, venda de produtos agricolas, alguns possuem resultados negativos, outros positivos precisaria de um pouco mais de tempo pra identificar uma dívida, mas o lucro, se houve, com certeza foi pouco. O livro mais antigo está numa linguagem que vc não reconhece, mas se parece com a linguagem do livro que a dourada estava lendo antes de vc sair do quarto, o mais novo parece ser um atlas de tagmar e o mediano trata-se de um diário.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 13 de março de 2012 17:28:29
Cumprimento o sacerdote de forma a deixá-lo à vontade e me afasto um pouco da porta para que ele entre.

Sou eu mesma, senhor. Sua presença não é nenhum incômodo, eu já o esperava. Obrigada por vir tão rapidamente.

Depois que ele entrar, aponto para uma das cadeiras ou sofá para que ele se sente e continuo:

Por favor, Senhor Sacerdote, fique à vontade. Se incomoda se eu deixar a porta aberta? O pequenino que estava comigo saiu e já deve estar voltando. Imagino que o Senhor Benjen falou dele também, não?

Ao terminar, sento-me de forma a ficar perto do sacerdote a uma distância respeitosa e espero a resposta dele.

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 13 de março de 2012 19:04:23
Meu coração bate mais forte ao perceber que o livro antigo é da mesma linguagem que o da senhorita Pammala. Fico uns 10 segundos estático pensando:

[Será que alguém entrará aqui? Jacus está doente, dificilmente antes de acordar alguém pegará esse livro... O que faço??...]

Continuo um tempo pensativo, até que me decido e pego o livro mais antigo e escondo em minhas vestes (tenho como fazer isso?). Saio do quarto de Jacus (me certifico que não há ninguém no corredor) e tranco de volta a porta. Me dirijo diretamente até o quarto onde Pammala está, procurando evitar qualquer pessoa no caminho.


Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 13 de março de 2012 20:18:36
Avanço com passos lentos na direção de Ardras aos gritos - ACHA QUE IREI ME CURVAR PERANTE DOIS TRAIDORES? SE SABIAM DA EXISTENCIA DE TAL PLANO DE RARURG PORQUE NÃO FIZERAM NADA HEIN? - A medida que vou falando acelero o passo até chegar a distancia do Ataque.

Dados de ataque.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 14 de março de 2012 14:35:02
PAMMALA:
O sacerdote senta-se numa cadeira e retira uma bolsa de couro que carregava consigo colocando-a do lado, timidamente diz:
Na verdade o senhor Benjen disse-me para ter urgência pois dois de vcs estavam desacordados e que um deles era o nosso prefeito, diante disse peguei todos os suprimentos do templo e trouxe para cá, afim de cuidar dos feridos, mas não os vi ainda.


SAM:
Vc coloca o livro debaixo de suas roupas e com cuidado averigua o quão disfarçado está. Vc percebe que um olhar rápido não detectará nada, mas alguém que suspeite de vc e olhe com mais atenção vai notar um volume diferente em suas costas.
Faça um teste de Ações Furtivas, pode escrever tbm sua ação na mesma postagem, MAS NÃO A EDITE, SENÃO, INDEPENDENTE DO RESULTADO CONSIDERAREI A ROLAGEM COMO 1.


CONNOR:

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 14 de março de 2012 14:43:23
(não sei como é a planta da casa, mas pretendo seguir o caminho diretamente até o quarto de Pammala, sem passar por locais desnecessários)

[1d20]

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 14 de março de 2012 14:54:03
Quando o sacerdote termina de falar, faço um gesto afirmativo e respondo:

Tem razão, Senhor Sacerdote. O Prefeito e um rastreador do grupo em que que estávamos ficaram desacordados e neste momento estão sendo trazidos para cá. O pequenino e eu também fomos muito feridos. Viemos na frente porque ainda podíamos andar e seríamos um estorvo para o restante do grupo.

Acho que pode ver pelo meu estado que passamos maus bocados lá fora. Veja só.

Mostro o ferimento nas costas e as queimaduras da magia.

Há como fazer algo em relação a estes ferimentos enquanto esperamos pelos outros? Se preferir esperar pela chegada de todos, vou entender perfeitamente.

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 14 de março de 2012 16:03:36
Aceno com a cabeça e digo a Röac:
Archibald e Cletus! Antro do machado e do martelo!

Depois abro a cortina e solto o corvo, assim viro-me e digo aos demais:
Náin, você deve ir com a carruagem até a casa de Jacus e levar Derin, esperaremos você.

OBS: Samyaza, se ver escrito em meus posts algumas coisas diferentes sobre os anões, é que sou o encarregado do Detalhamento da raça e estou a por em prática algumas de minhas ideias para a segunda versão, bem como algumas da primeira.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 28 de março de 2012 17:57:12
GLOIN:
Roarc repete uma vez suas instruções antes de voar em direção a cidade. Em pouco tempo vc´s entram na cidade e algumas pessoas assim que notam a carruagem começam a formar um cortejo de olhares curiosos e sussurros que geralmente especulam alguma desgraça. Após mais alguns minutos na cidade Rarurg dá-lhe um tapa nas costas e acena com a cabeça:
Aqui é nossa parada, vamos, vamos adiantar as coisas. Náin, deixe Derin em segurança e aguarde pela chegada de Jacus, só depois que ele estiver em segurança e sob cuidados, siga para o local de encontro.

PAMMALA:
Observando com nítido pesar suas feridas o sacerdote responde:
"Na verdade posso sim, o problema em questão é o seguinte, trago comigo dois frascos, os únicos disponíveis no templo, com um líquido com propriedades curativas, ele rapidamente age restaurando os ânimos e curando a maior parte dos ferimentos, além disso, possuo o dom de pedir milagres à Cruine, mas são limitados e bem menos poderosos do que as poções, devido a minha inexperiência, esgotado isso, terei que confiar em meus conhecimentos na arte da cura. Minha dúvida está em como dividir estes recursos, por isso, peço sua ajuda para verificarmos juntos a gravidade de cada um dos feridos.

SAM:
Esqueirando-se pelos corredores da casa vc consegue retornar ao quarto sem ser notado, ao entrar lá, um jovem com roupas sacerdotais conversa com Pammala.

CONNOR:
Vc se aproxima de Ardras a distância de um braço, a espada dele apontada pra vc dificultaria o ataque, mas, com um movimento rápido de corpo vc se desvia da espada num giro lateral e acerta um golpe a uns dois palmos abaixo do ombro de Ardras. O golpe atravessa a armadura e atinge o corpo dele, gazendo uma mamcha avermelhada surgir no local do golpe. Ardras urra e cobre o ferimento com a mão.
Citação:
Sistema: M7-4=3, tirou 13, laranja, 50% do dano, 18 pontos de dano na EH e na EF

Role 1d20 para sua iniciativa.

Assustado com a luta entre vc´s, Vardem assume o comando da carroça e avança com ela em direção a cidade.

ARDRAS:
dados de: teste de observar de Ardras; teste de Ataque de Ardras; Teste de Persuasão de Ardras; teste de Misticismo de Ardras; Iniciativa de Ardras.

Dando dois paços cambaleantes para trás Ardras esgue a espada em estocada na direção do seu corpo. Mesmo tendo sido ferido a experiência dele com uma espada foi suficiente para fazer-lhe um profundo corte no braço de Connor.

Citação:
Sistema: M6-4=2, tirou 16, vermelho, 75% do dano, 17 de dano na EF

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 28 de março de 2012 21:15:22
Olho para o sacerdote com expressão compreensiva e falo:

Compreendo. Realmente, há outros com ferimentos bem piores do que os que o pequenino e eu carregamos. Esperemos então os outros chegarem para decidir. E certamente pode contar com minha ajuda no que precisar.

Depois, caso tenha percebido Sam entrar, digo para ele:

Que bom que voltou. Este é o sacerdote que foi enviado para ajudar os feridos.

Depois, fico no aguardo do que vão fazer.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 29 de março de 2012 7:56:29
Ignoro o ferimento feito por Ardras em meu braço e com dificuldade levanto o machado e ataco Ardras.

Iniciativa

[1d20] Ataque

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 29 de março de 2012 12:20:31
Tomo um susto enorme ao avistar o sacerdote e nisso acabo deixando o livro enorme que carregava cair no chão com um baque surdo. Olho de Pammala para o sacerdote e digo:

[color=blue- Hehe, oi, meu nome é Sam! Não esperava ninguém por aqui além da senhorita pammala.[/color]

Pego o livro do chão e olho para Pammala e digo:

- Senhorita, dê uma olhada nesse livro.

Entrego o livro, claramente nervoso, mas começando a ficar mais calmo.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 29 de março de 2012 12:51:35
Digo para Sam:

Fique calmo, o sacerdote veio para ajudar nosso grupo. Estava aqui conversando com ele enquanto esperamos pelos outros.

Pego o livro, dou uma folheada rápida e se perceber do que se trata, digo para ambos:

Claro, posso ver melhor o livro. Por favor Sam, faça sala para o Sacerdote, está bem?

Me permite, Senhor Sacerdote? Preciso ver algo aqui para poder ajudá-lo melhor. Um dos feridos é o próprio Senhor Jacus e parece que o estado dele envolve algum encantamento. Viemos na frente exatamente para tentar descobrir algo sobre o que foi feito com ele. Perdoe-me se não falei antes, mas tivemos ordens para manter a máxima discrição.

Se quiser me acompanhar, também será bem-vindo.

Faço uma ligeira reverência ao sacerdote e vou até a mesa onde trabalhava para ver o livro. Se o sacerdote vier, faço jogo aberto com ele, inclusive mostrando o grimório da sombria e explicando como ele veio parar em minhas mãos e que pretendo me livrar dele depois de descobrir o que for preciso.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 29 de março de 2012 16:06:00
Então digo a Rarurg:
Vamos então. E Náin, cuidado com Vardem, seja cauteloso.

Abro a porta da carruagem e asceno para irmos. Quando saio, antes de fechar a porta dou um último relançe a Náin. Virando-me a Rarurg digo:
Mostre o caminho caro amigo.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 29 de março de 2012 18:09:23
O ataque de Ardras em Connor: [1d20]

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 29 de março de 2012 18:33:54
PAMMALA E SAM:
O sacerdote apenas acompanha com os olhos a conversa, preferindo não se intrometer. Assim que Pammala vai para a mesa ele anuncia:

Espero que seus estudos possam realmente ajudar, vou deixar-lhes a sós enquanto preparo meus equipamentos no utro canto da sala, a prudência diz-me para não me intrometer em seus assuntos.

A frase deixa nítida a sensação de insegurança e medo do sacerdote diante do assunto, ele parece preferir a vida pacata dentro de um templo do que correr o mundo em busca de aventuras.

CONNOR:
Após a estocada com a espada, Ardras gira o braço para trás fazendo um ângulo de quase 180 graus acertando-lhe novamente. O golpe atravessa uma fenda na armadura e faz um rasgo em sua barriga, a dor faz com que vc cambaleie e caia no chão.
Citação:
Sistema:M6-4=2, tirou 15, laranja, 50% do dano, 12 de dano na EF. VC atingiu -4 na EF e portanto está consciente mas fora de combate, por isso, não poderá realizar seu ataque.


Enquanto vc está caído e gemendo de dor Ardras chuta seus machados para longe e se aproxima de vc abaixando-se e falando ao seu ouvido:
Não devia ter duvidado de mim homem grande, sou fiel a Lubliana e a Jacus, agora vc vai pagar por seus métodos.
Após a frase ele estufa o peito e vc pode ouvir um som vindo de dentro do peito de Ardras, em instantes, uma quantidade considerável de cuspe atinge seu rosto. Após isso, Ardras começa a gritar:
VARDEM!!VARDEM!! VOLTE AQUI SEU COVARDE, JÁ CUIDEI DE TEU ALGOZ, AGORA VOLTE ANTES QUE EU TE CONSIDERE TAMBÉM UM TRAIDOR!

Vc percebe que Vardem olha assustado e ofendido para Ardras, mas, mesmo assim, retorna com a carruagem. Assim que a carruagem retorna Ardras improvisa uma corda com alguns pedaços de pano e amarra seus pés e mãos, jogando-o na carruagem, ele olha mais uma vez para vc:
Vc salvou Jacus e terá sua chance de ser julgado por ele, mas, até que ele se recupere, ficará na prisão.

GLOIN:
Em silêncio Rarug caminha com vc por algumas ruas estreitas até que os anões se tornam a maioria e não os humanos. Em pouco tempo vc´s entram num beco escuro, onde abaixo do nivel do solo se estende uma escada, no final dela uma porta com uma placa dizendo:

ANTRO DO MACHADO E DO MARTELO

É aqui!
Diz Rarurg quebrando o silêncio. O local é um bar todo construído em pedra com colunas e arcos ara sustentar o teto. Numa mesa encostada na parede estão Archibald e Cletus.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 29 de março de 2012 20:27:33
Sorrio para o sacerdote e respondo:

Como preferir. Vou mantê-lo informado do que conseguir descobrir.

Agora, pego e analiso mais detidamente o livro que Sam trouxe.

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 29 de março de 2012 20:41:19
Olho para o sacerdote e digo calmamente:

- Faça como quiser, senhor sacerdote. Mas por favor, não diga nada sobre o que estamos fazendo aqui.

Após o sacerdote sair, me viro para Pammala e falo:

- Você deve estar se perguntando de onde tirei esse livro, pois bem, eu o encontrei nas coisas de Jacus. Talvez não tenha sido muito cortês invadir o quarto dele, mas pelo visto foi útil, apesar de suspeito.

Observo os estudos de Pammala com calma.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 29 de março de 2012 21:30:27
Quando a cusparada chega até meu rosto viro a cara de súbito a procura de me esquivar, depois volto a encara-lo com os dentes cerrados a dizer com dificuldade - Não cante glórias num combate no qual estava em vantagem, tusc, tusc (tosse) - Paro de falar para recuperar o folego e então digo rindo da desgraça a mim enfrentada - Devia ter te matado no acampamento - Pausa para respirar. No momento no qual Vardem se aproxima digo - Você só deixará de ser um traídor quando este estiver morto - Olho para Vardem. E paro de falar e procuro ar, afim de recuperar minhas forças, então quando estiver proximo a mim para me amarrar, levo minha mão a sua armadura de couro tentando puxar seu corpo proximo ao meu de modo que seu rosto fique cara a cara com o meu, e digo - Mate-me logo aqui... não terá outra chance. Prefiro morrer em combate do que numa prisão. Jacus... Jacus não se recuperará enquanto estiver nas mãos de Vardem.
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