Terceira parte - Uma peça e vários jogadores

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Terceira parte - Uma peça e vários jogadores

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 02:26

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 17 de setembro de 2012 13:39:28
Quando acaba o vinho, chacoalho o recipiente e coloco-o de "boca" pra baixo e observo as ultimas gotas cair, então coloco a garrafa sobre a mesa e me levanto dizendo:

- Norne tem razão nosso tempo já acabou igualmente ao meu vinho. Escutem, nenhum deus descerá e nos mostrará a direção certa, isso não vai acontecer. Então vamos agir!

Olho para a Elfa Dourada e digo:

- Dona Pammala já concluiu suas anotações? Coloque sobre a mesa e termine de escrever o que for necessário. Nós voltaremos para a Capital e você entregará pessoalmente as mãos do rei.

Digo agora para Glóin:

- Ricar nos contou que Jered estaria levando Jacus para Seviala, certo? Sabemos também que Vardem colocou os sombrios contra Irvem, que também está em Seviala. Vocês vão atrás de Irvem, disfarçados e quando achá-lo poderam oferecer uma aliança, ele irá gostar de ter a cabeça de Vardem e é provável que esse mago possua fontes confiaveis, que lhes diga o paradeiro de Jered, Jacus e até Benjen.

Observo Norne quando este pede mais vinho e logo que Rarurg chega com o recipiente, digo:

- De vocês dois, eis o que precisamos! Primeiramente que nos tirem da cidade em segurança. Feito isto precisaremos de dinheiro para custear as viagens e também de armas e armaduras! Isso pode ser feito?


Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 17 de setembro de 2012 19:05:57
Termino de beber meu vinho e digo:

O plano de Connor me parece bom. Mas Connor, depois que você e Pammala entregarem a carta ao rei, o que farão enquanto nós estamos procurando por Irvem?



Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 17 de setembro de 2012 21:10:31
Abaixo a cabeça e respondo:

Realmente, estou em missão em nome de nosso Governante. Apenas ainda não me reportei a ele por não ter tido uma boa pausa durante este tempo todo. Tentei manter a discrição o máximo possível, mas a grande razão é que agora não consigo sentir segurança em mandar uma ave, que pode vir a ser interceptada. Também não sei se conseguirei chegar ao palácio em segurança, depois de tudo que aconteceu. Assim, dependo do grupo ou de alguma outra pessoa para me acompanhar até lá. Essa tem sido a questão para mim. Logo no início da conversa, mencionei a necessidade de ir até lá, mas como recusaram ir de imediato, pensei em fazer o melhor para que cumpram logo suas missões e depois me acompanhem até lá.

Particularmente, acredito que nosso Governante teria como nos ajudar com o resgate do Senhor Jacus e em outras necessidade.

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 17 de setembro de 2012 23:55:24
Quando Norne serve-me o vinho, digo-lhe no ouvido:
Sacerdote, não nos classifique. Arrogância não é uma exclusividade élfica.
Realmente, não precisaria me intrometer em algumas questões, mas (olho para Pammala) acho que o senhor já conheceu um dos meus motivos.

Quando todos traçam os planos, digo para Connor, rindo:
Ahhh, grandão, você é esperto não é?! Enquanto você acompanha a dama até a capital, nós três entramos em Verrogar apenas com capuzes: um pequenino, um humano e um elfo.

Me viro para Sam e Derim e digo:
Senhores, adoraria ter suas companhias. Mas também preciso visitar a capital.

Viro-me novamente pra Connor:
Acha que eu vou perder a chance de estabelecer novos contatos nas maiores tavernas do reino? Não mesmo.

Por fim viro para Pammala:
Parente, também me ofereço para escoltá-la. Que você tenha sorte e não dependa de minha capacidade de combate...

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 18 de setembro de 2012 8:09:36
Respondo ao Pequenino:

- Seviala fica a dois dias de viagem, Sensera levará pelo menos uma semana. Então Sam, logo que entreguemos a carta para o rei, pediremos uma escolta real até Seviala. E nesse meio tempo vamos torcer para que tenham alguma pista do paradeiro de Jacus.

Abro os braços e respondo a Callion com um grande sorriso sínico dizendo:

- Oras, então vamos todos para a capital!!!

Em seguida fecho o semblante e digo a Callion:

- Olhe pra mim bardinho! Acha que estou indo na direção contrária, me acovardando bem debaixo da saia do rei? Hã? Por mim estaria indo para Verrogar para quebrar os ossos daqueles cães. E você me classifica como esperto, mas eu sei de minhas capacidades, e uma delas não é discrição! Mas se acha que é melhor protetor do que eu, e que eu serei melhor coletor de informações, do que você, então inverteremos os papeis.

Viro para Pammala e falo:

- Vê senhora, agora já tem o dourado como guarda.

Digo agora olhando para Derin e Glóin:

- Ao que me parece Sam tem coragem de sobra e iria sozinho para Verrogar se precisasse. Mas e vocês dois, ainda se mantém em silêncio!

Enviado por: Ares - terça-feira, 18 de setembro de 2012 11:27:04
-Como já disse, tenho que ir pro Seviala com ou sem vocês.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 18 de setembro de 2012 11:31:24
Recebendo o vinho bebo um gole, depois chacoalho o copo para que o vinho gire em seu interior, bebo mais um pouco e digo:
Sim, estou de acordo com o plano de Connor, irei para Seviala e descobrirei sobre Jacus, Benjen e este tal de Irven, e faremos o que for preciso para que as coisas deêm certo.

Depois paro e penso mais um pouco dizendo:
Connor está certo em dizer que a viagem até Seviala dura dois dias, mas por este curto caminho seríamos barrados facilmente. seria mais sensato darmos uma volta que o prolongue para três dias, um dia a mais por segurança é bem melhor do que rápido e arrsicado. Trilhas de cabra e passos de montanha que passam por terras de Bombur Hazzat, o anão mais gordo que já vi.

Olho para Rarurg e Norne:
Concordam comigo meus amigos? Bombur é senhor dessas terras ainda?

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de setembro de 2012 12:12:36
GRUPO NA CASA DE JACUS:

Norne gesticulando com as duas mãos na direção de Connor e Calion com um sinal de "parem" diz:
Senhores, mantenham a calma, nada de violência, estão na presença de um servo dos Deuses e isso não os agrada.

Se ajeitando na cadeira ele volta a dizer com a voz calma:
Acho que é o momento de cada um de vc´s votar, decidir o que fazer e tomarem suas ações.


Olhando para Glóin ele diz:
Sim, Bombur ainda é dono de terras, mas elas não são tão extensas como já foram.

Com um sorriso debochado Rarurg completa:
Enquanto as terras diminuíram ele aumentou, muito, ao ponto de fazerem piadas de que literalmente vendeu terras para comprar comida.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 18 de setembro de 2012 12:44:49
Volto a sentar-me quando Norne nos repreende e então pego um dos copos e encho de vinho:

- Então fica decidido que Glóin, Sam e Derin, seguirão para Seviala. O resto de nós irá para Sensera... Agora só nos resta os preparativos para a viagem.

Tomo alguns goles de vinho e pergunto a Rarurg:

- Ainda possui a cabeça daquele sombrio que te trouxe outro dia? Poderíamos levá-la para o rei afim de sustentar nossa história.


Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de setembro de 2012 12:48:19
CONNOR:

Rarurg olha pra vc decepcionado e diz:

Sim, tenho, eu pretendia colocar na minha parede, mas, se é essencial podem levá-la. Está na oficina, no andar debaixo.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 18 de setembro de 2012 13:02:45
Digo a Rarurg e Norne:

- Talvez quando tudo isso acabar o rei lhe de a cabeça de volta, pelos serviços prestados ao reino! E quanto a nossa viagem, o que vocês poderão nos providenciar?


Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 18 de setembro de 2012 15:12:33
Eu irei até Seviala, pelas terras de Bombur, espero que não nos venda por um bamquete. HAHAHAHAHAHAHA.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de setembro de 2012 15:53:23
GRUPO NA CASA DE JACUS:

Enquanto Connor e Glóin falam Rarurg e Norne se entreolham, como quem passa para o outro a responsabilidade por alguma coisa, Rarurg resmungando sozinho diz:
Bem, herr, não podemos fazer isso. Não que não consigamos estas coisas, mas, vc´s se demonstraram muito descuidados e impetuosos, se fizermos isso, podemos provar outro incidente e desta vez não será Vardem ou Ardras ter que impedi-los e sim Náin. Desculpem-nos, mas, nenhum anão está autorizado e lhes fornecer armas, mesmo mediante pagamento, podem tentar com humanos e correr o risco disso cair nos ouvidos de Vardem, a questão é, para os demais, vc´s não são tão heróicos assim.

Norne interrompe:
O que Rarurg diz é verdade, vc´s parecem ignorar o que falamos mas, Rarurg pagou um preço realmente muito caro para ter vocês, ele perdeu a confiança dos anões e para impedir que estes se virassem contra ele, teve que prometer que não os ajudaria mais, a não ser a saírem da cidade em segurança. Vejam, um de vc´s carrega numa lâmina mais metal do se gastaria para fazer uma armadura para Bombur e por coincidência é o mesmo homem que está sendo caçado pela milicia local, só isso já é problema demais, imagine agora todos vocês armados e protegidos atrás de um escudo, o que fariam?

Rarurg continua:
Bobagens e besteiras é o que fariam! Estão decidindo para onde ir, mas nem se deram ao trabalho de decidir como vão sair desta casa sem serem pegos. Vão faltar ao convite de Vardem? Como pretendem fazer todas as coisas propostas?

Norne interrompe novamente:
Deixe ser mais claro e cordial do que Rarug. Nós, principalmente ele e Náin, nos colocamos numa posição muito delicada para poder ajudá-los e mesmo assim nossa ajuda só pode se limitar a conselhos e a abrigo, mais do que isso e Vardem vai colocar as mãos em vc´s, e em nós, aliás, pelo que me parece, ele conta justamente com isso, só não sei dizer quais os motivos, então pensem um pouco mais antes de agir.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 18 de setembro de 2012 19:50:31
Fico de pé e digo em resposta as acusações dos dois:

- Descuidados e impetuosos? Sim nós fomos e entendo a preocupação de vocês e somos gratos pelo tiveram que abrir mão. Mas analisemos com mais calma. Há dois modos de salvar a cidade. O primeiro consiste em encontrar Jacus em local hostil! É certo que no inicio não será necessário o uso de armas mas chegará uma hora que será preciso entrar em confronto direto e o uso de armas será inevitável para o bem ou para o mal. O segundo seria entregar ao rei os relatórios e isso significa viajar meio reino sem equipamentos adequados escoltando aquilo que pode ser a salvação da cidade. Ainda mais pelo fato de Vardem ter olhos por essas terras. Precisamos estar preparados!

Digo olhando para Rarurg:

- Uma coisa de cada vez! O convite para a cremação do corpo de Ardras não é hoje? Então a cidade deverá estar mais ou menos deserta na hora do evento, os guardas estarão no local na sua maioria, pois o novo capitão será apresentado. É provável que exista poucos guardas de vigilia na porta frente da casa de Rarurg, então precisaremos sair por outra passagem e então seguir para um local da muralha onde esteja desprovido de guardas. Peça para um de seus anões de confiança averiguar isso!

Digo agora olhando nos olhos de Norne:

- Nós precisamos de equipamentos! Não precisam nos dar armas, mais ração para uma semana e mantos, e também, algum dinheiro. Quando estivermos fora desses muros seguiremos os planos traçados.

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 0:48:41
Digo:

O que o humano pede é bastante plausível. Não queremos estar na cidade, assim como vocês não nos querem aqui. Se nossas mentes falharam, considerem ao menos nossos corpos, nosso sangue derramado em defesa da casa de Jacus.

Aproximo-me de Connor e digo baixo, só para ele ouvir, pois não quero zangar os anões:

Já se esqueceu quem lhe ajudou na cidade? Não se lembra que gastei toda minha essência mística para lhe proteger? Não disse que você é um covarde, mas não lhe vi terminar a batalha na casa de Jacus.

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 7:43:09
Respondo baixinho para Callion:

- Eu agradeço quando gritou igual a uma garotinha para me avisar sobre Ricar. E quanto há eu não terminar a batalha, você deve ser cego por não ter percebido que meu corpo não respondia minhas vontades, depois de ter lutado contra aranhas gigantes, elfos sombrios, mortos-vivos e soldados, tudo isso em menos de 18 horas!

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 11:03:08
Digo a Rarurg e Norne:
Ahh sim meus caros, agora entendo tudo, faria o mesmo se estivesse no lugar dos demais anões. Tenho uma ideia, mas deixem-me pensar mais um pouco e teremos um plano.

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 13:21:16
Dou um sorriso meio sem graça para Connor pensando: enquanto esse sujeito sofria com inimigos diversos eu deixava a taverna com duas humanas. É melhor deixa-lo esquecer as dores recentes.

Num tom apaziguador digo:

Tudo bem Connor, nada disso fará diferença agora. Teremos mais sorte na capital e poderemos aproveitar sua atividade noturna com intensidade.

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 13:24:23
Aceno positivamente para Callion enquanto desvio o olhar para os três anões na sala esperando algum posicionamento definitivo da parte deles.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 19:18:36
Apenas comento:

Não sei bem como fazer. Penso que até poderia ser bom enviar uma mensagem para nosso Soberano, pelo menos avisando que estou a caminho e que teria companhia na viagem. Como sabem, não entendo muito dessas coisas de combate e guerra, mas já seria um plano para que alguma providência fosse tomada do lado de lá para nos receber.

Cheguei a pensar em partir à noite e tentar uma ida para lá sem paradas, mas pelo que entendo é à noite que os sombrios são mais perigosos. E também acho que não seria prudente separar o grupo. Em todo caso, vou acatar a decisão de quem entende melhor desses assuntos.


Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 19:55:11
Olho para Rarurg e Norne e digo:

Vocês sugerem de nós irmos para a cerimônia, tirando o Connor? E só após dela que saímos da cidade? Vardem não poderia pedir ordem de prisão para algum de nós, por qualquer motivo?

Sobre as viagens, agora que parei um pouco para pensar, seria melhor não nos separarmos realmente. Poderíamos seguir todos com Pammala, para ver o Rei. E só na volta vamos procurar Irvem, Jacus e novas informações.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 19 de setembro de 2012 20:10:47
Depois que Sam fala, tenho meio que um estalo:

Isso mesmo, a festa! Por que não sair da cidade durante essa festa? Imagino que a população estará concentrada lá e a guarda da cidade também, para manter a ordem. Querem melhor oportunidade para escapar sem ter que apelar para violência? Quando derem por nossa falta, estaremos longe.

E se alguém puder causar uma confusão na festa, ainda que pequena, para despistar a atenção dos guardas, tanto melhor para nós, não?

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 11:08:06
Depois de ouvir tudo enfim falo:
É melhor nos separarmos. Em grupo podemos ter maior força caso haja um combate, mas como não é a luta nosso objetivo, em dois grupos seríamos mais rápidos e furtivos, assim sendo vocês vão até a corte e nós atrás de Irven, Jacus e Benjen. Tenho um plano para sairmos daqui. É o seguinte.

Dou uma pausa, vendo que o fumo de meu cachimbo acabou ponho mais o acendo e retomo meu relato:
Pammala, você é uma emissária do Rei Augustus, sendo assim está isenta de ser presa ou feita cativa, pois se Vardem tentasse isso, seria uma afronta direta ao rei já que você está sob ordens direta da coroa. Você pode sair da cidade livremente. Eu e Sam... Viro-me para Rarurg e digo: Nunca lhe perguntei isso velho amigo, mas há alguma passagem secreta nos andares subterrâneos de sua casa que possam levar paras as montanhas? Volto ao meus discuros: Calion, está aqui por livre e espontânea vontade ou a mando de alguém influente, pois se for tem as mesmas condições de Pammala para sair da cidade. Derin poderia vestir as roupas ou uniforme de um dos guardas da cidade quando Náin vier, por exmplo quatro guardas entram e quatro saem, só que um deles fica aqui e na verdade quem sai é o próprio Derin, é nítido que os guardas teriam de ser homens leais e fiéis a causa de Lubliana. Connor você é o problema, com o seu tamanho e o bocado de aço que carrega consigo, eu não sei como tirá-lo daqui sem você ser preso. Meus caros o que me dizem, concordam com meu plano ou teriam mais que acrescentar?

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 11:22:44
Após escutar os planos de Glóin digo:

- Seu plano não possui falhas no seu entender, mas como num jogo você precisa antever os planos de seu inimigo. Então vejamos. Você diz que Pammala pode andar livremente por aí, pois está a mando do rei. Então se coloque no lugar de Vardem, acha que ele sabendo disso não fará algo para prende-la? Ou mesmo mandar assassinos na sua cola? O mesmo vale para Derin ou qualquer outro, nenhum dos envolvidos aqui possui passe livre.

Digo olhando para Rarurg:

- Todavia se houver uma passagem secreta, todos aqui poderiam usá-la, mesmo que eu tenha que me arrastar por ela. Quanto aos guardas leais caíria bem para mascarar nossa fuga. De qualquer forma o horário será aquele de menor movimentação, que será a hora da cremação do corpo de Ardras. Se não houver essa tal passagem deveremos criar uma situação para distrair possíveis vigias!


Enviado por: Ares - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 14:12:12
-Me passar por guarda? Talvez funcione se achar uma forma de me desvincilhar do resto da guarda sem que isto traga suspeitas, mas se for pego como um falso guarda tenho certeza que será pretexto suficiente para uma execução imediata por qualquer tipo de conspiração, não só minha mas de todos os guardas envolvidos.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 15:41:51
Connor, não escutou a parte que eu disse enviada do REI, Vardem não seria louco o suficiente para atentar contra ela, isso seria atentar contra um instrumento do rei, e até onde sei Vossa Graça, o rei Zeneri não é muito complacente com pessoas que lhe tiram os meios de saber das coisas. Vardem não vai atacá-la. Pense vai mexer com pessoas que estão sob tutela direta de alguém mais poderoso e de maior nfluência que você, que além do mais detém um poderoso exército sob seu comando? Você faria isso?

Penso:
[ Só um filantiano que veio de um reino que hoje não é nem um quinto do que era pensaria desta forma]

Depois falo a Derin:
Os guardas que entregaram esta caricatura de Connor, disseram que eram leais a Lubliana e ao espírito de Ardras, eles vão cooperar conosco, nutrem tanto desprezo por Vardem quanto nós.

Dou mais alguns tragos e falo:
Náin penso eu, há de vir até nós com guardas de sua própria confiança, aqueles que eram leais a Ardras como o bom Malfas, eles hão de nos ajudar.

[Não temos muitos em quem confiar, mas correr o risco é preciso...]

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 17:54:47
Passo as mãos pela cabeça após as explicações de Glóin e então bato com ambas as mãos na mesa e falo, mas alto que o necessário:


- NA VERDADE GLÓIN EU ESCUTEI MUITO BEM O QUE DISSE! E DE LOUCO VARDEM NÃO TEM NADA. MAS NÓS TEMOS QUE PENSAR COMO ELE FARIA. ESCUTEM O QUE EU DIGO E PENSEM UM POUCO!!!

- VARDEM QUERIA UMA COISA CERTO!? ELE QUERIA A CIDADE E CONSEGUIU, CONTUDO PARA QUE SEU PLANO TERMINE BEM, ELE PRECISA SE LIVRAR DE POSSÍVEIS EMPECILHOS... EM OUTRAS PALAVRAS DE TODOS QUE ESTÃO AQUI, INCLUSIVE CLETUS E NAIN!!! O PRIMEIRO PASSO PARA ISSO ELE JÁ FEZ COLOCANDO NAIN COMO CAPITÃO E NOS LIBERTANDO, COM ISSO ELE CONSEGUIU TRAZER PARTE DOS ANÕES PRO SEU LADO. RARURG MESMO JÁ AFIRMOU QUE NAIN É HONRADO E LEAL E VAI PROTEGER A TODO CUSTO OS INTERESSES DA CIDADE INCLUSIVE PRENDENDO AQUELES QUE TRAMAM CONTRA O SEU GOVERNO.

Faço uma pequena pausa e então continuo:


- O SEGUNDO PASSO VARDEM JÁ DEU! ELE SABE QUE ESTAMOS SOBRE A PROTEÇÃO DE RARURG E O QUE ELE FEZ? HÃ... CRIOU UM EVENTO ONDE NÓS NOS MOSTRÁSSEMOS! AGORA PENSEM PORQUE ELE FARIA ISSO..? A MIM PARECE ÓBVIO ELE QUER NOS ACUSAR DE TRAIÇÃO EM FRENTE A POPULAÇÃO TODA. TODOS SABEM QUE TENTEI ASSASSINA-LO E ARDRAS IMPEDIU. ELE ARGUMENTARÁ QUE NÓS MATAMOS ARDRAS E AJUDAMOS A SEQUESTRAR JACUS! NÓS ENTRAMOS NA CIDADE ACOMPANHADOS DA CARAVANA DE JERED LEMBRAM? DAÍ ATÉ ELE APONTAR RARURG COMO CUMPLICE É QUESTÃO DE TEMPO... ENTENDAM! ELE COLOCOU VIGIA NOS ARREDORES DAQUI PARA SABER NOSSA MOVIMENTAÇÃO, POIS EU FARIA ISSO!! O QUE VAMOS FAZER PARA SAIR? OU AQUI EXISTE UMA PASSAGEM SECRETA PARA NOS LEVAR PARA LONGE DAQUI OU ENTÃO TEREMOS QUE DESCOBRIR ONDE ESTÃO ESSES VIGIAS E DAR UM JEITO NELES E PARA ISSO PODERÍAMOS UTILIZAR OS GUARDAS LEAIS A ARDRAS.


Desvio o olhar para Glóin e falo:

- VOCÊ DIZ QUE PAMALLA ESTÁ A MANDO DO REI E VARDEM SABE DISSO, AGORA PENSE! ACHA QUE ELE VAI DEIXAR PAMALLA LIVRE? DEIXAR QUE ELA VOLTE A CAPITAL E REPORTE TUDO QUE ACONTECEU AQUI PARA O REI? HEIN..? VOCÊ DEVE TER BEBIDO DEMAIS. SE EU FOSSE VARDEM E MEUS INFORMANTES ME DISSESSEM QUE A ELFA ESTAVA ANDANDO NA RUA EU A PRENDERIA, TORTURARIA PARA SABER NOSSOS PLANOS, NOSSA POSIÇÃO, DEPOIS A DARIA PARA QUE MEUS HOMENS SE DIVERTISSEM E POR FIM A MATARIA E DEIXARIA SEU CORPO PARA QUE ACHASSEM PERTO DA CAPITAL, MORTA E ESTRUPADA POR LADRÕES! ENTÃO A DONZELA VIAJAVA SOZINHA E ESSE MUNDO ANDA TÃO PERIGOSO! E ANTES QUE DIGA ALGUMA COISA LEMBRA-TE QUE SOMENTE NÓS QUE ESTAMOS AQUI, JUNTAMENTE A ELE, SABEMOS QUE ELA ESTÁ A MANDO DO REI!


Novamente fico em silêncio e então termino:

- O QUE ME INTRIGA É NAIN... RARURG DISSE QUE ELE FARIA AS VONTADES DO REGENTE DA CIDADE POIS É SEU DEVER, CONTUDO UM SACERDOTE DE SELIMON MATARIA UM INOCENTE SOMENTE PORQUE SEU DEUS MANDOU?

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 21:44:47
Chego a estremecer diante das palavras de Connor. Depois me recomponho e falo:

Tem razão. O que me assustou desde o início foi essa possibilidade. Talvez não a tropa real, mas um bando de sombrios ou até mesmo assassinos contratados para me silenciar. Claro que desde o início tentei manter uma imagem mais inocente do que aquilo que realmentente sou, mas sei que esse tipo de truque não engana por muito tempo e pode ser que já estejam com medo daquilo que posso contar ao rei. Acho que ninguém mais compra a ideia de que só vou dizer a ele que não há fantasma nenhum na mina.

Suspiro e continuo:

Gostei da ideia de uma passagem secreta. Se ela existir de verdade, seria a solução de parte dos problemas. Chegando a uma floresta, já seria uma segurança. Depois, daria para seguir em viagem contínua até o destino.

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 20 de setembro de 2012 22:25:09
Respondo para Gloin, já bêbado e desesperado com a situação:

Quando me pergunto que devo fazer? Para onde vou? Nada sei de mim. Só sei que sou céu, sou noite e estrelas, enquanto procuro minhas luas. Sou, enfim, mensageiro da arte aflita. Não tenho ninguém que chore sobre minha lápide, e prefiro que assim seja.

Depois digo para o grupo:

Temos que sair antes do início da cerimônia, ou seremos convocados por tropas. Se os anões não puderem nos tirar da cidade, posso criar uma distração no centro do evento, para provocar a concentração dos soldados no local. E depois que Cambu me ajude a escapar das garras desses vermes corruptos.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 21 de setembro de 2012 11:21:45
Olho para Connor profundamente dentro de seus olhos enquanto fala, depois que termina olhando para ele falo aos demais:
Certo...façamos então do seu jeito, veremos no que vai dar.

Depois me viro para Pammala e digo:
Não sei quanto ao rei, mas como está demorando a reportá-lo do ocorrido, se estivesse no lugar dele já teria enviado alguém para averiguar o porquê da demora.

Penso:
[A parte dos vigias...]

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 24 de setembro de 2012 10:37:40
Quando Callion fala em distração, questiono:

- Que tipo de distração estamos falando?! Como funcionaria?

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 24 de setembro de 2012 22:34:01
Com um sorriso malicioso respondo Connor:
Qual tipo de distração você deseja?

Volte-me para todos:
Como disse Pammala, os soldados estarão concentrados no local. Teríamos duas opções: a primeira é um de nós provocar algo no local da cerimônia, tentando depois despistar os soldados envolvendo-se na multidão. Isso provocaria a movimentação dos soldados e daria uma maior possibilidade de uma fuga bem sucedida. Uma segunda opção seria a de irmos, cada um sozinho - porém próximos – até um dos portões isolados e então alguém causar um tumulto para que os outros passem...

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 25 de setembro de 2012 10:27:27
Olho para eles ainda fumando e digo:
Vamos deixar tudo muito claro, para que não haja nenhum contrataempo de nossa parte. Iremos até a corte em Sensera, até Seviala ou nos dividiremos?

Por um instante tenho um repalso e comento:
Por mais que a cidade esteja vigiada, sempre há a troca da guarda, tão nas ruas como nas muralhas, neste momento não há guardas patrulhando, eles vão para as casernas ou suas casas. Aí poderíamos sair, mas Náin não seria recomendável dizernos isso, alguém de sua confiança, um anão que estivesse trocando de turno nas muralhas e um homem na patrulha, com eles poderíamos sair daqui e se as coisas ficassem feias o anão e o homem é quem teriam nos ajudado, eles poderiam ir passar algum tempo coma família, longe daqui se as coisas ficassem pretas para o nosso lado, e Rarurg e Norne, só teriam prestado a ajuda que nos prestaram até agora, assim como Náin. Vardem não poderia contestar somos hóspedes e há sempre a sagrada lei de hospedagem*.

*A sagrada lei de hospedagem é uma lei que já vi constando em várias histórias medievais e em livros de ficção fantástica, como na crônicas de gelo e fogo e o anel dos nibelungos, mas na Bíblia também é mencionado. Consiste em se você é hóspede e come do pão e do sal (elementos figurados, comida em geral) e bebe do vinho você não pode ser morto ou feito cativo pelo tempo que estiver ali.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 25 de setembro de 2012 10:55:18
Respondo a Callion:

- Você disse que poderia causar uma distração no centro do evento! Como seria essa distração? Você sugere que ataquemos alguém afim de causar a distração enquanto os outros fogem?

Em seguida afasto os copos do centro da mesa, pego a faca usada para cortar a carne/frutas e começo a rabiscar na mesa um mapa da cidade. Quando Glóin se posiciona digo:

- Minha opinião é que formemos dois grupos. O grupo 1 procura pelos desaparecidos e o grupo 2 segue para a capital. Pelo menos teremos duas chances de ter exito ou melhor teremos maiores chances de alcançar nossos objetivos. Derin já disse que viajaria para Seviala de um modo ou de outro, dessa forma se colocando a favor dos dois grupos, porém entendo que os riscos da viagem a Seviala são maiores e se quiserem seguir para Sensera iremos todos, é da vida de vocês que estamos falando então decidam de uma vez pra onde querem ir!


Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 25 de setembro de 2012 11:09:05
Vendo Connor rabiscar a mesa levanto de onde estou e seguro a faca dizendo:
Temos papel e tinta, não há precisão de estragar os móveis de Rarurg. Além do mais Connor, acha que não preso minha vida, mas por consideração atudo que nossos amigo fizeram temos de conservá-los o máximo que conseguirmos. Como disse irei para Seviala, Derin virá e Sam também. Você e Calion levarão Pammala até Sensera e à corte.

Sento-me e olhando para todos digo:
Estamos ficando sem tempo, o que dizem de meu novo plano. A distraão de Calion me parece muito arriscada e como Connor falou a cremação de Ardras me cheira a emboscada. Poderíamos usar dos guardas que sugeri durante o evento amanhã? Um homem que nos levasse até o portão das mostanhas, poderia ser Malfas, e um anão nas muralhas para dizer que não nos viram e abrir o portão se estiver fechado. Os espiões de Vardem nos verão saindo daqui, mas nos perderão por entre becos e ruelas da comuidade anã. Não se acha um anão em becos anões a menos que ele queira não é mesmo Norne?

Dito a última frase esboço um sorriso.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 25 de setembro de 2012 11:13:31
Paro de rabiscar a mesa e digo:

- Traga-me então papel e tinta e tenha um pouco de paciência, vou fazer mais ou menos o que seria o mapa da cidade e então decidiremos por onde fugir.

off: esperando thiago postar a descrição da cidade.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 25 de setembro de 2012 11:20:07
Najila quando me entregou papel e tinta de certo que trouxe mais de uma folha, pego-a então e a pena e tinta e entrego a Connor.
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