Quarta parte - Uma noite em Lubliama

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Quarta parte - Uma noite em Lubliama

Mensagem por Samyaza em Seg 07 Out 2013, 00:33

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 16:02:04
Quando chegarmos em Lubliana, me viro para Jered e lhe digo, mas para que os outros escutem.
Se desejarem me encontrar, vao ate a casa de Rarurg, e me procurem por la, ele vem a ser meu amigo de tempos, e certo e que ficarem por la.
Depois me viro e vou rumo a casa de Rarurg.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 16:06:39
digo a Connor:

Não lhe julguei-lhe, mas sim, guiei-lhe. Vejo-o em conflito com si mesmo... senão não procuraria um sacerdote. Mas por que um de Cruine? pergunto sem esperar que Connor responda Sua hospitalidade sempre será aceita, filantiano, mas vamos ver como as coisas correrão durante o dia. Ninguém sabe se estaremos vivos ou mortos daqui algumas horas... somente os deuses detem essa graça. dou uma pausa e continuo a caminhada, sem nenhum rumo especifico, somente andando Lembra-te, Connor, há quatro noites atrás do que eu lhe disse? "Ouve minhas palavras, que eu ouvirei as tuas, em Lubliana". Estamos em Lubliana e agora quero ouvir o que tinha de dizer naquela noite... continuo caminhando

(off: acho que eu e Connor estamos voltando para o acampamento da casa onde ele morou... pelo q eu intendi.)

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 16:41:32
Respondo a Benjen.

- Tem razão, eu tinha um conflito a ser resolvido e você cumpriu seu papel, e me auxiliou com as palavras da noite passada - Faço uma pausa para pensar nas palavras certas olho ao redor para ver se há alguem nos observando e falo - Alguém quer você morto..! Há seis dias atrás, uma mulher de modos estranhos, me pagou algumas moedas para impedir que você se encontre com Irven Calard, e me prometeu "montanhas" de moedas depois que cumprisse o acordo... Porém não irei fazê-lo. Assim imagino que minha contratante não satisfeita pagará a outro quando descobrir que o trato não foi cumprido. Mas eu tenho uma idéia para pegá-la antes, se você achar conveniente - Espero uma resposta afirmativa e continuo a falar - Um dia antes da Caravana chegar a Seviala, você terá que sumir sem que ninguém saiba ou veja. E eu ficarei com algo que possa comprovar que você está morto. Quando derem por falta de você, eu tratarei de espalhar boatos na caravana que a ultima pessoa com quem esteve antes de desaparecer foi comigo. Irá para a cidade disfarçado, onde ela me encontrará em para cumprir sua parte no acordo, assim você poderá segui-la e prendê-la, para conseguir informações mais sutis. Nessa empreitada poderemos utilizar o pequenino, e talvez Glóin. O que acha?

Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 16:56:52
[O mestre de Connor! Como ele será?]

Pego minhas coisas e saio com Connor e Glóin. Vou tocando minha gaita animado, enquanto observo aos paisagens e todas as coisas que tiverem ao redor. Pergunto a Connor:

- Como seu mestre é Connor?




Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 17:47:14
Pessoal, precisaremos definir algumas coisas:
Me perdi, na situação atual, mas pelo que foi postado, acho que fica algo assim:

Connor e Benjen saem para conversar e na volta ao acampamento Glóin faz o covite de se quiserem, podem acompanhá-lo até a casa da Rarurg., Então, se Connor e Glóin manterem a postura de cada um ir até seu mestre/amigo, Benjen e Sam deverão escolher qual dos dois seguir, ou nenhum. Porém, está não é uma decisão, vamos acertar as ações e definir da maneira como vc´s acharem melhor, o que cada um vai fazer.

Glóin:
Ao ouvir vc falar de seu amigo, Jered pergunta com cara de espanto:

"Rarurg? O comandante da liga de de forjadores de Lubliana? Conhece esta pessoa meu amigo anão???"




Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 17 de outubro de 2011 21:51:05
(Acho que as coisas já estam definidas Glóin não convidou ninguém. Disse apenas se quisessem achá-lo estaria na Casa de Rarurg, quanto aos outros acho deram a entender que seguirão para a casa de meu mestre)

Respondo a Sam - Meu mestre tem metade de minha estatura e o dobro de minha força. Hahaha.

Esperando a resposta de Benjen.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 13:03:47
GLÓIN, SAM E BENJEN:

Podem decidir cada um o seu destino para que possamos prosseguir, assim que tiver a resposta, eu dou continuidade com as postagens.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 18 de outubro de 2011 14:27:00
Eu irei até a casa de Rarurg.
Quando Jered ingada sobre eu conhecer Rarurg, digo:
Conheço-o e muito bem, somos amigos d longa data, quando saí em viajem o primeiro lugar por onde passei foi por aqui, e Rarurg, me abrigou e ofereçeu amizade, aceitei ambos, HAHAHAHAHA, mas sou mais que um amigo sou padrinho de seu filho mais jovem.
Dito isso me viro e vou até a casa de Rarurg.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 18 de outubro de 2011 14:30:51
Benjen dá um leve sorriso (coisa muito rara de se ver, vindo dele), quase imperseptivel e fala:

Vejo que minha interferencia em perseguir essas criaturas do extremo sul é mais profunda que eu imaginava. vejo que connor fica olhando para os lados e digo Não fique preocupado, tenho certeza de que o que você encontrou não foi uma mulher, mas sim um elfo sombrio. Tais criaturas tem contatos com os planos infernais e praticam demonismo, e devido isso não podem sair durante o dia... a luz os encomoda. Tenho certeza que a encontrou já a tarde, quado a luz já não é tão forte... continuo a andar Elfos sombrios... acredite, montanhas de ouro é algo raro de se ver. Seria mais facil eles te matarem depois de concluir o serviço... dou uma pausa e digo Que assim seja, filantiano... um dia antes irei sumir... Detalhes? Depois decidimos, mas por enquanto chega. Um passo de cada vez. paro, olho para o céu e digo Fez uma boa escolha, Connor... Que os deuses lhe abençoem.

(off: eu já estava com o Connor no começo, mas acho que com o fim dessa conversa chegamos ao acampamento.)

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 18 de outubro de 2011 14:47:50
Connor, para e pensa incrédulo "É dificíl ver elfos por essas terras imagine então negros", deixando o sacerdote caminhar na frente e fala - Na verdade ela me abordou logo pela manhã... Voltarei para casa de meu mestre se preferir poderemos terminar a conversa lá - Procuro o pequenino, quando achá-lo, pergunto - Você vem Sam?


Vou para a casa de meu mestre.


Enviado por: Maedhros - terça-feira, 18 de outubro de 2011 14:54:54
De manhã... fico um momento perdido em meus pensamentos e digo Ao entardecer, procurarei-o para ir a casa de seu mestre para provar de sua hospitalidade então. Vou procurar um templo de meu deus para orar e pensar um pouco... Que os deuses o acompanhem.

vou procurar um templo de Crunie.


Enviado por: Ares - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:00:25
Tinha chegado a Lubliana,aonde segundo informações seguras poderia arranjar uma caravana pra Verrogar,aonde poderia conseguir mais informações sobre o assassino de meu mestre.
Sabendo que pra conseguir informações precisaria de uma pequena pesquisa,ao chegar a estalagem me dirijo ao dono dela e fala:
-Ola senhor,sei que como dono desta encantadora estalagem possui muitas informações e deve saber quais as caravanas que passam aqui de tempo em tempo.Mais não venho lhe pedir muita coisa,pois venho aqui em procura de um homem chamado Jered que pelo que me foi informado possuiria uma caravana do qual gostaria de fazer parte.Seria muito grato se pudesse me dar alguma informação sobre este,ou pelo menos de como o encontrar,pois soube que sua caravana passaria por em pouco tempo.
Dados pra Persuasão se necessário.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:01:50
GLÓIN:

Vc caminha pelas ruas de Lubliana, o ambiente é bem mais familiar do que das últimas cidades pelas quais passou, muitos anões circulam pela cidade, com facilidade vc se recorda o caminho da casa de Rarurg, e o encontra na entrada, conversando com outros anões em bom ânimo. Ao vê-lo ele mostra-se surpreso, ele despede-se dos outros anões e caminha com um sorriso no rosto em sua direção.

"Por Parom, o que fazes em Lubliana, sem ao menos ter-me avisado de sua vinda para que pudesse preparar uma recepção digna?"

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:30:48
Dou-lhe um abraço em saudação e digo:
Caríssimo amigo, estou apenas de passagem e vim lhe fazer uma visita, mas como estão as coisas, como tem passado e Náin, meu afilhado tem estado bem.

Depois das devidas saudações digo a Rarurg:
A conversa pode se estender meu amigo, mas teria algo de comer, e um bom cachimbo para que a cabeça descase? O que lhe venho contar e perguntar é algo que irá demorar.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:44:35
DERIN:

Com um ar de insatisfação o estalajadeiro, um anão que possui um bracelete de ferro no lugar do braço esquerdo, pergunta-lhe:

"Estou sempre respondendo essas mesmas perguntas a jovens aventureiros e sempre aviso-os dos lucros e recompensas maravilhosos que uma vida de perigos pode trazer {ele diz isso enquanto nitidamente olha o bracelete}, e mesmo assim, afoitos, ignoram-me e só se interessam pelas promessas de fama e fortuna. Porque deveria respondê-lo? não posso mais aventurar-me e todo o tesouro do mundo está lá para vc´s. Eu vivo da venda e bebidas e comidas, se consumir algo talvez possa ajudá-lo"



BENJEN:
Vc passa a noite no acampamento, poucos ficaram com vc, a maioria foi pra cidade, inclusive os outros Cães, apenas Jubelus ficou, dizendo que se sentia incomodado nesta cidade cheia de anões. Pela manhâ vc caminha pela cidade, ouvindo o som de bigornas e martelos, a cidade possui um cheiro forte de ferro e de outros minérios. Sua busca por um templo de Cruine o levou até uma pequena elevação,que por indicações de algumas pessoas os humanos costumavam enterrar seus mortos. "As pessoas se esqueceram dos deuses nessa cidade, as promessas de riquezas pela extração do ferro, corromperam as pessoas, tomando-lhes todo o tempo." diziam algumas, "Os anões não cuidam dos seus mortos como nós, eles os levam para as cavernas nas montanhas e sabe se lá o que eles veneram na escuridão da montanha" diziam outros.

Na elevação, vc encontra um pequeno cemitério e um humilde templo de cruine, utilizado para todos os serviços necessários aos mortos, praticamente num único cômodo. Um jovem sacerdote o recebe:
"Bom dia, em que posso ajudá-lo?"

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:51:30
GLÓIN:

Ele lhe dá um abraço camarada e o guia até sua casa:

"Venha, minha humilde casa ainda pode lhe servir um bom porco salgado e lhe oferecer um fumo de qualidade, ah, isso ainda temos! Vou pedir que Najila lhe prepare um bom jantar enquanto fumamos e bebemos um pouco. Náin, está bem, está nas montanhas, chefiando um grupo de mineradores, ele tem o talento do pai, mas é menos tolerante com os humanos do que eu e adora uma boa briga como vc!

Por estar de passagem, temo que sua estadia será curta, e pela forma forma que fala, duvido que o que vem me contar sejam as histórias de glória e honra do teu palácio de pedra"


Vc´s entram na casa dele, apesar de localizada na cidade, uma necessidade para o líder da Liga, Rarurg manteve todos os traços possíveis da cultura anã. num cadeira localizada na sacada de sua casa ele lhe serve um bom fumo, senta-se, balança um pouco na cadeira e então diz:

"Então amigo, o que tem para contar-me, pode iniciar, pois o porco salgado de Najila ainda vai demorar um pouco"


[OBS: ESSE EVENTO ACONTECE NA NOITE ANTERIOR, ANTES DE BENJEN SAIR PELA MANHÃ, AINDA AGUARDO A DECISÃO DE SAM SOBRE O QUE VAI FAZER]

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 15:55:47
GLOIN:

Como vc disse que iria a noite, assim que chegaram em Lubliana, para a casa de Rarurg, vc chegou na casa dele a noite, e pode ter a sua conversa agora, livremente, como vc achar melhor, se quiser só pular a cena, pode me avisar tbm.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 18 de outubro de 2011 16:05:45
faço o comprimento da ordem de Cruine e digo:

Que Cruine nos guarde em nossa passagem, irmão...Bom dia, sou Benjen Stark, vindo da Muralha Goguistá. Estou de passagem pela cidade, e como não tenho nenhum compromisso, vejo-me na missão de fazer algo para meu deus. Gostaria de ajudar-lhe até o meio-dia, pois é quando minha comitiva sairá. Tenho a sua permissão?

caso sim, falo de minhas experiencias na Muralha, porém não menciono sobre a minha ida a Seviala.

(oof: é hoje que a caravana parte, não é?)

Enviado por: Ares - terça-feira, 18 de outubro de 2011 16:06:14
Ao perceber que o estalajadeiro olha para o bracelete e fala comigo de forma a mostrar que a busca de fama e fortuna não levaria nada respiro fundo e decido que falar ao nobre anão a verdade seria a melhor forma de conseguir informações.
-Se considera minhas razões bobas digo o contrario,dinheiro e fama não me interessam de grande forma,poderia pra fazer tal ir para outras Terras.Mais tenho algo que me prende neste lugar até que siga pra Verrogar,poi lá poderia encontrar as informações que preciso pra fazer justiça ao meu tutor que foi morto,devo descobrir quem fez isto e seus motivos,para poder manter a honra de minha família e daqueles que me ensinaram durante meu percusso pelo mundo.
Coloco as mãos juntas encostando no meu rosto e penso nos momentos bons em que vivia com meu mestre,mesmo quanto ele era duro comigo.
-Meu mestre Hartoz foi morto por um guerreiro e caminho pra Verrogar com o proposito de achar o paradeiro deste além de encontrar um velho amigo de meu mestre que poderia me ajudar.A unica batalha que pretendo lutar nesta chamada aventura será contra aquele que deu fim a vida de meu mestre e mesmo que perca minha vida nesta valerá a pena pois morrerei lutando.Então se não quiser me dizer a informação que me ajudara a cumprir aquilo que prometi no tumulo de meu mestre,de buscar a justiça contra aquele que o matou entenderei,mais isto não fará eu parar minha busca,só colocará mais dificuldades em meu caminho.Então eu peço-lhe que me ajude nesta jornada pessoal.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 18 de outubro de 2011 16:08:05
Caro Rarurg, estive eu em minhas andanças e fui ferido e tive de ir a Magiara,mostro as cicatrizes acima do olho esquerdoe lá conheci um comerciante de nome Fereld, ele me disse que indo até Seviala, encontraria um elfo, com um anel do material encontrado onde Kildrak tinha sumido, então me juntei a uma caravana, a qual não sinto prazer em segui-la, mas é preciso dou uma tragada no cachimboesta companhia é chamada de Cães Verrogaris, e creio que seu nome a precede, e gostaria de saber o que me diz dela, pois quando mencionei teu nome a Jered, este me pareceu surpreso.Mais um trago.Quanto ao elfo se pudesse me esclarecer...

Dou uma pausa para Rarurg responder e retono:
na caravana conheci um sacerdote de Cruine, o qual me agradou a companhia, chama-se Benjen, e durante uma conversa, disse-me que uma raça inferior do sul de Sek...Sek... de homens-crocodilo, e elfos sombrios, o que suspeito serem inferiores até mesmo a elfos, esta por estas paragens, Rarurg, não ouviu nada sobre isso?

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 17:43:38
BENJEN:

Ao perceber que vc é tbm é um devoto de Cruine, o jovem, se intimida, tenta recobrar a aparência e com um gesto do braço lhe oferece a entrada:

"Perdoe-me, meu senhor, nunca imaginaria receber tal visita, posso servir-lhe alguma coisa, aqui só tenho pão e água, mas posso ir até o centro comprar algumas frutas.

Não há muito o que fazer aqui, poucas são as pessoas ainda devotadas a algum tipo de culto, principalmente a cruine, ao nosso deus, eles reservam apenas as lamentações de seus entes queridos quando morrem. Portanto, nossa capela é tão humilde, fui enviado pra cá assim que terminei o sacerdócio. Eu me sentiria ofendido de tê-lo aqui fazendo o que é meu serviço e meu passatempo neste lugar, mas se quiser, eu aceitaria de bom grado sua companhia enquanto cuido dos afazeres, gostaria de ter informações do resto do mundo..."


O jovem sacerdote vai dizendo essas palavras, enquanto, o leva para a pequena cozinha na parte de trás da capela, o acomoda numa cadeira e lhe serve um copo de água.

[OFF: A caravana chegou na noite anterior, e vai passar mais uma noite aqui, saindo no segundo dia]

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DERIN:
Com um suspiro de resignação o anão apóia os braços sobre o balcão e olhando em seus olhos diz:

"Escuta aqui filho! Não é uma história triste que vai fazer com que eu me derreta, não vou obrigá-lo a consumir nada, mas que me arrume confusão ou eu chuto seu traseiro daqui até o denégrio. O homem que vc procura, estará hospedado de Jacus, mas os seus homens, que são tão valorosos que atendem pelo nome de Cães, logo estarão aqui, mas eu não me meteria com eles se fosse vc."

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GLÓIN:

Com os olhos esbugalhados ao ouvir sobre os Cães, Rarug fala:

"A vida dos humanos é curta demais para eu acreditar que eles possam se redimir, e este homem, Jered, precisa de umas 3 ou 4 longevas vidas anãs para pagar todos os seus pecados, o homem era um capitão verrogari, assassino, cruel e sanguinário, mas agora parece ter se redimido, mas sabe o que realmente acho dele? Pra mim ele tá fazendo espionagem, ora, veja só, um verrogari comandando uma caravana por marana?? a guerra é iminente por estas regiões, pra mim, ele vai de cidade em cidade, verificando suas fraquezas, além de provavelmente tentar traçar a melhor rota pra chegar a Filanti, talvez o maior opositor do seu reino. MAs, a parte de especulações desse seu velho amigo, nós já tivemos um problema, meu Náin certa vez teve problemas com seus homens, intervi a tempo, mas o alvoroço já estava feito, pra evitar brigas entre os Cães e os mineradores que acompanhavam Náin, aceitei um desafio armado contra ele."

Com um olhar de revolta ele encerra o assunto, bufando com o cachimbo na boca.

"Quanto ao elfo nada sei, mas acho imprudente vc procurar um orelhudo pra falar de minério, se tem a sua frente o líder da liga de forjadores dessa região, diga-me como é este minério e te direi onde encontrá-lo.

Sobre as lendas do sul, nada conheço a não ser o que vc acaba de me contar"

Enviado por: Ares - terça-feira, 18 de outubro de 2011 18:29:25
-Grato nobre anão,espero que as bençãos de Cambu tragam prosperidade a sua estalagem.Agora irei seguir meus caminhos,espero que os seus sejam abertos.Até que o destino nos coloque juntos novamente.
Após me despedir do nobre anão que muito me ajudou,começo a procurar a casa de Jacus,para ver se conseguia falar com Jered e arrumar um lugar em sua caravana.No meu percurso fico com os olhos e ouvidos atentos a qualquer conversa que seja relacionada a Jered ou a caravana.

[Off: Dados pra Observar e Escutar POST EDITADO]

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 18 de outubro de 2011 18:46:56
Foi um erro meu, o correto é:

"estará hospedado na casa de Jacus"

´Jacus é o responsável político pela cidade.

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 18 de outubro de 2011 23:23:04
(off: Samyaza, já tinha tido que ia acompanhar Connor Think Malz se não fui claro, empaquei a minha parte com o do Connor =\)


Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 14:21:12
Estou procurando o infeliz do orelhudo porque me indicaram-no, mas como passei aqui tu meu amigo servirá, o minério metálico era negro e meio esfareloso, quando fui a Saravossa, pude constar em livros que era um metal encontrado em terras onde as areias encontrarm o mar, o que pode me dizer caro amigo?

Dou uma pausa, e prossigo agora em Voz de Pedra:
Rarurg sinceramente não devoto um pingo de confiança nele, agora que me disse isso sobre passar de cidade em cidade faz muito sentido, caso tente alguma coisa, juro que lhe rasgo de cima a baixo, mas poderia lhe manter informado sempre caro amigo se pudesse me fornecer um dos corvos brancos de criação de teu irmão Archibald, dizem que eles sempre levam as mensagens para onde lhes dizemos ir, ao que parece eles entendem.

Tou uma cachimbada e torno para o malês:
Então mantenha seu guardiões de passo de montanha vivos para qualquer aproximação de homens-crocodilos caro amigo. Mas mudando o assunto poderei eu ficar por aqui enquanto estiver de passagem por Lubliana?

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 14:43:32
agradeço ao gesto, curvando-me um pouco e digo:

Não se procupe, irmão. Contento-me com o que tiveres. começo a acompanhar o sacerdote Sim. Percebi que numa cidade de predominacia anã, são raros os enterros tradicionais. Os anões preferem ter seus queridos onde seus corpos se misturam ao material original: A Rocha... Mas ainda sim, a presença de nosso deus é necessaria. Os anões podem até terem sidos criados por Blator, mas é Cruine quem os guia na escuridão da morte.

me sento na cadeira e digo varias coisas que sei, falo de situações no sul, na Muralha e num certo momento falo:

Caro irmão, por acaso sabe algo sobre Irvem Calard, da cidade de Seviala? Ou qualquer acontecimento estranho que ocorreu aqui na fronteira?

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:16:08
DERIN
Quando vc cruzava a porta de saída da estalagem, um trio de homens entrava, rindo e falando alto, eles comentavam o desejo de beber o suficiente hoje para compensar os dois dias de viagem restantes até chegarem a Verrogar, alguns comentavam a saudade de sua terra.

[OFF: Como vc não é da cidade, é relativamente complicado achar a casa de um homem do qual vc só sabe o nome, vc pretende perguntar a alguém por ele, ou vai apenas caminhar pela cidade?]

CONNOR E SAM
Vc´s caminham pela cidade durante a noite, Connor vc a conhece o suficiente para evitar os locais menos seguros até a casa de Baldar. A casa do armeiro fica na parte da vila povoada exclusivamente pelos anões. Caminhar Ao entrar nessas ruas, vc´s passam a ser percebidos por todos, principalmente Sam, é raro ver um pequenino, provavelmente a noticia da presença de um enorme humano e um pequenino chegarão primeiro que vc´s.

Ao chegarem em frente a casa de dois andares, vê-se, no alto uma placa escrita em duas línguas, a voz de pedra e em malês, Sam, vc não só compreende o que está em malês: "A Forja: braço forte, mão amiga". Do alto da sacada, um anão, com uma rubustez maior que a comum aos anões, se debruça na sacada:
"Connor! Connor! É vc meu rapaz! Quando ouvi as pessoas comentarem sobre um "gigante" e um menor do que um anão, jamais imaginaria que seria meu garoto! Espere um pouco, vou descer e abrir a porta, quero conhecer esse seu amigo em miniatura, perto de vc, ele parece menor do que os pequeninos que já vi!"

Ele desce a escada, abre a porta, o abraça, cumprimenta Sam e os acolhe numa mesa, servindo-lhes vinho e carne. Enquanto isso, ele pede que uma jovem anã prepare dois quartos, então ele volta à mesa.

"Então, o que veio fazer aqui? Não se meteu em problemas, não é? As coisas andam esquisitas, apesar das autoridades negarem, os mineradores andam falando de assombrações nas montanhas, os humanos, cedem mais facilmente ao medo e a superstição, e estão evitando certas regiões, com medo dos constantes desaparecimentos, os anões, como sempre, são mais teimosos, mas já correm boatos de um ou outro anão ter desaparecido"

BENJEN
Ao ouvir seu questionamento, o jovem sacerdote dá um suspiro, como que aliviado.
"Acho que Cruine o enviou, meu senhor, agora que questionou, gostaria mesmo de falar-te. Há alguns meses, nem todos os mortos, anões ou humanos, tiveram a possibilidade de ter suas cerimônias fúnebres. Homens e anões tem desaparecido na montanha, os rumores falam de fantasmas ou monstros, mas a verdade ninguém realmente sabe, mas algumas regiões das montanhas, já são consideradas tabu e são evitadas, as explorações chegaram a ser interrompidas em alguns locais. Sei disso, pq algumas pessoas vieram me questionar sobre como Cruine cumpre seu papel nesses casos. Sobre esse que vc falou, nada sei. Ah, ainda há é claro, a ameaça de guerra com o reino verrogar, o que tem se agravado, pois, os boatos assustam e tem diminuído a extração de metal, justamente neste momento, com a guerra tão próxima.

GLÓIN
Na voz de pedra, ele lhe responde:
"Pelos Deuses homem!! É claro que VAI ficar aqui, vc é como um irmão! Quanto aos corvos, tentarei providenciá-los o quanto antes. Do metal que falou, já vi algo semelhante, forjado na forma de anéis para dedos indignos e profanos. Há algum tempo atrás recebemos algumas solicitações, para forjar anéis que deviam possuir uma opala polida e uma estrela de prata sobre ela, entenda isso é segredo e confio a ti, tais homens, mexiam com coisas ´ruins, eles desafiavam a vontade de Cruine! Alguns, diziam, eram capazes de trazer os mortos de volta a vida. só pergunto-me o interesse de um deles em Kildrak.

Mas é claro, esse metal pode ter sido usado pra qualquer outra coisa, pois dizem, há propriedades mágicas nele, é claro que não acredito nisso, a magia que pode haver num minério é apenas uam maior resistência e durabilidade quando comparado com outros.!"

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:25:59
Mas depois que estes homens apareceream e se foram coisas estranhas tem acontecido? Pois uma coisa que aprendi é que nunca uma desgraça ou acontecimento estranho vem sozinho. Não quero apressá-lo, mas poderia ser até o dia depois de amanhã? A caravana sairá cedo.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:34:13
fico pensativo enquanto ele fala sobre os acontecimentos:

[Vejo que o mal assola não só o sul, mas todos os lugares... mas fantasmas e monstros... Criaturas que vão contra o Ciclo.]

Acredite, jovem... o corpo é apenas uma casca que comporta a alma. Cerimonias são feitas para garantir que não haja a profanação do corpo. coloco meu manto, puxo o capuz para tapar o rosto, faço um comprimento e digo Que Cruine o guie... Tu atissou minha curiosidade, irmão. Por acaso pode me dizer onde ocorreu os acontecimentos?

depois que ele me disse saio atrás de Glóin, Connor, Sam...

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:34:53
GLÓIN
Com uma tragada no cachimbo e ainda soltando fumaça pela boca:
"Acalme-se homem, tem andado demais com os humanos, e está pegando seu péssimo hábito de ter pressa, conseguirei sim o que me pediu, mas antes vamos comer um bom porco assado, senão a Najila me mataria! Assim que terminarmos, mandarei um emissário falar com Archibald. Quanto a fatos estranhos, isso sempre acontece, agora uns humanos frouxos ou cansados do trabalho nas minas espalham boatos de assombrações, o que é um absurdo"

Enquanto vc´s se levantavam a porta da cozinha um jovem anão, vigoroso e sujo entra, vc o reconhece como o jovem Náin:

"Boa noite papai, alguma novidade sobre as negociações com Jacus? Outro humano desapareceu, e alguns anões começam a falar sobre recusa em trabalhar até que alguma coisa seja feita!"

O jovem o observa, como quem o reconhece, mas não se recorda muito bem.

"´Glóin, é vc???"

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:37:02
BENJEN
Com um olhar de lamentação ele diz:

"OS boatos vem dos mineradores que escavam sob a montanha, dizem que alguns dos corredores são assombrados, e quem ousa entrar desaparece.É o que eu sei."

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:43:44
Se pudesse ficar somente entre os nossos não sairia, mas vamos ao porco assado de Najila, o cheiro está excelente. Mas quanto as assombrações, mesmo sendo lorotas humanas, gostaria de confirí-las.

Quando na cozinha estou e nela entra Náin, lhe respondo a indagação:
E quem mais seria, de cá um abraço em seu padrinho e me conte o que tem de novo.

Me sento e espero pelo porco.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:48:54
Não se lamente pelas mortes, irmão. Há coisas que não há como ser evitadas. Farei o que estiver a meu alcanse para que o Ciclo não seja interferido. E quer um conselho? Boatos são um começo da verdade. Não os ignore completamente. dou uma pausa Você disse que estes boatos são vindos dos minerados, certo? Então certamente que O Líder da Liga dos Forjadores sabe onde são os focos dos incidentes... Pode me dizer onde fica a casa do líder?

(off: samyaza, acho melhor eu esperar um pouco os outros adiantarem até minha parte pois agora eu irei procura-los mas eles estão interpretando ainda o dia anterior. por isso irei esperar um pouco, ok?)

Enviado por: Ares - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 16:55:40
Ao ouvir os homens falando sobre chegar a Verrogar desconfiava que aqueles fossem os tais cães e a conselho do estalajadeiro prefiro não me encaminhar a falar com eles,não enquanto ouve-se outras opções.Ao não saber direito como achar a casa de Jacus,resolvo perguntar há alguem nas ruas da cidade como chegar a casa de tal.

[Off:Que horas são por alto?]

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 17:35:09
Ao observar o anão na varanda, logo grito com um largo sorriso no rosto - Baldur, tem tempo pra receber um conhecido? - Espero-o abrir a porta e entro na sala. Cumprimento-o e o apresento ao pequenino. - Esse é Sam o conheci em Magiara, e desde então tem viajado comigo - Faço então uma pausa, e torna a falar em tom de zombaria pois não se considerava um Filantiano - Dizem que todo Cavaleiro Filantiano precisa de um escudeiro, eis ai o meu.

Depois de estar sentado confortavelmente - Nenhum problema que eu não possa resolver. O que está me dizendo, que depois que eu parti, apareceram assombrações?! Hahahaha... Não está dizendo isso para que eu volte para te fazer companhia não é?

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 19 de outubro de 2011 18:23:29
Ao encontrarmos o anão, faço uma enorme reverência e falo:

- Prazer senhor, sou Sam, o pequenino! Connor fala muito bem do senhor, e estou lisonjeado em conhecê-lo!

Quando o anão fala dos relatos, falo:

- Assombrações! Ta ai uma coisa que nem meu pai viu nas suas aventuras. Mas a quanto tempo tem acontecido isso? Mesmo parecendo supersticioso, já não deviam ter verificado?

Dou uma pausa e pergunto:

- Senhor, o que tem escrito na porta da sua casa? Não entendo a língua da pedra.

Olho ao redor, observo como é o interior da casa do anão.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 20 de outubro de 2011 16:44:56
GLÓIN:
O jovem anão não se incomoda por estar sujo, e vai em sua direção dando-o um caloroso abraço.

"Como está o sr? Quantas saudades, ainda me deve a promessa de levar-me para conhecer os palácios de pedra do norte. O que veio fazer aqui? Vai ficar muito tempo? Teremos ação dessa vez ou é apenas um passeio?"

Com o sorriso Rarug reprende o jovem:

"Vai entupi-lo de tantas perguntas que não sobrará espaço para o porco assado, seu padrinho mal chegou, depois vc o atormenta com suas perguntas, agora vá banhar-se enquanto sua mãe serve a mesa e desça logo pra jantar, não faça seu padrinho esperar"

Virando-se para vc ele continua:

"Ele está na idade da rebeldia, seu braço anseia por manejar um machado e não mais uma picareta, tem a aventura no coração e não sei mais até quando vou conseguir segurá-lo."

Enquanto ele falava, Najila, sua esposa, começar a por a mesa, o cheiro do porco amplia seu apetite. Em laguns minutos Náin desce e todos vc´s sentam-se a mesa, como tradição Najila e Náin permanecem calados enquanto vc´s conversam.


BENJEN:
Com um ar de preocupação o jovem responde:
"O chefe da Liga é um anão chamado Rarug, ele mora próximo ao centro da cidade, sua casa é um sobrado grande, na região povoada exclusivamente por anões, no centro da cidade, se perguntar, lhe indicarão a casa correta, vão achar que vc deseja comprar alguma coisa. Mas, diga-me, o sr. não pretende ir até as montanhas não é mesmo?"

[OFF, SIM VAMOS AGUARDAR OS OUTROS AGORA]


DERIN:
Já se passava umas duas horas desde o anoitecer quando vc cruza com os homens entrando na taverna, caminhando pela rua vc percebe que a cidade é bem movimentada, ao ver um homem, cruzando a rua com uma cesta na cabeça vc o questiona, e ele diz que sabe onde fica a casa de Jacus e que pode levá-lo lá por uma ou duas moedas.


CONNOR e SAM
Com um largo sorriso ele lhe responde Connor:

"Se esse é teu escudeiro, já temo quando aparecer aqui com uma montaria, não quero ofendê-lo pequeno amigo, mas Connor tem as pernas e braços grandes demais e suas armas acabam sendo sempre mais pesadas do que as normais, o que dificultaria até mesmo um jovem escudeiro humano. Quanto as assombrações, que anão vc acha que sou pra querer segurar alguém aqui com fantasmas, se quisesse que ficasse, ordenaria-lhe e negando-se eu lhe daria palmadas, como sempre fiz quando aprontava uma das suas."


Virando para vc enquanto pega um pedaço de carne e mastiga Sam:

"O prazer é meu em ver alguém ajuizado perto desse mamute, como disse, de grande ele tem as pernas e os braços, seu bom senso é menor do que o de um orco. As assombrações apareceram há menos de dois meses, mas já temos relatos suficientes pra deixar os outros com medo. Sim, era pra ter sido verificado, o problema é que há uma disputa na liga, Vardem, o líder chefe conspiração, pois, todos sabem que Vardem que o lugar de Líder, então sempre que o assunto é levado a Jacus, acaba com os dois discutindo, quando não puxando as armas um pro outro, nisso tudo, Jacus fica a favor de Rarurg, pois ele sabe que se Rarurg deixar de se Líder da Liga, ele perde o apoio político dos anões, e enquanto isso, os homens, humanos e anões, continuam a desaparecer."

"Ah sim a frase, é só uma tradução do que está escrito em malês!"



Enviado por: Ares - quinta-feira, 20 de outubro de 2011 18:22:16
"Não é um pagamento muito caro dependendo do que eu for ganhar e se conseguir meus objetivos."
-Ok,me leve para e quanto chegar de pagarei.Mais só de pagarei no local final,e se tramar algo contra é melhor desistir antes de tentar.Então aceito sua proposta.-E falo descontraidamente-E para não ficar o silencio durante nossa travessia me fale um pouco da cidade senhor.Adoraria ter uma boa conversa.
Quanto ele estiver pronto para me levar,coloco o capuz sobre a cabeça,confiro meu gladio e meu punhal no cinto e sigo o homem.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 20 de outubro de 2011 19:48:53
Respondo as perguntas de Náin, enquanto estamos comendo:
Me impossível é meu estado de espírito e físico. Estou de passagem e não ficarei por muito tempo, se teremos ação dependerá de onde formos amanhã, e quanto a te levar para o norte, em breve, nós vivemos muito, HAHAHAHAHAHAHAHA.

Quando Rarurg me fala sobre o ímpeto de Náin digo:
Eele é jovem enquanto quiser ficar aqui voê irá conseguir segurá-lo, mas quando chegar a hora de sair nem guardas de eleite o deterão, esta no sangue Rarurg, que corre na veia de nosso povo!

Depois de um tempo falando com Rarurg, me viro a Náin e digo:
Náin quando chegou, disse que MAIS um humano tinha sumido, e que os nossos não queriam me atrapalhar, e teu pai me disse que alguns culpam assombrações, o que vem a ser isso? Diga-me mais especificamente.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 20 de outubro de 2011 20:05:15
Após Baldar terminar o comentário, tomo um copo de vinho e falo - Sam, tem medo de assombrações? - Espero um momento para que ele responda e torno a falar - Pois pela manhã procuraremos, Jacus, e ofereceremos serviços de "caça fantasmas" - Pausa para rir do trocadilho. Hahaha... - E dependendo da quantia que o regente oferecer, nós entraremos nas cavernas e descobriremos o que está acontecendo. Mas antes, precisaremos achar Benjen, teremos mais respaldo se o sacerdote estiver conosco - Come um pedaço de carne - O que acha Sam?

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 20 de outubro de 2011 22:38:37
- Não tenho medo mestre Connor! Além do mais, será uma ótima experiência e será ótimo contar isso para meu pai! Estou a completa disposição!

Quando Connor falo sobre Benjen, digo:

- Realmente, será melhor se tivermos a companhia de Benjen. Sacerdotes são figuras importantes para esse tipo de coisa.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 14:47:13
dou um suspiro e digo:

Mortes estão acontecendo... Não só irei lá, como farei o possível para libertar essas almas do tormento. começo a sair para a casa de Rarurg, mas antes olho para trás e digo Lembre-se, irmão... os sacerdotes de Cruine, não temem a morte.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 17:18:15
DERIN:

Carregando a cesta de pão sobre a cabeça o homem começa a falar:

"Não há muito o que dizer sobre Lubliana, pelo menos nada que seja tão interessante. A cidade é famosa por sua extração de minério das montanhas e a fabricação de armas a partir do minério extraído. Sua fama só é possível pq ela reúne como população anões e humanos, quase que, na mesma quantidade, brigas entre as raças acontecem sempre, até mesmo s Liga dos Forjadores tem sua disputa, entre o anão Rarurg e um homem ganancioso chamado Vardem. Garurg é o líder atual, mas todos sabem que Vardem almeja o posto e pra isso ele conta com a ajuda de Baldur, um outro anão influente da liga, alguns dizem, que Baldur quer apenas enfraquecer a força de Rarurg para então assumir o cargo e passar a perna em Vardem, afinal, os anões não vão respeitar um não anão, o prefeito, é claro, sabendo disso, apóia Rarurg.

Diz-se que os mineradores tem fugido das minas nas montanhas com medo e assombrações, eles dizem que alguns mineradores tem desaparecido, mas o prefeito diz que é boato, com intuito de enfraquecimento político, a verdade é que independente de ser boato ou não, os ânimos estão exaltados e as brigas tem aumentado."


GLÓIN:

Olhando para Rarurg, com olhar de quem espera aprovação, ele começa timidamente a falar:

"Há algumas semanas os mineradores humanos começaram a dizer que viam coisas se movendo nas minas, vultos, sombras e sons estranhos, é claro que nós desdenhamos, mas um dia, um grito ecoou pela mina, sendo ouvido até pelos anões que trabalhavam em outra região, fomos todos olhar, mas nenhum sinal, a não ser as ferramentas de um dos mineradores, nenhum rastro foi deixado. Desde então o medo se instalou, e outros tem desaparecido, parece-me, pelas minhas contas que já se passam de 10 humanos, por isso, eles ameaçam interromper o trabalho, até que a situação se resolva.

Entre nós, anões, nenhum desaparecimento, mas um ou outro anão já disse ter visto ou ouvido alguma coisa estranha, na última semana, decidi selar uma das passagens, e estamos agora dividindo o mesmo espaço de trabalho com os humanos, o que não tem dado muito certo.


Com um ar de desdém Rarurg diz:

"Não seja ingênuo Náin, essas histórias não vão assustar Glóin o suficiente para tirar-lhe o sono, vc apenas quer que estas coisas estejam realmente acontecendo pois a pedra e a picareta já não mais lhe agradam. Agora vamos deixar seu padrinho dormir, se bem o conheço, ele vai querer conhecer as minas amanhã"


CONNOR E SAM:

Baldur com um sorriso diz:

"HÁ! Parece-me que de pequeno vc só tem a estatura Sam, sua audácia e coragem se igualam, se não superam ,a de Connor, mas aceitem dois conselhos deste velho forjador, primeiro: suas lâminas serão inúteis contra os fantasmas que habitam as minas. Segundo: ninguém parte pra uma aventura sem antes uma boa noite de sono, então, vou mandar preparar-lhes o quarto, ficarão aqui esta noite."

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 17:24:45
Esta bem certo caro Rarurg, quero dormir uma boa noite de sono, pois amanhá Náin, você me levará até as minas.

Me levanto e digo:
Poderiam me levar ao aposento ond eirei dormir.

Subindo as escadas digo:
Boa noite a todos.

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 18:15:45
- Hum, será ótimo dormir sobre um teto. As noites na companhia dos cães verrogaris, foram difíceis para meu sono, aqueles animais são barulhentos demais - Levanto-me espreguiçando todo o corpo - Baldur se são mesmo fantasmas o que tem lá, iremos descobrir em breve.

Vou para o quarto descansar. Pela manhã após me despedir de Baldur, vou procurar por Benjen.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 19:10:51
BENJEN:

Mesmo atormentado pelas palavras do jovem sacerdote, vc facilmente chega ao centro da cidade,questinando a algumas pessoas, elas te indicam exatamente a casa da Rarurg, e em poucos minutos vc chega à porta do seu sobrado.


GLÓIN

Amanhece e vc acorda sentindo o calor do sol invadindo o quarto pela janela que ficara aberta, antes mesmo que se lavasse, batem à porta:

"´Padrinho, sou eu Náin, a mesa já está posta, estamos aguardando-o, assim que comermos o levarei até as minas."


CONNOR:

Baldur praticamente o obriga a ceiar com ele, após um farto café da manhã anão, vc e Sam partem para procurar Benjen, onde vc´s pretendem procurá-lo?

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 21 de outubro de 2011 20:05:54
Me levanto e abro a porta dizendo:
Irei me lavar e desso.
Depois de me lavar desco até a cozinha e chegando lá digo:
Bom dia a todos o que temos para comer?
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