Sexta parte - Numa outra taverna, preparativos para a jornada

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Sexta parte - Numa outra taverna, preparativos para a jornada

Mensagem por Samyaza em Seg 07 Out 2013, 00:41

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 17 de novembro de 2011 21:33:29
(Off: Ai gente coloquei uma lista lá atrás dêem uma olhada)

- Muito bem a lista está pronta falta só uns poucos ajustes.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 17 de novembro de 2011 22:04:14
Faço uma expressão mista de felicidade com agradecimento.

De pleno acordo com as condições. Agradeço muito por terem dado a autorização e por todo o tratamento prestado até agora. E se não for pedir muito, gostaria que passasse meus agradecimentos para Lorde Jacus e para o Senhor Rarurg também.

Creio que enquanto conversavam lá dentro, o Senhor Connor e seus amigos preparavam uma lista de equipamentos que seriam necessários, pelo que pude ouvir. De minha parte, acho que só o que poderia acrescentar seriam algumas folhas de pergaminho para os rascunhos e definitivos de minhas anotações pois me restou apenas uma, o carvão para os desenhos, que pode ser conseguido em uma fogueira qualquer e tinta e pena já tenho comigo. Acho que não tenho mais nada a acrescentar. Acredito que minha principal função será mesmo de coletar e anotar as informações que encontrarmos. A lista me parece boa.

Só sugeriria, se não for inconveniente, trocar algumas tochas por Mais algumas lanternas e alguns frascos de óleo a mais.

E fico aguardando com a expressão de grande felicidade.

Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 17 de novembro de 2011 22:27:58
Olho a lista (ou simplesmente lembro do que escrevi) e falo:

- Seria bom ter um pouco de corda. Possuo aqui na minha mochila, mas nunca se sabe. Gostaria de umas luvas também, se não for pedir muito.

Depois, volto a tocar minha gaita animado.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 7:47:47
Muito bem de acordo, é uma lástima você não poder ir Náin, mas quanto ao anão que podemos arrajar seu primoCletus filho de Archibald não toparia vir, ao que seu pai disse ele também conhece as minas. Quanto ao equipamento, um machadinha para mim está de bom tamanho.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 7:53:03
pego a garrafa de vinho na mesa, encho a caneca de Derin e a minha e começo a falar:

Sim... Apesar da coragem, estar preparado é sempre fundamental. mas dou uma mudada de assunto e digo Quanto a aquilo que me perguntou, posso lhe dizer mais... Talvez o brasão que eu disse não seja o do escudo. O de Lorde Stefron Dacanarii é uma hidra cinza sob o verde musgo. E se for diferente pode ser um bastardo dele. É comum os bastardos ainda carregarem o brasão de seus pais, só que em cores diferentes... Não diga que a pista é falsa, caro amigo. Os deuses lhe ajudaram nessa busca por justiça e eu lhe ajudarei o melhor que puder. tomo um gole da caneca.

Enviado por: Ares - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 8:06:14
-Então deve ser isto,pois o fundo pelo que descobri é negro.Mais mesmo que o escudo não seja propriamente desta família,já se torna uma pista útil,pois dai eu me pergunto simplesmente quem ganharia em colocar uma pista falsa contra este tal Lorde Stefron Dacanarii ou um bastardo dele.Um covarde provavelmente,mais um com certa inteligencia.Enquanto não tivermos mais provas e fatos sobre o crime esta conversa não será muito rendável,cada coisa a sua vez.-Penso rapidamente e falo em seguida-Seria muito útil para mim saber com quem vou para a caravana e meus possíveis companheiros nesta arriscada viagem as minas dos anões,já soube pelo estalajadeiro que estes tais de cães parecem ser bastante beberrões e brigões.E vejo que você é um bom ouvinte e conselheiro,que pode ajudar em muito como conselheiro pro grupo e como sacerdote.
"Seria então um filho bastardo deste Lorde Stefron Dacanarri o assassino de meu mestre?Ou um inimigo deste?"

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 8:51:36
- Neste equipamento para escalada já tem muita corda quanto as luvas é possível - Entrego a lista a Jered. - Onde iremos pegar os equipamentos?

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 14:24:18
Muito bem vamos em busca de Benjen. Náin, vá atrás de Cletus, nos encontramos na saída da cidade para as minas.
Vou para a taverna, em busca de Benjen.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 14:35:06
Não estou fazendo nada a mais do que minha sina manda. Nós, sacerdotes, temos de ajudar os outros e esquecer nossas vidas, pois são os deuses que as cuidam. Mas quanto a o que o taverneiro disso, todos nós já sabemos. O povo de Verrogar tem o sangue quente por batalhas. Seria pouco provavel que esta caravana composta inteiramente por verrogaris fosse diferente. bebo um gole Fora os verrogaris, estão juntamente: Glóin Angrenost, um nobre anão vindo de Calco; Sam, um hobbit de Magiara. É muito amigavel... e Connor, um grande guerreiro, da qual foi criado por anões. Quando o ver, seus musculos diram por si só. Todos falaram que me ajudariam a resolver os problemas na minas. Agora devem estar vindo aqui, para nos encontrar e nos levar as minas. Glóin esta com o sobrinho, que é mestre de obras nas minas ou coisa parecida...

Enviado por: Ares - sexta-feira, 18 de novembro de 2011 17:44:57
"Pelo jeito é um grupo minimamente unido pra todos irem nesta aventura"
-Um grupo bem diversificado e espero que forte também,e por final tenho duas grandes duvidas.Como seriam estes elfos sombrios e este sek...sek o que mesmo?E saberia se existe algum templo de Cambu nas proximidades?

Enviado por: Samyaza - sábado, 19 de novembro de 2011 12:58:16
PAMMALA, SAM, GLÓIN E CONNOR:

Jered pega a lista e dá uma breve olhada, ele volta a vc´s e diz:

"Eu cuidarei disso com o lorde, agora vão se preparar e sugiro que levem o sacerdote com vocês, boa sorte!"


Náin muito contrariado responde antes de sair a procura de seu primo:

"Não é justo, conheço aquelas minas melhor que ninguém, meu pai dedica-me mais proteção do que uma menininha da corte possui, sou um anão e sei usar um machado, eu posso ir...!!!"

Ele dá as costas enquanto ainda reclama.


Vou considerar que todos foram à taverna, vc´s se encontram lá, aos que já conheciam Benjen (todos exceto Pammala) vc´s notam que ele conversa amigavelmente com um estranho.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 13:22:55
Entro na taverna e vou logo falando - Tudo pronto para partirmos Benjen - Sento na mesa junto aos dois - Há vejo que tem companhia, sou Connor - Estendo a mão para Derin, depois grito para o taverneiro - Uma caneca de cerveja.

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 19 de novembro de 2011 13:30:12
Me despeço de Jered e acompanho os outros. Ao chegar, fico por perto da mesa, esperando as apresentações, olhando o ambiente, com uma expressão pouco desconfortável (assumo pelo histórico que a personagem não está acostumada ao ambiente de uma taverna).

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 13:35:29
- Ah. Essa é Pammala, ela fará parte da nossa comitiva.

Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 13:36:43
Cumprimento Connor e respondo-lhe.
-Derin a sua disposição,vejo que Benjen não falou da que era um grande guerreiro só por seus atos e também por seu tamanho.Sou um novo integrante da caravana que seguem,e também gostaria de ajudar no assunto das minas que Benjen me falou,se tiverem conseguido um guia anão é claro.
Percebo que uma dama senta-se na mesa e me apresento.
-Derin Stojen,serve de Cambu as suas ordens senhorita.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 13:49:17
Falo para Derin - Benjen disse que eu era um grande guerreiro? Haha, Ele é sempre muito controlado com suas palavras. Sou o melhor que você encontrará por essas bandas, senão do reino - Não espero o taverneiro chegar com a bebida, retiro meu odre de vinho da mochila e tomo um gole.

Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 13:58:57
-Tomara que sua humildade seja tão grande como você,pois se assim for estaremos feitos.-Dou uma pequena risada.

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 19 de novembro de 2011 14:00:49
Quando são feitas as apresentações, respondo sorrindo:

Prazer em conhecer. Sou Pammala Nimloth. Pretendo ser útil de alguma forma na empreitada. Ao menos, farei o possível para não ser um fardo para ninguém. Onde os conhecimentos com que Palier me agraciou, um pouco de magia talvez possa ajudar.


Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 14:06:29
-Já que tocou no assunto,quais são os planos para esta pequena aventura nas minas?Pois gostaria de me integrar nela como já falei com Benjen.Tiveram sucesso em convencer o prefeito?Pois já tinha tentando anteriormente e assim entrei na caravana de Jered.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 14:13:34
- Os planos?? Hum, bem vamos adentrar nas minas até onde der e se acharmos algo que se mova lá, botar para fora aos chutes - Tomo outro gole no gargalo da garrafa e aponto para a elfa - Um golinho senhora?! - Depois volto a falar para Derin - Sim o prefeito nos patrocinará, daqui a pouco Jered chegará com nossa encomenda.

Enviado por: †_Junior_† - sábado, 19 de novembro de 2011 14:20:30
Sorrio animado para o desconhecido e falo:

- Prazer, sou Sam, o Pequenino! Qual seu nome?

Quando falam sobre a grandeza de Connor, falo animado:

- Mesmo com todo esse tamanho e força, mestre Connor como todo guerreiro precisa de um bom escudeiro também!

Depois que Connor fala, digo:

- Basicamente isso mesmo. E trazer com vida os possíveis mineradores desaparecidos.

Depois me aproximo da elfa, sento ao lado dela e falo:

- Nunca cheguei a ver magia de perto. Será uma honra presenciar uma maga em ação, ainda mais uma elfa!

Depois pego minha gaita e toco uma música suave.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 14:25:18
- Haha... Claro como poderia esquecer de você Sam. A proposito comprei uma espada quando ainda estávamos em Magiara, mas acho que ela é muito pequena para meu uso - Retiro a bainha da cintura e estendo para o pequenino - Veja se serve para você.

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 19 de novembro de 2011 14:32:58
Quando Connor oferece a garrafa, fico um pouco sem jeito e peço para o taverneiro ou alguém que atenda e esteja por perto um copo ou uma caneca (garota educada).

Vou aceitar um pouco..

Depois que Sam fala sobre a magia:

Acho que vai acabar presenciando alguma coisa, é quase certeza. Ainda mais se houverem mesmo fantasmas por lá. Mas seria interessante se eles se comunicassem em vez de lutar. Já imaginou o que poderiam revelar de séculos passados? A cultura, o modo de vida, o que realmente aconteceu naquelas épocas?

Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 14:33:03
Vejo o pequenino muito alegre falar rapidamente.
-Ola nobre Pequenino,vejo que fazem uma dupla muito interessante.Acho que precisamos pelo menos nos organizar para não atacarmos um ao outro por algum acaso na mina.E será muito útil uma maga,já que meus pequenos poderes mágicos possivelmente não vão funcionar fora do contado com a natureza.

Enviado por: †_Junior_† - sábado, 19 de novembro de 2011 14:48:02
(se a arma que Connor ofereceu for um gládio...) Pego a espada com olhos brilhando e digo:

- Muito obrigado Connor! Ela com certeza serve.

Quando a elfa fala sobre o passado, digo com interesse:

- Realmente seria algo fantástico. Dizem que a informação é a arma mais forte num combate. Conhecer melhor sobre o passado nos dá informações de como agir e evitar problemas no presente.

Dou uma pausa e pergunto:

- Além dessa empreitada, já descobriu algo em outro lugar sobre o passado elfa? Parece ser muito interessada nisso.

Volto a tocar a música suave na gaita.

Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 14:56:40
Termino meu desejum caso já tenho sido entregue enquanto ouso os outros falarem.
"Bela musica do Pequenino,mais será uma boa ideia entrar nesta aventura com um pequenino alegre,uma elfa de certo modo esnobe e um guerreiro forte fisicamente mais que não se prepara pro combate antecipadamente?Pelo menos acho que até agora posso contar com Benjen que parece ser mais precavido de todos até o momento."
-Quanto partiremos pras minas?Alguma ideia?

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 19 de novembro de 2011 14:57:39
Para Derin, digo num tom simpático:

Como eu disse, vou procurar ser de tanta ajuda quanto puder. Em situações de perigo, quanto mais pudermos somar, maiores serão nossas chances.

Depois, respondo para o pequenino:

Eu, ainda não. Minha pesquisa até hoje foi sempre em bibliotecas e com meu mestre. Mas todo esse conhecimento que está nos livros vem de explorações de locais antigos. Cheguei até a ter em minhas mãos um livro no qual o autor falava ter explorado e desvendado os segredos de lugares como a Ponte de Palier, o Domo, o Campo Branco. Mas era apenas o primeiro tomo e ainda assim se perdeu em um incêndio. Nunca mais encontrei outro livro desse autor.

Meu mestre disse ter chegado a algumas conclusões também, mas preferi ir estudar e depois comparar as minhas com as dele.

Hoje, depois de alguns estudos, pretendo começar pelo Lar. Li e ouvi coisas muito interessantes sobre o lugar na Biblioteca de Saravossa.

(Off: Ela não é esnobe, só um pouco imatura e inexperiente. Tem só 25 anos, é pouco mais que uma adolescente para os padrões élficos pelo que entendi. Acho que passei a imagem errada.)

Enviado por: bcsaulo - sábado, 19 de novembro de 2011 16:47:50
(off: Na verdade não é um gládio é uma espada comum, mais tipo se vc colocou pontos em CmE, você saberá usá-la também).

Respondendo a Derin - Partiremos logo que os equipamentos e o guia chegar.

Enviado por: Ares - sábado, 19 de novembro de 2011 20:06:45
-Otimo então.-Derin volta a terminar seu desejum.
(Off:Foi como Derin percebeu ambos,o que não significa que sejam assim,sabem aquela primeira impressão?Então,foi esta.
Quanto a parte do precavido não foi em relação as armas que usa e sim ao conhecimento do local,algo que Derin preza até um pouco demais do que o normal,a situação é um pouco ameaçadora e ele acha que com uma grande preparação pode evitar eles.Espero que a visão do personagem tenha sido compreendida Feliz )

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 19 de novembro de 2011 23:55:10
Fico pensando um pouco e então levo a mão à cabeça.

Ah, que coisa... Será que ainda temos tempo para desenhar um mapa das minas? Qual é o nome, Ah, sim. Náin. Disse que conhece as minas como ninguém. Poderia passar como é. Eu poderia fazer esse mapa. Que boba fui em não pedir naquele momento... Será que ainda temos tempo para isso?


Enviado por: Ares - domingo, 20 de novembro de 2011 0:25:55
-De uma parte da mina talvez,ela toda será difícil.Minas anãs são muito complexas pelo que sei.-Penso um pouco-Mais se for falar com ele agora talvez de pra fazer a entrada da mina.Agora verei se existe um templo a Cambu na cidade com o estalajadeiro.
Me dirijo ao estalajadeiro e pergunto.
-Saberia se existe um templo de Cambu por perto?
Caso a resposta seja positiva me informo com o estalajadeiro como chegar ao local e parto.
Caso seja negativo volto a mesa e me encosto na cadeira frustado.

Enviado por: arabedoido77 - domingo, 20 de novembro de 2011 1:33:42
Me levanto.

Alguém me acompanha? Não o conheço e talvez ele mostre mais boa vontade se alguém conhecido estiver lá para ajudar a convencê-lo. Ele pareceu bem desapontado quando soube que não poderia ir lá conosco.

Enviado por: Samyaza - domingo, 20 de novembro de 2011 13:37:20
OFF:

Pessoal, vamos dar uma segurada pq Gloin e Benjen ainda não postaram,mas eu tenho uma postagem nessa cena, não será preciso que vc´s saiam da taverna novamente, náin e seu primo chegarão assim como Jered com os equipamentos,aí poderemos ir direto pras minas caso ninguém mais queira fazer alguma coisa antes, peço só um pouquinho de paciência, ok?!

Enviado por: Vercenorax - domingo, 20 de novembro de 2011 18:13:17
Puxo uma cadeira e me sento:
Eu sou Gloin, filho de Groin, do clã Angrenost de Torojai. Eu já estou lhes advertindo foi dada A MIM o comando nas minas, e quanto aos fantasmas, se existirem e forem capazes de serem mortos, serão mortos, e fim de papo, ouviu elfa, e se truques sem que me explique o que é que está fazendo. Não precisaremos de mapas, nossas minas conhecemos muito bem, e Náin já foi buscar Cletus, como disse Jered, iremos dar cabo do que estiver lá e desmentir os boatos, e se forem almas penadas temos um grande sacerdote de Cruine entre nós não é Benjen?!HAHAHAHAHA...

Enviado por: Ares - domingo, 20 de novembro de 2011 18:51:08
-Meu nome é Derin.Então acho melhor acalmar as desconfianças para não nos matarmos antes mesmo de entrarmos nas minas,o que seria terrível e não resolveria nenhum de nossos problemas.

Enviado por: arabedoido77 - domingo, 20 de novembro de 2011 19:03:11
Respondo para Gloin, em tom amigável:

De acordo. Nada de magia sem prévio aviso. A única que posso avisar desde já que possuo é a de lançar uma bola de fogo. Acredito que no calor do combate, não terei tempo para explicar o que estiver fazendo. No mais, informarei exatamente o que for fazer. Se isso o deixar mais tranquilo, não tenho problemas em fazê-lo.

No mais, vivi sempre em floresta. Minas são completas desconhecidas para mim, mas pelo que sei, é a especialidade dos Anões. Assim, não tenho por que não seguir suas recomendações e nem tentar qualquer coisa contra qualquer um. Pode confiar em mim.



Enviado por: Vercenorax - domingo, 20 de novembro de 2011 19:08:09
Sim ,muito bem.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 14:42:05
quando os outros chegam, digo:

Eis os homens, Derin.

ao ver a elfa, levanto-me e cumprimento-a falando:

O milenar povo élfico é conhecido pela sabedoria infinita, não é?! dou uma pausa Me chamo Benjen Stark, patrulheiro da Muralha Goguistá, sacerdote de Cruine.

quando connor senta, falo sem calor:

Grande Connor, vejo que tem um grande dom persuasivo, pois esperav entrar nas minas sem apoio nenhum a não ser o de tochas e dos deuses... claro, e o de meus companheiros. Mas agora vejo que cada vez mais a entrada nas minas é facilitada e o problema poderá ser resolvido com facilidade.

quando Glóin fala dos fantasmas, digo em um tom sombrio e sem calor, colocando as mãos entrelaçadas abaixo do queixo:

Devemos tomar cuidado lá dentro... apesar de não terem essa vontade, almas penadas são perigosas quando estão em tormento... não tem ciencia do que estão fazendo... de ajuda-las...

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 14:45:44
É exatamente por isso que temos, você Benjen, o nosso encaminhador de almas, e desfazedor de tormentos.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:28:05
Correspondo ao cumprimento de Benjem.

Prazer em conhecê-lo Senhor Sacerdote. Sou Pammala Nimloth. Realmente conheço elfos extremamente sábios. Pretendo um dia ser digna dessa fama também. Por enquanto, sou apenas uma humilde e curiosa aprendiz.

Penso um pouco, gepois que Gloin fala:

Realmente, se a melhor solução for destruir os fantasmas sem tentar tirar nenhuma informação deles, fico com a orientação de quem vai liderar a expedição. Ainda mais que minha missão aqui é somente investigar o que acontece lá dentro. O resto é apenas curiosidade pessoal mesmo. Farei meu melhor para que essa minha curiosidade não comprometa a segurança de ninguém.

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:44:11
TODOS:

Enquanto conversam, súbito, uma ave branca invade a taverna e pára bem encima do balcão. A ave que durante o vôo aparentava ser um pombo, ao pousar mostra-se como um corvo, um corvo branco. O taverneireo anão, ao ver a ave, toma um objeto não, parecido com uma marreta mas bem menor e investe pra cima da ave:

"Maldito pombo, vai me cagar o balcão todo!"


No mesmo instante a porta da taverna é aberta por Náin e um outro anão que o acompanha:

"Padrinho, aqui está Cletus e o seu corvo, como me pediu."

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:46:54
olho para a ave e penso:

[ta aí uma coisa que não se ve todo dia.]

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:48:43
MEU CORVO!!!!!!!!!!

Dou um longo assobio estendendo o braço chamo:
Röac, venha a mim.

Quando Cletus se aproxima digo:
Salve Cletus, filho de Archibald, é um prazer revê-lo! Muito obrigado pelo corvo agradeça a seu pai.

Me viro e digo a todos:
Este é Cletus, primo de meu afilhado, o nosso guia de hoje.

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:52:37
- Bem, agora só falta Jered e então poderemos ir para as minas - Falo na voz da pedra - Bem vindo ao grupo Cletus - Levanto meu odre de vinho acima da cabeça e falo - Sente a mesa e peça um copo, vamos aproveitar enquanto podemos.

Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 15:59:50
Olho fantasiado para o corvo e me aproximo tentando fazer um carinho na cabeça do mesmo.


Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:01:53
TODOS:

Cletus é um anão do porte de Glóin, bem robusto e forte, traz consigo um martelo, está vestindo calças comuns e uma camiseta aberta na frente, seus cabelos são curtos e castanhos, apesar de bem desgrenhados, ainda não possui barba, apenas um longo e espesso bigode que quase cobre-lhe toda a boca, seus olhos são negros e profundos.

Ele cumprimenta a todos:

"Um bom dia a todos vocês, Glóin, meu primo e senhor, pediu-me que os guiassem pelas minas e cá estou para cumprir meu dever."


Assim que Connor encerra sua frase, a porta se abre novamente, Jered com um sorriso, ainda da porta gita, nitidamente bêbado:

"Não falta mais ninguém meu amigo de grande estatura, eis que surge Jered, o Cão Verrogari! Taverneiro, não quero saber se tem apenas uma mão, sirva-nos rapidamente um copo de seu melhor vinho ou cerveja para cada um dos meus amigos, deixe que escolham o que querem beber!"

Ele se aproxima, faz uma reverência cavalheiresca à Pammala curvando-se para beijar suas mãos e ao se recompor apóia cada uma das mãos no ombro de Glóin e Cletus e diz:

"O material está lá fora, terminem seus afezeres e partam o quanto antes!"

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:06:16
Uma caneca de hidromel, caro taverneiro.

Vendo o interesse de Sam no corvo digo:
Pode tocá-lo Sam, ele irá nos acompanhar.

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:08:58
- Mais alguns minutos e iriam precisar de uma carroça pra me arrastarem para dentro da caverna. QuanTo a bebida vou levar um odre extra na sua conta Jered nunca se sabe quando irei ficar sem - Vou até lá fora verificar o equipamento e ver se tem tudo o que pedimos.

Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:15:17
Falo ao anão:

- Ele é bem bonito, mestre Glóin.

Olho para Jered todo bêbado e falo:

- Pelo visto não é só Connor que exagera na bebida.

Depois viro ao taverneiro e digo:

- Um copo de vinho, por favor.

Depois saio junto com os outros.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:15:55
vou lá fora e quando vejo tudo me surpreendo:

O que é isso tudo?

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:24:13
Sim e será, um bom corvo para carregar menssagens, além do mais, ele pode aprender a falar!Bebo o hidromel e saio e espero à porta junto aos outros.

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 16:32:18
- Isso Benjen é o que vamos precisar - Procuro na carroça a cota de malha enquanto falo - Pedi uma armadura para você, já que não estava lá para escolher algo que o agradasse.


Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 19:53:14
Ao ver o corvo:

Que bela ave! quando é que essas andanças pelo mundo vão parar de me surpreender? Disse que ela pode aprender a falar? Me conte mais sobre isso. Nunca havia visto algo assim.

Fico sem jeito com o cumprimento de Jered.

Peço uma caneca de vinho e ao terminar, agradeço a Jered pela bebida acompanho o grupo para fora.

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 20:04:32
Encosto-me na parede do lado de fora da taverna com o corvo no braço e digo a Pammala:
Estes corvos, são mais inteligentes que os outros negros, existem poucos anões que ainda os criam, meu tio materno em Virena, também cria destes animais, só que os dele são menores que estes, e destinados a mensagens pelos túneis; estes de Archibald são maiores e podem levar mensagens por longas distâncias, bem como não são fáceis de serem pegos por flechas, falcões e outras coisas. Estes animais obedecem ao primeiro nome pelo qual é chamado, por isso seu criadores não dão nomes a eles, simplesmente assobiam. O meu se chama Röac.

{Off: Mestre posso interpretar pelo corvo?}

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 21 de novembro de 2011 20:39:03
Pergunto a Gloin:

Ele é manso? Pode ser tocado? Maravilhoso! Quando voltarmos, se me permitir, gostaria de desenhá-lo, para mandar para meu Mestre. Com certeza ele ficaria maravilhado em ver algo assim. Realmente lamentável que a criação dessas belas aves seja uma arte em declínio entre os Anões.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 22 de novembro de 2011 7:51:02
Sim ele é manso, pode tocá-lo, como Sam fez. Também permitirei que o desenhe, tudo que provém dos Filhos de Blator é digno de ser registrado.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 22 de novembro de 2011 8:10:14
Acaricio o corvo, conforme o Gloin permitiu.

Com certeza será registrado algo tão belo. Pena que agora não teremos tempo para isso. Mas depois de nossa incursão às minas, o farei com calma para que fique perfeito. E imagino que poderei fazer também alguns desenhos e anotações sobre as minas também. Os maiores orgulhos dos Anões imortalizados tanto na pedra, como nas páginas da História.

Por acaso, nunca havia lido nada sobre essas minas. Será que serei a primeira a registrar algo por escrito sobre elas?

Enviado por: Ares - terça-feira, 22 de novembro de 2011 9:44:11
Cumprimento todos que chegaram e me volto as atenções pro corvo.
-Parece-me uma ave magnifica,pode-nos ajudar e muito em algum caso alarmante.Diga-me Gloin,como anda o treinamento de tão belo animal?
[Off:Não pude entrar ontem por alguns motivos,espero não ter atrapalhado em nada]

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 22 de novembro de 2011 11:12:39
O treinamento é certo que estaja terminado, nós só damos e vendemos os corvos para aqueles que são dignos de confiança e com o treinamento terminado, aos portadores só resta dar nome a ave.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 22 de novembro de 2011 11:27:00
vou até a carroça, pego a cota e começo a vesti-la:

Obrigado, Connor. Isto ajudará.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 22 de novembro de 2011 12:45:40
TODOS:

Os que vão até o lado de fora verificar os equipamentos são acompanhados por Jered, que com uma caneca na mão fala:

"Percebam que Jacus sabe ser solicito quando a ocasião lhe convém, ele não poupou esforços e moedas para arrumar tudo isso, e saibam, que em segredo, ele está organizando uma comemoração, caso vc´s voltem com vida, para recebê-los e tive a oportunidade de provar do vinho que será servido e podem ter certeza que é um dos melhores."


Os que ficam na taverna, Náin vira-se para Glóin e diz:

"Meu padrinho, seus amigos parecem estar satisfeitos com as gentilezas de Jacus, mas meu pai não gosta desse homem bêbado que está entre vc´s e eu tbm não, me incomoda sua postura de festejador, sua fanfarronice ofende as mortes que já ocorreram nas minas e ele comemora algo que ainda nem aconteceu, precipitado como tudo humano que conheço. Enfim, sugiro, aliás, peço-lhe, que convença seus amigos de partimos já!"

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 22 de novembro de 2011 13:35:15
Vou até a carroça e pego minha luvas novas, viro para Jered e falo:

- Agradeça por mim pelas luvas! Elas servem muito bem.

Depois, fico tocando minha gaita, enquanto aguardo o grupo partir.

(off: Samyaza, a espada que Connor me deu pode ser um gládio? porque para pequenino usar espada normal, precisa usar as duas mãos. O gládio só precisa de uma mão mesmo ^^')


Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 22 de novembro de 2011 14:45:02
Sussurro a Náin:
Náin, a partir do momento que teu pai falaste de como o desconfiava, sinceramente passei a notar algumas coisas peculiares em Jered, no caminho, era muito quieto e silencioso, mas veja como esta. Estranho.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 22 de novembro de 2011 14:52:14
Começo a retirar o material da carroça, coloco uma das mochilas as costas pego o machado de batalha e penduro no cinto - Uma festa se voltarmos, HAHAHA... Ele ainda duvida? Saíremos de lá sem nenhum arranhão - Pego as botas NOVAS e calço-as, abro o odre de vinho BOM dou um cheiro e guardo no cinturão junto aos meus dois machados, o berrante fica no cinto também, seguro o escudo grande pela sua haste, dou uma verificada em seus detalhes e penso - "Ótimo, como eu queria, será fácil se livrar dele quando precisar das duas mãos livres" - Pego os papiros e estendo a elfa - Suas folhas Pammala - Pego machado e falo - Glóin seu machado, leve também uma dessas mochilas - Arremesso pra ele - E quanto a ultima mochila quem se encarregará?

(Off: Thiago o escudo veio do jeito que eu queria, tipo sem as amarras para o braço e com uma haste pra poder segurar e soltar?)

Enviado por: Ares - terça-feira, 22 de novembro de 2011 14:56:04
Vejo que os anões estavam conversando um com o outro.
"Que será que os dois conversam em segredo?Será que planejam alguma coisa contra o resto do grupo por estarem no meio daquela grande intriga pra comandar a cidade e a Liga dos Forjadores?Espero que não seja isto pois não seria nada bom ser atacado nas minas por anões."
[1d20]
Dados pra Escutar

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 22 de novembro de 2011 15:00:42
Quando Connor fala da machadinha digo que já a peguei e ao jogar-me a mochila digo:
Eu não levarei isto, não pedi para fossem trazidas estas coisas.E arremesso a mochila para a carroça.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 22 de novembro de 2011 15:03:14
pego uma mochila em silêncio.
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