Parte 8 - Sobre cavalos e vinhos

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Parte 8 - Sobre cavalos e vinhos

Mensagem por Samyaza em Sex 11 Out 2013, 20:43

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 9 de abril de 2013 0:19:03
Aos homens que me encaram, respondo com indiferença, caminhando levemente. Quando vejo as moças digo para Uther (em élfico):
Venha meu irmão, não é uma boa ideia se manter preso à terra, vamos subir. Traga a garrafa.

Quando a moça se adianta e para em meu caminho, sorrio e digo:
Parece que você sabe o que quer. E acabou de encontrar.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 9 de abril de 2013 8:54:11
Digo a Pammala:

Mil perdões, Pammala, mas acho que vamos ter esperar a celebração acabar. Acho que se interrompermos para ter alguma informação, isso chamara a atenção acho melhor esperarmos.

(off: eu conheço essa celebração? ela é muito demorada?)

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 9 de abril de 2013 14:38:02
Faço um gesto de concordância para Baelor e respondo:

Claro, não chamemos mais atenção do que for necessário. Temos tempo.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 10 de abril de 2013 18:18:04
BAELOR E PAMMALA:
OFF: é uma espécie de "missa de inauguração", pois vc nota um painel atrás do altar ainda está coberto, os cânticos são pedidos de benção aos deuses.

Vc´s ficam parados em frente a porta acompanhando as outras pessoas que volta e meia viram o rosto para ver se vc´s tbm estão orando ou não.

Um dos acólitos que caminhava com o defumador percebe vc´s, caminha até um homem sentado num dos bancos, o homem se levanta enquanto o acólito se aproxima de vc´s, abaixa a cabaça cumprimentando-os e diz:
Olá senhor e senhora, por favor, aquele homem lhe fez a gentileza de lhe ceder um local para que possa sentar-se, poderia me acompanhar?


CALION:
Uther o segue lentamente, incomodado por estar sendo observado.

A moça lhe encara e diz:
Sei exatamente o que quero, mas será que vc o sabe?

Olhando por cima do seu ombro ela diz com um sorriso malicioso:
Quem é ele? É o seu amante?


Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 10 de abril de 2013 19:46:16
Digo a senhora Pammala:

Se a senhora desejar, pode ir. Será até interessante você ver isso. Vê aquele pano atras do altar? Ao que parece estão "inaugurando" algo. Os canticos são parar trazer a sorte e a benção dos deuses. Caso precise de algo estarei aqui mesmo.

Depois falo ao acólito:

Amigo, depois necessito falar com o sacerdote-mor deste templo. Poderia depois me ajudar?

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 10 de abril de 2013 23:12:45
Sorrio e antes que Uther nos alcance respondo:

Você diz isso só porque ele usa saia? Pois saiba que ele nunca foi nem espada e nem bainha. Por isso estamos aqui, dama.

Se ela deixar tento pegar em sua mão e trazê-la para perto de mim dizendo:

Então você é misteriosa? Mas eu percebo sua vulnerabilidade: não resistir à beleza. E digo isso, pois esse também é meu ponto fraco.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 11 de abril de 2013 9:03:39
Comento com Baelor:

Não seria educado de minha parte recusar depois de terem feito tanto para me conseguirem um lugar. Uma gentileza como essa nós devemos agradecer e não recusar.

Faço um gesto de agradecimento para o acólito e se for o caso permito que me conduza.

Quando chegar, se o homem que se levantou estiver por perto, agradeço-lhe pela gentileza e me sento e tento manter a discrição, com cabeça baixa como reverência e acompanho as orações.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 16 de abril de 2013 17:07:51
BAELOR E PAMMALA:
O acólito que ajudou Pammala caminha até o sacerdote que comandava a missa e lhe sussurra algo.

A cerimônia prossegue por mais meia hora. Ao final dos cânticos, segue-se uma espécie de sermão, seguido por outra oração, desta vez silenciosa. No final da oração, os acólitos se reúnem em frente ao altar trazendo consigo 4 bandejas côncavas de metal bem polido, duas delas estão cheias, as outras duas vazias. As bandejas estão dispostas duas a duas, sendo uma cheia e uma vazia de cada lado.

As pessoas que estavam sentadas no banco começam a se levantar das quatro fileiras de bancos e caminham lentamente até uma das bandejas cheia, retiram um pequeno embrulho amarrado com fita colorida, em seguida caminham até a bandeja vazia e depositam ali algumas moedas. Em seguida elas caminham pelo meio do corredor formado pelos bancos e começam a sair.

A cena vai se repetindo e os bancos vão ficando vazios.

Enquanto os seguidores continuam a caminhada até a frente do altar o sacerdote caminha até Baelor e diz, com um sorriso:

Um dos meus acólitos me disse que o senhor gostaria de falar-me, do que se trata?


CALION E UTHER:
A moça lhe estende a mão e se aproxima de vc, passando a mão livre pela sua cintura e puxando-o até que os dois corpos se encostem. Falando no seu ouvido ela diz:
Beleza para mim é um critério, minha fraqueza é outra.

Afastando-se rapidamente ela diz com um sorriso malicioso:
Ficaremos aqui na escada?

Antes que vc pudesse responder um sorriso cínico com o canto da boca surge e ela olha por cima do seu ombro novamente:
Vai trazê-lo conosco?

Quando vc se vira Uther está atrás de vc na escada, segurando a garrafa de bebida e um copo.




Enviado por: Maedhros - terça-feira, 16 de abril de 2013 18:57:21
Digo ao sacerdote:

Não é nada que possa trazer preocupação, mas preferiria que conversassemos mas a sós. A muitos aqui que não entenderiam o que falamos.

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 17 de abril de 2013 1:15:45
Quando ela sussurra penso: que garota abusada. Viveu mais coisas do que eu imaginava. Que linda... Pego novamente em sua mão, enquanto me aproximo dizendo:
Acho que merecemos uma conversa mais privada, não acha?

Quando Uther se aproxima, respondo para a garota:
Você ficaria feliz se ele nos acompanhasse?

Antes de sua resposta, começo a subir, viro-me para as outras senhoritas e digo:
Damas, meu amigo é um pouco quieto. Ele precisa de cuidados. Talvez duas de vocês possam ajudá-lo a perder sua... Timidez...

Pego a garrafa de Uther e digo:
Agora se vire... É só subir para o céu.

Puxo a garota, enquanto lhe entrego a garrafa:
Diga-me seu nome. Essa imagem deliciosa deve ser sempre lembrada em minha mente.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 17 de abril de 2013 16:03:02
BAELOR E PAMMALA:
O sacerdote acena com a cabeça aparentando não gostar muito da idéia, suas palavras desmentem o seu gesto:

Venha, vamos um outro local.

Vc´s caminham pelo lado externo dos corredores de bancos, no meio do caminho o sacerdote chama um dos acólitos e lhe diz alguma coisa, em menos de 5 minutos vc´s voltam a caminhar até chegar atrás do altar. Lá, entram por uma porta que dá para um corredor estreito com um forte cheiro de incenso. O corredor é pintado de azul claro e muito frio. Em pouco tempo chegam a uma sala pequena, no lado oposto a porta de entrada há uma mesa de madeira com um busto sobre ela. Atrás da mesa há uma pequena janela protegida por uma cortina, à direita uma estante de madeira repleta de livros e à esquerda um pequeno banco almofadado que cabem 3 pessoas.

O sacerdote vai até a mesa, retira as vestes cerimoniais colocando-as sobre o encosto da cadeira e senta-se:

Acredito que vai querer fechar a porta para tratarmos do seu assunto. Meu nome é Marad, em que posso ajudá-lo?


Vc é a única a ficar nos bancos, conforme as pessoas vão saindo o mesmo acólito que lhe convidou a sentar-se se aproxima, lhe estende um dos saquinhos que estavam nas bandejas e diz:

Tome, receba-o com carinho, é abençoado, as moedas não são para pagar por eles, são apenas doações voluntárias daqueles que podem ajudar. Vc precisa de alguma coisa? Podemos ajudá-la?


Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 17 de abril de 2013 16:10:28
CALION E UTHER:
A moça sorri, formando covas em suas bochechas enquanto segura na mão de Calion e o conduz pelo segundo andar, nitidamente ela o exibe para as outras moças que observam irritadas, perto de um corredor pára, vira-se e diz:
Preciso que vc entenda, apesar de sabermos do que se trata, não importa o sentimento ou a atração que sinta, Lena abençoou-me com esta forma, para, do prazer que ela causa, eu me sustentar, então saiba que pagará, seja para tua conversa privada ou para o que mais desejar enquanto estivermos no quarto. Se teu amigo vir, ele deverá pagar também, mesmo que seja apenas para ficar olhando.

Suspirando ela diz:
Meu nome é Mirina, ou outro que melhor lhe sirva...

As moças olhavam para Uther sorrindo, debochando de sua timidez mas ao ouvirem que Mirina o convidava, passaram a segurá-lo pelo manto e começaram a rodeá-lo, uma tomou-lhe o copo, outras riam e beijavam-no.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 17 de abril de 2013 19:31:19
Digo ao sacerdote:

Prazer Marad. Meu nome é Baelor. Queria ter vindo a você com noticias melhores, mas essa ocasião não é hoje. Tiro o chifre da demônio da bolsa e o livro demonista e os coloco na mesa dizendo: Problemas. Problemas resolvidos mas que tendem a perpetuar. A uma noite atras, eu e minha amiga, fomos recebidos no castelo de Lorde Galdarim. Um homem que ao que vejo tinha a fama de pouco religioso. Mas mesmo assim recebeu um homem com simbolos divinos em sua casa. Porém descobrimos uma serie de mortes e desaparecimentos de servos nas suas terras e meu instinto pedia pra investigar. Como o temido, Horicius Galdarim estava envolvido com demonismo e necromancia. Foi pego no fraga quando tinha relações com uma demonia, certamente uma sucubus. Houve combate e a demonia foi morta e Horicius preso. Porém um outro mal habitava a casa e matou tres dos quatro herdeiros de Horicius. Esse mal foi depois localizado e banido: era uma sombra. Na de hoje, Horicius conseguiu se libertar e tentou nos atacar, porém sem sucesso. ele confessou todos os crimes com remorso, porém após isso suicidou-se, deixando o castelo sem nenhuma governança. O unico com direito as terras é seu filho mais novo, porém muito pequeno para comandar e sem um bom tutor para lhe ensinar. Além disso os camponeses estão muito assustados com o que viram. Eles não entendem o que aconteceu. E necessario que mandam um sacerdote que entenda de gestão e organização para que ajudem a terem um novo começo e o garoto um bom tutor. Depois de uma pausa, continuo Alias, preciso de um favor do senhor. A carroça em que estamos pertence ao castelo. Pegamos emprestada pois era necessario que chegassemos aqui rápido. Preciso que leve a carroça de volta e me empresteme tres cavalos. Minha viagem tem objetivos ainda mais urgentes que os acontecimentos passados até aqui.

Depois de escutar a resposta de Marad, digo:

Me desculpe minha ignorancia, mas o que há atras do pano atras do altar. Sou leigo no "quisito" celebrações. Infelizmente participei de poucas. Vivo mais na estrada.

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 17 de abril de 2013 21:00:15
Recebo o saquinho com um sorriso simpático e depois, respondo:

Agradeço muito. Realmente, me senti sem jeito de ir pegar um, por estar sem dinheiro para doar.

Depois de guardar o amuleto na bolsa com cuidado, digo:

Estou no aguardo do sacerdote que veio comigo. Imagino que a conversa que ele precisa ter com o sacerdote maior deste templo seja um pouco demorada. Parece se tratar de um assunto religioso importante, coisa que tenho apenas um conhecimento vago, como leiga.

A propósito, o que é que foi celebrado aqui hoje e o que está ali protegido? Por favor, não se constranja com minha pergunta, se for algo que não possa ser revelado, vou entender sua discrição.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 18 de abril de 2013 15:24:36
BAELOR:
Marad se levanta com um sobressalto da cadeira e diz ainda olhando assustado para os objetos sobre a mesa:
Pelos Deuses! Como se atreve a profanar um templo religioso com esses itens??

Ele caminha apressadamente até uma porta ao lado do banco almofadado e volta de lá trazendo um pano negro, ele joga o pano sobre os objetos e os enrola, colocando-os em seguida sobre o banco.

Deve ter mais cuidado com estas coisas! Dizer que é um sacerdote não basta, se assim fosse, dizer que sou um Deus me faria um Deus. Sem a certeza de que é um servo dos deuses, se for apanhado com isso, iria queimar.

Sentando-se e tentando se controlar ele diz:
Há muito não se ouve falar da manifestações de demônios, porém, o isolacionismo de Lorde Horicius é famoso e talvez essa sua prática justifique isso. Mas, preciso que entenda uma coisa, ele era um lorde, falido ou não. Assim que a notícia circular outros lorde vão começar a brigar pelas terras e antes que o rei saiba do ocorrido e tome qualquer decisão, tenha certeza que vão se livrar do garoto, assim, a terra terá que ser dada a alguém.

Marad suspira fundo e diz:
Tenha certeza tbm que o acusarão de ser o assassino do lorde, demônios e feitiçarias atrasariam qualquer possibilidade de posse das terras. Aliás, se comprovada a relação do lorde com o demonismo, é possível que alguma igreja possa reivindicar a posse, sob a desculpa de ter que purificar o local e é claro que o garoto poderá fazer parte da purificação, já que, enquanto ele estiver vivo, é dele a posse das terras.

Encostando os cotovelos sobre a mesa e unindo as mãos uma na outra Marad continua:
Serei breve, sincero e irrefutável. Posso enviar alguém que busque o garoto e posso cuidar dele, também posso conseguir seus cavalos. Porém, não vou me envolver além do que já disse que farei, não colocarei um dos meus preciosos sacerdotes para administrar o local e transformá-lo em alvo da cobiça dos poderosos, assim como não assumirei qualquer relação com vc ou sua amiga e isso significa que a carruagem ficará onde está, entregue aos ladrões e saqueadores ou a quem primeiro interessar. Se aceitar essas condições, consigo os cavalos em até três horas, período no qual recomendo que fique aqui ,sob meus cuidados.


PAMMALA:
O jovem acólito olha para o altar e o pano e diz:
É apenas uma imagem dos Deuses, ainda não está terminada, foi um presente de do senhor Oleg Asrarov, um homem muito rico aqui da cidade.

Outros acólitos começam a fechar a porta principal e as portas laterais do templo, bem como a apagar algumas velas.

Voltando a olhar para vc o acólito diz, em tom muito amistoso:
Será que seu amigo vai demorar? Nós jejuamos o dia todo antes das celebrações, só nós é autorizado comer depois de terminada. Além disso, precisaremos fechar o templo e não lhe seria agradável ficar aqui, sozinha e na escuridão, venha, acompanhe-nos eu cuido de avisar ao seu amigo e talvez ele resolva se juntar a nós.

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 18 de abril de 2013 15:58:07
Puxo Mirina e dou-lhe um beijo enlouquecido. Depois respondo:
Eu poderia tocar a noite toda para você, sem contudo cobrar-lhe uma única moeda de cobre. Mas prefiro tocar em você, do que para você.

Enfio uma das mãos na mochila e pego alguma joia. Trago-a novamente para perto de mim, coloco em sua mão, enquanto digo:
É isso que lhe completa o espírito, jovem Mirina? Então vá, termine sua noite com algum nobre corrupto e desleal, e veja o alvorecer com um porco qualquer. Existem muitos nessa taverna que possuem bem mais moedas que eu. Lena lhe abençoará com um destino maravilhoso pela manhã. Não discuto religião, deixo isso aos sacerdotes.

Dou uma apalpada em sua bunda e digo em seu ouvido, enquanto penso que a ganância é uma desvirtude quase insuportável:
Vá, não perca seu tempo com um qualquer como eu.

Depois a solto e me viro para onde Uther está. Dou uma gargalhada e digo:
O que? O mago está se saindo melhor do que eu esperava.

Sento-me e dedilho o alaúde, sorrindo e cantando:

Faça a sua decisão
Moedas por adoração
Isso não é comigo, não
Mas se quiseres suspirar de alegria
Venha, seja toda minha.

(Magia Sedução 3)
[1d20]

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 18 de abril de 2013 19:45:33
Quando o sacerdote se assusta com os itens, fico até surpreso. E depois de escuta-lo digo:

Fico surpreso com sua reação. Achei que os deuses preparavam seus servos para confrontarem essas coisas, não teme-las. Não confia no poder de seu templo? Por isso esta assustado? Pois saiba que nós deviamos estar acostumados com essas coisas, pois é isto o motivo de nossa servidão: caça e destruição do mal! E não ficar encima de livros poerentos e salas fechadas! Não devemos temer nada!

Depois dou uma pausa e me acalmo um pouco e digo:

Peço perdão por minha atitude rude, sacerdote Marad. É que passei por grandes provações para livrar o mal daquele castelo. Tentei salvar o maximo de inocentes do lorde, mas o unico que sobrou foi o garoto. Ele é tão vitima quanto os irmãos. Mas uma coisa eu te digo, Marad, o Estado não esta acima da Igreja, por isso vim aqui. O rei só se preocupa agora em se preparar para um guerra e deixa seus suditos a merce da sorte. Por isso é hora da Igreja agir. Devemos ajudar os necessitados. E o garoto esta mais perdido que cego em chuva de flechas. Pensei que as podiam ficar nas mãos de seu templo, já que acredito que sacerdotes são mais honestos e justos que homens de sangue azul.

Depois falo apontando para os itens profanos:

Se me procurarem para um julgamento, estarei ao dispor, já que um tribunal desse fato só pode ser feito pela Fé. Tenhos provas e testemunhas. Se os deuses assim o quiserem, será feito.

No final digo:

Os deuses são testemunhas de nossas escolhas. Não tenho nada discordar com sua proposta. Eu aceito. Agradeço muito a nossa conversa. Acredito que independente dos deuses seguidos, a Fé tem que estar unida. E peço novas desculpas pela minha grosseria.

Enviado por: arabedoido77 - sábado, 20 de abril de 2013 14:30:53
Sorrio para o acólito e respondo:

Por mim, está bem. Se não for incômodo, podemos passar antes para falar com ele para ver se o que tratam ainda vai ser demorado. Não quero causar problemas, pois estou aos cuidados dele. Foi incumbido de me acompanhar à capital para minha cerimônia de casamento e com isso, estou meio que às ordens dele.

E quanto à imagem, pode ser vista ou é segredo? Se não puder me mostrar está tudo bem, não quero nenhum problema para ninguém, é só mesmo a curiosidade natural dos elfos batendo.

Me levanto e acompanho o acólito ao que ele decidir fazer.

Enviado por: Blanchard - sábado, 25 de maio de 2013 23:25:42
Após a concentração e com a magia realizada, posso me levantar. Começo a tocar e a dançar, afinal, não devo perder para um mago ainda não iniciado. Lembro uma canção de um amigo e começo a cantá-la, olhando para Mirina:

“Não sei se alguém já te falou
Mas você é um total absurdo
Passa devagar pra eu te olhar
Sentir seu perfume, gravar seu cheiro
Quero entender o porquê que sua pele me atrai
E tudo que eu quero é você
Se tudo se completa em você
Contigo eu faço de tudo

Me leve urgente pra algum lugar
Me diz a verdade, me fala mentiras
Me beija pra eu não raciocinar
Me tira do sério, me rouba os sentidos
Se eu tô entregue a você, se minha pele te atrai
E tudo o que eu quero é você
Se tudo se completa em você
Contigo eu faço de tudo.”

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 1 de julho de 2013 0:15:20
CALION:
Os olhos de Mirina brilham ao ouvi-lo cantar, apesar de manter os olhos em Mirina você percebe que muitas das moças do local o observavam, admiradas, até mesmo Uther envolto em braços e lábios de outras moças pára para ouvi-lo. Mirina se aproxima, com os olhares fixos em você passa uma das mãos ao redor do seu pescoço deixando os dedos deslizarem enquanto ela aproxima sua boca aos seus ouvidos:
Sou eu que sempre fui tratada como qualquer uma, julgar aqueles que visitam esse lugar desta forma passou a ser natural, não o tratarei como qualquer um, de mim, terá o que puder lhe oferecer, peço-o apenas, que eu não lhe seja qualquer uma, por um período maior do que esta noite.

Se afastando ela segura em sua mão e caminha para um dos quartos. Uther ainda grita para você preocupado: Ei! Calion! mas é interrompido pelas moças que o cercam fazendo-o sentar-se na mesa.

BAELOR:
Marads suspira e diz:
Ah... o ímpeto da juventude, é contagiante...e perigoso. Nem sempre tivemos tempos como esses, onde entre uma guerra de reinos e outra, poderíamos respirar um pouco aliviados. Este mundo já esteve a beira de ter sido destruído por forças maiores do que as que vc enfrentou, e nessa época, contam meus ancestrais, todos temiam, desde o mais corajoso general ao mais crente sacerdote, vc meu jovem, presumo, não deve saber realmente o que esses objetos podem significar.

Marad se levanta, fica atrás da cadeira onde estava sentado apoiando as mãos no encosto e diz:
Presumo também que nunca teve que gerir um templo certo? Aprenda, todos temos que fazer escolhas, que tomar decisões e temos que ser responsáveis e conscientes por elas.Comandar um Templo não é diferente, nem sempre é possível escolher entre o bom e o ruim, as vezes as únicas opções são o ruim e o ruim, o que não pode nos isentar de escolher, então não reclame pelo garoto, tenho certeza que pelo seu ímpeto, vc fez o melhor de si.

Caminhando ao redor da mesa ele continua:
Sua devoção a religião é admirável, mas imprecisa com nossa realidade, as terras onde os templos são erguidos, em sua maioria pertencem a um rei e ele geralmente espera que esse favor seja retribuído, não estou dizendo que a igreja sirva ao rei mas ela não pode nunca ser inimiga de um rei, sem antes ser amiga de outro. Mas diga-me, de que guerra está falando?

PAMMALA:
O jovem diz:
Infelizmente não posso permitir-lhe a visão, pedirei que um dos cozinheiros avise ao nosso sacerdote assim que a reunião acabar, ele não gosta de ser interrompido.

Enquanto ele falava vc´s caminham para fora do templo saindo num pátio interno, a céu aberto, depois de caminhar um pouco pelo pátio vc´s chegam a um pequeno salão com porta de madeira onde 3 mesas também de madeira são ocupados por outros sacerdotes, vc nota que há uma organização, aparentemente os mais velhos se reúnem em mesas separadas dos mais novos. O acólito a conduz até uma mesa com os mais jovens e vc se sente um pouco incomodada pois todos os presentes fazem questão de a observá-la, admirando-a. Vc´s se sentam e uma sopa e pão são servidos junto com um copo de água. O acólito diz:
Desculpe pela comida, não somos ricos, não é tão apetitoso mas também não irá fazer-lhe mal.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 1 de julho de 2013 10:41:24
Depois das desculpas do acólito, sorrio para ele e respondo:

Não tenho nada a reclamar, mas sim muito a agradecer. A refeição é sempre boa quando oferecida de bom grado e partilhada por tão boas companhias.

Depois, após um momento de reflexão, continuo:

De fato, esta acolhida está sendo uma ilha de conforto depois de tantas coisas que têm acontecido. Mas deixemos as coisas desagradáveis de lado e não estraguemos um momento como este.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 1 de julho de 2013 13:20:10
Respondo ao sacerdote:

Não se sinta ofendido, mas até o menos sensato dos homens vê que o rei militariza o reino de ponta a ponta. Acredito e também há boatos que Zeneri tomou um lado na guerra entre Verrogar e Dantsen, apenas boatos, mas com o grande movimento de tropas dentro do reino e a reestruturação de defesas nas cidades boatos só precisam de uma palavra para se confirmarem verdadeiros. Até mesmo lordes tem treinado seus servos para o combate.

Depois deixo Marad tirando suas conclusões me levantando da cadeira dizendo:

Homens santos morreram em épocas passadas, cavaleiros martirizaram pela defesa de inocentes, o mundo anda, Marad. Talvez seja a nossa hora de tomarmos o lugar destes. E apenas te digo: entre duas escolhas ruins, sempre há uma menos pior. Bem, já vimos que estamos entendidos. O garoto ficará com vocês. Tomara que quando chegar a idade certa consiga tomar de volta pra si o castelo que seu pai perdeu. Então acho que terminamos, Marad, não?

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 1 de julho de 2013 17:24:09
Penso: as mulheres são mesmo malucas... Enquanto seguimos digo:

Olhe pra nós, Mirina. Pode esquecer o inesquecível?


Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 1 de julho de 2013 18:30:11
BAELOR:
Marad caminha até perto da porta, coloca a mão sobre a maçaneta e diz:
Vc tem filhos sacerdote? Tem alguma propriedade como uma casa ou um terreno?Caso sim, pergunto-lhe, como vc os protege? Pois não vejo nenhuma criança com vc e vc não poderia trazer nas costas sua casa ou suas terras. Sabendo que a maior posse de uma pessoa nos dias de hj é o chão onde pisa, creio que vc seja capaz de deduzir que um terreno sem uma cerca será invadido e que uma criança que o vigia será expulsa ou morta pelo invasor concorda? Coloque-se no lugar de um rei, seu terreno é tão vasto que seus olhos não conseguem enxergar os limites, suas crianças, o povo que confia nele para protegê-los são vastos, despreparados e espalhados por esse terreno. O invasor existe, acredito que pelo menos isso vc deve saber pode o rei defender sozinho todas as suas fronteiras e ao mesmo tempo proteger todos os seus servos? Ele precisa de um exército que possa vigiar as fronteiras dos inimigos e proteger seus servos, os descontentes são livres para sair do reino e procurar outro que melhor os sirva. Mas ainda me atiça a curiosidade dessa informação, que movimento de tropas e de que guerra, exatamente, vc está falando?

Quando vc se levanta e fala sobre homens santos Marad gargalha enquanto abre a porta:
Não existem homens santos, ou santidade anula o homem ou o homem anula a santidade, não se pode ser Deus e homem ao mesmo tempo, de onde vc tirou essas ideias absurdas? Deveria procurar outro templo e exigir uma nova formação. Além disso, meu jovem, numa guerra não há inocentes, se duvida, posso lhe provar, e não tente ser um mártir, mártires só existem para trazer esperanças de coisas que, na prática, não funcionam, lembre-se, o mártir só será mártir enquanto sua causa não for alcançada, quando sua causa, aquilo que ele morreu defendendo for alcançada por algum grupo, esse mártir passará a ser chamado de outra coisa. Lembre-se, não há lado bom numa guerra, há apenas o lado vencedor, se duvida, participe de uma e ao fim, quando os vencedores orgulhosos comemorarem a vitória conseguida pela morte dos seus irmãos e vc julgar-se do lado certo, vc julgar-se um homem santo, visite o outro lado, o do perdedores e veja do que é capaz a sua santidade. A vontade de ser herói é maior que o bom senso de compreender que todo herói ganha o título as custas do sangue de alguém. Homens santos!!!KKKKKKKKKK!!!

Marad gesticula com a mão livre em direção a saída da porta, assim que vc passa ele tbm se retira e diz:
Vou lhe conseguir os cavalos, perdoe-me o deboche, e vou lhe dar um conselho, como amigos que não somos, não permita que tua vontade de fazer coisas boas o impeça de ter visão, de enxergar os dois lados, sempre, antes de erguer tua espada, coloque-se no lugar do teu inimigo. A não ser que vc seja devoto de Crezir, então esqueça o que eu disse, vista-se com o manto da justiça, erga a tua espada e lute, mate, mas só pare de matar quando encontrar a justiça, a santidade que vc evoca, já pensou em quantas pessoas vc terá que matar até encontrá-la?

Nesse instante um jovem acólito que aguardava do lado de fora o avisa que Pammala está no refeitório jantando. Marad, ao ouvir o acólito diz:
Vá com o jovem, jante, e volte a me procurar daqui algum tempo, seus cavalos estarão esperando. Cuidarei do garoto também.

O acólito pede que vc o acompanhe pelo templo feito de pedra fria até o refeitório.

PAMMALA:
Vc estranha o jantar, o jovem que lhe convidou mantém-se calmo e educado mas os outros jovens falam alto, contam vantagens sobre si enquanto desdenham dos outros, nitidamente tentando chamar-lhe a atenção, o jovem que a convidara diz:
Desculpe, não costumamos ter visita, ainda mais de alguém bela como vc, a maioria deles ainda está cumprindo internato e há meses não tem contato com o mundo externo senão pelos dias de missa.

Enquanto o jovem fala vc nota, olhando por cima do ombro do jovem que na mesa a frente um dos sacerdotes mais velhos a observa e quando nota que vc tbm o olha ele gesticula amistosamente com as mãos convidando-a a sentar-se na mesa dele.

CALION:
(OFF: definitivamente eu não vou narrar tudo o que se desenrola entre as 4 paredes, ainda mais com um elfo pervertido como o Calion e uma prostituta, vou pular para o final).

Mirina que estava deitada sobre seu corpo encostando a cabeça em seu peito enquanto brincava com seu cabelo se ergue e diz:
Não é minha capacidade de esquecer que me preocupa e sim a tua...
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