Sétima parte - O rei branco

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Sétima parte - O rei branco

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 02:48

Enviado por: Mingo - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 14:25:12
faço um pequeno sinal afirmativo para o anão mais velho, porém não digo mais nada, estou cansado de discutir e não aceito ainda o tratamento que tive. Me direciono a frente de Pammala, me lembro de td que ouvi sobre ela e do motivo de estar ali, me sinto desconfortável, ainda não sei se é oq eu quero, mas me comprometi com isso e devo entregar a carta... coloco a mão no bolso e retiro a carta dos pais de Pammala, nem eu mesmo sei oq tem ali, mas é hora da verdade. Falo em élfico

Pammala, não sei se lembra de mim, mas sou Uther, estou aqui como enviado dos seus pais, tenho comigo uma carta deles para você e presumo que depois de ler nós precisaremos conversar.

entrego a carta e me afasto um pouco, estou sem graça com a situação, e aquele outro elfo é um tanto estranho..

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 14:29:04
Nada falo em resposta a Nágila, simplesmente sigo meu caminho. Quando chegar ao salão digo:

- Callion me ajude aqui com as ferramentas! - Estendo uma mochila pra ele e então começo a colocar as caixas nas mochilas.

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 14:51:00
Olhando para Rarurg com um sorriso, agora no derradeiro de ir-me embora falo:
Tempos difíceis estão por vir meu amigo, tente não mudar muito seu jeito. Em breve se Blator permitir nos veremos, em ocasiões mais felizes. Até lá. Que seu machado não se canse e sua foja na arrefeça.

Abrindo a porta digo a Sam:
Vamos para o Templo de Blator, Norne nos dará abrigo. Já inflingimos grandes custos a Rarurg. Rezar um pouco pode nos ajudar.

Puxo o manto, pois a noite o ar se esfria e sigo com o que tenho para o Templo de Blator.

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 14:57:57
Beijo a mão de Najila e aceito o oferecido.

Vendo Uther sem graça me aproximo e digo (em élfico):
De onde você é? Sinto lhe dizer, mas se chegou à pouco, vai cansar-se um pouco mais noutra estrada..

Enviado por: Mingo - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 15:05:28
Deixo Pammala lendo a carta e me afasto mais um pouco, porém de pouco em pouco tempo observo seu rosto para ver a reação a carta.

[Deveria ter aberto aquela carta antes de entregar, queria saber oq tem escrito ali]

Sou do mesmo lugar que Pammala......... Estrada? a que estrada se refere? Minha missão consiste apenas em trazer essa carta, e depois decidir com Pammala qndo voltar para nossa terra. E vc irmão? de onde vem e oq fazer em companhias tão estranhas?


Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 15:11:00
Sorrio para todos, uma ultima despedida, e saio junto de Glon para o templo de Blator.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 15:22:31
(off: me deixaram entrar? Caso sim, lá vai interpretação.)

Olho para Náin encarando-o, porém logo desvio os meus olhos lembrando que não estou aqui para confusões, dizendo:

Não lhe diz respeito dizer a um homem santo onde lutar, mestre anão. Os filhos de Blator lutam contra causas quase impossiveis, que um homem qualquer não tentaria. Gostei de você, anão. Ainda tem o calor da batalha, mas guarde para outro, pois este tem assuntos pra resolver que no final das contas, faz de você meu aliado.

Entro na casa e observando a conversa vejo os nomes de cada um, até conhecer quem é Rarurg. Assim que percebo quem é, me aproximo e digo:

Senhor Rarurg, trago a você uma mensagem do sacerdote Norne. Retiro a carta da bolsa e digo olhando para Pammala Também venho a anúnciar que venho com a sina de proteger, ajudar e guiar a Senhora Pammala em segurança a seu destino, nem que custe minha vida.

Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 15:29:16
(off: mais q merda! Posta pelo cel tem um limite de caracteres! Aki é a continuacao do post anterior.)

Volto minha atenção para Rarurg e digo fazendo uma reverência:

Senhor Rarurg, tenha certeza que conheço o ditado: "Seu teto, suas leis".

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 19:48:18
Tento me recuperar o melhor possível do susto e de toda a comoção que foram todos os acontecimentos. Depois, olho para os anões, me aproximo de Uther, pego a carta e abro para ver o que está escrito.

Certo, uma coisa de cada vez. Se quem procura é Pammala Nimloth, sou eu mesma. Vamos ver o que a carta diz e depois conversamos.

Depois, antes de começar a ler, ainda faço um comentário:

Acho que ainda temos um problema para resolver antes de pegarmos a estrada: não será muito bom para minha saúde sair sem meu livro de magias que foi confiscado. Ao menos ele preciso recuperar ou então fazer outro ritual, senão ninguém aqui vai gostar do que acontecerá.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 21:20:09
SAM:
Antes que vc chegasse a porta Náin o segura com o braço e com um aceno lhe indica para olhar para Rarurg.

UTHER:
Assim que vc se aproxima de Pammala os guardas anões o acompanham ficando um de cada lado seu.

CONNOR:
Quando vc começa a colocar as caixas no chão Náin observa com atenção enquanto Rarurg fala:
Esse material é emprestado Connor, tem muita coisa aí para um grupo só, divida com Glóin e aqueles que vão para Seviala e não pense em vender nada para conseguir moedas, já lhe supri o suficiente para chegar ao seu destino.

GLOIN:
Antes que vc saia, quando vc está perto da porta Rarurg grita:
Não há a necessidade de sair agora Glóin! Se for até Norne, vai colocá-lo em xeque também, a esta altura já tem espióes de olho em vc´s e saírem daqui vai só chamar atenção indesejada. Além disso, no material do seu amigo tem coisas que podem servir como armas até que vc´s encontrem um lugar seguro para adquirir armaduras e armas de verdade.

CALION:
Najila lhe dedica um sorriso e quando vc vira-se para voltar ao seu lugar e falar com Uther vc percebe os guardas anões cercando-os.

BAELOR:
Vc passa por Glóin e Sam para chegar até Rarurg, ele toma a carta desconfiado e a lê. Com uma expressão de decepção ele olha para Glóin, Calion, Pammala, Sam, Derin e Connor dizendo:
O que ele diz é verdade, essa é a ajuda oferecida por Norne. Este homem é um sacerdote e tem como missão proteger Pammala e garantir que ela possa encontrar-se com um outro sacerdote na capital.

Nisto, eu não me meto, é assunto de Norne, se vão permitir que o acompanhem ou não, é decisão de vc´s.


PAMMALA:
A carta possui o brasão de sua família o que aparentemente atesta veracidade do conteúdo. Nela diz que seus pais a prometeram, quando nasceu, a uma união com Uther. O dote em troca de sua mão seria o título de nobreza que seus pais conseguiram além das indicações para que vc se tornasse uma feiticeira. Há também uma promessa de que, quando for o momento vc venha a fazer parte de um colégio de magia. A carta termina com seu pai determinando que vc retorne ao seu lar para cumprir o acordo e garantir a manutenção dos direitos de sua família.


Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 22:18:08
Esgueiro-me entre os anões para chegar até Uther. Passo meu braço sobre seu ombro e começo a levá-lo para algum local próximo da saída. Digo (em élfico):
Connor, Pammala e eu estamos a caminho da capital. E você é meu convidado de honra. No caminho lhe falo um pouco mais de minha História.

Penso: Ele deve ter algumas moedas...

Olhando para trás digo:
Hey grandão, não se esqueça de levar coisas úteis à carpintaria. Se não as pessoas acharão que sou um músico vagabundo e imoral.

Quando o Rarurg fala do sacerdote, continuo dizendo para Connor:
Então divida o peso entre você e o sacerdote. Uther e eu carregaremos as lonas para abrigos...

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 23:22:58
Sorrio para Náin e Rarurg e falo:

Ah, tudo bem!

Vou até as caixas que Connor trouxe e procuro algo que se assemelhe a um punhal e algo maior que pareça um gládio.


Enviado por: Maedhros - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 23:42:42
Qunado o bardo fala sobre carregar as coisas, fecho o seno e digo:

O que há nessas bolsas? Não pretendem levar muito peso, senhores. Nossa viagem deve ser rápida e leve, além de furtiva. O que preciso tenho em minha bolsa. Recomendo levar somente o necessário. Pretendo guiá-los por trilhas de caça e evitar cidades, onde a influência de Vardem é presente. Levem apenas aquilo que VOCÊS MESMOS puderem carregar. Não podemos ser retardados por alguém sobrecarregado. Me viro a Pammala dizendo Só preciso que confie em mim, senhora, e te levarei de volta a capital em segurança. Depois me dirijo a Rarurg Não pretendo ser um incomodo a ti, Rarurg, ficarei até o momento da fuga.

Enviado por: Mingo - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 8:23:08
me deixo levar por Calion e apenas aceno com a cabeça em concordância, mais tarde me preocuparei em conversar com Pammala, posso perceber que por algum motivo ela esta em perigo...

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 8:49:04
Ao ser repreendido paro de mecher nas caixas e lanço um olhar demorado sobre Callion. E então separo numa mochila duas machadinhas, alguns metros de corda, gancho, utensilios de cozinha, pederneiras e tochas se houver.

Quando Rarurg apresenta o sacerdote como o apoio de Norne, digo:

- Se Norne lhe enviou pra ajudar será bem vindo. E quanto ao outro dourado, o que diz a carta dona Pammala? Podemos confiar?

Após a resposta da elfa pergunto para os anões:

- Vocês não teriam um mapa da região até sensera?




Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 10:10:13
[Será que todos que estão aqui vão conosco? Se for, são muitos! Não passaremos tão despercebidos assim.]

Pergunto a todos:

Todos que estão aqui são acompanhantes da senhora Pammala em sua viagem?

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 10:20:06
Antes que a elfa responda digo:

- De inicio apenas eu e Callion!

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 10:23:03
Vendo que nossa saída não é assim tão eminente, uma certa sensação de alívio toma meu rosto então viro-me a Rarurg e digo:
Muito bem, vamos ficar até amanhã de manhã Sam, escolha o que achar mais cabível a você de tudo o que Connor trouxe da oficina, mas faça como o sacerdote... disse, aliás qual o seu nome?

Sento-me novamente (está parecendo missa, senta, levanta, senta, levanta...), e digo:
Vou escolher depois, mas deixem algo que possa manusear pelo menos.

Quando o sacerdote enviado por Norne fala respondo:
O pequenino, o rastreador e eu iremos para Seviala. Não serão tão numeros quanto pensa, mas mesmo assim não serão menos diminutos.

Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 10:41:29
Quando o anão pergunta meu nome, digo:

Nomes têm poder, senhor Glóin. É assim que se chama, não? Percebi pela conversa. Sabe, não gosto de dizer meu nome a estranhos, mas ao que parece, meu tutor confia em ti. Pois bem, sou Baelor. Mas o que um anão de Torojai faz tão longe de seus túneis?

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 10:50:26
Sim Baelor, está certo em tudo, mas nomes também saõ palavras e palavras são vento. Longe de meus túneis e minas empenho-me em uma busca por um item precioso de meu clã, senão o mais precioso, mas são assuntos meus não querro aumentar suas preocupações com considerações que não as de sua empreendida.

Enviado por: Aurhus - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 20:34:51
off:Por mim pode passar pro dia seguinte samyasa.

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 20:55:58
CALION e UTHER:
Quando vc tenta se distanciar com Uther dos anões, eles se colocam na frente de vc´s, impedindo a passagem. Náin faz apenas um gesto de positivo com a cabeça o que colabora para eles se manterem mais firmes.

SAM:
Vc encontra uma ferramenta parecida com uma chave de fenda grande e antiga, só que toda de ferro e tendo couro numa das pontas formando um cabo, não corta, mas serve pra perfurar.

(a arma será usada como um gládio,mas depois de ter feito o ataque ele será reduzido em um nível (100% vira 75%) como se vc estivesse usando a tecnica de ambidestria, se o dano for na EF, considero o dano total do ataque.)

BAELOR:
Rarurg apenas acena com a cabeça em sinal de conformação sobre a sua decisão de ficar.

CONNOR:
Rarurg coloca as duas mãos sobre o corrimão da escada e diz:
Sim, tenho, está no meu escritório. É um mapa em escala grande, de muitos reinos, vou cortá-lo em dois, um para vc outro para Gloin.

GLÓIN:
Quando vc diz que decide ficar Rarurg se vira para Najila dizendo:
Prepare as camas para mais esta noite.

TODOS:
Náin se movimenta até o inicio da escada e pergunta a Rarurg:
Meu pai, ainda precisa de mim? Estes guardas já ultrapassaram, e muito, seus horários e devem regressar pras suas familias, amanhã todos teremos um dia cheio.

Rarurg responde:
De minha parte não, resta saber dos demais. Vc´s, precisam de mais alguma coisa ou posso dispensar os guardas?

Antes que alguém responda Náin pergunta para Glóin:
E aquele que está lá fora? É confiável? Se sim, ele dormirá ao relento?


Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 21:01:56
(Off: acho que não apresentei uma de minhas ações de forma correta. Nela esqueci de dizer que pegava a mochila oferecida por Connor.)

Sendo impedido pelos anões e vendo que Connor olha para mim penso: Bem, vou ter que carregar alguma coisa de qualquer jeito.

Coloco algumas ferramentas na mochila e digo baixo para Connor:
O que foi?

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 21:18:02
Depois de ler a carta, me deixo cair em uma cadeira e passo alguns minutos com uma expressão pensativa. Depois, me recomponho e começo:

Vamos organizar as coisas, sim? São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo que agora precisamos rever nossos planos e prioridades.

Olho para todos, um por um e depois continuo:

Acredito que a primeira coisa será atender ao chamado do rei e isso sequer se discute. Posso não ter mais minhas anotações, mas me lembro de tudo que passamos até agora e tenho mais pessoas aqui para confirmar minhas palavras.

Depois, falo me dirigindo para Uther e para o sacerdote:

Se estiverem de acordo, passamos primeiro na corte e depois que o Soberano nos dispensar, voltamos à floresta para o que for preciso fazer. De acordo assim?

Depois, raciocino mais um pouco e depois de um breve silêncio, continuo:

Preciso repassar a questão de minhas coisas que foram confiscadas. Na verdade, já as dou como perdidas, mas realmente seria bom que pelo menos meu livro fosse recuperado. Não tenho dinheiro para pagar o material para um novo e sem ele vou ser somente um peso morto na viagem. O que pode ser feito quanto a isso?

Por fim, falo para Uther;

Deve já saber o que dizia na carta. O que precisava falar comigo é particular? Pode confiar em todos os que estão aqui presentes. Posso dizer que se não fosse por eles, na melhor das hipóteses teria encontrado apenas meu cadáver.


Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 21:51:59
Olho para a ferramente e comento:

[color=blue]Acho que isso vai servir para causar alguma dor aos inimigos./color]


Enviado por: Maedhros - quinta-feira, 4 de outubro de 2012 23:31:41
Após Pammala falar, digo:

Minha senhora, estou aqui para levá-la em segurança até Sensera apenas. Após isso, seus assuntos, seus caminhos.

Quando Náin fala em ir embora, pergunto:

De meu conhecimento é você que nos tirará da cidade, não? Ocorrerá a que horas? Poderia me colocar a par de seu plano, caro anão? Não quero ser surpreendido ou ficar perdido durante a fuga.

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 7:36:43
Quando Rarurg fala sobre o mapa digo:

- Suba na frente, iremos logo atrás.

Em seguida digo a Náin:

- De minha parte só preciso que faça como combinamos. Do resto cuido eu!

Depois digo para todos:

- Vamos para o andar de cima, a hora de partimos se aproxima! - Junto as mochilas e começo a subir as escadas.

Enviado por: Mingo - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 8:18:01
começo a sentir o sangue subir novamente, esses anões não me largam e começo a me cansar dessa situação, qndo Pammala fala comigo eu respondo.

Não sei o total conteúdo, mas imagino que uma parte dela seja sobre uma antiga promessa, entretanto não tenho pressa em discutir isso, principalmente levando em conta que antes passaremos em Sensera, teremos tempo para nos conhecer e conversarmos, além do mais, aqui tem mtos ouvidos, e embora vc diga que são confiáveis ainda não vi nenhuma demonstração de confiança por parte deles, td que eu vejo é um bando que não se decide sobre oq fazer, e aparentemente estão abusando da hospitalidade do Senhor desse lar.

Termino de dizer isso olhando para o grandão estranho e com jeito de mandão

[Pq o Elfo se sujeita a esse cara?]

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 9:56:40
Ao ouvir Uther nos chamando de bando perdido e que abusamos da hospitalidade, sem nem imaginar a quantidade de sangue (nosso, infelizmente) derramado para a tentativa de defesa, dou um sorriso para ele pensando: Então que se vire com esses anões e com a elfa...

Subo atrás de Connor, carregando o que me foi ofertado...

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 10:30:33
Quando escuto as reclamações de Uther e o olhar escandaloso dele para comigo, sinto o sangue ferver, então coloco a mão dentro da mochila e retiro a cabeça do elfo negro, rapidamente arremesso na cara do elfo gritando:

- SABE O QUE É ISSO? HEIN... SABE O QUE PASSAMOS ATÉ AQUI, PARA VOCÊ DIZER QUE NÃO SOMOS CONFIAVEIS! SAIBA QUE A MENOS DE VINTE HORAS ATRÁS ENTREI NUMA CAVERNA, LUTEI CONTRA ELFOS SOMBRIOS, ARANHAS GIGANTES, ZUMBIS E GUARDAS, FUI PRESO ESPANCADO E ROUBADO, DEFENDENDO UMA CAUSA QUE NEM MINHA ERA! ENTÃO NÃO VENHA JULGAR MINHA INDOLE... SEU FEITICEIRO DE MERDA... VOCÊ ESTÁ AQUI HÁ CINCO MINUTOS E NÃO FEZ NADA SENÃO PROVOCAR A IRA DE TODOS NESSA SALA! SE NÃO CONFIA EM NÓS, NÃO VENHA E SE VIR DURMA COM UM OLHO ABERTO E OUTRO FECHADO! - Vou na direção de Uther, passo por ele e o empurro com o ombro em seguida pego a cabeça e coloco de volta no saco, finalizando meu dizer - E por ultimo não fique no meu caminho! - Subo as escadarias.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 10:45:49
(Off: Uma coisa, penso que ficamos acamados depois da luta pelo menos por três dias não é isso Samyaza?)

Digo a Náin:
De minha parte pode dispensá-los Náin. Quanto ao homem que está lá fora, o nome dele é Firiom, se é de confiança eu não sei, enquanto este aqui dentro posso afirmar que não soube de nada referente a nós, está para me ajudar em minha busca, ou assim diz ele. Se acha prudente colocar um homem seu a vigiá-lo é você quem decide.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 10:58:33
Apenas fico escutando tuso, para só depois dizer calmamente:

Sinceramente, ele tem razão. Não vi até agora um sinal de respeito de vocês na casa do senhor Rarurg. Gritam como se estivessem numa taverna, esquecendo, além da educação, dos espiões de Vardem. Não acredito que arremessar cabeças lhe fará ter mais razão nesta discussão. O senhor Rarurg disse que arranjaria um mapa, porém não ouvi te convidar para ir junto dele. Creio que ter alguém sempre indo atrás de você onde quer que for deve ser um pouco... Irritante. Demonstraria melhor seu agradecimento ao nosso anfitrião ficando aqui. Depois olho para a cabeça do elfo e digo Lutei recentemente contra um destes. Muitos aliás, mas não é assunto para o momento. Por favor, poderiam tirar esta cabeça da vista. Mesmo sendo um ser do mal, a morte nunca traz sorte. E é dela que precisamos, não de cabeças.

(off: ainda espero a resposta de Náin, ok?)

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 11:42:31
off: Erro meu... O correto seria há alguns dias atrás!

Respondo ao Sacerdote:

- Ah... Ele tem razão?! Então SENHOR RAZÃO eu arrisco minha vida por uma causa que não me pertence e o elfo tem razão quando diz que não sou de confiança..? Ah, sem dizer que você também tem razão ao dizer que Rarurg não me convidou a ir atrás dele, então deixe que eu te lembre de mais um coisa que nosso anfitrião disse SENHOR RAZÃO... Ele disse que não era assunto dele se nós iríamos ou não permitir que nos acompanhe, então é decisão nossa e eu digo que nao é bem vindo! - Desvio o olhar para Pammala e depois para Callion e digo - Ou ele ou eu? - Encaro os dois enquanto espero uma resposta.

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 11:58:16
Dou um leve sorriso quando Connor termina de fala e digo ainda com um tom de calma:

Sabe, Connor, conheço seu tipo: a grande espada nas costas indica que você considera a força a solução dos problemas; a bainha vazia em seu cinto mostra que sofreu uma derrota da qual ainda não se recuperou totalmente; as botas e roupas gastas demonstra que viaja muito, mas muitas vezes sem rumo. Juntando tudo isso aos calos nas mãos e as varias cicatrizes, temos aqui um verdadeiro mercenário. Mas não me incomodo com isso. No mundo a coisas muito piores ou talvez não. Dou uma pausa e continuo Sabe, filantiano, Norne poderia enviar um anão experiente em combate e extremamente mortal para levar a senhora Pammala até Sensera, mas ele sabe que o grupo já tem espadas o suficiente, porém falta uma coisa: uma cabeça pensante. Com uma nova pausa continuo A única que pode recusar minha ajuda é a senhora Pammala. Fora ela, vocês não me interessam.

Enviado por: Mingo - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 11:58:16
[Tamanho de gigante e maturidade de uma criança...]

Fico olhando a discussão, não estou entendendo nada, eles só brigam.... oq esta acontecendo nessa casa????

Enviado por: Maedhros - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 12:05:31
De canto de olho, percebo o elfo olhando minha conversa com Connor.

[A vez desde chegará e é de argumentos ainda mais inteligentes que precisarei.]

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 14:59:51
Somente ouço o que estão dizendo, mas penso:
[Eu já me desculpei caso tenha faltado com o devido respeito à Casa de Rarurg, então o que disserem sobre erros não me afeta mais.]

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 5 de outubro de 2012 15:08:19
GRUPO NA CASA DE RARURG:

Off: provavelmente não postarei nesse final de semana, portanto podem ir continuando os assuntos.

Rarurg e Náin se entreolham e todos percebem que eles não ficam satisfeitos com as discussões,Rarurg acena para Najila subir as escadas e então diz:

Todos tem um motivo para estarem aqui, diferentes entre si eu sei, mas uma coisa tem ser comum, seja para anões, elfos ou humanos, cordialidade e educação. Não estão numa taverna e Najila não é uma meretriz para ter que ficar ouvindo tais discussões. Aqui vc´s são hóspedes e estão, a partir de agora, impedidos de tratar seus assuntos a não ser cmg. Se tiverem algo a resolver, vão lá fora e resolvam e assumam a responsabilidade do que vier a acontecer.

FIRIOM:
Do lado de fora da casa vc pode ouvir muito barulho e discussão, além do movimento incessante, os guardas do lado de fora estão inquietos, reclamando de estarem até tarde ali e de ter que levantar cedo no outro dia para uma cerimônia.

Do outro lado da rua vc pode observar 3 homens vindo a cavalo na direção dos guardas.
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