Sexta parte - A rainha branca

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Sexta parte - A rainha branca

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 02:38

Enviado por: Mingo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 14:31:35
[Oq sera que aconteceu aqui? Pammala esta la dentro?? se eles estão me ajudando pq eu fui agredido??? Sera que sai mto cedo em busca de aventuras???]

Essas duvidas assolam a minha mente enquanto eu tento assimilar td que aconteceu, me levanto tentando recuperar a dignidade, limpo as minhas vestes da melhor forma possivel e digo

Pamala esta ai dentro, imagino que eu possa entrar?

sem aguardar respostas entro na casa enquanto me certifico que estou com a carta dos pais de Pammala, estou cansado e mau humorado, minha vontade e jogar uma bola de fogo no meio dos guardas, mas não é o caso, preciso manter a calma...

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 14:36:21
Navegação [1d20]

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 14:46:18
Entro sem avisar e vou logo dizendo - Espero não estar interrompendo nada! Vim avisar que estamos prontos para partir a meia noite, conforme o plano de Náin - Faço uma pequena espera antes de voltar a falar - Pammala e Callion virão comigo e a propósito Rarurg tomei a liberdade de pegar algumas ferramentas velhas da sua oficina, espero que não se importe. Só tenho mais alguns pedidos - Novamente fico em silêncio esperando algum comentário de Rarurg e então digo - Preciso de mochilas extras.

Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 14:47:13
Antes de me aproximar, me escondo e espero um pouco para que aquela "multidão" na frente da casa de Rarurg se dicipe.

[Bem que Norne disse, eles estão tão zonzos que não percebem o tumulto que fazem. Se Vardem não os percebe, ou é surdo ou retardado. Eles precisam de minha ajuda mesmo.]

Espero os homens se diciparem.

(off: só to interpretando. Meu personagem observa muito antes de agir. Se eu quisesse, já ia entrando na casa.)

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:10:45
UTHER:

Assim que vc se aproxima da porta, os guardas na entrada se colocam na sua frente, impedindo a passagem. Um deles, aquele que falou com vc diz:
Ainda não elfo, sua entrada foi anunciada, mas não autorizada.

CONNOR:
Náin e Rarurg se assustam com a sua entrada, Náin leva a mão ao machado mas a retira logo que percebe que era vc. Rarurg diz:
E quanto aos outros? Tomaram alguma decisão? Qual caminho pretendem pegar? Tem um mapa?

Nain coloca-se frente ao pai e diz para ele:
Agora preciso ir, vou preparar as coisas.

Ao passar por vc ele lhe dá um tapinha nas costas:
Não se atrase e tome cuidado. Tenho mochilas no meu quarto, pode pegar lá.

Rarurg continua:
O que vc´s estão levando? Vão mesmo para a capital? Najila está preparando provisões, espere até que ela termine enquanto isso pegue as mochilas no quarto de Náin e aguarde pela ajuda que Norne providenciar.

Ele abre uma gaveta de uma mesa próxima e lhe arremessa um saquinho:
Tome! Divida com Glóin, ele vai precisar de dinheiro tbm.


UTHER:
Enquanto aguarda vc vê um homem sair da casa, vestido de maneira muito estranha. Os outros ainda estão na mesma condição.

GLÓIN, PAMMALA, SA e DERIN:
Depois que Firiom sai da sala, o guarda volta a perguntar, falando ainda mais alto:
Senhores! Náin, o capitão da guarda, preciso falar com ele, é urgente! Temos um prisioneiro.

Náin que descia as escadas pergunta com voz ameaçdora:
Que prisioneiro? Os prisioneiros devem ser levados para a prisão e não serem trazidos para a minha casa!

Intimidado o guarda responde:
Acho que não esse senhor...


Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:18:10
[Maldição! Mais que demora! É bom esses guardas sairem logo, senão terei de tomar alguma provideência]

Continuo a esperar escondido.

Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:23:13
Olho para os guardas e falo:

- Um prisioneiro? Quem é?

Vou até a janela (ou até a porta mesmo) e dou uma espiada no prisioneiro.

Enviado por: Mingo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:23:50
[Que estranho, me agridem, me arrastam, e depois dizem que Pammala esta aqui mas não posso entrar? Chega]

Começo a recitar as palavras em busca do poder, estico a mão direita e começo a sentir o calor prazeroso do poder correndo em minhas veias, faço isso de forma a mostrar aos guardas que estou cansado de esperar, quero apenas segurar a pequena chama na mão.

Enviado por: Vercenorax - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:29:01
Penso: [Ia me esquecendo do guarda...]

Quando o guarda fala alto e Náin desce as escadas, sentado digo:
Acho que seria bom vermos de quem se trata Náin, seus homens não trariam um batedor de carteiras para a porta da casa de seu pai.

Depois viro-me para Sam,enquanto me levanto para por um pouco de fumo no cachimbo, e digo:
Então virá comigo para Seviala,Pequeno,isso vai ser bom, pessoas com certa furtividade, se estiverem do nosso lado, são auspiciosas em determinados momentos e situações.

Enviado por: bcsaulo - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 15:38:32
- Glóin seguirá com Derin e Sam, ao que parece ficaram aqui para as cerimonias - Quando Nain fala sobre as mochilas aceno positivamente e então digo pra ele antes de sair - Nain, preciso de mais um favor! - Espero que ele me de atenção e então digo - Quero que peça para que um de seus guardas de confiança dê com a língua nos dentes e conte sobre nossa fuga para um dos guardas de Vardem de preferencia para os vigias que lá fora estão! - Faço uma pausa e antes dele se pronunciar, continuo falando - Eu tenho um plano, é bem simples, mas com todo esse entra e sai de pessoas que nunca vi, não quero colocar em risco a situação. Acontecerá assim... Você sai e conversa em particular com um de seus homens sobre o plano e pede para que discretamente espalhe de modo que chegue aos ouvidos de Vardem. Enquanto isso acontece sairemos pela janela do andar de cima a direita e seguiremos pela ruela até o muro mais baixo e assim passaremos pela muralha usando cordas. Como você disse Vardem imagina que nós fugiremos essa noite. A ideia é que Vardem mobilize suas forças para a guarita nos dando algum tempo e quando ele perceber que não era esse o plano já estaremos longe. Daí até ele perceber o que aconteceu já será dia e ele não terá a certeza se fugimos ou não.- Recebo o dinheiro das mãos de Rarurg e Espero a resposta de Nain.

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 18:51:54
UTHER:
Cansado da viagem, completamente estressado por ter sido seguido e agredido por criaturas tão inferiores e tudo isso em nome de alguém que vc se quer sabe se vai recebê-lo, deixam-o completamente descontrolado, numa atitude impulsiva vc concentra o karma ao redor de seu corpo, o calor crescente lhe invade sendo quase possível sentir sua pele queimando, num estalo, todo o calor é rapidamente dissipado e seu corpo fica por instantes frio como gelo, apenas em sua mão arde uma violenta chama.

Os soldados se desesperam, os que estavam tentam entrar tropeçando no pequenino que acabava de chegar os outros se afastam gritando e colocando as armas, gládio, lança e machado na sua direção.


SAM:

Assim que vc se aproxima vc vê um elfo de cabelos loiros e vestido com roupas em tons de verde e amarelo. Ele transmite certa imponência apesar de estar com a roupa rasgada na altura dos joelhos e ter os joelhos repleto de arranhões. Durante alguns instantes o elfo parece entrar num transe e repentinamente todo o ar ao redor dele esquenta e uma chama, do tamanho de uma pequena fogueira surge nas mãos dele.


GLOIN, DERIN E PAMMALA:

Náin termina de descer as escadas quando sua frase acaba. Um estrondo de alguma coisa caindo é ouvido da porta seguido pelo grito do guarda que falava com vc´s:
Socorro, ele vai usar suas feitiçaroas em nós, vamos morrer queimados!!!

Náin saca o machado e empurra o guarda assutado, indo em direção a porta.


BAELOR:
A monotonia de sua vigilia termina quando o elfo que estava sendo feito refém se recompõe e conjura uma magia de fogo em suas mãos.


CONNOR:
Antes que Náin pudesse lhe responder ele desce assustado com a voz de um dos seus soldados falando sobre um prisioneiro, vc tem a certeza de que ele ouviu o plano, só não teve tempo de respondê-lo.

Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 19:06:56
Olho para o elfo e quando ia falar, sou atropelado pelos guardas que entram em desespero. Falo indignado:

Ei, não pisem em mim!

Após isso, falo:

Amigos, o prisioneiro é um elfo, parece um pouco com senhorita Pammala! E parece bastante, pois acaba de conjurar fogo nas mãos! Melhor alguém impedi-lo!

Tento me aproximar com cautela do elfo e falo sorrindo, mas pronto para me esquivar caso ele me lance a magia:

Nobre elfo, acalme-se. Diga o que desejas que tentarei ajudá-lo da melhor forma possível.

Não puxo o gládio, tento parecer o mais inofensivo possível.


Enviado por: Maedhros - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 19:16:23
[Maldição! As cobras de Vardem são mais poderosas que eu imaginava! Eis a hora.]

Saco a maça e vou em direção ao mágico. Não pretendo gritar, mas falo para que todo grupo escute:

É melhor se render, piromante. Senão o único fogo que terá, será em sua pira funerária. Esta cercado!

Caso algum soldado olho com espanto para mim, agarro o cordão do simbolo sagrado, mostro a ele dizendo:

Vim em nome de Norne Cabeleira-de-Prata. Tenho algo a Rarurg.

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 20:40:58
Ao ouvir todo o barulho não consigo me segurar. Paro num dos lados da porta (após a passagem dos soldados) e olho para fora. Ao ver o elfo saio da casa, dizendo (em élfico):

Irmão, o que lhe fizeram? Esses sujeitos não sabem como tratar gente de nosso povo. Qual é o seu nome?

Fico entre o sacerdote e o elfo, dizendo ao primeiro, enquanto abaixo minha cabeça:

Senhor, não há necessidade nenhuma para empunhar uma arma. Veja o tratamento que foi dado ao elfo. Perdoe-me, sou Calion. O pequenino é nosso gaitista Sam e estamos todos alojados na residência de seu aliado Rarurg.

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 1 de outubro de 2012 23:22:39
Já vou me preparando para fugir e me levanto olhando para todos os lados procurando um lugar para me esconder falo em tom de desespero:

Que coisa, isso não acaba nunca! Melhor sair daqui enquanto é tempo. Se eu pelo menos tivesse minha magia...

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 7:58:49
Vou descendo logo atrás de Nain, ao ver cena que se passa olho rapidamente ao redor da sala a procura de algo pra arremessar no mago do fogo (uma cadeira ou mesmmo uma machadinha na caixa de ferramentas o que estiver mais proximo). Se tiver alguém no meio atropelo eles antes de arremessar![Que merda é essa agora?]

[1d20] Teste de Arremesso, Agilidade?

Enviado por: Mingo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 8:34:02
Mesmo cansado e irritado não deixo de sorrir ao ver a reação dos outros, ao menos agora eles me respeitam um pouco, ao ver o outro elfo dourado eu me acalmo e deixo a chama se dissipar aos poucos, olho para ele e digo com calma em elfico.

Finalmente um irmão do meu povo, meu nome é Uther, vim parar nessa cidade a procura de uma conhecida de minha terra, esse guardas após me atacarem me arrastaram até aqui, disseram que a mulher que procuro esta aqui dentro, você por acaso viu alguma de nosso povo nessa casa?

aos outros eu simplesmente digo com uma voz cheia de sarcasmo

Guardem as armas, vim a procura de meus irmãos, e ao menos um eu já encontrei.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 2 de outubro de 2012 10:12:39
Continuo empunhando a maça e digo:

É melhor manter essas mãos onde posso vê-las. Se pensa que é um aliado, por que ataca seus amigos. Fique calado, senão a próxima palavra será uma prece de morte!

Dou uma olhada em volta, procurando movimentação suspeita.

[Bando de tolos! Muito barulho.]

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 2 de outubro de 2012 10:25:46
Ouvindo tanta confusão e vendo que o motivo disso nada mais é que Pammala, olhando diretamente para ela digo:
Não bancarei o bruto com você minha senhora, mas sugiro que sente-se e espere o que vai acontecer. Você me parece ser a razão de tudo isso.

Depois estando Náin de costas para mim, em frente à porta falo para ele:
Proponho que resolvamos isso aqui dentro Náin, o elfo que está aí fora parece querer falar com Pammala, e como ela está aqui dentro...

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 10:53:34
Já tinha preparado a cadeira para o arremesso, mas logo que o elfo fala sobre seus irmãos, baixo a cadeira e digo a Naín - Vai fazer o que lhe pedi?

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 2 de outubro de 2012 13:41:49
Olho confuso para o elfo quando ele fala uma língua desconhecida e me viro para Calion e pergunto:

Ei Calion, o que ele está dizendo? Não entendo nada do que ele diz!


Enviado por: Samyaza - terça-feira, 2 de outubro de 2012 15:15:32
TODOS:
Furioso Náin vira-se para Connor e diz:
Sim! mas não agora!

Voltando-se para fora da casa, ainda na porta ele fala com voz dura mas sem gritar:
ENTREM LOGO BANDO DE LOUCOS! MESMO QUE VARDEM FOSSE CEGO OU SURDO CONSEGUIRIA SABER O QUE ESTÁ ACONTECENDO! BAIXEM AS ARMAS E ENTREM OU ENFRENTEM MEUS MACHADOS! OS OUTROS VOLTEM PROS SEUS LUGARES E TERMINEM SEUS ASSUNTOS, SEJA PARA SAIR OU PARA DORMIR! NÃO AGUENTO MAIS A IMPETUOSIDADE DE VC´S.

Apontando pros soldados ele diz:
OS HUMANOS GUARDARÃO A PORTA! OS ANÕES VÃO ENTRAR, REÚNA TODOS OS ELFOS NUM MESMO CANTO, SENTADOS E COM AS MÃOS ONDE PODEMOS ENXERGAR, FIQUEM PERTO DELES E SE FALAREM MAIS BAIXO DO QUE VC´S POSSAM OUVIR TRATEM DE SILENCIÁ-LOS DA MANEIRA QUE FOR NECESSÁRIA.

Náin vira-se para dentro de casa e observa Najila que descia as escadas assustada, carregando panos nos braços:
O que está acontecendo Náin? Minha casa agora virou uma feira? Pq essas pessoas estão armadas na porta?

Baixando a cabeça em respeito Náin responde:
Nada minha mãe, os problemas serão resolvidos de forma breve e seu sossego não será pertubado, meu machado e meu martelo não farão barulho.

Náin vira-se para Connor:
Os humanos ficarão lá fora, faça a sua parte, preciso organizar essa bagunça.

Rarurg desce as escadas, sério e rijo como uma pedra:
Seu respeito com minha casa já foi maior Glóin, esperava que os demais, por não serem de nossa raça, não se comportassem como o esperado, mas suas atitudes me decepcionam. Destruíram a casa de Jacus, depois de perdê-lo e agora estão prestes a destruir a minha? Destruir a casa de seu anfitrião? Por acaso recebi-os mal aqui? Foram meus tratos com vc´s os causadores de tanto desrepeito comigo e com minha senhora? Pois, se não sei tratá-los com a dignidade necessária para receber de vc´s o mínimo de respeito, ao ponto de saquearem minha oficina, agora ei de tratá-los da mesma forma como se comportam. Em silêncio e rapidamente, resolvam os seus problemas, que cada um tenha a oportunidade de falar e depois que que tomem o rumo devido. Nesta casa, vc´s já não são mais bem vindos, pois falta-me a etiqueta necessária para receber de vc´s o mínimo de respeito.

Diante das palavras de Rarug, Najila lhe entrega os panos e sobe novamente as escadas dizendo:
São mantos e cobertores para as viagens deles, tem feito muito calor, é provável que chova, precisarão de proteger-se de doenças e não só de espadas. Com licença meu senhor.

Ainda na escada, Rarurg olha na direção de cada um, esperando uma reação, enquanto Náin, em silencio apenas acenando com as mãos pedem que os soldados tomem posição.

Os soldados humanos permanecem do lado de fora, os anões entram e ficam na porta esperando que aqueles que estão lá fora entrem.

Enviado por: Maedhros - terça-feira, 2 de outubro de 2012 15:22:10
Me dirijo a Náin com um olhar de "não-muitos-amigos", dizendo em um tom firme, mas não alto:

Não me tome por um de seus servos, mestre anão. Venho falar com Rarurg. É de extrema importancia. Me permite entrar? A noite é escura e cheia de ouvidos.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 15:38:12
- Ótimo - Digo a Náin. Em seguida pego os mantos e cobertores das mãos de Nágila e volto a subir as escadas logo atrás dela, no caminho comento - Irei até o quarto de Nain pegar umas mochilas, logo levarei para a cozinha para que coloque as rações - Sem esperar a resposta da anã sigo até o quarto de Nain, aproveito o momento para contar as moedas.

Enviado por: Mingo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 15:39:10
Entro na casa e procuro Pammala com os olhos entretanto sou surpreendido pela fala do anão mais velho, vejo sabedoria e decepção ali, apesar de td me sinto em parte culpado por aquele sentimento e tento me justificar contando a minha história

Me perdoe se trago confusão a sua casa Mestre Anão, não lhe conheço, mas sei identificar alguém com sabedoria quando estou na presença dele.

Faço uma pausa e uma pequena reverência, mais um comprimento com a cabeça e continuo.

Deixe me apresentar, meu nome é Uther, como é fácil de se verificar, sou um Elfo Dourado apesar de meus trajes. Fui enviado a procura de uma irmã de minha raça aponto para Pammala se ela estiver na sala tenho comigo uma carta dos pais de Pammala para ela, entretanto tenho também algumas reclamações a fazer, fui agredido pelo guarda que esta la fora e arrastado pelos guardas anões até essa porta, chegando aqui fui tratado como escória e não me foi permitido entrar na casa e falar com aquela que procuro, esse foi o motivo de meu comportamento a pouco, não me orgulho dele é verdade, mas devo dizer que não me arrependo também, exceto é claro se causei algum incomodo ao Senhor e a Senhora sua esposa, pois imagino que não tenham nenhuma relação com o ocorrido, novamente, me desculpe pela confusão.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 2 de outubro de 2012 15:52:02
Olhando para Rarurg fixamente em seus olhos apesar da distância digo:
Meu respeito pelos seus, mantem-se do mesmo tamanho, meu caro amigo, diria até maior pelos últimos ocorridos, mas não posso ter o controle sobre aqueles que não os meus. Se lhe agrada não tomarei parte de absolutamente nada que Connor trouxe de sua oficina, e que por menção são coisas em demasia. Se é para que saia daqui Rarurg, então saírei, mas peço-lhe que julgue as ações pelos que as cometeram, não por associação dos demais.

Quando Najila me entrega os mantos levanto-me da cadeira onde estou, pego-os com delicadeza, ela nunca fora rude comigo, faço um gesto de agradecimento e falo olhando para todos, Rarurg, Najila e Náin:
Penso que não sou mais bem-vindo nesta casa, assim sendo, isto é uma despedida, não esperava que fosse assim, mas já que é... Pegarei aquilo aquilo que me resta e seguir meu caminho.

Subirei as escadas irei até o quarto, pegarei minhas coisas e irei descer e parar à porta, esperando Sam, ele virá comigo.

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 2 de outubro de 2012 16:44:03
Digo baixo para Sam:
Se ele está à procura de Pammala amigo, acho que dancei...

Depois das palavras do anão, dou um abraço em Sam dizendo:
Pequenino, que Cambu lhe proteja... Não se esqueça que ainda me deve uma parceria musical...

Me aproximo de Uther e digo (em élfico):
Acho que teremos que resolver os assuntos na estrada. Não insista, eles são teimosos feito pedra.

Fico próximo de Pammala e Uther, esperando Connor voltar com o peso (que ele carregará) das mochilas...

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 2 de outubro de 2012 17:40:01
Olho para Rarurg com uma cara de desculpas e falo:

Desculpe-me Mestre anão se fiz algo que o desagradou. Bom, irei pegar minhas coisas e seguirei junto a Glóin. Que os deuses abençoe sua casa. Fui muito bem acolhido aqui e agradeço muito.

Depois dou um abraço em Calion e falo:

E que Lena cuide de seu caminho, amigo Calion. Espero poder lhe reencontrar, assim fazemos nossa parceria musical.

Depois falo baixo:

E não se preocupe. Você é muito mais bem-apessoado que o mago malucão ai.

Vou até onde havia deixado minhas coisas e pego o que for meu. Pego os mantos com Najila e digo:

Obrigado Mestra Anã, sua hospitalidade foi muito agradável. Que os deuses a abençoe e sua família.

Depois me encontro com Connor, e dou um pulo nele tentando derrubá-lo e falo;

Se cuida grandalhão, cuide da senhorita Pammala e não se mete em confusão. Espero lhe reencontrar outra vez!

Retornando a sala, abro um sorriso para Pammala e digo:

Segunda vez que me despeço de você senhorita, não que eu goste de me relembrar da primeira. Que sua viagem seja abençoada pelos deuses.

Após tudo isso, sigo com Glóin. (para onde? Think )

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 2 de outubro de 2012 20:06:15
Pego pelo menos umas cinco mochilas e depois saio do quarto. Supondo que encontrarei Glóin e Sam subindo as escadas para ir ao quarto. Retribuo o abraço do pequenino dizendo:

- Você também pequeno... E não morra ainda, quero levar você de volta até seu pai a salvo!

Depois disso olho para Glóin e digo - - Eh Angrenost, como diziam os comerciantes filantianos, "aquilo que não começa bem, não há como terminar bem"! - Estendo a mão para ele e então digo esboçando um sorriso - Você devia ter lutado a meu lado contra os homens de Jered no dia que nos conhecemos e depois aceitado a garrafa de vinho que te ofereci... Hoje poderíamos estar tomando ela em homenagem ao falecimento de Ardras ou mesmo a promoção de Nain - Desvio o olhar de Glóin e então digo na língua dos anões - Momentos existem para serem vividos e oportunidades para serem aproveitadas... E ainda assim a vida é só uma, então cuide do pequeno, ele tem mais coragem do que seu corpo pode aguentar - Pego as moedas do saco pequeno e divido meio a meio - Ultimo presente de Rarurg... Boa Sorte! - Dou as costas e vou até o salão.

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 10:44:14
Respondo a Connor retribuido o aperto de mão, em Língua de Pedra:
De fato, mas o que passou, passou e não vale a pena ser lembrado. Devemos deixar o passado para viver o futuro. Não há o que temer, cuidarei do pequeno. Até à vista Connor!

Pego o dinheiro e descendo as escadas paro lado a lado com Rarurg estendendo a mão e dizendo:
Meu amigo, sinto que minha estadia tenha se encerrado em tão infeliz fim, mas agradeço por tudo o que me fez e pelo que me ajudou. Nunca esquecerei disso, NUNCA. Espero sua visita em Torojai, apesar de tudo, quando os assuntos pendentes de meu clã estiverem resolvidos.

Depois olho para Najila e falo:
Você também Najila, a Senhora minha Mãe apreciará e muito sua companhia. Obrigado por tudo.

Por fim já na porta abro os braços para um abraço na direção de Náin dizendo com um leve sorriso:
Dê um abraço de despedida em seu padrinho Náin, cometi erros de que não me orgulho em nada, mas mesmo assim não sou um monstro.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 3 de outubro de 2012 14:12:32
BAELOR:
Náin olha pra vc com uma expressão de curiosidade e desdém:
Eu me referia aos meus soldados, nem mesmo acredito que vc seria capaz de estar entre eles, mas, se vc quiser pode se alistar e fazer os testes.


CONNOR:
Quando vc tenta pegar os mantos com Nájila ele olha pra vc e lhe passa apenas um dizendo:
Vc só vai precisar de um homem grande, são presentes meus e faço questão de entregá-los aos demais.

Quando vc cita a ida ao quarto de Náin e a questão das provisões, meio indignada ela diz:
Já separei as mochilas, já estão na cozinha, os alimentos estão sob a mesa. Esta é minha casa e minha obrigação é servi-los enquanto forem meus hóspedes, o que exige de vc´s um pouco mais de educação do que demonstraram, pode ser servir homem grande, mas não se esqueça que a comida é para todos.


UTHER:
Vc encontra Pammala num canto do grande salão de entrada da casa. Enquanto vc fala Náin mantém-se sempre ao seu lado, bem próximo. Quando seu discurso começa ele faz uma expressão de quem fica incomodado com a "rasgação de seda" das suas palavras. Quando vc termina, Náin ameaça falar alguma coisa, mas Rarurg com um gesto de mão o impede. Ainda da escada Rarurg responde:
Suas desculpas são aceitas elfo. Adianto já que apesar de tratarem-no como uma escória, estavam a proteger sua vida, então, considere-se uma escória viva e agradeça a estes homens. Muitos eventos aconteceram nesta cidade há alguns dias transformando-a numa cidade pacífica a uma cidade na iminência de uma guerra. Se não fossem os guardas de meu filho a encontrarem-no e sim os do nosso inimigo, tratarariam-no bem pior e agora vc provavelmente seria uma escória, uma escória morta.


GLÓIN:
Quando vc sobe as escadas Rarurg coloca-se a sua frente e o observa de cima até embaixo, falando bem mais baixo ele diz:
Onde está o brilho dos seus olhos, eram como os de um machado recém acabado! Será que conviveu demais ao lado desses? Não te quero mal, mas se vc´s continuarem aqui, com esse comportamento, condenarão não só a vc´s mesmos como toda a minha família e eu o pergunto: o que Nájila teria haver com o ocorrido? Vardem traiu seu regente, ele não seria menos bondoso conosco. Sou eu que devo-lhe desculpas por me descontrolar, aqui, nesta casa, vc será sempre bem-vindo, quando vier em paz. Sabe que confiei em ti para conduzir as coisas até agora, é a primeira vez que vc me decepciona e a primeira vez que tenho que lhe pedir desculpas. Mantenha-se firme na tua demanda, olha ao longe, enxerga um passo a frente dos teus inimigos e sê cauteloso. Aqui, se decidir ficar, morro para defender vc e seus amigos, para onde vc vai não poderei fazer nada, por isso, atenda ao meu pedido, sê cautelo. Vá em paz e volte em breve.

Najila limita-se a abraçá-lo e a chorar.

Náin controla-se para evitar demonstrar emoção e diz:
Meu pai se preocupa demais com as pessoas e acaba explodindo algumas vezes. O martelo sempre molda o metal, não vejo erro em suas ações, apenas consequências não tão boas quanto esperávamos e não são tuas e sim de todos, inclusive meu pai e eu. Não posso dizer que não seja um monstro, pois acredito que é o que teus inimigos pensam de ti. Vá com Blator padrinho.


SAM:
Rarurg, com um sorriso tímido diz:
Não há o que desculpar Sam, vc é o pequenino mais educado e corajoso que conheço, surprendeu-me ver que foi um dos poucos a sair bem do ataque dos cães. Eu que peço desculpa a todos por meu comportamento, as vezes rude demais.

Najila com um sorriso bem mais aberto diz:
Espero que retorne, em dias mais tranquilos para vc e seu amigo me abençoarem com sua boa música, vou mostrar como Rarurg é flexível como pedra quando dança!

Rarurg olha para Najila com um olhar de censura, esboçando um sorriso com o canto da boca.
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