Décima sexta parte - Ricar é feito prisioneiro

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Décima sexta parte - Ricar é feito prisioneiro

Mensagem por Samyaza em Qui 10 Out 2013, 01:51

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 10 de julho de 2012 15:07:08
MARKUS:
Scar se controla e segue do seu lado, os cães ameaçam latir mas são impedidos por um comando de "quietos" por um dos verrogaris.

Os homens riem de suas palavras e aquele que falou com vc primeiro senta-se num pedaço de tronco de árvore usado como banco enquanto fala:
Tem senso de humor e coragem. É de verrogar homem? Aliás, como devemos chamá-lo?

A quantidade de carroças e alguns produtos, desde tecidos, tapetes, temperos, grãos e armas a mostra deixa claro que trata-se de comerciantes e que estes homens não teriam dinheiro possuírem tantos bens assim.

Ao redor dos homens vc percebe um grupo de carroças e carruagens, todas aparentam estar vazias, sendo estes homens os únicos no local. Você supõe que eles sejam os vigias dos produtos contidos nas carroças. Ao redor, apenas os pertences pessoais deles e algumas armas que, a julgar pela quantidade e qualidade os denunciam como bons combatentes, talvez ex-soldados com alguma experiência já que nenhum deles é jovem.

A forma de agir dos homens ao seu redor o fazem lembrar de Ricar, com certeza esses são os companheiros dos quais ele falara com profundo respeito, é quando você começa a ser perguntar se algum deles seria Jered.


GLOIN, DERIN, SAM E PAMMALA
Aquele que parece ser o líder dos soldados pára em frente a Glóin, coloca a mão sobre o punho da espada e com um olhar severo dirige-se a Glóin:
Diabos! Eu irei com vocês anão e se tentarem alguma coisa arranco-lhes uma das maõs! Hiros venha comigo. Malfas cuide dos outros, não os deixe sair e se o Pequenino sair de sua vista mate a elfa! Muito cuidados pois estes dois são os perigosos!

Súbito um grito é ouvido do lado de fora, uma voz conhecida grita por Glóin!


CALION:
[OFF: teste de RM, edito a postagem em seguida] [1d20]

Você dedilha seu alaúde enquanto evoca sua magia, porém, após liberar o karma ao seu redor e direcioná-lo a figura você sente seu karma se desfazer como se estivesse atingido algum muro invisível. O alvo de sua magia consegue terminar sua evocação profana.


CONNOR:
Ricar, empunhando um machado, bate apressadamente na mão do encapuzado que retirara um arco curto debaixo do seu manto e começa a preparar uma flecha em sua direção. Ricar o interrompe gritando enquanto aponta para o elfo que lhe avisou:
Não! Não! O grandão é meu! atire no tocador de músicas.
Ricar avança em sua direção.


ENCAPUZADO COM ARCO:
Citação:
Sistema: L9-2 = 7, tirou 16, vermelho, 75% de dano, 12 pontos de dano na EH, zera a EH e recebe 3 na EF


O arqueiro vira-se num movimento rápido na direção de Calion e dispara uma flecha que o atinge de raspão no braço fazendo um corte profundo.


ENCAPUZADO MAGO:
Citação:
sistema: Rola na coluna 1, tirou 16, vermelho, 75% de dano, 9 pontos de dano na EH

O mago termina sua conjuração e um cheiro de enxofre cobre os arredores enquanto um círculo de fogo atravessa as ruas. Connor que acabara de virar-se para observar o grupo tem tempo apenas de jogar-se no chão, ralando os braços e o rosto enquanto a bola de fogo, após erra o alvo, estoura e se desfaz na parede da casa de Jacus.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 10 de julho de 2012 15:23:06
teste de ataque do encapuzado com arco e teste de ataque do encapuzado mago: .

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 10 de julho de 2012 15:42:50
[1d20] Resistência a dor.

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 10 de julho de 2012 15:47:39
Quando Ricar avança na direção de Connor, o guerreiro respira profundamente procurando esquecer a dor das feridas e com um grito transforma a dor em força e corre para cima do Verrogari - RICAR!!!

[1d20] Combate Desarmado.

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 10 de julho de 2012 15:54:59
[Essa voz! Parece mestre Connor!!]

Quando escuto o grito, falo aos outros:

- Vamos lá fora ver isso! O que será que está acontecendo?

Espero ser autorizado a nossa saída, antes de fazer mais alguma coisa.

Enviado por: Markus Magnus - terça-feira, 10 de julho de 2012 16:30:37
[off: Quantos eles são? Tem toco vago pra mim me sentar?]

Enviado por: Markus Magnus - terça-feira, 10 de julho de 2012 18:12:20
[São rústicos mas parecem ser leais entre si, porém algo não me cheira bem nessa história de comerciante, ou andam pilhando coisas pelas cidades que passam, nesse caso estou encrencado, ou então os homens que faltam nessa caravana são exímios comerciantes o que sinceramente eu duvído, esse tal Jered parece acumular mais de uma função e é crucial que eu descubra que diabos de função é essa]

Me sento em algum toco vago. Tiro a espada da cintura e o escudo das costas colocando-os no chão a espada do lado direito com o punho virado para mim facilitando no caso de eu precisar saca-la e o escudo do lado esquerdo com o lado de dentro virado para cima para ficar fácil de pega-lo também, tento fazer isso da maneira mais displicente possível suspirando ao me sentar quase como um velho e sempre com um sorriso no rosto vou dizendo.

- Sim, nascido aos arredores de Crássia, já fui chamado de "menino lobo", hoje me chamam de "Wolf", graças a você, não é amigão - afago a cabeça de Scar - e aos seus pais, que me criaram, gosto da alcunha quando penso nas músicas que os bardos farão sobre mim algum dia e ainda mais quando me lembro das donzelas repetindo-a com admiração HAHAHA. E vocês da onde são e como se chamam?

[off: Quantos cavalos e quantas carroças eu pude contar? Para poder saber o mínimo e o máximo de pessoas que essa caravana comportaria. Quero memorizar a voz e o nome de cada um reparando em suas expressões e na tonalidade da voz, para saber melhor quais são mais recepitivos, quais parecem mais rabugentos, se tem algum deles com algum tom de desanimo na voz ou na expressão, se alguém se mostra como líder dos outros, etc, pra futuramente saber como abordar cada um deles. [1d20] para Observar]

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 10 de julho de 2012 20:16:22
Digo para Sam:

Nem pensar! É melhor ficar por aqui mesmo e se houver uma invasão, aí sim entramos em ação. Esqueceu que eles estão apenas esperando um deslize para nos matar? Melhor não piorar o que já está difícil.

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 11 de julho de 2012 10:48:45
Digo ao guarda:
Muito bem que assim seja!

Quando ouço o grito, viro-me para sua direção e pelas costas digo ao guarda:
Atentado contra a lei meu caro, façamos alguma coisa, pois a vista é necessária.

Dito isso arranco em carga na direção do encapuzado mago.
Ataque.[1d20]

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 11 de julho de 2012 10:49:48
Resolvendo o crpitico.
[1d20]

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 11 de julho de 2012 11:42:30
(off: pobre mago... 20 e 19...)

Respondo a Pammala:

- Tudo bem então senhorita Pammala. Acho que você tem razão.

Nisso, viro para os guardas e falo:

- Vão logo ver o que se passa!


Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 11 de julho de 2012 15:16:29
Viro-me com olhar arregalado para o corte e o sangue escorrendo.
Tendo ouvido o humano gritar por Gloin e tendo visto o anão sair em nosso socorro, concluo que ele seja nosso único aliado.
Corro para as costas do Humano, com dificuldade toco o alaúde e canto:

Assassinos desregrados
Por caminhos sombreados
Tão pequenos mercenários
Mas esta noite serão esmagados

Que o grupo em defesa reunido
Seja então fortalecido

(Canção do ânimo 3 - Connor/Gloin/Calion)

Terminada a melodia, viro o alaúde para as costas e saco o gládio (se possível).

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 12 de julho de 2012 14:02:33
Alguma notícia do Derin? Até a noite eu tento postar mesmo que ele não apareça.

Enviado por: Ares - quinta-feira, 12 de julho de 2012 17:42:34
Como não possuo nada pra falar fico em silencio mesmo.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 13 de julho de 2012 15:25:30
Ataque de Ricar e do líder dos soldados

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 13 de julho de 2012 15:37:46
MARKUS:
Um dos homens se levanta e avança em sua direção com uma caneca rústica e um odre nas mãos, ele lhe passa a caneca e começa a enchê-la com o conteúdo do odre.
Espero que tenha moedas para pagar pela bebida...

O homem que o recebera pergunta:
Wulf? Wulv? Wolf? Que diabos significa isso? Não é malês correto? É alguma língua estrangeira? Élfico? Voz de Pedra? Ou aquela língua dos pequeninos, como era mesmo o nome dela?

Outro dos homens pergunta:
Ei Wuliuf! E esse animal? É sua esposa? Por isso menino-lobo?

OS outros homens começam a rir dos comentários até que seu anfitrião volta a fala:
É melhor maneirarmos com nosso amigo, devemos respeitar as particularidades de cada um. Perdoe-me meus irmãos Wolf, eles só deixam de debochar dos outros depois que os matam, se bem que algumas vezes ainda continuam a debochar dos cadáveres. Mas esqueçamos isso e vamos nos apresentar: O homem de tapa olho e cabelos grandes é Jubelus nosso cão farejador, o homem alto e magro de cabelos claros é Rubei, mas experiente com uma besta do que muito anões que já conheci. O gordo e ruivo é Ildor meu irmão e eu me chamo Duril. Somos todos de Verrogar. Agora que somos amigos e você está bebendo do nosso vinho, seja mais direto, pois nós verrogaris não gostamos de perguntar a mesma coisa duas vezes. O que você deseja?

São ao todo 12 carroças, algumas delas comportariam uma familia inteira. Os homens se comportam de forma estranha, apesar de estarem recebendo-o entre eles e até mesmo dando-lhe de beber, eles parecem, nos olhares e forma de falar desconfiados, como se a qualquer momento fossem apunhalar-te pelas costas.


CALION:
Você movimenta para trás do homenzarrão enquanto conjura seus encantamentos que enchem o coração seu e de seus aliados de confiança e determinação.

(off: sacar a arma fica para a próxima ação [fou sugerir a criação de uma técnica de combate Saque Rápido que vc testa para evitar perder a rodada, o que acham?])


CONNOR:
Citação:
Sistema: L1+3*-4 = 0, tirou 6, branco, falha | *+3 por canção do ânimo

Vendo Ricar avançando em sua direção você se prepara para acertar-lhe um soco, porém o cansaço e as feridas o vazem vacilar e você erra o ataque, Ricar abaixa-se um pouco e seu soco passa por cima dele deixando seu lado direito desprotegido.


SAM, PAMMALA E DERIN:
Sam insinua uma tentativa de passar pelos guardas quando Malfas coloca-se a sua frente e saca seu ´gládio:
Nem pensar pequenino, arranco-te a cabeça se fizer qualquer movimento brusco. É melhor escutar sua amiga bruxa.


GLOIN:
Citação:
Sistema: L5+3-1=7, tirou 20, crítico, verificação 19, 100% de dano, 23 de dano na EF | *+3 por canção do ânimo.

Avançando contra o mago encapuzado, vc é tomado por uma fúria que suplanta a calma demonstrada até agora e com um golpe circular rápido e brutal seu machado atravessa o mago na altura da cintura, rasgando couro e pele, quebrando ossos e arrancado-lhe tudo o que estava em seu caminho até a outra extremidade do machado atravessa o corpo do mago, dividindo-o em dois. As partes do mago se estatelam no chão e se debatem durante alguns segundos antes de ficarem imóveis. Com o movimento o capuz que cobria seu rosto é descoberto revelando ser um sombrio.


ENCAPUZADO ARQUEIRO:
Vendo a forma bruta como seu companheiro foi morto o encapuzado com o arco dispara em direção aos becos escuros de Lubliama.


RICAR:
Citação:
Sistema: M5-4=1, tirou 2, branco, falha.

Ricar ergue o machado descendo-o num golpe violento sobre Connor, porém, numa jogada do destino o homenzarrão parecendo ser abençoado pelos Deuses erra um soco, girando ao redor de si mesmo e evitando o ataque.


LÍDER DOS SOLDADOS:
Citação:
Sistema: L7-4=3, tirou 7, branco, falha

Percebendo a situação e estimulado pelos gritos de Glóin o líder dos guardas avança sobre Ricar com seu gládio mas as confusões da briga entre ele e Connor impedem-no de acertar um golpe de forma eficiente, ele então se movimenta ao redor dos dois procurando uma melhor posição.

Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 13 de julho de 2012 16:09:00
Dou um sorriso nervoso para o guarda e digo:

- Calma, calma! Gosto muito da minha cabeça e gosto dela presa ao meu pescoço! Ficarei exatamente aqui, irei a lugar nenhum.


Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 13 de julho de 2012 16:30:45
Concordo com Sam:

Acho melhor mesmo ficarmos aqui e com as mãos aonde eles possam ver. Agora o que nos resta é esperar o resultado da briga que parece estar acontecendo lá fora. Eu poderia ajudar queimando um inimigo ou outro, mas acho que agora precisamos nos concentrar em recuperar a confiança dos guardas.

Fico esperando pelo desenrolar da luta, torcendo que isso ajude a mostrar que não somos nós os inimigos.

Enviado por: Ares - sexta-feira, 13 de julho de 2012 17:33:06
Fico vendo a luta se desenrolar enquanto comento.
-Parece que realmente tinha alguém tentando nos atacar.Não precisamos mais sair pra procurar eles,eles vieram até nós.
"Melhor não me meter nisto,já não sei quem é amigo ou quem é inimigo e não estou em condições de lutar"

Enviado por: Markus Magnus - sexta-feira, 13 de julho de 2012 18:22:49
Narrador escreveu:
Um dos homens se levanta e avança em sua direção com uma caneca rústica e um odre nas mãos, ele lhe passa a caneca e começa a enchê-la com o conteúdo do odre.
Espero que tenha moedas para pagar pela bebida...

Pego a caneca dizendo.
- Muito poucas moedas, justamente por isso estou aqui se não estaria na estalagem
[ Caramba será que não são capazes de mostrar nem um pouco de hospitalidade ]
[off: começo a olhar em volta poucas vezes tentando perceber algum lugar em que eu poderia me esconder o mais próximo possivel, para de repente ouvir a conversa de quem estiver na fogueira. [1d20] para Observar]
Finjo tomar um gole deixando escorrer um pouco pelo queixo, pra que o copo vá se esvaziando, aproveito as gargalhadas como desculpa para derramar.
Duril escreveu:
- Wulf? Wulv? Wolf? Que diabos significa isso? Não é malês correto? É alguma língua estrangeira? Élfico? Voz de Pedra? Ou aquela língua dos pequeninos, como era mesmo o nome dela?

- HAHAHAHA -
[ Vermes estúpidos arracarei a lingua de cada um deles quando tiver oportunidade ]
- exato "Wolf", a lingua dos pequeninos chama-se Lanta, essa expressão é parecida com um latido, é curto, simples e objetivo, deveria ter sido fácil para vocês entenderem HAHAHA
[ Já são 2x0 pra mim ]
Narrador escreveu:
Outro dos homens pergunta:
Ei Wuliuf! E esse animal? É sua esposa? Por isso menino-lobo?

- HAHAHA Boa, bem pensado, mas não sou casado, mas se você quiser ser a minha esposa posso estudar a possibilidade
Coloco a mão no queixo e o observo de cima a baixo com um sorrisso hironico que termina em outra gargalhada
[ 3x0 acho melhor parar por aqui se não me matam, a merda dos cachorros me impedem de fugir com mais facilidade e esses olhares estão me deixando tenso se essa conversa não terminar bem vai ser difícil sair vivo dessa. Que os Deuses guiem as minhas palavras para que elas sejam sabias e precisas e que eu possa sair daqui, pelo menos, sem brigas ]
Duril escreveu:
É melhor maneirarmos com nosso amigo, devemos respeitar as particularidades de cada um. Perdoe-me meus irmãos Wolf, eles só deixam de debochar dos outros depois que os matam, se bem que algumas vezes ainda continuam a debochar dos cadáveres. Mas esqueçamos isso e vamos nos apresentar: O homem de tapa olho e cabelos grandes é Jubelus nosso cão farejador, o homem alto e magro de cabelos claros é Rubei, mas experiente com uma besta do que muito anões que já conheci. O gordo e ruivo é Ildor meu irmão e eu me chamo Duril. Somos todos de Verrogar. Agora que somos amigos e você está bebendo do nosso vinho, seja mais direto, pois nós verrogaris não gostamos de perguntar a mesma coisa duas vezes. O que você deseja?

- Ah sim, claro - Pigarreio um pouco parando de rir, finjo tomar mais um gole do vinho engolindo saliva para parecer que engoli o vinho, sem sorrisos dessa vez, com um olhar mais tenso - Me desculpem por ter mentido antes, mas precisava ter certeza de que eram quem são. Conheci um companheiro de vocês noite passada, Ricar, que me contou sobre companheiros que são guerreiros valorosos, pelos quais tinha muito apreço, contou-me também que estava a serviço do Reino de Verrogar e que um desses serviços seria dar cabo de umas pessoas, porém Ricar disse essa parte alto de mais, todos olharam para ele quando saiu e hoje ouvi guardas falando sobre ficarem de olho em um homem atarracado e forte, não consegui encontrar Ricar por isso pensei em avisar seus companheiros de caravana. - olho para o chão com a voz menos confiante a partir de agora, demonstrando uma certa timidez - Sei que é estranho, mas sou um verrogari, nasci sem pais, sem cidade e me mantive todo esse tempo praticamente sem nacionalidade, somente da boca pra fora, ao ver Ricar falando sobre servir o Reino e fazer algo produtivo, pensei em todo o tempo que perdi. Por isso gostaria, ainda mais depois de conhecê-los, de fazer parte dessa caravana e ajudar como puder, sou só um andarilho sem parada fazendo bicos para sobreviver, mas aprendi a me virar e posso ser de alguma utilidade. Mas se não permitirem, tudo bem, - Olho nos olhos de cada um como se fosse uma despedida e atento a cada movimento, principalmente em direção as armas - apenas agradeço pela ótima conversa, pena que curta, com valorosos verrogaris.
[ Tomara que não me matem por saber de mais ]
[off: não sei se preciso de dados para persuasão ou coisa do tipo, mas em todo caso jogarei no pŕoximo post]

Enviado por: Markus Magnus - sexta-feira, 13 de julho de 2012 18:23:12
[1d20]

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 13 de julho de 2012 23:35:31
Após sacar o gládio movimento-me para um dos flancos de Ricar (ficando se possível de frente para o guarda), deixando que o espaço para sua fuga seja limitado para a direção de Gloin:

- Jogue fora seu machado e renda-se, homem de Verrogar. Ou deseja terminar como seu amigo, com seus pedaços espalhados nesse chão?

(Persuasão) [1d20]

Enviado por: bcsaulo - sábado, 14 de julho de 2012 12:46:55
Quando vejo a chegada dos dois homens penso [Ótimo os deuses estão do meu lado]. Fico a rodear Ricar procurando o momento certo de atacar, que aparece quando o elfo tenta negociar com o guerreiro. Aproveito-me de sua distração e tento segurar no cabo de machado de Ricar e tomá-lo de sua mão a força.

[1d20] Segurar o machado

Enviado por: Vercenorax - sábado, 14 de julho de 2012 18:32:20
Depois de matar o elfo chuto a parte de cima e grito a Ricar:
VEJA RICAR, QUER ACABAR ASSIM? RENDA-SE, ESTÁ EM DESVANTAGEM, O OUTRO VERME ESCURO SUMIU, LARGUE O MACHADO, E CONNOR NÃO TE MATARÁ!

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 16 de julho de 2012 13:58:18
MARKUS:
Quando vc termina de falar Duril olha para os outros homens e começa a falar enquanto Ribei toma a besta e começa a carregá-la:
Muito bem verrogari! Ficamos felizes em saber que se preocupa com seus irmãos e agradecemos sua boa vontade em ajudar. Porém, algumas coisas me deixam extremamente curioso:
Apesar da coragem e petulância serem dignas, seu sangue parece ser frio demais para um verrogari.
Porque, ao invés de avisar a Ricar, veio procurar-nos? Enquanto conversamos,ele pode estar em apuros.
Como sabe onde estávamos e quem somos? E pq, numa urgência tardou tanto a dizer pq vinha?
Além disso, Ricar não lhe contou que abandonamos em troca de um Filantiano que o derrotara em combate? Entre nós não há espaço para derrotados.
Façamos um teste para comprovar tuas palavras, Jubelus, busque o estandarte!

O homem de tapa olho vai até uma carroça e volta trazendo um pano enrolado, ao que ele o desenrola vc pode ver o brasão de Verrogar. Ildor se levanta, pega um gládio e estica-o enquanto Jubelus estende a bandeira sobre a espada. Quando termina Duril começa a falar:

Somos um grupo de espiões a comando do nosso país, para tal andamos disfarçados de mercadores recolhendo informações e avaliando fraquezas que possam ser exploradas. Para cumprir com tal afinco nossa missão, nos submetemos a votos que nenhum verrogari faria, como o de omitir a sua nacionalidade, blasfemar contra a pátria e seus símbolos. Toma, pegue o estandarte jogue-o no chão e pisa nele, como forma de comprovar tuas palavras.



PAMMALA, DERIN E SAM:
Malfas vai até a porta de saída, olha lá pra fora enquanto fala:
Seus amigos venceram o combate e fizeram um prisioneiro, acho que agora poderemos esclarecer as coisas.



GLÓIN, CONNOR E CALION:
Rosnando como um cão selvagem Ricar deixa o machado cair enquanto ergue suas mãos colocando-as atrás da cabeça e ajoelhando-se ao chão:
A rodada é de vocês. Ainda terei minha revanche Filantiano e mandarei vc e seus amigos para prosear Cruine

O líder dos soldados aponta seu gládio para rosto de Ricar enquanto toma uma postura nitidamente exibida e cheia de orgulho:
Em nome da guarda de Lubliama, faço-te prisioneiro. Responderás por teus atos perante o prefeito e regente desta cidade. E não espere clemência dele.

Ricar olha com uma expressão de raiva e deboche para o soldado para em seguir soltar uma gargalhada:
HUAHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUH! Teu regente já deve estar morto soldado fraco e idiota!



Enviado por: †_Junior_† - segunda-feira, 16 de julho de 2012 14:20:53
Respondo a Malfas:

- Claro que eles conseguiram! Mestre Glóin é uma verdadeira máquina de matar com aquele machado anão! Podemos ir vê-los agora?


Enviado por: Ares - segunda-feira, 16 de julho de 2012 16:03:53
-Com toda a certeza teremos alguma resposta e finalmente poderemos acabar com tudo isto,pelo menos eu espero isto.

Enviado por: Markus Magnus - segunda-feira, 16 de julho de 2012 22:26:16
Quando vejo Ribei pegando a besta trinco os dentes e pego o mais rápido possível pego o escudo
[ Caramba falei de mais ]

Quando ouço Duril me levanto com mais calma pego a minha espada e fico com os dois braços esticados para baixo, olho para o chão enquanto escuto e ainda sem olha-lo começo a dizer
- Não tive uma criação tradicional, talvez a solidão tenha me dado este temperamento. olho em seus olhos, forçando me sentir o mais ofendido possível e até meio exasperado falo. Como disse eu não consegui encontrar Ricar - abro um pouco mais os olhos demonstrando indignação - é claro que o teria avisado se pudesse. Enquanto tentava procurar Ricar ouvi homens dizendo que tinham visto uma caravana - aponto para o chão - aqui, só chutei que talvez fosse caravana que Ricar disse que pertencia, então vim para cá, - olho para o chão, diminuindo o tom de exaspero, mas ainda falando rápido - mas como não tinha certeza de quem eram não podia simplesmente chegar gritando essas notícias, - olho de novo em seus olhos quase como quem busca aprovação - imagine se ao contrário vocês fossem um grupo fugindo de Ricar ou - paro para respirar e continuo - caçando ele. Enquanto dizia o real motivo do por que vim ainda tinha medo de serem as pessoas erradas, ele não os descreveu nem disse seus nomes, apenas que eram de Verrogar. Se Ricar tivesse me contado que tinham se separado, jamais teria lhes procurado, pois pensaria que não se importariam.

[off: desculpa mas não entendi direito como estão segurando a bandeira, Ilgor está de frente para mim com o gladio apontado em minha direção, Jubelus entra "no meio de nós dois" e estica a bandeira e continua segurando-a? Jubelus está de frente ou de costas para mim? ou Jubelus sai e deixa a bandeira dependurada sobre o gladio? para pegar a bandeira teria que ficar de costas para a fogueira? Eles fariam um semi-circulo a minha volta né?]

Olho por uns instantes com um olhar franzido, enquanto Duril me pede para profanar a bandeira, mostrando uma expressão de confusão digo:
- Estão loucos? A primeira vez que coloco a minha segurança em risco por amor à Verrogar e me pedem que desonre a bandeira do Reino? Como você disse nenhum verrogari faria isso.respiro fundo e continuo quase como se falasse comigo mesmo A menos que o futuro do Reino dependesse disso, eu acho.
Tento passar tensão com o olhar coloco o escudo frente o corpo mantendo a espada para baixo, espero a reação frente às minhas palavras

[ Eu sou de mais... calma, ainda é cedo pra cantar vitória, eles podem estar apenas encenando enquanto esquadrinham a minha morte, mas acho que conquistei a confiança deles, mas se o que dizem é real estou ferrado, pois não posso recusar a me juntar a eles, se me recusar morrerei, se entrar vou me envolver em situações muito mais complicadas do que planejava...caramba onde vim me enfiar, respira seu maricas, respira, lembre que isso é para voltar a ver sua mãe e seu irmão, acham que sou idiota é obvio que querem saber se sou capaz de profanar a bandeira, se quisessem tanto esconder sua nacionalidade nem a teriam pra começo de conversa além de que teria sido mais difícil encontra-los ]

Enviado por: arabedoido77 - segunda-feira, 16 de julho de 2012 23:02:20
Ao ouvir o guarda dizendo isso, levanto com cuidado para não fazer gestos bruscos e falo:

Será realmente bom interrogar o prisioneiro. Permitem que eu ajude? Fiz um inimigo soltar a língua lá na caverna. Poderia ajudar mais um a dizer o que sabe e com isso ajudo a esclarecer a história.

Antes de responder, pensem nisso: vejam meu estado, meus ferimentos e meu preparo físico. Não seria loca de tentar fugir, me alcançariam num piscar de olhos e não posso com tantos guardas juntos. Só quero ajudar.

Enviado por: Blanchard - segunda-feira, 16 de julho de 2012 23:04:16
Enquanto o líder dos guardas (ou outro) aprisiona Ricar, finjo também uma cara de satisfação, já que o corte no braço não me deixara muito contente. A possibilidade de conseguir as informações necessárias me reanima. Guardo o gládio, virando para o anão, enquanto faço uma pequena referência:

- Gloin?! A habilidade dos anões com machados deve ser admirada até mesmo pelos mais pacifistas sacerdotes de Selimon.

Viro-me para o humano, mas dizendo num tom de voz que pode ser ouvido também por Gloin:

- Permita que eu me apresente. Sou Calion, um mero artista e contador de histórias. Você me deve uma bebida e não aceito água...

Enviado por: bcsaulo - terça-feira, 17 de julho de 2012 8:04:35
Junto o machado do chão e digo a Ricar - É talvez você sobreviva para ter uma revanche! - Dou meia volta por trás dele e digo - Ande, vamos levá-lo para casa de Jacus, lá poderemos colocar as novidades em dia. Descobri muita coisa nas ultimas horas.

Respondo a Calion - Você tem azar amigo elfo, me pegou num dia dificil, em outros tempos teria o prazer de compartilhar meu odre com você, mas hoje terá de se contentar com água.

Cutuco as costas de Ricar com o machado - Pare de latir feito um cachorro e ande.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 17 de julho de 2012 10:51:16
Limpo meu machado no manto do elfo, guardo-o a tiracolo, e me aproximo de Ricar falando:
Agora há de nos contar tudo o que sabe, parte por parte, até que nos sintamos satisfeitos Ricar. Ouviu bem?! E não teste minha paciência ela não é muito longa quanto minha idade. E se Jacus estiver morto como disse, irá nos dizer quem o matou!

Virando-me a Calion quando este se apresenta lhe respondo:
Assim como nossa habilidade na forja meu caro elfo, somos exímios no que fazemos.

Depois de tudo digo a Connor:
Tens total direito ao machado, mas agora vamos tem de me contar o que descobriu.

Rumo para a casa de Jacus.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 17 de julho de 2012 13:04:40
MARKUS:
Os homens se entreolham e depois olham para Duril, ele diz com uma voz calma:
Vai pisar na bandeira ou não?

(OFF: ele deixou a bandeira dependurada sobre o gládio.)


SAM:
Com uma expressão de dúvidas sobre o que está prestes a fazer Malfas sai de sua frente abrindo espaço para que você possa passar:
Prefiro ver-te de costas, talvez assim não consiga me atocaiar como fez com meu amigo.


DERIN:
Depois de abrir passagem Malfas olha para vc e diz:
Acho que é o que todos nós esperamos, já não sabemos quem é amigo ou inimigo.


PAMMALA:
Com cara de assustado Malfas lhe diz:
Vai enfeitiçá-lo bruxa?


CALION, CONNOR E GLOIN:
O líder dos soldados arrasta Ricar para dentro da casa de Jacus, lança-o no chão, olha para vc´s e diz:
Ele é de vc´ até que eu volte com o capitão Ardras, não o matem. Malfas vc fica com eles para acompanhar o interrogatório. Os outros vão atrás do outro bandido. Eu irei atrás de Ardras.

Dito isso ele e os demais soldados se retiram,deixando apenas um amedrontado Malfas para cuidar de tudo.

Ricar rindo como uma hiena diz:
Lubliama já caiu,vc´s não poderão fazer nada. Ou fogem ou logo vão se curvar perante nosso poder. O leão devorará o dragão.

Enviado por: Vercenorax - terça-feira, 17 de julho de 2012 14:26:51
Dirijo-me ao capitão dos guardas:
Que assim seja, ele não morrerá, mas não posso garantir que não passará dor.

Depois que todos saem e só ficamos nós e Malfas digo:
Acalme-se guarda, nós somos o que se poderia dizer “Cavaleiros da Ordem”, prezamos pela ordem como é de se esperar e pela justiça, o destino deve se cumprir em favor da lei. Malfas, somos tão corretos como você, e desejamos o mesmo para Liubliama, mas o fazemos de maneira diferente.

Depois vou até bem próximo de Ricar e sussurro-lhe ao ouvido:
Mas a Pedra sobrepõe-se a todos.

Se ouver uma cadeira, puxo-a para mim e sento-me, se não fico em pé mesmo e digo em tom imperativo:
Conte-nos tudo o que sabe, desde o instante em que Jacus sumiu, preferencialmente. E rápido, antes que minha paciência se esvá.

Enviado por: arabedoido77 - terça-feira, 17 de julho de 2012 16:48:15
Respondo para Malfas:

É o que pretendo se me for permitido. Se quiser saber se é seguro, pergunte ao anão Glóin. Ele viu o efeito de minha magia lá na caverna. Posso tentar fazer mais uma vez se me for permitido. Mas como prometi, só o farei se isso for autorizado; ainda estou aqui como garantia do bom comportamento de meus companheiros e pretendo agir de acordo.

Enviado por: †_Junior_† - terça-feira, 17 de julho de 2012 17:05:58
Para Malfas:

- Calma Malfas, não irei te atacar. Fique tranquilo!

Depois vou até Glóin e Connor e digo:

- Vocês estão bem, isso é um alívio!

Depois só pra Connor:

- Você parece muito machucado Connor! É melhor descansar agora, enquanto o pessoal interroga o cabeça oca do Ricar.

Depois olho para Calion e pergunto:

- E quem é você, nobre elfo? Ajudou a chutar a bunda de Ricar?

Olho para Ricar depois e digo para ele:

- Na situação que se encontra, é ainda capaz de proferir ameaças. Bem astuto. Porquê não diz logo o que Mestre Glóin quer saber e talvez sua vida seja poupada depois.


Enviado por: Markus Magnus - terça-feira, 17 de julho de 2012 20:54:52
Olho para todos tentando acompanhar os olhares, mostrando algum nervosismo, quando Duril fala, abaixo o escudo, olhando realmente não acreditando no que ouço.

[ E essa agora?! Essa voz calma e esses olhares escondem sorrisos sinceros por talvez me juntar a eles ou sarcásticos por me enganarem e criarem um motivo para me matar? ]
- Pelos Deuses! vocês falam sério?!

Fico olhando estarrecido esperando que eles digam que é brincadeira, então deixo a espada escorregar da minha mão para o chão. Dou os passos necessários para cruzar a distância até a bandeira olhando em seus olhos, ainda esperando que me digam para parar.

[ Esses homens são estranhos se arriscam por um reino negando a si mesmos os confortos de uma casa acolhedora, de uma família e mesmo de poder dizer quem são e pelo que lutam?! Caramba essa história da bandeira ainda é estranha devem aproveitar a oportunidade para me atacar, mas ninguém se mostrou confuso ou relutou quando Duril disse para que eu profanasse a bandeira. Crisagom sei que não sou justo nem verdadeiro, minto desde criança, mas meu pai me contou que o senhor é justo e bondoso, então por favor proteja este filho, pelo menos até que possa rever minha família. ]

Estou completamente tenso, tentando parecer que é pelo desconforto de profanar a bandeira, escondendo que é pelo medo de ser atacado. Enfim olho para a bandeira com um olhar triste de despedida e pego-a do gládio, tento manter todos em meu campo de visão, ainda olhando para a bandeira digo.

- Quero deixar claro que não vejo sentido nesse ato e o desaprovo, mas se dizem que para provar meu amor por Verrogar devo desprezar o estandarte que carrega seu simbolo, que assim seja, farei isso guardando seu símbolo apenas em meu coração, que eu possa ser então o servo que sabe dar ao seu senhor o que ele precisa mesmo que muitas vezes não seja isso o que ele quer, que mesmo ridicularizado ou marginalizado por outros não esqueça o meu dever, mesmo se não puder vê-lo ou ouvi-lo que eu possa saber o que necessita, fazendo-o se engrandecer e se fortalecer. Este senhor atende apenas pelo nome de Verrogar
Ao terminar jogo a bandeira no chão e piso com força com o pé direito e depois com o esquerdo, apertando os olhos, como se visse uma atrocidade, na verdade atento aos movimentos dos verrogaris. Por fim saio de cima da bandeira pego-a do chão e entrego a Ildor.
- Agora vamos procurar por Ricar?

[off: [1d20] para Observar os verrogaris que posso ver e no próximo post rolo mais um dado para Escutar os verrogaris que não conseguir. Estou interpretando o personagem como ele se achasse isso tudo uma besteira e apenas encena para poder ver sua família e para isso precisa se aproximar de Jered e pra isso precisa ganhar a confiança desses homens. Respeita e acha valoroso o que fazem, mas Markus, nem cogita a hipótese de realmente seguir o que disse, mas lhe aquece o coração imaginar que talvez tenha encontrado um grupo do qual possa fazer parte, algo que ainda não pensou, mas que dependendo de como as coisas andarão pensará. Caso acredite que algo não condiz com a situação, por favor me diga que adapto a interpretação. Perderei a cabeça ou ganharei aliados? Vejam na próxima postagem do Samyaza kkkkk]

Enviado por: Markus Magnus - terça-feira, 17 de julho de 2012 20:55:17
[1d20]

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 17 de julho de 2012 23:51:52
Entrando na casa, atrás de Connor e Gloin, como se tivesse sido convidado, aproximo-me deles e digo:

- Acho que vocês já sabem que não são só esses verrogaris que querem suas mortes. Autoridades daqui também desejam seus sangues. Mas agora Ricar há de esclarecer as coisas...

Quando o pequenino se aproxima abro um sorriso e, depois dele ter se dirigido a mim respondo:

- Não pequenino, este não é o tipo de coisa que eu goste de fazer. Apenas sugeri ao verrogari que ele já estava morto, ele sabe disso desde que se alistou naquele exército. Mas diga seu nome, será um prazer conhecer mais um membro de sua raça. Me chamo...

Quando iria dizer vejo a elfa. Sigo direto para ela, pego delicadamente em sua mão e levo-a até meus lábios:

- Desculpe-me por não me apresentar em minha melhor forma (digo isso olhando para o braço machucado). Mas não esperava a presença de uma ilustre dourada. Sou Calion.

Terminando o beijo em sua mão, olho direto em seus olhos.

Sedução [1d20]

Enviado por: Blanchard - terça-feira, 17 de julho de 2012 23:58:49
Esqueci de dizer que a fala para a elfa é feita em élfico. Brick wall

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 18 de julho de 2012 7:57:02
Quando Sam diz que não vai atacar o guarda medroso digo quase sorrindo - Acalme-se Sam não queremos que o guarda fuja e deixe-nos aqui sem proteção!

Me sento de preferencia na poltrona de Jacus e então repouso o machado de Ricar sobre minhas pernas - Diga-me guarda a vinho aqui o elfo que me ajudou quer vinho! À proposito sou Connor. Sam pode providenciar isso?

Digo a Pammala - Será lhe permitido claro, mas em outra hora e outro lugar. Vamos seguir os conselhos dessa hiena e ir para o bairro dos anões, nossos inimigos já sabem onde nos encontrar e não demorará a voltar. Lá pelo menos estaremos em território amigo.

Enviado por: Ares - quarta-feira, 18 de julho de 2012 9:29:23
-Realmente será melhor irmos para um lugar mais amistoso,mesmo arriscando sermos atacado no caminho.
Pergunto ao Malfas.
-Teria algum coisa pra prender este louco aqui e não deixar ele sair gritando aos quatro ventos ou sair correndo enquanto saímos?

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 18 de julho de 2012 10:36:49
Aceno a cabeça positivamente a Sam e digo:
De fato pequeno, para mim também é uma alívio lhe ver aqui.

Respondendo as considerações dos demais:
Pammala lhe será permitido e não duvidamos de sua competência, mas não agora. Não só eles, Calion, mas também a víbora de Vardem, diria que este mais que os outros. Connor não seja espalhafatoso e nem mesmo impertinente, não está na casa de seu pai, vamos ficar como estamos, se bem que um copo de vinho não ia mal; agora quanto a sairmos daqui não podemos, se o fizermos Ardras nos considerará como suspeitos e cúmplices, além do mais, tenho alguns amigos que devem estar vindo para cá neste instante, sair daqui os deixaria perdidos, e não queremos ficar perdidos em uma situação como esta.

[Espero que Rarurg e Náin cheguem logo, estamos com o tempo curtíssimo. Ainda temos de falar com Norne, o sumo sacerdote deve ter a par dos nossos planos.]

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 18 de julho de 2012 11:13:40
Falo para Connor:

- Vinho? Vou ver lá na cozinha!

Antes de sair, falo a Calion:

- Meu nome é Sam, é um prazer!

Vou até a cozinha e procuro por algum vinho.

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 18 de julho de 2012 11:35:44
- Então vamos ao que interessa - Me levanto e vou na direção de Ricar, dou-lhe um chute em seu estomago e digo - Isso é para não atacar um homem desarmado com um machado.

[1d20] Chute... Quero causar dano Muito Feliz

- Amigos... - Digo isso para Sam e Glóin - Lembram do episódio da caravana? De como eu fui parar lá? Pois bem, no dia seguinte aos acontecimentos no estabelecimento do pai de Sam, tive um encontro com uma mulher no mercado... Recorda-se Sam? Bom ela me pagou, muito bem diga-se de passagem para tirar a vida de Benjen... Eu não sou afeito a matar sacerdotes, talvez se esse fosse um orco... Bom o fato é que ela me colocou na caravana no lugar de Ricar... E como já devem ter notado, achei que Benjen era um homem decente e recusei a completar minha missão e o sacerdote continua vivo. Horas atrás segui atrás de Benjen para que ele curasse minhas feridas. Fui até um templo de Cruine onde ele procurou abrigo no dia em que chegamos... Quando cheguei bati na porta, uma, duas vezes, mas não obtive resposta, então decidir rodear o lugar a procura de uma outra entrada. Achei pequena janela, contudo muito alta não daria para passar, mas lá foi possível que eu ouvisse sussurros pouco consegui ouvir, mas dizia... - "Melhor nos livrarmos dele agora... Ele é perigoso... avisar aos outros... saber de nós... mortos a esta altura... eu cuido dele..." - Uma das vozes reconheci sendo de Benjen. Pouco tempo esse cão - Aponto para Ricar - Estava a minha caçada, junto a outros três elfos negros... Foi ai que o elfo apareceu e me ajudou... Algo que queira nos contar Calion?

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 18 de julho de 2012 13:55:14
Ouvindo a palavra vinho volto-me para Sam e Connor, com o desejo dividido. Pensava em pedir algum fumo ao pequenino, mas com a fala de Gloin me censuro. Lentamente me recomponho e digo à Sam, dando um sorriso meio sem graça:

- Desculpe-me Sam, agora já sabe meu nome também.

Quando estava voltando na direção da elfa, vendo o ataque de Connor e ouvindo seu relato penso:

Agora meu disfarce já não tem mais efeito. Com o arqueiro livre e Ricar aprisionado, esses malditos verrogaris também pedirão minha cabeça. Parece que meu destino à curto prazo está amarrado a estes senhores.

Findado o relato de Connor digo:

Cambu desejou sorte para mais um viajante e cruzou nossos caminhos. Bem, se sacerdotes de Cruine estão envolvidos não sei, mas sei que certos comerciantes estão. Preciso dizer que este sujeito é subordinado à Jered? Aquele desgraçado negocia com autoridades locais e constrói alianças para seu reino. Basta a confirmação, pois ninguém acreditará em nossas palavras e a justiça será manobrada para que nós sejamos vistos como inimigos.
Os encapuzados eram dois, além de Ricar, e foram-lhe entregues por um dos próprios políticos. As coisas não parecem muito boas, não é?

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 18 de julho de 2012 14:55:24
Agora faz enorme sentido Vardem ter levado Jacus, e o que Connor ouviu, mas eles enfrentarão grande resistência por parte de minha raça!

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 18 de julho de 2012 15:35:35
Pessoal,

em primeiro lugar queria agradecer a boa interpretação dos senhores, muito bacana e estimulante, espero poder responder a altura.

Em segundo lugar quero informar que estarei viajando amanhã pela manhã para o RJ e só devo voltar a postar na terça-feira. Talvez, hj ainda consiga postar alguma coisa.

Nos vemos semana que vem.


(PS: podem ir deliberando aí sobre suas conclusões que eu adoro ler sobre isso)

Abraços!

Enviado por: arabedoido77 - quarta-feira, 18 de julho de 2012 16:05:59
Quando Calion fala, penso um pouco e digo:

Fala sobre Jered. Qual é o papel dele nisso tudo? Me lembro que ele ajudou a convencer Jacus a nos deixar ir até a caverna, mas qual seria a vantagem dele nisso tudo?

Ah e também não podemos nos esquecer do outro sujeito que o sobro mencionou, Irven Callard.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 19 de julho de 2012 8:17:05
- Imagino se talvez Jacus não estava no templo! Ninguem pensaria em procurar lá. Mas sabe o que eu não entendo? Como Benjen se aliou a eles? Se bem que ele era o unico que conhecia Irven Callard ou pelo menos procurava por ele. Quanto a Jered, agora que falou, temos até o amanhecer para achá-lo, pois é quando sua caravana partirá...Pammala enfeitice Ricar vamos ver o que podemos descobrir com ele.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 19 de julho de 2012 10:25:21
Quanto a Jered deixe-me deduzir: ele diz ser um mercante que abandonou o exército e que seus homens, em nada menos ferozes guerreiros, fazem comércio pelas cidades maranenses, com isto ele vê as fraquezas e faz alianças em tais lugares, garantindo que as fraquezas não se reforçem e que durante o ataque não se tenha participação de uma boa parcela da população; por exemplo Vardem detém certo influência sobre boa quantia da população humana. Este Pammala descobriremos quando formos atrás dele. Mas agora preocupe-se em fazer o que Connor pediu, vamos tirar informações de Ricar.

Enviado por: Ares - quinta-feira, 19 de julho de 2012 12:46:36
-Irven esta em Seviala,pelo menos foi o que uma antiga contratante de meu mestre me disse enquanto eu buscava como chegar a Verrogar,isto se for o mesmo Irven.Agora vamos logo com isto.

"Por que tive que me meter no meio desta confusão,o tempo é tão precioso para conseguir achar o seu assassino mestre.E agora fico parado aqui entre intrigas politicas e tudo mais que nem consigo entender"

Enviado por: Blanchard - quinta-feira, 19 de julho de 2012 14:37:40
Digo em élfico para Pammala:

Cara parente, se tem algo que possa fazer, não se demore. O humano loiro parece bastante impaciente, Connor quase foi assassinado por esse sujeito. Se Gloin também se exaltar, Ricar estará condenado. Não que eu concorde que ele deva ser poupado, mas por enquanto ele é nossa única prova. Desculpe, mas não conheço o temperamento de seus amigos.

Depois digo em malês, na direção de Gloin:

Infelizmente, parece que você deduziu correto. Essa caravana deve ser somente um pequeno pedaço da força verrogari que avança pelos reinos. Torço para estar errado, mas podem existir centenas deles circulando livremente por nossas terras, aldeias e cidades. Não sei muito mais, pois descobri algumas coisas num trabalho solitário, e se me aprisionassem...

Movimento os braços e aponto pra Ricar, querendo dizer que se tivesse sido pego estaria ou na mesma ou em situação bem pior que o verrogari.

Continuo:

De qualquer forma, se já existe população em mobilização, para agir rapidamente, ainda temos chance de eliminar ao menos uma parte desses informantes.

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 19 de julho de 2012 15:16:38
Deverás Calion, mas isso vai depender de sabermos quem são os informantes, não adianta andarmos às cegas. Devemos começar a deduzir os assuntos passados, para então chegarmos nos presentes e futuros. Dou uma pausa e prossigo:Primeiramente, quem informou aos sombrios que estaríamos com Jacus na entrada das minas? Vardem ou Jered, suponho que Vardem, mas não entendo qual a participação deles numa guerra entre Verrogar e Marana?

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 19 de julho de 2012 17:15:33
Então, hora do show...Feliz

Respondo em élfico para Calion:

Pode deixar. Conheço-os há pouco tempo, mas já pude ver que são confiáveis. Prefiro tentar salvar este pobre homem da morte, o que será mais fácil se ele abrir o bico.

Me aproximo devagar do prisioneiro, tento ir por trás para que ele não veja o que estou fazendo e vou preparando a magia Amizade, para lançar quando tocar nele, no ombro. Depois, digo ao ouvido dele, com uma voz doce:

Acho que todos querem algumas informações suas. Estou aqui para ajudar e será mais fácil se nos contar o que sabe.

Então, olho nos olhos dele, de perto com uma expressão do tipo "gato de botas":

Não mentiria para mim, mentiria?

Se precisar, adianto os dados: um para a magia e outro para Sedução.


Enviado por: †_Junior_† - quinta-feira, 19 de julho de 2012 18:59:58
(já que o samyaza deu uma certa carta branca pra gente...)

Pegando o vinho na cozinha, e ainda com minhas habilidades de servente, vou servindo a todos os interessados na sala com o vinho. Depois, me sento em algum canto e observo Pammala interrogar Ricar.

- Agora isso ficará interessante.


Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 20 de julho de 2012 10:53:00
Pego um copo de vinho que Sam está servindo e digo a Ricar:
Pode começar dizendo onde está Jacus.

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 20 de julho de 2012 22:54:33
Sentindo ainda o braço, penso no vinho como uma forma de diminuir a dor (na ausência momentânea de sacerdotes). Quando o Sam se aproxima, abro um sorriso que nem mesmo as assíduas frequentadoras da taverna da cidade viram. Bebo rapidamente, mas com alguma etiqueta, afinal este pode ser o primeiro de muitos.

Ao ver Pammala se aproximando de Ricar penso:

Que desperdício, espero que ela tente me encantar também, quem sabe no fim desta noite, se estivermos... vivos?

O pensamento é interrompido pela voz de Gloin. Vejamos o que o assassino tem a dizer.

Enviado por: bcsaulo - sábado, 21 de julho de 2012 13:24:39
Espero que Sam sirva o vinho a todos e então quando este me estende um copo pego a garrafa e agradeço. Em seguida fico de pé ao lado de Ricar.

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 15:07:06
O teste de Resistência a Magia de Ricar [1d20]

Enviado por: Samyaza - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 15:11:47
MARKUS:
Duril, com um olhar severo, responde-lhe enquanto os outros pegam suas armas e fazem um círculo ao seu redor:

Agora? Agora vais pagar por tuas atitudes! Primeiro por ter mentido! Segundo por ter pisado na bandeira de nosso reino! E terceiro pela ousadia que teve ao vir falar conosco seu espião maldito!

Quanto a Ricar, se estivesse falando a verdade, saberia que ele está a distrair os lacaios do lorde enquanto o maldito está sendo levado para Seviala. Não, não se preocupe, vc não viverá o suficiente para contar isso a ninguém!


GRUPO NA CASA DE JACUS:
O líder dos soldados, com um gesto de cabeça permite a Malfas buscar vinho. Em pouco tempo ele e Sam voltam com um odre de vinho, algum fumo e uma cesta de frutas. Eles colocam todo o material sobre uma mesa de madeira circular que estava num canto e a arrastam-na mais para o meio da sala.

O líder dos soldados enche um copo de vinho com nítida pressa e ansiedade, toma o vinho todo num só gole enquanto diz:

É mellhor trazer Ardras aqui, ele precisa participar do interrogatório. Com a licença dos senhores, vou atrás dele imediatamente.

Após encerrar a frase ele vira-se de costas e vai em direção a saída.

Com a atenção de todos em Ricar, o verrogari começa a falar:
Jacus já deve estar em Verrogar a esta hora.

Enviado por: †_Junior_† - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 15:35:42
Olho para Ricar e digo:

- Isso quer dizer que ele está vivo, certo?!

Enviado por: Vercenorax - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 15:36:47
Levanto-me pego uma maçã e comendo-a digo me aproximando de Ricar:
Sabe qual é a sensação de se ter um semente fervendo dentro do ouvido Ricar? Gostaria de descobrir? Vá nos contando, quem está levando Jacus para Verrogar?

Enviado por: bcsaulo - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 17:21:38
- Acho que ele está esquecendo que Verrogar é um local muito grande! Qual cidade? E qual o envolvimento de Benjen?

Enviado por: Blanchard - quarta-feira, 1 de agosto de 2012 23:09:27
Enquanto o interrogatório continua, aproximo-me de Sam e digo baixo:

Sam, se você tiver um cachimbo posso preparar esse fumo como ninguém.

Enviado por: Markus Magnus - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 0:35:13
Fico verdadeiramente pasmo no primeiro instante
[Maldita hora que mudei de ideia. Situações desesperadas pedem medidas desesperadas.]
Revoltado, com a reviravolta da situação começo esbravejando.
- Mas que merda é essa? Estão de brincadeira?! - olho fixo nos olhos de Duril e começo a contar nos dedos cada item da minha lista - Primeiro não menti. Segundo, você - (Duril) - me convenceu de que pisar na bandeira era um tipo de ritual de vocês, então não tem o direito de me culpar por isso. Terceiro, Ricar não me disse seus nomes, nem a onde estariam, não me disse nem que haviam se separado e você quer que ele tenha me dito numa mesa de taverna o verdadeiro motivo pelo qual está aqui? Quinto que merda de Lorde é esse? Sexto, se fosse um espião estaria na cola dele, em vez de estar aqui, teria fingido um ataque e depois o salvaria e só apareceria com ele, para que ele, Ricar, me desse a confiança de vocês. Sétimo, se eu fosse um espião saberia quem vocês são, logo se eu tivesse perdido Ricar de vista apenas, apareceria e diria - fazendo uma voz estranha - "Ei, vamos la salvá-lo" - voltando com a voz normal - mas não, não sou espião, eu apenas, idiotamente, larguei as minhas boas garrafas de vinho, minha cama quentinha na estalagem, para vir aqui tentar achar o grupo que um cara, que eu nunca vi na vida, disse fazer parte para tentar ajuda-lo e agora vou morrer - meio que soco o ar na direção do chão - ahhh Inferno, ainda por cima errei a conta - coloco a mão direita na testa cobrindo os olhos e falo mais para mim mesmo do que para os outros - antes tivesse passado o resto da minha vida como um idiota medíocre
[Meretriz que deu a luz, não acredito que logo agora eu vou morrer nas mãos desses merdas ... burro, burro, burro ... se tiver próxima vez aprende a ficar quieto, ... mas não, eu tinha que ser o idiota que se acha o improvisador e me meter numa atitude suicida]
Evito fazer movimentos bruscos é falar demasiadamente alto, para que não pensem que estou tentando avisar alguém

Enviado por: Ares - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 11:02:41
-Parece que resolveu falar.
Pego um pouco de vinho e bebe ele.
"Por que eu tinha que me envolver nisto,por que?"

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 13:33:29
Diga logo Ricar, não tenho a paciência do tamanho do mundo!

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 14:00:46
MARKUS:
Faça um teste de Persuasão por favor.

GRUPO NA CASA DE JACUS:
Intimidado com o interrogatório Ricar perde um pouco da arrogância enquanto fala:
Ele está em Seviala! E quanto ao sacerdote, não é assunto meu, é assunto dos amigos do nosso contratante!

Enviado por: Vercenorax - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 14:16:30
Seviala... hummm muito bem. Agora diga-nos, quem é o vosso contratante? Os amigos já deduzimos, as bestas vis dos vermes cinzentos.

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 14:33:08
Ainda perto dele, digo com voz suave ao ouvido do prisioneiro:

Não se assuste, está bem? Se continuar nos ajudando com as informações que queremos, vou pedir para que o soltem, está bem?

Fico ali perto, com uma das mãos no ombro dele e a outra acariciando os cabelos.


Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 14:51:03
GRUPO NA CASA DE JACUS:
Ricar com ar de cinismo para Gloin:
Vocês terão que me oferecer muito mais do que suas ameaças para terem essa informação!

Voltando-se para Pammala:
Teu carinho e atenção só vão durar enquanto eu lhe for útil bruxa! Quando eu não lhe for mais útil vai me deixar nas garras deste covardes.

Enviado por: bcsaulo - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 15:09:47
- Porque a gente não mata logo ele?

Enviado por: Markus Magnus - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 18:29:17
[off:[1d20] Não quero nem verPray d'oh! ]

Enviado por: arabedoido77 - quinta-feira, 2 de agosto de 2012 22:03:52
Começo a pensar se ele percebeu que foi vítima de um encantamento.

Faço uma nova magia de Amizade nele e digo baixo para o prisioneiro:

Ouviu o que eles querem fazer, principalmente o grandão ali? Dê o que eles querem saber. Juro que pedirei que não o matem e que o deixem ir. Não vamos derramar mais sangue.

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 10:06:17
Vendo que Ricar não vai abrir a boca digo:
Se ele não vai falar, podemos tirar dele o que precisamos. Você sabe, Ricar, que não lhe oferecerei em momento algum a liberdade em troca de informações, seria idiota de minha parte, e sei que torturas físicas resolveram muito menos. Muito bem apelaremos para o psicológico.Fechem um quarto escuro e ponham água pingando, veremos se ele não vai falar.

Mas antes que todos façam alguma coisa me aproximo de Ricar e digo-lhe ao ouvido:
Tem certeza de que não vai falar, Ricar? Eu já estou de certa maneira adiantado. Os anões são rápidos na ira, você deveria dizer, facilitaria muito as coisas, em breve Ardras e Rarurg estarão aqui, disse-lhe já o que pretendo fazer, mas os meios de Ardras serão bem piores creio eu, e os de Rarurg nem sei dizer. Tem certeza de seu silêncio?

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 10:34:06
teste de RM de Ricar: [1d20]

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 10:38:01
MARKUS:
Duril com voz firme fala:
Vou perguntar apenas uma vez, não gosto de repetir perguntas: Se teme por sua vida, começe a falar para quem vc trabalha? Está com o grupo de Rarurg correto? Conte-nos quais são seus planos?

GRUPO NA CASA DE JACUS:
De cabeça baixa, falando com Gloin, Ricar responde:
Minha lealdade com meu senhor e país vale mais que minha vida, mas estou pouco me lixando com os sombrios, que é o que parece te amedrontar anão. Deles, eu falo o que quiserem e o que eu souber, mas, com uma condição. Quero um pouco de vinho e comida mas antes e um beijo da elfa.

Olhando com cinismo para Pammala ele continua:
A vontade verrogari não é tão facilmente subjugada senhora. Melhor deixar seus feitiços e deitar-se comigo, talvez seus outros dons funcionem melhor!

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 11:00:10
- Há você quer um beijo da elfa? Quer se deitar com ela? Vou dar a você algo melhor! - Olho para Sam e digo - Dê-me sua espada - Espero ele entregar. Enquanto isso retiro a calça de Ricar deixando-o em pelos, em seguida seguro na ponta de seu orgão sexual e olho pra ele - Tem certeza que quer fazer isso?

off: Thiago Ricar está amarrado certo?

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 11:36:53
OFF: sim, ele está amarrado, kkkkkkkkkkkk, vai torná-lo eunuco? Chorei de rir aqui!

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 12:10:17
Puto com o desrespeito à uma dourada, me aproximo de Pammala e pego em uma de suas mãos dizendo (em élfico):

Venha, ele escolheu seu caminho. Você não precisa ouvir esse tipo de coisa.

Vou me afastando de Ricar e quando vejo a ação de Connor digo:

Pammala, vamos dar uma volta?

Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 13:08:39
Entrego o Gládio para Connor, dizendo:

- Toma, mas espera, o que você vai faz...

Quando vejo a ação de Connor, digo:

- Acho que você poderia ter avisado senhorita Pammala ao menos. Ela não precisa ver isso.

Me sento e aguardo o que irá acontecer.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 13:20:28
GRUPO NA CASA DE JACUS:
Espantado com a atitude Ricar começa a gritar desesperado, as palavras saem de sua boca acompanhadas de uma chuva de saliva enquanto seus olhos se esbugalham:
ENLOQUECEU CONNOR!!!! POR LENA!!! QUE INSANIDADE É ESSA DE QUERER ARRANCAR A VIRILIDADE DE UM HOMEM?!?!?!
VOCÊS NÃO VÃO REALMENTE PERMITIR QUE ELE FAÇA ISSO NEH?!?! EU NÃO ME NEGUEI A FALAR NADA!!!

Enviado por: Ares - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 13:37:55
-Realmente poderia ter avisado antes de fazer isto.
Falo em direção a Calion.
[color=darkred]-Não sei se seria uma boa ideia sair lá fora agora,talvez em outro comodo,mas cuidado com as janelas./color]

Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 13:53:36
Vendo o que Connor está fazendo esbravejo:
ONDE ESTÁ COM A CABEÇA CONNOR?! ESTÁS LOUCO, VISTA AS CALÇAS EM RICAR, NÃO QUERO INTERROGAR UM HOMEM NÚ EM PELO!

Depois que Connor vestir as calças de Ricar, digo aos demais e a ele:
Este homem não falará sobre sua nação, mas concorda em falar sobre os sombrios. Deem-lhe vinho e comida, para prosseguirmos.

Antes que Ricar saia, olhando profundamente em seus olhos falo:
Não os temos e nunca os temerei, mas existem famílias, mulheres e crianças, eles não merecem morrer por causa de uma infestação destas criaturas malditas.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:20:28
GRUPO NA CASA DE JACUS:

Ricar um pouco mais calmo olha firmemente para Glóin:
Finalmente alguém lúcido, Parom lhe abençoe anão! Após comer vou lhe contar tudo o que sei sobre os Sombrios, mas, já lhes adianto que precisarão de paciência e ter a mente aberta para compreenderem o que está acontecendo.

Tentandos disfarçar um sorriso com o canto da boca e evitando olhar diretamente para Derin ele diz:
Com medo de alguma coisa guardião? Viu alguma coisa lá fora que o assustou?


Enviado por: Vercenorax - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:38:29
Sam, traga comida aos homem. Ele depois vai nos contar tim-tim por tim-tim e teremos sim uma enorme paciência.

Enviado por: Ares - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:49:21
-Todos se assustam com algo,todos tem medo de alguma coisa e você não esta em condição de dizer que não tem.Ou o Connor pode lhe cortar sem problemas?Em tempos perigosos é preciso cuidado extremo.

Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:49:24
Com a ordem de Gloin, me levanto e digo:

- É pra já Mestre Gloin!

Vou até a cozinha e trago o jantar (se tiver sido feito algum; tem uma empregada na casa não?). Coloco em pratos e vou entregando para cada um. Entregando para Ricar, digo:

- Escapasse de um aperto hein verrogari?


Enviado por: arabedoido77 - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:59:21
Depois da resposta e da proposta que ele fez, me afasto dele um passo ou dois, e digo:

Muito bem, fez sua escolha. Deixo o restante do trabalho pra os rapazes, mas garanto que a maneira deles é bem mais dolorosa.

Quando Connor despe o prisioneiro, cubro o rosto com uma das mãos, num gesto de claro constrangimento. Apenas comento:

Acho que eu não precisava ver isso. Tem certeza que isso é necessário?

Depois, quando e acalmo e o prisioneiro está novamente vestido e resolve colaborar, recuso o pedido para sair do local. Digo em élfico:

Espere um pouco, preciso ouvir o que ele tem a dizer sobre os sombrios.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 14:59:33
GRUPO NA CASA DE JACUS:

Indo até a cozinha Sam vc encontra uma porta que dá para a rua aberta, bem escancarada, há comida numa grande mesa central e tbm no fogão. Vc presume que a governanta e demais empregadas tenham fugido com o barulho das brigas. Malfas novamente o ajuda com a comida.

Ricar ri do comentário de Derin:
hahahah! Dessa vez vc me pegou, o turno é seu.

Quando Sam e Malfas voltam com a comida Ricar volta a olhar para Gloin e Pammala, ele diz com voz decidida:
Precisarão soltar meus braços para que eu possa comer, ou, me concederão o luxo de receber comida na boca?

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:04:15
Pego a arma de Sam, já ia cortar-lhe a virilidade de Ricar, contudo paro quando sou repreendido. Mesmo assim enfio o gládio na cadeira entre as pernas dele, então digo - Não vestirei ele. É melhor que fique assim, acredito que se recordará com mais facilidade! - Fico observando a ação dos outros digo - O que tem ele ficar assim? Quem nunca viu não tem porque temer... E quem já viu tem um igual! Ou vocês elfos são castros?

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:11:20
- Dê-me a comida Sam... - Pego da mão dele e então começo a colocar na boca de Ricar apressadamente - É bom não abusar da sorte, senão o cachorro Verrogari pode virar uma cadela - Olho pro meio das minhas calças - Se é que me entende!

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:13:40
GRUPO NA CASA DE JACUS:

Olhando para Connor, Ricar diz com fúria nos olhos:
Está com raiva neh garoto? Tua lâmina anseia por sangue não é Filantiano?

Enviado por: bcsaulo - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:25:16
- O garoto em mim morreu! - Retiro o gládio da cadeira e coloco abaixo do queixo de Ricar não para causar dano, então encaro-o e continuo a dizer - Tudo que conhecia como familia foi destruído anos atrás... E sabe o que eu vi? Meu pai sendo castrado na frente da minha mãe e em seguida obrigado a vê-la sendo estrupada... Eu seria o proximo mais fui salvo por esses anões que me acolheram como família... Família que vocês verrogaris tentam a qualquer custo destruir... E quer saber não deixarei acontecer - Jogo o prato de comida no chão e digo - Ele já está satisfeito, já começou a falar! - Tiro o gládio do pescoço dele e vou para trás da cadeira.

Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:26:06
Fecho a porta escancarada antes de retornar a sala.

- Calma Connor, calma! Tente não matá-lo asfixiado pela comida.

Pego meu gládio que estava entre as pernas de Ricar, dizendo:

- Cuidado com a língua verrogari, se não ninguém conseguirá segurar Connor antes dele torná-lo eunuco...




Enviado por: †_Junior_† - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 15:27:38
(ignora a parte que eu peguei o gládio de volta)

Enviado por: Blanchard - sexta-feira, 3 de agosto de 2012 18:00:13
Concordo com Derin, acenando com a cabeça enquanto penso:

Então o humano fala élfico. Deve ter aprendido a arte do arco com alguém de meu povo.

Para Pammala digo (em élfico):

Claro senhora, como queira.

Quando Connor fala dos elfos digo me rachando pra Pammala:

Humanos, um dia serão civilizados ao ponto de entender o que é etiqueta e boa educação.

Respondo à Connor:

Se você gosta desse tipo de coisa, ele é todo seu...
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