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Mensagem por Mingo em Sex 02 Fev 2018, 00:16

Alice acordou com a luz do sol entrando pelos ramos das arvores de sua cidade, sua casa era um ipê roxo moldado para funcionar como um lar, a cama era feita com as folhas no meio da copa como era comum de sua espécie. Alice era uma Faen, uma criatura esguia de baixa estatura, com asas insectóides e duas antenas em sua testa.

Aquele era um dia especial e ela havia aguardado ansiosamente por ele durante semanas, na verdade toda a comunidade de Faens que habitavam o Vale das Orquídeas estava animada com a festa que se avizinhava.

A Faen foi até uma bacia de água e lavou o rosto de tom esverdeado, como toda a sua pele, penteou os cabelos lilases, batendo rapidamente suas asas e levantando voo a poucos centímetros do chão, amava a sensação de voar e hoje estava escalada para trabalhar com as crianças para ensina-las essa dadiva maravilhosa.

Saindo voando de sua casa Alice vê que a comunidade já está movimentada, todos acordaram cedo em claro sinal de antecipação de um dia importante, o barulho de muitas asas a bater é reconfortante e calmante, traz um sentido de lar e segurança, principalmente para aqueles que estão acostumados com o som do bater de asas de insetos que é como um zunido por toda a região.

Ela vai até a mesa comunitária para fazer o seu desejum, escolhe uma maçã e algumas lichias com leveza e viu outra Faen, esta rechonchuda que cuidava da refeição de todos. Os Faens que ali viviam constituíam uma comunidade pequena, com menos de duzentas pessoas, não haviam lideres entre eles e as decisões eram tomadas em conjunto como uma verdadeira comuna, também não havia pressão para a escolha das profissões que cada um iria exercer sendo todos livres para seguir aquilo que mais lhe dava prazer.

- Bom dia Amália, você não vai mesmo de dizer o que está sendo preparado para hoje a noite? – Ela vinha tentando descobrir isso a semanas, sabia que Amália vinha cuidando dos alimentos da festa e queria saber que tipo de frutas e legumes estavam sendo preparados – É a comemoração de mil anos, devemos fazer algo muito especial.

- Você não desiste mesmo – disse rindo Amália, ela também estava feliz com a festa e com a quantidade de cogumelos que havia encontrado. A alimentação da comunidade era estritamente herbívora, mas isso não impedia que delicias fossem preparadas – Será especial minha querida, os heróis de Cassiopédia merecem que nos lembremos deles.

- Agora falta pouco, vou para a clareira ensinar as crianças a voar - Alice era uma Maga, desde criança havia demonstrado habilidades misticas, mas gostava de ajudar a comunidade nas lições de voo para os jovens.

Comeu a maçã no caminho da clareira, desta vez caminhando e sentido a grama sob seus pés, a comunhão com a natureza, tão comum em sua raça, sempre a animava, o mundo era belo e os últimos mil anos haviam sido de paz, acreditava que nenhum ser vivente sabia o que era guerra e este era mais um motivo para louvarem os heróis de antigamente.

É claro que haviam problemas, as vezes alguns orcs passavam em grupos pequenos mas a habilidade de voar e a natureza pacífica do seu povo evitava confusões, eles apenas levantavam voo e esperavam que os pequenos grupos fossem embora, os mais velhos diziam que desde a grande guerra ninguém havia visto um grupo de criaturas sombria em mais de dez pessoas, a ela parecia que a maldade deles impedia que cooperassem.

Chegou a clareira e se sentou com as costas apoiadas em uma árvore, comia as lichia doces como mel quando ouviu o barulho de pequenos passos e risos vindo em sua direção, cerca de dez crianças entre 10 e 15 anos vinham correndo algumas batendo as asas desajeitadamente e dando pequenos voos descoordenados, elas tinham as peles de colorações variadas, alguns rosáceos, outros dourados, até um faen bronzeado havia.

- Bom dia tia Alice!!! – Disse Ana Clara, uma pequena Faen de pele rosa e cabelos amarelos – Hoje você podia contar pra gente sobre os heróis? é o dia deles não é?

Alice olhou para eles, percebendo que todos queriam ouvir a história e mandou que se sentassem na frente dela, se sentou apoiando nas costas e olhou rapidamente para aqueles olhos ansiosos.

“Muitos e muitos anos atrás uma terrível sombra assolava Cassiopédia, uma criatura maligna conseguiu unir diversas criaturas sombrias sob seu comando, destruindo cidades, atacando florestas, espalhando destruição atrás de seu exercito de trolls, orcs, nagas, yetis e outros seres do mal.

Esses problemas duraram durante 3 anos, até que cinco heróis reuniram um exército de seres livres sob suas bandeiras e decidiram travar uma batalha direta contra o exército de Callum, o maldito.

Uthred liderou os Aesires, homens altos e fortes do norte, loiros e muito valoros em batalha, com seu machado de guerra, Sångdrinkare ele botava medo nos inimigos.

Faramir liderou os humanos, que compunha da maior parte do exercito da luz e trazia a grande espada Narsil em suas mãos, com a agilidade combinada a força ele tirou a vida de muitos dos inimigos.

Brokk liderou os anões, que compensavam a baixa estatura com uma paixão pela luta e uma força descomunal, carregava em suas mãos Mjolnir, seu grande machado de guerra que muitos juram que emitia faíscas de eletricidade quando acertava os inimigos.

Elegast, montado em seu grande corcel negro trouxe os elfos para a luta, com enorme agilidade e precisão eles causaram muitas baixas aos seres da escuridão, numa verdadeira luta da luz contra o as trevas, Azincourt era seu arco e com ele nunca errou um tiro.

Os Jubans também vieram para a luta e seu grande guerreiro era Akin que fortemente ligado aos dogmas de Ahogr, ele utilizou seu cetro mágico para trazer o caos para a batalha enquanto auxiliava os  seus aliados, seu cajado se chamava Zamari.

Essa grande batalha onde hoje chamamos de Terras Venenosas trouxe a vitória da luz, a morte de Callum e hoje iremos comemorar o mil anos de paz. Desde então as criaturas sombrias não conseguiram mais se unir contra as pessoas de bem.”

Acaba a história as crianças se mostravam fascinadas, Alice também amava as história dos velhos heróis e não tinha percebido que o sol já estava alto no céu, chegara a hora do almoço e todos deveriam ir ajudar nos preparativos da festa, se despediu das crianças e voltou para casa, a hora da festa se aproximava e ela não queria perder.

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Re: Prefácio

Mensagem por Mingo em Ter 06 Fev 2018, 17:45

A tarde passou rápido para Alice enquanto se manteve ocupada com os preparativos da festa, utilizou de sua magia para congelar pequenos cubos de água que seriam utilizados para a refrigeração das bebidas, indo para casa descansar e se arrumar após isso.

Quando começou a escurecer decidiu visitar seus pais, ambos haviam morrido de morte natural e germinado belas árvores que cresceram entrelaçadas, um grande Ipê Roxo era o seu pai e sua mãe uma laranjeira. Sua vontade era estar junto a essas arvores quando sua hora chegasse, para que passasse o resto de sua vida junto deles, mas sabia que esse era um sonho possível apenas para aqueles de sua raça que morressem de causas naturais.

Sentou no meio das duas arvores e conversava com seus pais, acreditava que eles ainda estavam com ela e era reconfortante estar com eles de alguma forma, enquanto estava sentada besouro se aproximou zunindo e parou em seu ombro, balançando suas antenas ela o cumprimentou, quando em sua mente ouviu a resposta do pequeno besouro.

“A floresta está diferente hoje.”

- Hoje é um dia de festa para todas as criaturas, é claro que a floresta estará diferente. – Disse Alice com tranquilidade.

“Não para todas, existe uma tensão entre nós que vocês não estão percebendo. Há algo de ruim neste dia”

O besouro levantou voo para longe, mas ela desconsiderou a preocupação dele, hoje era um dia de celebração e nada de ruim poderia acontecer.

Menos de uma hora se passou e a festa finalmente começou, sobre a mesa havia frutas inteiras, saladas de frutas, verduras e legumes assados, ralados, sopas e caldos de tubérculos variados, cogumelos haviam sido grelhados no fogo. As bebidas eram sucos para as crianças e um destilado de mel para os adultos, todos mantidos em um compartimento de gelo feito por Alice.

A comunidade estava alegre e todos dançavam ao som de uma música que lembrava a ouvidos incautos como o canto de louva deuses, porém com ritmo e melodia maravilhosos. Alice estava radiante com a festa, todos haviam se esforçado e agora se divertiam em pleno regozijo da paz.

Alice dançava com Alex que vinha tentando se aproximar dela sem sucesso nos últimos meses, ela ainda não achava que era hora de se dedicar a relacionamentos, tinha apenas 25 anos e viveria muito tempo ainda, além do mais não sentia a fagulha do amor quando conversavam. O que não impediria que aproveitassem um pouco a vida juntos, nem que fosse apenas uma dança.

Subitamente Alex se enrijeceu ao mesmo tempo que gritos tomavam conta da floresta, Alice olhou para ele vendo que a ponta de uma flecha surgia em seu peito sujo de sangue, em seus olhos havia apenas o desespero enquanto um pequeno fio de sangue escorria pela lateral de sua boca.

Seu cérebro não foi capaz de processar o acontecido antes que o corpo inerte de Alex tocasse o chão, porém ao ver o corpo e ouvir os gritos entendeu que sua comunidade estava sendo atacada e rapidamente levantou voo para tentar identificar os atacantes, viu que estavam cercados por mais de 100 orcos e o corpo de muitos faens já estavam no chão.

O som que até poucos segundos era de festa agora fora substituído pelo gemido dos feridos, o grito dos desesperados e o uivo vencedor das bestas. O ódio se apoderou de seu corpo, não como calor mas sim como uma onda de frio que anuviou seus pensamentos, possibilitando que ela pensasse melhor em um curso de ação e em uma forma de salvar seus amigos.

Rapidamente ela retirou sua varinha da cintura e desenhou uma runa no ar focando nos orcs que estavam mais próximos da área das crianças, imediatamente o chão sob eles começou a congelar para surpresa das criaturas que caiam atabalhoadamente no chão. O barulho das flechas passando por ela era ensurdecedor, mas a sorte estava ao seu lado e não foi atingida por nenhuma, ainda no ar ela se virou para o outro lado e desenhando outra Runa viu começar a surgir uma forma humanoide de gelo no chão, essa criatura iria ajudar na defesa daqueles que não podiam voar para longe

- Elemental, proteja as crianças.

Utilizando do último resquício de sua magia e vendo que apesar de seus esforços as Faens continuam a morrer ela faz outra runa, criando uma poderosa parede de gelo no entorno das Faens, sua intenção era dar uma cobertura para a fuga do máximo de pessoas possíveis, já não pensava em sua própria segurança e queria apenas salvar as pessoas.

Quando a parede ficou pronta ela viu como se em câmera lenta a flecha vindo em sua direção, não havia tempo para desviar, não havia chance para a defesa, a marcha da flecha era inabalável.

O impacto veio em seu ombro direito, perfurando carne, osso, carne e sua asa, a queda foi rápida e impacto no chão foi acompanhado de uma lufada de ar que deixou o seu corpo e uma dor que se originou no ombro e estendeu por todo o corpo. Não conseguia se mover, sua visão estava turva cada respiração era acompanhada por dor, ouvia o grito cada vez menor dos que ainda lutavam, um novo frio tomava o seu corpo mas desta vez não trazia calma, apenas o vazio de saber que sua existência se extinguia.

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Re: Prefácio

Mensagem por Mingo em Seg 19 Fev 2018, 21:39

Prólogo de Scott

Scott acordou sobressaltado, a noite mal dormida cobrava seu preço em suas juntas e na reação negativa de seus olhos a luz do sol que entrava pela janela circular de seu pequeno quarto dentro do barco. Por um segundo voltou a sentir o cheiro da vegetação, o que serviu como um gatilho para seus sonhos proféticos noturnos voltarem a sua memória, enquanto subia para o convés do navio a dúvida sobre que provação estava em seu caminho o assolava.

Chegando no convés viu que sua mãe e capitã estava no timão do barco, fazendo a aproximação da costa no facilmente reconhecível porto da caveira.

- Finalmente acordou – Margaret não era adepta de desperdício de tempo com amenidades -  Você irá descer para negociar os frutos do nosso trabalho de ontem no porto. Seja rápido e tente obter notícias do continente.

- Sim Senhora.

Scott ainda se sentia frustrado na forma como era tratado por Margaret, obviamente havia gratidão por ter sido resgatado e criado, mas um cafuné e carinho de vez em quando seria de bom grado. Era impossível deixar de reconhecer sua capacidade como uma grande capitã, sua tripulação a amava e principalmente respeitava as conquistas e a segurança com que ela executava as suas operações.

Enquanto o barco se aproximava do local indicado para se atracar, Scott saltou da amurada segundos antes do encontro com o cais, não se furtando de uma pequena demonstração de destreza. Rapidamente se aproximou do administrador do cais, pagando a taxa de ancoragem e se informando sobre a localização do mercador local que poderia comprar os grãos conseguidos de maneiras escusas, a negociação se deu de forma ágil, o mercador não estava interessado na origem da carga, e Scott aceitou fazer uma venda abaixo do preço normal.

Negociações feitas, carregadores encaminhados, Scott se direciona para a taverna O Tanoeiro, sabia que lá encontraria as noticiais que Margaret queria e quem sabe poderia ter algum lucro além disso. Mesmo na luz da manhã a taverna está escura, alguns bêbados passaram a noite no lugar e parecem alvos fáceis para uma investida com suas mãos ágeis, sentou-se em uma mesa pouco afastada para avaliar possíveis alvos e enquanto esperava o taverneiro observou com atenção que algumas pessoas conversavam mais assustadas.

Quando o taverneiro chegou, Scott pediu um desejum e perguntou se havia alguma novidade na cidade, explicando que estava no barco a longo tempo.

- Noticias funestas chegaram ontem a noite, parece que houveram ataques a comunidades pelo continentes, começaram a chegar relatos de que criaturas malignas se organizaram novamente em uma estrutura única. Parece que as primeiras vítimas foram as Faens do Vale das Orquídeas.

Ouvir sobre as Faens foi como um choque na mente de Scott, de alguma forma ele entendeu que isso tinha ligação direta com ele e com seu destino.

- O que você sabe sobre esse ataque? – Perguntou assustado o Scott.

- Sei o que te contei, mensageiros estão indo para Ekaron pois nosso líder será avisado sobre isso, creio que lá é o melhor lugar para se entender oq está acontecendo.

Sem comer nada, Scott voltou para o barco onde juntou suas coisas. Margaret estava em sua cabine e ele não pode deixar de hesitar ao bater na porta, a despedida foi dolorosa mas surpreendentemente carinhosa mas rápida e prática com uma promessa de retorno por parte de Scott.

Scott tentou encontrar Vane, porém não conseguiu, relutou em partir sem se despedir, porém os mensageiros já haviam partido antes dele e precisava alcança-los. Colocou suas coisas nas costas e partiu em direção de Ekaron.

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Re: Prefácio

Mensagem por Mingo em Ter 20 Fev 2018, 10:39

Prólogo -  Korr

Korr vagava por Cassiopéia desde o desastre com o barco, havia se tornado uma espécie de mercenário que acompanhava pequenos mercadores em expedições fazendo a segurança e tentando aprender mais sobre essa quente região, normalmente as viagens eram tranquilas com pequenos encontros com grupos de ladrões ou pequenos grupos de criaturas, sempre derrotadas com facilidade, inclusive algumas vezes sem a necessidade do emprego da força, bastava um olhar para aquele homem alto de cabelos brancos e expressão sombria para que desistissem de um ataque.

O tempo na estrada foi trazendo uma percepção para ele de que o continente migrava para uma escuridão, muitos relatos de ataques a comunidades pacíficas, uma maior organização de seres das trevas e principalmente os relatos de mortes e sumiço de algumas criaturas. Korr via está queda do mundo como uma oportunidade de voltar para Eishelm como um herói, bastava que ele salvasse o mundo.

Após acompanhar uma expedição até Ekaron Korr foi até uma taverna no intento de identificar uma nova expedição que pudesse precisar de seus serviços, porém seus ouvidos captaram uma história de um ataque a uma comunidade de Faens, mais importante que isso Korr ouviu que uma expedição estava sendo organizada para entender o que havia ocorrido e partiria de Ekaron, era a sua chance de virar um herói.

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Re: Prefácio

Mensagem por Mingo em Ter 20 Fev 2018, 14:07

Prólogo Drax


Drax começava a se cansar de viver a sombra de seu pai, principalmente agora que os relatos mostravam que o continente se aproximava de uma nova escuridão, na sua cabeça tudo lhe dizia que era culpa dos Arkanistas e você queria comprovar isso de alguma forma.

Para tal em uma jogada ousada decidiu enfrentar o mundo e partir em viagem, iria para o centro de Arkania, viajaria para Ekaron em busca da verdade e voltaria para mostrar a seu pai que ele estava errado.

No caminho de Ekaron Darx ouviu mais e mais noticias de uma união das criaturas malignas, se não fosse impossível poderia se imaginar que Collum estava retornando para Cassiopéia e um novo grupo de guerreiros precisaria existir.

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