Cena 2: O Dia das Cinzas

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Samyaza em Qui 02 Ago 2018, 09:46

O membro 'Constâncio' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Qui 09 Ago 2018, 18:04

Dados dos Soldados Alemães:
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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard em Sex 10 Ago 2018, 22:02

Quando o russo destrava a arma, só olho para o tenente, esperando que ele nos salve.
Ao ouvir sobre Alaric, desisto do plano de seguir sozinho. Puxo o homem para o canto e digo que tenho notícias para oferecer ao tal Alaric.

Após o contato, volto para os papéis, aproveitando a organização inicial para tentar encontrar as informações essenciais sobre as operações alemãs.
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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Sab 11 Ago 2018, 15:47

Cristhian, Boris, Sabão, Vieira e Dinho
Resultado do Teste:
Pilotagem (Sabão) 6+1 vs Pistola (Soldado Alemão) 11+3. Sabão perdeu.
Pistola (Cristhian) 14+8 vs Pilotagem (Soldado Alemão) 8+3. Cristhian venceu.
Rifle (Boris) 10+7 vs Rifle (Soldado Alemão) 9+3. Boris venceu.
Metralhadora (Dinho) 10+0 vs Submetralhadora (Soldado Alemão) 4+3. Dinho venceu.
A troca de tiros atinge um patamar insano quando Sabão retorna para as ruas que margem o canal e o porto de Honfleur. À esquerda, uma larga mureta de pedra separa a rua de paralelepípedos das águas do canal. Veleiros navegam e, à distância, Sabão e Vieira reconhecem o cargueiro brasileiro no qual fizeram a travessia pelo Atlântico, sem bandeiras hasteadas. À direita, uma fileira sem fim de prédios de tijolos, espremidos uns nos outros. Os dois lados do combate atiram com tudo o que tem e lutam por suas vidas, os veículos dançando quase descontrolados nas ruas. Sinais deixados pelos tiros marcam os prédios, e não há como dizer quantos inocentes podem ter sido vítimas de balas perdidos a este ponto.

Dinho tenta novamente com a metralhadora, mas encontra grandes dificuldades. Rivalizando contra o sargento, um dos soldados no carro de patrulha sacou uma submetralhadora, e coloca a todos em enorme perigo com suas rajadas. Dinho fica muito exposto ao tentar atirar de volta, e sofre para recarregar a metralhadora sem ajuda de ninguém. Complicando ainda mais as coisas, o brasileiro sabe que as rajadas são letais e pode colocar muitos civis em risco se não for preciso ao atirar. Depois de três rajadas curtas que acertaram apenas as pedras das ruas, Dinho foi vitorioso e atingiu o peito do soldado com a submetralhadora.

Com a submetralhadora fora de ação, Boris e Cristhian tem finalmente uma chance de retornar fogo. O inimigo atira com pistolas e rifles, e os dois veículos dançam para dificultar serem atingidos. Boris vai primeiro contra o piloto do carro inimigo, mas está na mira de outro atirador com um Karabiner 98K. O russo atira duas vezes quase deitado, buscando abrigo da carroceria. Isso se mostra inútil quando as balas do rifle atravessam a madeira feito papel. Boris perde a paciência, fica em pé na caçamba e enfia uma bala na garganta do atirador.

Vocês escutam um estouro acompanhado de um solavanco forte. Um dos pneus da traseira foi atingido! Todos na caçamba são derrubados. Suor de desespero escorre pela testa de Cristhian, quando ele vê que Boris e Dinho são tirados de ação. Ele é o único que pode retornar fogo com rapidez. O grego se coloca em posição, e o piloto inimigo atira três vezes com uma pistola. Cristhian alinha a mira, puxa o gatilho e... acerta o inimigo na testa!

O carro de perseguição perde o controle e colide contra a mureta de pedra. O impacto foi tão forte que o carro capotou sobre ela e caiu nas águas do canal. Sob a orientação de Isabelle, Sabão foi capaz de guiar o caminhão para fora da cidade de Honfleur, e logo se viu dirigindo em estradas poeirentas de terra batida na área rural. Um bosque forneceu cobertura suficiente para ocultá-los, mas vocês sabem que não conseguirão ir muito longe com o pneu furado.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Sab 11 Ago 2018, 20:52

Thierry, Nate e Robert
Na fazenda, Thierry assossega depois de trocar algumas palavras com um certo partisan "Charles", um dos muitos que adotaram esse codinome, que diz conhecer Alaric. Segundo o homem, Alaric é um dos homens de confiança de Isabelle, responsável pela comunicação secreta entre os partisans em Le Havre, e proprietário de um jornal cuja circulação foi proibida na cidade. Se isso fosse mesmo verdade, faria todo o sentido que Marc Bloch quisesse que você se encontrasse com o tal Alaric, seria o homem ideal para ajudar a conceber a rede de inteligência na França.

Depois disso, Thierry se afundou novamente nos documentos roubados dos oficiais nazistas. A todo momento, o francês levantava os olhos a busca de Charles, e finalmente se concentrou quando o partisan caiu no sono sobre o feno. De repente, Suzane lhe veio a cabeça, e Thierry reafirmou que fizera progresso hoje e que ela estaria orgulhosa. Os papéis, embora a maioria tratasse de documentos acerca de logística, requisições de materiais, folhas de pagamento e outras bobagens burocráticas, revelaram informações assustadoras acerca da missão.

Naturalmente a tradução não foi perfeita, mas Thierry conseguiu extrair dados sensíveis. Aparentemente, esta mobilização toda em Honfleur é pontual, desenhada para combater precisamente uma missão britânica de inteligência. A ideia é simples: esmagar furiosamente as forças organizadas pela Inglaterra de forma a dissuadir a continuidade de uma "Operação Caranguejo". O Comando Alemão possuía datas, locais, trajetórias, recursos, nomes e até mesmo fotos dos envolvidos. A riqueza de informações era tanto que logo a suspeita de um agente duplo foi confirmada, identificado apenas pelo codinome Capitão Mason. Na véspera da invasão, forças alemãs foram posicionadas em locais estratégicos de forma a obliterar seus inimigos: fogo anti-aéreo contra os planadores, uma emboscada contra os caminhões, e a tomada de um navio de falsa bandeira brasileira.

As ordens eram explícitas, ninguém sairia vivo. Em caso de rendimento, apenas alguns teriam passe para se tornar prisioneiros, entre eles Isabelle. A missão detalhava ainda que não havia necessidade de ocultar as movimentações. O Comando Alemão queria que suas ações fossem percebidas, de forma a potencializar o efeito dissuasivo.

A última informação extraída por Thierry deu um nó nas tripas de Robert: os nazistas sabiam do plano B dos britânicos e seus aliados. Eles sabiam para onde se movimentariam caso algo desse errado, e se prepararam para isso.

Em outras palavras, Isabelle, Boris, Cristhian e Madame Lotta foram direto para a armadilha.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Dom 12 Ago 2018, 12:07

Todos
A tarde ensolarada de Verão já ia longe, embora as temperaturas não ultrapassem muito além dos 20°C. Nuvens se formavam em todos os lados, anunciando uma noite chuvosa.

Ao saber do conteúdo dos papéis roubados, Robert começou a organizar uma ofensiva contra a cidade imediatamente com toda a força de homens e de armas disponível. Ele não sabia como, mas haveria de salvar seus companheiros de luta. Até aquele momento, Thierry havia se encarregado de traduzir aqueles papéis, Nate continuara o atendimento médico aos soldados e partisans na enfermaria improvisada, e Robert havia iniciado estratagemas defensivos mas nunca terminou.

Foi então, antes que qualquer força pudesse ser mobilizada, que um sentinela acusou a presença de um único caminhão inimigo. Era possível avistá-lo da parte alta do estábulo, correndo pelas estradas e levantando poeira, tinha as cores da Wehrmacht, era definitivamente um veículo inimigo. Todos os partisans e soldados pegaram em armas e assumiram posições defensivas, ocultos pela fazenda.

Aquilo era estranho demais. O caminhão sabia exatamente aonde estava indo para chegar à entrada da fazenda. Não havia escoltas. Seria aquilo uma armadilha? Uma distração? Um carro-bomba?

O caminhão entrou na fazenda sem reduzir. Era possível perceber agora as marcas de combate: a carroceria estava repleta de furos provocados por balas; a lona da caçamba estava tingida de vermelho; não tinha mais retrovisores e o para-brisa estava trincado; um dos pneus traseiros não existia mais. O caminhão rumou direto pro estábulo, onde finalmente parou, e imediatamente saíram de lá rostos conhecidos: Isabelle e Boris em bom estado, correndo e gritando ordens. Mas também dois novos rostos, vestindo roupas comuns francesas e em péssimo estado, um deles negro, falando em um idioma estranho que definitivamente não é francês. E então saíram três corpos carregados, à beira da morte: Madame Lotta, Cristhian, e outro desconhecido.

Ao comando de Robert, todos abandonam suas posições e correm para ajudá-los. O caminhão roubado conta ainda com uma metralhadora pesada na caçamba, mas não vai a lugar nenhum neste estado. Há uma confusão generalizada por causa dos feridos.

Primeiro de tudo: há dois médicos no grupo, que devem decidir a quem vão priorizar atendimento. Um dos três feridos (Cristhian, Vieira e Lotta), terá de esperar. Em segundo, vocês devem decidir o novo rumo a seguir.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard em Dom 12 Ago 2018, 22:42

Ao avanço do caminhão e quando tomamos posição defensiva, meu coração dispara e tomo lugar com os franceses, pensando que o revólver me ajudará quase nada. Penso em minha amada e como luto por ela.
Fecho os olhos e quando não escuto os tiros e nenhuma explosão, percebo que a situação é outra. Corro e começo a gritar (francês):
Enfermeiro, algum enfermeiro? Cortem as roupas.

Organizo o espaço improvisado pras macas, já preparando itens para a limpeza rápida e aplicação de morfina. Começo a preparar os instrumentos para fazer o possível e grito:
Aqui, aqui.

Espero um momento e quando Nate se aproximar, digo:
Dr, quais suas ordens? Quem devo atender?

Olho pra Lotta e Vieira, com medo de que já estejam condenados, pela perda de sangue.
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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vieirinha em Dom 12 Ago 2018, 23:04

Vieira sente cada solavanco da fuga, mas o que mais o machuca é não conseguir dar um tiro durante todo o evento.
"Caramba... Eu ainda estou aqui"
As dores são intensas mas agora ele não consegue parar de pensar na senhora ferida ao seu lado...
Ele puxa um cigarro do bolso, acende e antes de dar a primeira fungada olha pra ela e diz em inglês em meio a tosses...
"A gente se lascou mesmo hein?! Mas olha só, aguenta mais um pouco tá? To impressionado uma senhora da sua idade ainda saindo no fecha... cof cof cof..."
O soldado da uma piscada para a senhora deita de barriga pra cima e começa a gargalhar... "Cacete... Eu vou morrer de tanto rir se eu fumar e começar a saitr fumaça do meu peito... cof cof" - e da uma profunda tragada...

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De quem mata...
e de quem morre...
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A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor"

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar Ontem à(s) 00:32

Condições de Saúde
Lesão - Dano superficial, sem maiores complicações. Penaliza ataques e testes em -1 por Lesão. Cura 1 Lesão por dia com acompanhamento médico. Máximo tolerável pelo personagem = Resistência;

Ferimento - Dano grave e potencialmente letal. Impõe restrições específicas. Levam uma semana para recuperar e provocam perda permanente de 1 ponto em alguma Habilidade relacionada. Máximo tolerável pelo personagem = 5.

Thierry - Intacto
Nate - 1 Lesão
Sabão - 1 Lesão
Dinho - 2 Lesões
Boris - 2 Lesões
Robert - 2 Lesões
Cristhian - 2 Lesões e 4 Ferimentos (dedos da mão esquerda, clavícula direita, rosto e perna esquerda)
Vieira - 4 Lesões e 4 Ferimentos (braço direito, ombro esquerdo, barriga e pulmão direito)

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por †_Junior_† Ontem à(s) 21:16

Olho para os presentes e procuro por Robert ou outro conhecido que estava anteriormente na primeira reunião. Começo a perceber a situação deplorável que me encontro e começo a pensar se sobreviverei após tudo isso. Apenas encaro o médico que vier me atender com o olhar visivelmente assustado... Uma das mãos está visivelmente tremendo enquanto sou atendido.

Na dor, balbucio em grego para o médico:

- Póso áschimo eínai aftó?




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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Maedhros Hoje à(s) 15:51

Assim que chegamos na fazenda, antes de descer digo a Isabelle em inglês:

A gente não pode ficar aqui por muito tempo, senhor! Podemos ter saído de lá, mas ele vão vir atrás da gente. O que aconselho é estabilizar meu soldado e seus dois homens enquanto faço alguns reparos no caminhão e saímos daqui pra outro lugar. Você disse que tem gente sua aqui, fale para não deixar marcas de nossa passagem por aqui.

Assim desço da cabine e já vou direto para a traseira ajudar a descer os feridos e ver como Viera está. Quando vejo o estado dele, não consigo esconder o espanto de ainda estar conseguindo falar. Assim falo em português:

O pior já passou, praça. Hoje nenhum brasileiro vai morrer. Vai ficar bem, Viera.

Depois me dirijo a Dinho, dizendo:

Sargento, a gente não pode ficar aqui. Mas a gente tem que cuidar do Viera. Acho que o senhor tem que ver com o Isabela o que a gente vai fazer. Outra coisa, o pau-de-arara ali não vai aguentar muito se eu não mexer nele. Não vi nada nessa roça que pode nos ajudar a mover mais rápido, então acho que o melhor seria remendar ele e usar enquanto podemos. Será mais fácil de andar com o Viera que indo a pé. O que o senhor acha?

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard Hoje à(s) 21:51

Ao ver a mão esquerda do grego e perceber que ele fala em alguma língua estranha, digo (ing):
Tenha calma, meu amigo. Se você não for um violonista ou um cabeleireiro, nem sua carreira está em risco.

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