Cena 2: O Dia das Cinzas

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard em Ter 21 Nov 2017, 23:03

Coloco a mão boa no rosto e digo (ing):
Outra porra de Igreja, caralho.

Aproveito enquanto esperamos pra verificar a situação de meus ferimentos.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Maedhros em Qua 22 Nov 2017, 17:08

Respondo a Vieirinha, depois de olhar o ambiente que acabei de chegar:

Vai no banheiro e pegue as toalhas. Use-as para cobrir os dois rifles. Abandone a garrafa quebrada. Só nos trará problemas. Te espero na porta de saída.

Dadas as ordens, coloco o revólver na cintura e procuro a porta de saída do apartamento. Irei ficar de vigia lá (do lado de dentro do apartamento) até Vieirinha terminar minhas ordens.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Sab 25 Nov 2017, 00:50

Boris, Daniel, Robert e Cristhian
Isabelle termina seus rabiscos no mapa improvisado, escutando ora distraído ora atencioso as conversas ao seu redor. Finalmente, ele lhes apresenta o plano:

- Nós estamos aqui - ele aponta para um X grande cor de merda - E este é o canal de drenagem no qual estamos. Vamos seguir em direção ao Oeste, ligeiramente ao Norte para escapar dos pântanos próximos ao bassin, aqui onde está marcado "marshes" - Isabelle começa a misturar os idiomas e fica um pouco complicado de entender o que ele fala.

- O segundo X no nosso trajeto é o mais próximo que podemos ficar do porto, onde procuraremos uma fazenda para esconder os homens, vêem? La ferme?
- ele continua seguindo o rabisco cor de merda com o dedo apontando as trajetórias - Daqui em diante segue apenas o grupo menor. O círculo vermelho é o lugar mais provável de encontrar o navio brasileiro, já que Honfleur não tem instalações portuárias apropriadas para um navio desse tamanho. A área delimitada pelos três X vermelhos é onde esperamos encontrar tropas nazistas. São locais estratégicos fáceis de se monitorar e defender. Como podem ver, teremos que passar que entrar bem na toca do lobo.

- Precisaremos cruzar três pontes na área do porto e da marina para chegarmos ao nosso destino, marcado com um X azul. É o coração de Honfleur. Podemos esperar muitas pessoas nas ruas e muita movimentação de carga também. Se o inimigo ocupa a cidade, podemos esperar bloqueios e postos de verificação nessas pontes.

Os olhos de Daniel se desviaram do mapa para Lotta mais de uma vez. A donzela se dá tão bem com os homens quanto Joana D'Arc, e olha o fim que a pobre teve. Ela está atenta ao mapa, mas não se sentiu convidada a discutir os planos, e está claramente aborrecida. Além disso, Daniel verifica seus ferimentos e percebe que o dano pode piorar se ele não conseguir um médico de verdade assim que possível.

Isabelle termina de passar os planos ao grupo seleto, guarda o mapa e se dispõe para sanar dúvidas e discutir sobre o planejamento. Ele finalmente passa a ordem aos partisans:

- O piquenique acabou rapazes, hora de nos movimentarmos novamente! Todos para fora do canal! Peguem as armas e os cantis, vamos para o oeste! Tenente Locksley, gostaria que o senhor e seus homens liderassem a dianteira e escoltassem o terreno para os partisans, vamos seguir seus passos. Boris, seria bom ter seus homens vigiando a retaguarda, e também para garantir que não vamos andar lentos demais. Os demais, ao centro!


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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Sab 25 Nov 2017, 01:34

Vieirinha e Sabão
Vieirinha se apressa em improvisar um bornal e capas novas para os rifles. Na porta do apartamento, Sabão percebe que o prédio todo está ficando muito agitado, com vizinhos batendo nas portas uns dos outros e saindo nos corredores, após uma família fugir de casa com um invasor armado. Aliando isso com a confusão na rua, e parece que vocês estão vendo o circo pegar fogo... com vocês dentro.

Finalmente vocês estão prontos. Dois fazendeiros fedendo a esterco, carregando um bornal feito de toalha de mesa e dois objetos longos feito o cabo de uma vassoura embrulhados em toalhas de banho. E um deles é negro. A situação está ficando crítica e novos disfarces se mostram essenciais. Vocês descem as escadas do prédio a mil, tentando ignorar os olhares suspeitos e assustados dos moradores. Alguns fogem, outros se escondem e trancam suas portas. Enfim, a rua se mostra diante de vocês, livres da pior parte da multidão e dos pelotões alemães. Ainda assim, há grande movimentação de pessoas nesta rua também.

A torre de madeira que vocês haviam avistado está mais próxima e foi muito fácil encontrar a igreja. Ela ocupa toda uma praça, a apenas uma rua da marina, e é o centro das atenções. A igreja é muito antiga, contrastando com todos os prédios próximos, e é inteiramente feita em madeira. As portas e janelas estão todas fechadas, mas um pequeno grupo de mulheres assustadas acabou de entrar, indicando que a igreja continua aberta a visitação.

Fotos recentes da Igreja de Santa Catarina em Honfleur (links):
Vista lateral que os PJs tem
Face voltada em direção à marina
Torre de madeira que os PJs avistaram

Única foto antiga que eu consegui

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Maedhros em Sab 25 Nov 2017, 01:42

Falo a Vieirinha olhando para o relógio:

Não temos muito tempo para encontrar nosso contato. E você precisa de curativos de verdade nesses braços. Vamos achar logo a entrada dessa igreja e nos replanejarmos sobre toda essa confusão.

Sabão vai na frente atento a soldados alemães.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vieirinha em Sab 25 Nov 2017, 09:25

O soldado mais uma vez atende às ordens do sargento e, como um boi bravo, abaixa a cabeça como se nada do que estivesse acontecendo fosse com ele e caminha rapidamente seguindo o superior...

Enquanto caminha, observa a movimentação e procura identificar a entrada mais adequada, aparentemente existe uma entrada central maior na torre e uma lateral menor... Talvez ambas levem para o mesmo local, afinal a torre é uma construção menor, apartada da nave principal da igreja...

De súbito Vieira tem um pensamento que força seu rosto a se franzir de arrependimento...

"Mas que merda... Poderíamos ter 'gastado' mais 5 minutos naquele apartamento e visto se tinha roupas mais adequadas... Mas agora já foi... droga!"

Esfrega um dos braços e pensa...

"Meus braços ainda doem... Embora eu mesmo ainda não tenha pensado nisso o sargento tem razão... preciso de curativos melhores aqui... Mas o importante é que o rifle está carregado, a pistola no jeito e ainda me restaram três bombas incendiárias..."

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vercenorax em Sab 25 Nov 2017, 22:39

Off: Por mim está ok a movimentação, e pode seguir pra outra cena.

Durante a movimentação só questiono a Lotta:
Parrrece descontente. O que lhe aflige, Madame?

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard em Sab 25 Nov 2017, 23:15

Quando ouço sobre os bloqueios e as tropas, digo para Lotta (fr):
Viu? Você perderá a melhor parte.

Ao entender que a situação dos ferimentos não é boa, digo (ing):
Puta que o pariu, vou morrer com a cara arrebentada.

Espero pela definição das ações e caso comecemos a marcha, sigo próximo aos soviéticos, tanto pra me sentir mais protegido, quanto pra dar uma última olhada na bunda de Lotta.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Samyaza em Dom 26 Nov 2017, 01:08

Antes de começarmos a caminha, faço algumas observações para Isabelle e o grupo.

"Esse mapa não possui escalas. Isabelle, qual a distância esses dois pontos?"


Digo isso apontando para o X cor de merda e o primeiro X vermelho, então continuo:

" As tropas alemãs se concentram onde estão esses pontos ou na área formada por eles? Temos noção de quantos homens aproximadamente? Dependendo da quantidade deles, um grupo menor como vc disse e menos barulhento (digo isso olhando para Daniel), pode ainda tomar o porto, é uma questão de posicionar bem os homens e atacar no momento certo. Se os alemães seguem um padrão é provável que os turnos sejam trocados de 4h em 4h, um ataque realizado na troca de turno das 4h da madrugada é o ideal, os soldados que estarão saindo da ronda estarão sonolentos e os soldados que entram ainda estarão letárgicos da noite mal dormida. O ponto crítico seria esse (apontando para os dois X vermelhos que tem o X azul) pois se nos colocarmos no meio deles seríamos atacados pelos dois lados. Talvez seja melhor atacar o ponto mais ao norte primeiro e só depois o ponto mais ao sul, pois isso colocaria dois grupos deles na mesma linha de tiro, com sorte, teremos muito fogo amigo do lado deles ou, no pior dos casos, as tropas mais ao sul terão que avançar para disparar sem arriscar acertar seus camaradas e isso nos dará tempo. Vc tem noção do tamanho e da altura das pontes? "

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vercenorax em Dom 26 Nov 2017, 15:40

Off: Eu não ia falar mais nada, mas vocês insistiram.

Eu retruco Locksley quando ele fala, antes que Lotta me responda:
Vocês podem tomarrr o porrrto, mas non com a ajuda de meus homens! Serrremos discrrretos e farrremos o serrrviço rrrápido. Irrr e voltarrr. Um grrrupo pequeno, dois aleijados, um com a carrra rasgada e o outrrro com o ombrrro furrrado.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Samyaza em Dom 26 Nov 2017, 16:47

Respondo ao russo, fazendo uma brincadeira com bom ânimo para não passar uma impressão ruim:

"Errrrra, apenas uma sugestão! "

Me recomponho, para esclarecer a situação:

"Calma Bóris, estamos apenas avaliando as possibilidades, se o porto tem valor tático, precisamos considerar a possibilidade de tomá-lo, se, ao chegarmos lá, a situação for favorável, é melhor termos um plano do que nenhum. E a ação proposta segue o estilo bater ou correr, é avançar de forma furtiva, derrubando um inimigo por vez, sempre deixando uma rota de fuga e se a coisa ficar feia, fugir e reagrupar aqui (aponto para o segundo X de merda). Entende?"

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vercenorax em Dom 26 Nov 2017, 17:22

Respondo ao Tenente:
Non me faça, desenvolverrr rrraiva de você como estou desenvolvendo de Daniel. É imporrrtante terrrmos um bom rrrelacionamento. Segundo plano podemos terrr assim que rrrealmente identificarrrmos a situaçon. Prrrvisons se saírrram um pouco do nosso contrrrole eu dirrria.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Samyaza em Dom 26 Nov 2017, 17:45

Percebendo que o russo não era de brincadeiras respondo evitando qualquer dissabor:

_"Ciente Bóris, vamos nos concentrar nos planos daqui pra frente."_
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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Dom 26 Nov 2017, 19:51

Sabão e Vieirinha
Vocês não observam nenhum soldado nazista nos arredores, mas não se sentem seguros mesmo assim. Vocês tomam a entrada lateral por onde entrou o grupo de mulheres agora a pouco, e se deparam com um interior portentoso, como se tivessem embarcado em um túnel do tempo. Pilares de madeira dividem a nave principal e sustentam as traves e o telhado como um todo. A luz externa é filtrada pelos freixos das janelas altas, deixando um ambiente em discreta penumbra. Apesar da beleza evidente, a igreja sofre alguns maus reparos, talvez devidos ao tempo de guerra, necessitando obviamente de muitas latas de verniz para conservar toda essa madeira.

Nenhum culto está em curso. Pessoas sozinhas ou pequenos grupos fazem orações silenciosas ou cochicham espalhadas pelo lugar. As confusões do lado de fora parecem ter desaparecido, ou ainda nunca ocorrido. Vocês veem um sacerdote em vestimentas simples atravessando a nave margeando a parede oposta, se dirigindo a algum ambiente reservado.

Wolff
Você olha para o relógio de pulso mais uma vez. O prazo para o fim da manobra prevista no Protocolo Cinza está se esgotando. Ao menos, é o que você acha. Sem os documentos para referenciar, você precisa contar com a memória. E nem isso você teria, não tivesse se metido a bisbilhotar o que não devia. Outra olhada no relógio. Já se passaram das 11h da manhã, e ainda nada franceses ou ingleses aparecerem para tramar o plano de assalto ao porto. Sua mente te persegue, fazendo pensar em coisas terríveis que poderiam ter acontecido aos passageiros e tripulantes, e mesmo o restante dos soldados. Você não teve certeza, mas ouviu o que parecia ser o som dos disparos de um pelotão de fuzilamento. E você fugiu. Fugiu quando todos os outros da sua pátria morreram.

Irmão Rodolphe aparece mais uma vez no pequeno escritório. Até agora você não sabe se foi compaixão ou burrice extrema o sacerdote ter te aceitado mesmo sem conseguir se lembrar da palavra-passe.

- Ninguém até agora, sargento - Ele coloca a mão em seu ombro e serve mais uma xícara daquele estranho chá forte - Eu detesto dar más notícias, mas ouvi de algumas mulheres que entraram assustadas agora a pouco que está havendo uma grande confusão na marina aqui próximo. Pelotões inteiros em conflito com os trabalhadores do porto. Bloquearam as ruas e todos os carros. Deus queira que seus amigos não estejam envolvidos, mas... - ele deixa as palavras francesas no ar - Talvez você deva planejar o que vai fazer se ninguém aparecer aqui.

Você envolve a xícara fumegante com as mãos e baixa a cabeça. Tudo parecia tão simples e seguro sob a liderança do Tenente Barca e, de repente, desmoronou feito um castelo de cartas. O Irmão Rodolphe continua de pé, seu rosto paternal misterioso, ele espia pela porta e te conta algo mais:

- Dois sujeitos estranhos acabaram de entrar. As roupas deles vestem piores que as suas. Está esperando algum negro, sargento? Talvez seja melhor aguardar enquanto eu vou ver o que eles querem aqui.


Interior da Igreja de Santa Catarina.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Maedhros em Seg 27 Nov 2017, 02:06

Faço rapidamente o sinal da cruz ao entrar na Igreja. E mesmo com a grandeza do lugar e sua exoticidade em relação a cultura que Sabão está acostumado, ele mantêm o foco na missão. Olha de novo no relógio de pulso para verificar as horas e depois fala para Vieirinha:

Como estão os braços?


Ao ver o padre, ele da um cutucão em Vieira e fala:

Vamos torcer para que aquele seja nosso contato. Não temos mais tempo. Você precisa de cuidados e nós de um plano. Vamos falar com o homem.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vieirinha em Seg 27 Nov 2017, 09:37

Vieira entra logo atrás do sargento e fica espantado com o que vê.
Realmente a impressão que da é que a igreja é maior por dentro do que por fora...

Ele percebe o sargento religioso fazendo o sinal da cruz, essa religiosidade se reflete bem nas exclamações que Sabão faz, invocando em cada comentário um santo diferente e talvez adequado ao momento. Para ele isso parece meio estranho, afinal de contas, já faz um bom tempo que ele vem contribuindo para popular o céu... Bem na verdade o inferno - (o soldado da um leve sorriso) - Mas por respeito, mesmo meio desajeitado, repete o gesto do superior...

Quando indagado sobre os braços, faz um joia com a mão direita, mas o sangue nas faixas improvisadas deixam bem claro que não está tão joia assim, realmente curativos mais adequados iriam fazer toda diferença...

Ainda atônito pela beleza do lugar, o soldado meio que toma um susto quando o sargento avisa sobre a aproximação do possível contato...

"Acorda Vieira!" - Pensa e em seguida sussurra para Sabão - "Então está na hora de darmos continuidade ao plano... Caso não seja nosso contato, é melhor eu identificar as possíveis rotas de fuga..."

Enquanto eles e o sacerdote se aproximam o soldado prescruta o local à procura de todas as portas e janelas que poderiam ser eventuais saídas em caso de uma emboscada...

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Constâncio em Seg 27 Nov 2017, 10:32

- Um deles é negro? - Diz Wolff surpreso com a afirmação do sacerdote.
"Deve ser um dos praças que estavam no barco. Mas é melhor ter certeza!" pensou.
- Por gentileza, Irmão Rodolphe. Não posso me arriscar ainda, melhor termos certeza de que não são ameaça. - Diz o então inquieto Wolff para o padre enquanto tomava mais um gole daquele chá, que a essa altura o descia mal por conta da ansiedade de aqueles visitantes serem ou não o próximo passo para a missão.

Wolff olha seu relógio mais uma vez intrigado. "Podia mesmo que os dois desconhecidos fossem do nosso pessoal. O tempo parece passar cada vez mais rápido. Precisamos avançar logo com a missão".

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Seg 27 Nov 2017, 17:51

Sabão e Vieirinha
O sacerdote desaparece por menos de um minuto, detrás de uma parede de madeira que confina um pequeno ambiente, talvez uma sacristia, tornando a reaparecer logo em seguida pela mesma porta, que ele se apressa em encostar. Vocês andavam lenta e cuidadosamente pela nave, mas quando o sacerdote retorna vocês estão a poucos passos de distância do sujeito, e dão de cara um com o outro.

O sacerdote é um homem na casa dos quarenta anos, alto e de pele bastante branca, com apenas a sombra de um bigode sobre os lábios finos, marcada pelo barbear diário impecável. Ele tem os cabelos curtos muito bem aparados, os grisalhos destacando-se contra os pretos. Seu rosto paternal subitamente revela um misto de surpresa e susto pela aproximação não percebida. Ele recupera a postura fechando completamente a porta atrás de si, altivo, e indaga complacente algo em francês que vocês não compreendem.

No caminho, Vieirinha observou que há muitas janelas baixas na sua altura, menores e distribuídas pelas paredes externas. Porém no nível superior elas dominam as paredes dos dois lados da nave, altas e grandes e emendam sobre o altar bipartido. Além da entrada principal pela lateral, por onde vocês vieram, há uma menor pelos fundos, oposta ao altar, que dá pra torre do sino, no prédio separado.

Wolff
O Irmão Rodolphe faz um sinal afirmativo com a cabeça e diz baixo em francês:

- Espere aqui o meu sinal, não faça nenhum barulho.

Então ele deixa o pequeno gabinete, fechando subitamente a porta assim que sai. Você escuta ele recebendo os desconhecidos complacente em francês. Imediatamente, você se levanta da cadeira e cola o ouvido na parede de madeira, tentando escutar a conversa, sendo o mais silencioso que pode para não entregar sua posição. Uma ponta de medo te persegue: poderiam o alemães perseguirem-te dentro desta igreja?

Você pode acompanhar a conversa de Sabão e Vieirinha com Rodolphe.

Sabão, Vieirinha e Wolff: eu sugiro vocês abrirem este link aqui, é uma foto 3D do interior da Igreja de Santa Catarina, tirada em abril deste ano. Fica melhor pra vocês se localizarem.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Hugar em Seg 27 Nov 2017, 18:52

Boris, Daniel, Robert e Cristhian
Durante a caminhada, Isabelle responde às indagações de Robert:

- É um mapa improvisado, difícil precisar a escala, mas eu quero que fiquemos a uma distância mínima de 500 metros da posição inimiga, porém a menos de 1km. Esses X vermelhos são pontos que eu conheço e que, se fosse eu a definir a posição das tropas, colocaria ali pela facilidade de defesa. Mas nada garante que haja nazistas nesses pontos de fato, apenas que a região formada pelos X seja mais provável de encontrá-los. Infelizmente, tenente, eu não faço ideia dos números, turnos e armamento do inimigo. É por isso que estamos indo para lá, para averiguar. - Isabelle fica quieto por uns instantes, comentando a seguir - A ideia, o sonho do general, é estabelecer essa rede de informantes, vê? Assim nós, e nossos aliados na Inglaterra, saberão onde pisa cada maldito alemão na França.

Quando perguntado pelas pontes, Isabelle força a memória para se lembrar:

- A primeira é baixa, larga o suficientemente para passar um caminhão por vez, a menos de 2 metros da água. As outras duas pertencem ao porto e à marina, são levadiças e igualmente estreitas.

Quando Boris se torna agressivo com Robert, Isabelle intervém:

- Acalmem-se, estamos no mesmo lado! Vamos verificar a situação primeiro. O plano previa tomar o porto, mas de madrugada e não previa planadores caindo do céu e um maldito antitanque destruindo nossos caminhões!

Até mesmo Isabelle começa a perder a cabeça. Durante a marcha, Daniel e Boris puxam papo com Lotta em diferentes momentos, respondendo respectivamente:

- Os homens precisam de uma liderança forte e segura, mesmo quando estivermos em descanso e aguardo. Da última vez que seguimos seus passos, quase matamos nossos aliados e Isabelle no processo.

- O que me aflige? Meu país foi atacado e cedeu após 5 semanas de conflito, é isto que me aflige! Não tivesse nosso governo e o comando de nossas armas sido tão ineficiente, eu estaria servindo ao destacamento que meu pai serviu neste momento, tendo uma chance real de enfrentar os inimigos como a guerra justa manda. Como isso não é possível, estou aqui. E ainda assim, o senhor preferiu o braço de Daniel ao meu.

Norman, Robert e Cristhian tomam a dianteira. O tenente se saia melhor quando ainda tinha a luneta para espiar o caminho adiante, agora tem que contentar com a vista dos olhos apenas, quesito que empata com Norman e ganha apenas do operador de rádio, que é míope. Ainda assim, os três liderando o caminho, deixando as pastagens para trás e atravessando agora fazendas. Ao que parece, o terreno baixo e encharcado da foz do Sena não favorece muitos cultivos. Quando encontram algum caminho um pouco mais alto, vocês seguem ao longo de fileiras de árvores não muito altas e de copa cheia.

Apesar de se manterem tão longe das casas e construções rurais quanto possível, não é possível afirmar que os camponeses não os avistaram. Trata-se de um grupo muito grande cruzando as terras à luz do dia, preferindo sempre caminhos difíceis de atravessar. A trajetória de 2 km é interrompida quando vocês avistam os telhados dos galpões e outros prédios do porto. Neste momento decidem agir e invadem uma fazenda próxima, escolhida pela densa cerca-viva que oculta a propriedade do porto.

A ocupação foi silenciosa. O grupo avançou de três direções diferentes, de forma a cobrir terreno e garantir que nenhum funcionário ou morador fugisse. Nenhum tiro foi disparado, e Isabelle tomou um longo tempo explicando os termos e condições da ocupação aos proprietários. Seus números superam em algumas vezes o dos camponeses e, ainda que não houvesse felicidade em cooperar, não houve negação. Vocês puderam ocupar o celeiro e o estábulo, mas foram proibidos de pisar na residência principal.

Finalmente, é hora do grupo se separar e se preparar para espionar o porto e invadir Honfleur.


A cerca-viva que oculta a propriedade é semelhante a esta.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Blanchard em Seg 27 Nov 2017, 19:47

Ao ouvir Lotta reclamar com Boris, digo (fr):
E olha que o meu braço ainda está estraçalhado.

Após invadirmos a fazenda, entrego minha arma pra algum partisan e ofereço apoio para Isabelli, tentando conversar de forma mais amistosa possível com os locais, perguntando sobre o que eles sabem das tropas no porto. Também peço um cigarro, caso as respostas não contenham animosidade.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vercenorax em Seg 27 Nov 2017, 20:18

Relevo o que Isabelle diz, não há necessidade de discussões, a situação foi resolvida. Quando respondido por Lotta, eu reparo minha fala, pensando antes:

["A mulher está com ciúmes ou é impressão?" Hahahaha]

Veja Madame, non foi de forrrma alguma minha intençon menosprrrezá-la. Entendo prrrecisamente o que se passa e sua rrrevolta, meu povo já passou porrr isso mais vezes que o seu, só que entrrre nós. Minha decison em rrrelaçon a Daniel irrr não é porrr sua habilidade, pelo contrrrarrrio. Se ele ficasse meus homens matarrriam ele, na prrrimeirrra cagada, sem pestanejarrr e dado as cirrrcunstâncias pelas que passamos você comandarrria melhorrr o seu povo que ele. Sua habilidade em combate se destaca entrrre os seus parrres.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vercenorax em Seg 27 Nov 2017, 20:26

Quando nos preparamos para sair eu digo aos que vão ficar de uma maneira bem séria, pra demonstrar que realmente não estou de brincadeira:
Todos converrrsem em uma mesma língua por questons de segurrrança. Meus homens non entendem frrrancês. Eles eston autorrrizados a atirrrarrr em quem se esquecerrr disso quando o assunto non forrr parrrticular. O sucesso desta misson depende de cooprrraçon de todos.

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Maedhros em Seg 27 Nov 2017, 21:28

Não consigo esconder minha cara de não entendimento do francês do padre. Assim tento da forma mais discreta deixar minha mão o mais próximo do revólver enquanto aproximo do padre e falo num tom de voz para que só ele ouça:

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Vieirinha em Ter 28 Nov 2017, 08:36

"Eita miséria! Todo hora eu me arrependo de não ter prestado mais atenção nas aulas da Madame Janot..." - Por um momento o soldado olha pra cima em um nítido gesto de quem está acessando as memórias - "Também?! Quem pode prestar atenção em francês com aqueles peitos enormes?"

Pensa Vieira na hora que ouve o sacerdote falar em francês... Logo em seguida refazendo o sinal da cruz que havia feito à pouco por perceber os pensamentos que estava tendo dentro de uma igreja...

Em seguida vê o sargento se aprumando e falando em inglês... Na iminência da proximidade de uma "merda", o soldado já fica atento às saídas que observou, mas principalmente na porta que está atrás do padre...

"Ok soldado, atento!" - pensa o caipira - "Vamos ver no que vai dar esse inglês do sargento..."

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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

Mensagem por Samyaza em Ter 28 Nov 2017, 16:17

Penso: "o russo é enfático demais, apesar da boa vontade, sua impetuosidade pode acabar trazendo problemas, assim como Daniel, essa missão já está começando arriscada".

Verifico se alguém no grupo tinha ao menos um binóculo e sugiro que pelo menos dois deles fiquem de guarda num ponto mais elevado, desde que oculto, para observar a região. Após deixarmos o celeiro, aviso aos outros:
"Vou continuar em frente e avisá-los de qualquer sinal de perigo, mas importante, é provável que me vejam antes de vcs, poucos disparos com intervalos grandes provavelmente serei eu disparando. Disparos rápidos vão indicar que as patrulhas estão tentando encontrar algum inimigo, neste caso, não avancem, eu recuo e me reagrupo com vcs em 10 minutos, se demorar mais, considerem voltar para a fazenda."
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Re: Cena 2: O Dia das Cinzas

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