Aventura, Campanha e Personagens

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Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Hugar em Qui 26 Jan 2017, 15:16

Pelotão, sentido!

Como havíamos discutido, este espaço servirá para elaborarmos como será nosso jogo no que rege a história, a campanha e os personagens em si. Até o momento, estávamos considerando o seguinte:


  • Todos os personagens fazem de algum grupo de soldados de elite;
  • Todos os personagens lutam pelos Aliados;
  • Os personagens se unirão em uma única equipe durante as missões.

Aliás, para fins de terminologia, que tal se chamássemos "Aventura/Arco" por "Missão" e "Campanha" por "Operação"?

Vocês podem postar aqui todas as ideias que tiverem para personagens e missões. A primeira missão, para fim de correr tudo bem e adaptar ao sistema, não será muito surpresa. Eu não me importo de dividir detalhes com vocês do que ocorrerá nela, desde que vocês também não forcem muito metagame. As missões seguintes serão todas no escuro Very Happy .

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Samyaza em Qui 26 Jan 2017, 15:19

Sobre a nomenclatura por mim ok, sobre a missão, melhor não dividir para evitar metagame, apenas diz quais os perfis mais indicados ou não.
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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Maedhros em Sex 27 Jan 2017, 10:28

Fica mais condizente a troca dos nomes em relação a ambientação. Quanto a falar o que vai ocorrer na aventura, prefiro que guarde as informações. Muito melhor as coisas de improviso kkkkk... Já adiantando o meu pj, acho que o avatar já da uma dica, assim como a assinatura.

(Presença Br nessa guerra ae gente kkkkk...)

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Blanchard em Sex 27 Jan 2017, 20:58

Caros, uma pergunta, pra pensar na montagem do personagem. A campanha começará em que ano?

Maedhros, que negão figura, mas infiltração ficará difícil.

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Blanchard em Dom 29 Jan 2017, 01:30

Ideia inicial:

Daniel Blanchard nasceu na cidade de Boulogne, noroeste francês, em 1917. Após os tormentos finais da Primeira Guerra, seu pai conseguiu um emprego na Fábrica de veículos Renault. Seu pai era um aficionado por velocidade, participando em diversos anos como piloto da 24 Horas de Le Mans. O garoto Blanchard acompanhou o pai desde cedo e cresceu entre óleo e fumaça (de motores e de cigarros), ajudando no que podia na montagem dos caros.
Em 1932 seu pai, aproveitando-se da boa relação com a Inglaterra, importou uma motocicleta Bullet, da montadora Royal Enfield. O garoto já demonstrava alguma habilidade na condução de veículos e logo passou a estudar sua companheira de duas rodas. Pai e filho montariam e desmontariam esta moto por anos, mas ainda não sabiam disso.
Com seu pai consolidado dentro da Renault, o jovem Blanchard conseguiu patrocínio para iniciar, anos depois, uma carreira de piloto de corridas. Amadurecendo com os anos de competição, Daniel Blanchard passou a participar com seu pai da  24 Horas, formando a dupla que conquistaria o melhor resultado em 1937, quando – representando a Renault – perderam para a Bugatti de Robert Benoist e Jean-Pierre Wimille. Neste ano seu pai aposentou-se e Daniel rumou para as corridas de moto, viajando para a Inglaterra para treinamentos e competições. O auge e o fim de sua carreira aconteceram no mesmo evento, no ano de 1939. Em 16 de Junho, Blanchard pilotava sua Bullet numa das corridas mais perigosas, a Tourist Trophy, na Ilha de Man. Pela primeira vez sua moto estava perfeita e ele se sentia confiante. Pilotou como nunca fizera em sua vida e estava em segundo lugar, atrás somente do piloto nazista Georg Meier, que pilotava uma BMW. Georg desacelerou e Blanchard achou que o adversário tinha problemas. Ao fazer a manobra, em certeza de segurança, foi surpreendido pelo adversário, que deslocou sua moto e desferiu um chute. Resultado. Georg Meier vencedor, Blanchard abandonou. Daniel reencontrou o nazista quando este comemorava e deu-lhe um soco no ouvido, por trás. Foi banido do evento e perdeu seu patrocínio pela Renault.
Sem emprego e perspectiva, decidiu alistar-se e foi direcionado para um Regimento de Blindados, onde pode aprender – em teoria e prática – ainda mais sobre mecânica. Com a colaboração francesa e com o armistício ingressou na resistência, após ser derrotado em uma batalha que acabou quando o tanque R35 que pilotava foi cercado por panzers. Seu comandante e ele abandonaram o veículo ao sofrerem uma pane motivada pelos danos dos ataques. Preso e levado para Paris, foi solto por influência do pai, ao jurar lutar pela República de Vichy.

Características principais:
Agilidade, Destreza, Percepção, Reação rápida e Carisma

Conhecimentos:
Mecânica, Línguas (Francês, Inglês, Espanhol e Alemão), Rastreamento

Poder de fogo:
Submetralhadora MAS Modelo 38
Pistola 1935 A

Habilidades:
Camuflagem 2
Atletismo 1
Resistência 1
Atenção 4
Pilotagem 7    - MOTOCICLETAS, AUTOMÓVEIS, BLINDADOS, CAMINHÕES e UTILITÁRIOS (Jipes etc)
Mecânica 4
Idioma 2 - (FRANCÊS) ALEMÃO e INGLÊS
Persuasão 3
Sobrevivência 1
Frieza 3
Carisma 4

Habilidades com armas:
Submetralhadora – 7
Metralhadora - 7
Pistola – 4
Oportunidade - 4
Fogo supressor – 5


Última edição por Blanchard em Sex 10 Fev 2017, 23:20, editado 14 vez(es)

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Maedhros em Dom 29 Jan 2017, 17:53

Ideia inicial:

Francisco Xavier da Silva Conceição foi o terceiro filho de Custódio Xavier da Silva Conceição, nascido em 1911, na cidade de Borda da Mata, sul de Minas Gerais. Veio a mudar para a cidade de Pouso Alegre quando sua família começou a trabalhar na fazenda de suínos da família Rios. E foi lá que ganhou o apelido de Sabão, devido o costume da família reaproveitar a gordura dos porcos para fazer sabão de cinzas, além do fato da pele escura de Francisco.
Completado seus 18 anos, foi selecionado por meio do alistamento obrigatório pelo 8º Regimento de Artilharia Montada, em 1929. Lá teve treinamento e criou gosto pela disciplina do quartel, além de preferir o movimento da "cidade" de Pouso Alegre à vida rural. Sempre saindo com seus companheiros de quartel: Piauí, Laurindo, Giba e Joãozão.
Com os atritos políticos de 1930, estoura a Revolução de 1930 aonde Francisco teve suas primeiras ações militares quando ocorre um ataque da Força Policial do Estado de Minas Gerais a cidade de Pouso Alegre de forma inesperada, já que o 8º RAM era leal ao governo de Washington Luiz e as tropas da polícia apoiavam Vargas. O conflito não foi mais sangrento devido a desobediência de Francisco que saiu de sua posição e correu para o Palácio do Bispo, onde pediu a Dom Otávio Chagas de Miranda intermédio no conflito. Graças a isso, o bispo conseguiu evitar uma batalha na cidade, com a condição de que a 8º RAM libertasse os prisioneiros da vanguarda revolucionária presas numa ação na região de Borda da Mata e também que não se deslocassem do quartel para atacá-los na cidade de São Gonçalo do Sapucaí. A desobediência de Francisco deveria ser castigada, mas como ele evitou o derramamento de sangue, passou apenas uma noite na cadeia militar e depois foi liberado, espalhando ainda mais seu apelido, Sabão, por conseguir se safar de uma boa punição por deserção.
Terminada a Revolução de 1930, Pouso Alegre foi ocupada pelas tropas policiais de forma pacífica e não houve atrito com o 8º RAM que teve seu comando reformado.
Francisco pensou que haveria uma calmaria nos anos seguintes, apesar das tensões políticas e talvez pudesse se concentrar em alavancar sua carreira militar, porém não havia nem passado dois anos e os paulistas inconformados com a política resolvem agir. Estoura a Revolução de 1932.
Nesse conflito houve maior participação efetiva do 8º RAM movendo-se para Itajubá para dar impedir o avanço dos paulista e depois veio a recuar a saber da tentativa de invasão à Pouso Alegre por meio da principal arma de guerra paulista: o trem de guerra. Nessa ocasião foi sugestão de Francisco que fosse montada uma emboscada aos paulistas na Vendinha, bairro aonde passava a linha férrea. Com a ajuda de tropas legalistas vindas de São João Del Rei e Ipameri, e o fogo de artilharia do 8º RAM, às 3 horas da tarde do dia 20 de julho começaram os primeiros tiros no choque que ficaria conhecido como Batalha da Vendinha. Resultado: a tropa revolucionário foi rechaçada com apenas uma baixa do lado legalista.
Com o fim da Revolução de 1932, Francisco foi transferido para a Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria, na cidade de Niterói. Demorou a acostumar-se com os costumes cariocas, porém conseguiu subir para o cargo de sargento de artilharia, tendo respeito e apreço de seus colegas pelo jeito maroto de mineiro do interior. Sempre se gabava que poderia acertar um alvo se estivesse atraz do Pão de Açúcar, numa parábola perfeita.
Já não bastasse os conflitos ao qual participou em Minas, se viu dentro de outro: a Intentona Comunista de 1935. Lá foi responsável por manter as artilharias apontando para a pista de pouso da Escola de Aviação para impedir a decolagem dos revoltados. Também foi lá que deu a ordem de bombardear a Escola no assalto de carga das tropas leais.
Mais uma "guerra" na conta de Francisco. Já tinha história para uma vida e não tinha nem 30 anos. Era considerado pelos recrutas como um veterano exemplar e uma boa pessoa, não perdendo seus ideais da cidade de interior.
No Rio de Janeiro, fez amizade com um jornalista em São Cristóvão na qual ganhou muito apreço narrando os conflitos ao qual tinha passado. Esse por amizade tentou ensinar uma nova língua ao sargento mineiro, com o pretexto de que se queria subir na carreira militar isso iria lhe dar uma grande valorização.

Características principais:
Vigor, Percepção, Carisma e Força.

Conhecimentos:
Mecânica, Língua(Inglês e Português), Orientação

Poder de fogo:
Carabina M-1
Revólver Colt 32. (Trabuco)

Habilidades:

Resistência 7
Atletismo 5
Camuflagem 2
Atenção 3
Pilotagem 1 (caminhões reboque)
Mecânica 4
Idioma 1 - (Portugês) Inglês
Raciocínio 7
Frieza 2

Armas:

Artilharia Direta: 8
Artilharia Indireta: 8
Pistola:2
Rifle:5
Explosivos:3
Oportunidade: 1


Última edição por Maedhros em Sab 11 Fev 2017, 13:09, editado 8 vez(es)

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por †_Junior_† em Dom 29 Jan 2017, 23:10

Idéia Inicial:

Cristhian Theofilakis nasceu em 1914 na bela cidade de Atenas, Grécia, filho de um competidor olímpico de tiro conhecido como Ioannis Theofilakis e uma enfermeira chamada Helena Theofilakis. Seu pai já havia participado de diversas competições olímpicas até então, porém sem ganhar medalha alguma. Sua mãe era uma enfermeira alistada ao exército grego, onde participou do conflito ocorrido entre a Grécia e a Túrquia em 1919-1922, como ficou conhecida a Guerra da Ásia Menor. Durante esse período, o pai de Cristhian participou das Olimpíadas de 1920 na Bélgica, onde conseguiu retornar com uma medalha de prata para casa na categoria de tiro em equipes. Sua mãe foi afastada do cargo de enfermeira em 1921 quando sua unidade médica foi atacada por Turqueses e recebeu um tiro perdido na perna, tendo a sequelas do tiro dificultado sua movimentação e com isso dificultava seu trabalho como enfermeira.

Ao completar 17 anos, Cristhian já havia sido ensinado pelo pai como atirar prontamente com uma pistola militar e um rifle, ambas categorias que seu pai competia nas olímpiadas, apesar da preferência pelas pistolas, principalmente as Colt “Officers” calibre 38, arma que garantiu a seu pai a única medalha em competições. O garoto apesar da habilidade principalmente com as pistolas, não era um homem de competições esportivas, preferindo os livros de ciência que sua mãe possuía em sua biblioteca, principalmente os de física e matemática, e não tardou para os pais precisarem importar um óculos de grau para correção de visão da Empresa Francesa L’Association Fraternelle des Ouvriers Lunetiers. Percebendo a habilidade que seu filho possuía para leitura, sua inteligência com os números, e suas boas notas nas escolas gregas, Ioannis entrou em contato com um amigo de competições francês chamado Léon Johnson sobre as Universidades Francesas, principalmente a Universidade de Paris, que era muito renomada na época.

Cristhian é aprovado para a Universidade de Paris, para a faculdade de Ciências, mudando-se para Paris com 18 anos, onde aprofundou conhecimentos em engenharia elétrica e matemática. Também aprendeu o Francês e se aprofundou no Inglês. Durante o curso, chamou atenção de professores pela determinação em destacar-se apesar das dificuldades com a língua e o forte sotaque grego. Em 1935, após o término do curso com destaque ao lado de outros amigos franceses, é aconselhado por um professor a ingressar na Legião Francesa e procurar se destacar para a divisão de inteligência. Inspirado pela determinação que sua mãe contava das experiências de guerra, acata o conselho do professor, ingressando nas forças da Legião Francesa. Destacou-se pela sua naturalidade com armas e pelo seu interesse em rádios e facilidade em entender seu funcionamento. Logo foi designado para uma unidade de comunicações, sendo responsável a ensinar princípios básicos de eletricidade e comunicação para soldados, além de iniciar estudos no Alemão. Após algum tempo, foi movido para uma divisão de inteligência ao notarem a capacidade que o grego possuía para números e devido sua formação em engenharia. Lá aprendeu princípios de criptografia e códigos, estando um passo mais próximo de uma divisão de espionagem. Entretanto, devido a sua nacionalidade não ser francesa, foi visto com desconfiança pelos superiores e movido novamente para uma outra divisão de comunicação e operação de rádio.

Com a luta dos italianos com gregos em 1940, Cristhian conseguiu mudar seus pais até Paris, tirando-os da capital grega. Com seu berço natal ameaçado, Cristhian ingressou na segunda guerra mundial com vigor, lutando ao lado dos franceses, mas com a nacionalidade grega batendo no peito.

Características Principais:
Inteligência, Raciocínio, Carisma e Percepção.

Conhecimentos:
Radio-Comunicação e Elétrica, Linguas (Grego, Francês, Inglês e Alemão), Criptografia.

Poder de Fogo:
Pistola Colt Calibre 38
Livro de Física 6 kg (ahahaha brincando).

Habilidades:
Radio Comunicação 7
Criptografia 5
Idiomas 3 (Grego) - Francês, Inglês e Alemão.
Frieza 3
Raciocínio 7
Carisma 2
Resistência 2
Atletismo 1
Investigação 2

Armas:

Pistola - 8
Rifle - 3
Explosivo - 2
Faca - 2
Combate Desarmado - 3

Oportunidade - 3
Surpresa - 3
Desarmar - 2
Tiro de Precisão - 1


Última edição por †_Junior_† em Qui 02 Fev 2017, 23:42, editado 3 vez(es)

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por Samyaza em Qua 01 Fev 2017, 20:10

Robert Locksley nasceu em 1915, filho único de uma rica família que trabalhava com extração e fornecimento de matéria prima para produção de armas. Ele não teve uma infância ou adolescência difíceis, sempre estudando em boas escolas e tendo a sua disposição várias oportunidades de estudo e práticas de esportes mais perigosos, desenvolvendo grande apreço pela caça. 

Sua juventude foi conturbada largando a faculdade e se entregando ao consumo de bebidas e drogas a fim de suprir sua necessidade de "movimento", o dinheiro que recebia de sua família custeava suas escandalosas festas orgiásticas. Passou a maior parte desse período viajando, para caçar ou praticar algum outro esporte, visitou principalmente a África e a Índia.
 
Quando estourou a guerra ele viu que teria a oportunidade de fazer o que mais gostava, correr riscos e caçar, e dessa vez seriam seres humanos. Alistou-se, mas poucos consideraram que ele teria algum sucesso devido a seu gênio rebelde e impetuoso. 

Atualmente ele se tornou um franco-atirador, considerado um dos melhores do seu regimento e está a serviço do seu país com o único objetivo de correr riscos e matar pessoas.

Características Principais:
Velocidade, Resistência e Percepção.


Conhecimentos:
Rifles de precisão, sobrevivência, caça, "esportes radicais".

Poderde fogo:
Rifle Enfield nº4 Mark I, Revolver Webley Mark IV e faca de combate

Habilidades:
Camuflagem         10
Atletismo         4
Resistência         3
Atenção 3
Pilotagem         0
Investigação   0
Medicina         0
Mecânica         0
Radiocomunicação 1
Criptografia 0
Idioma 1
Sobrevivência 2
Persuasão         0
Intimidação 0
Interrogatório 0
Frieza 5
Raciocínio         3
Carisma 0
Rifle         10
Submetralhadora 0
Metralhadora 0
Escopeta         0
Pistola 3
Explosivos         0
Facas         1
Combate Corporal 1
Antitanque         0
Lança-chamas 0
Artilharia direta         0
Artilharia indireta 0
Surpresa         6
Fogo Supressor 0
Oportunidade 0
Desarmar         0
Tiro de precisão         6


Última edição por Samyaza em Ter 07 Fev 2017, 16:58, editado 1 vez(es)
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Memórias de uma ilusão

Mensagem por eduardohis em Qua 01 Fev 2017, 23:47

Me chamo Jens Wurfel e nasci em uma família típica da região da Baviera. Papai, Mark Wurfel herdou de seu pai uma pequena cervejaria localizada nos inúmeros porões nas proximidades da Marianzplatz. Munique mesclava modernidade e tradição. Inovações do século XIX já se avolumavam, mas as tradições camponesas e tradicionalistas corriam pelas veias dos habitantes. Os Alpes podiam ser vistos das colinas da cidade o que a transformava em uma das cidades mais lindas da europa.  No verão se transformava em um belo jardim para piqueniques e no inverno, geralmente rigoroso,  um local para meditação.
Logo ali, beirando as montanhas,  sabíamos que os austríacos estavam planejando mais uma de suas belas sinfonias, mas a nossa cerveja era a melhor. Papai produzia uma Weiss invejada pelos melhores mestres cervejeiros da Karlsplatz, uma fórmula ancestral. Aprendi cedo a apreciar a culinária e o trigo das cervejas.
Mamãe era retraída e lacônica, não negava suas raízes saxônicas. Não aprovava o comportamento de papai, todos os dias antes de servir a última caneca, desatinava a discutir politica, o que lhe rendera muitos problemas com clientes alcoolizados. Não aceitava as condições em que a Republica se encontrava. Se negou a participar da Grande Guerra, falsificando documentos. Mamãe não teve tanta sorte, trabalhou em uma antiga fábrica de ferramentas que se tornara arsenal para o exército alemão. Sua saúde nunca mais foi a mesma, pobre Vera.
Nasci no final de 14, um mundo não indicado para uma criança. Mamãe me amamentava nos corredores da fábrica de munições e papai tentava vender sua Augustiner Weiss para alguns oficiais alemães. Em 1918 estávamos praticamente sobre escombros, cidade em chamas, mamãe presa, rei em fuga. A surpresa veio quando papai apoiou abertamente  o “Conselho dos Encarregados do Povo" Foi o primeiro passo para a vida clandestina e revolucionária.
Durante os anos 20, precisamente em 26, percebi que houvera uma grande mudança nos sotaques dentro da nossa pequena cervejaria. Não identificava muito bem, mas percebia que outras bebidas além da cerveja aportavam sobre a mesa. Liquido branco, os homens faziam caretas para beber. A crise fez com que vendêssemos cervejas a preços que não davam pra cobrir as despesas do lar. As bebidas brancas atraiam outros fregueses, do leste. Papai adquiria as bebidas em troca de abrigo a forasteiros no fundo da cervejaria.
Mamãe sempre me protegeu das loucuras de seu marido. Me mantinha ocupado cuidando das cervejas enquanto fazia Bratwurst para os poucos fregueses. A convivência com a pólvora naquela maldita guerra afetou sua saúde. Faleceu em 1927 em casa após uma crise asmática nos porões da Marianzplats. Ultimo desejo: estude e consiga um futuro longe da Baviera.
Nessa altura a nossa cervejaria já tinha um apelido: Comitê. A crise atraia cada vez mais operários e homens de notório saber. Cantarolavam um hino em que do Russo só entendia a palavra “ousar”. Estávamos correndo perigo. Sem mamãe, tentei a sorte com um famoso cliente, o bohemio Rasher. Sem o consentimento de papai, pedi a ele que me desse uma chance para estudar. Esse senhor era um respeitadíssimo médico e utilizou sua influência para me matricular sem custos na grande Universidade Técnica de Munique. Só uma exigência: participar das reuniões politicas em um prédio próximo ao centro de Munique.. Me estranhava muito que um conservador frequentasse um ambiente operário. Soube depois que adorava um chamego operário nos finais de noite.
Passava praticamente o dia inteiro dentro da Universidade, nas bibliotecas e nos corredores. Não acreditava que estudava em um lugar criada pelo Rei da Baviera e que serviria meu país logo que a crise passasse. Naquele tempo, meados de 1932 estudantes de medicina não se diferenciavam muito dos moradores de rua. Roupas simples, pouco dinheiro e muito desanimo. Eu não tinha muito a perder, era um oásis de esperança ante o precipício estampado nos olhos. Nem mesmo a imposição de Rasher para acompanha-lo  nas reuniões do partido as sextas me faziam infeliz. Até me animavam. Aquele senhor de bigode me fez sonhar com um futuro lindo para a Baviera e o povo alemão. Não demorei a escutá-lo com entusiasmo nas fileiras da juventude.
Papai me expulsou de casa. Não concordava com as atitudes e posições politicas que eu havia tomado. Tentei explicar que com a Alemanha forte, teria um emprego e o tiraria daquelas catacumbas do centro da cidade. Dizia que iria resistir, e que um dia não haveria mais Augustiner. Resolvi aceitar o convite para ir para a Austria.
Em 1936 tinhamos certeza que o mundo estava mudando. Fui convidado para trabalhar em uma estação de esqui nas proximidades de Viena. Minha especialidade era ortopedia e fazia intervenções cirúrgicas em atletas ou aventureiros dos Alpes. Não demorou muito para começar a atender integrantes da SS e das divisões de montanha, a elite do exército. Foi nesse caminho que conheci Anna Hinz, uma polonesa de Cracóvia, rosto fino e cintura larga, de aproximadamente 30 anos que fazia serviços de enfermagem. Sofri uma avalanche, aquela loura conseguiu tirar minha atenção. Não pensava mais em nacional-socialismo, nem em fraturas no calcanhar. Nem mesmo suas críticas a Hitler me deixavam triste. Me tornei um boneco em suas mãos. Ela preencheu dois vácuos: o de amante e de mãe. Um neófito na arte do amor foi presa fácil para uma experiente enfermeira que sabia onde tocar. A violência que empreendia em meu corpo se intercalava com o colo materno. Passamos pelo inicio da guerra sem saber. Mas Anna sabia,  para os outros seu semblante mostrava medo.
Rasher me contactou no final de 1939. Deveria voltar para Munique. Deixei os Alpes e Anna na esperança de retomar nosso passeio por Salsbug e Mozart. Como um bebe me despedi chorando mas com a certeza que voltaria depois de cumprir meu dever. Cheguei em Munique e fui designado para Dachau, a aproximadamente 40 minutos de trem. Estranhei o tipo de organização. Os supostos pacientes tinham códigos tatuados nos braços, o que me deixou apreensivo e até pensativo sobre o que significavam tais números.  Nesse mesmo dia recebi uma maleta com equipamentos básicos para uma medicina emergencial. No fundo havia uma pistola Luger, com quatro cartuchos e vários maços de cigarro. Não fumava e nunca havia atirado.
Por dois meses fiz pequenas cirurgias em soldados alemães e intervenções naqueles coitados carecas de pijama. Sem autorização para sair do campo, passei a ocupar o cargo de imediato instrumentador de Rasher.  Pensava que estava chegando à cura da Malária. Equivocadamente achei que estava contribuindo para transplantes cardíacos. Nem mesmo minha convicção no Fuher me confortava diante de estranhos métodos. Hipócrates me condenaria. Em uma tarde Rusher me convocou para um procedimento. O condenado mexia muito na mesa de cirurgia e precisávamos abrir seu tórax para tratar supostamente de um tumor.  Diante de tal fato, Rusher pediu minha Luger. Era norma dentro do campo: todos deveriam andar armados. Pegou minha mão, segurou a postola e me fez executar nosso paciente. “Agora sim podemos concluir a operação”, disse ele.Naquela noite não dormi e pensava no que estávamos fazendo. Descobri a utilidade dos cigarros. Usei-o para me evadir por uma noite do campo. Subornei um guarda de guarita e um motociclista do exercito. Segui rumo à Munique.
A parada foi a estação central, a Hauptbahnhof. Um trem de carga partia para o leste, com mulheres polonesas, foi isso que me disse um soldado da estação. Meu coração parecia que tinha visitado o polo norte.  Será que Anna também estava nessa situação? Perguntei ao mesmo guarda o que significava aquele trem, ele disse que as meninas visitariam uma outra Dachau la na Polonia. Corri até a cervejaria de meu pai, a alguns quarteirões abaixo. Me lembrava do lugar, embaixo de um vaso, o esconderijo da chave. Mesas reviradas e cervejas derrubadas, olhei no buraco do colchão que meu pai guardava algumas economias na época da crise. Encontrei um bilhete mal escrito com os seguintes dizeres:
“ Fui para A Russia, lutarei por um mundo sem Hitler e pelo poder dos operários”
Estou aqui, já me considero um desertor, não posso me esquecer das palavras de Anna, quando dizia de Lenin e das memorias de meu pai. Voces tinham razão. Meus momentos felizem se deram ao lado de pessoas idealistas.  Matar inocentes não pode ser tarefa para um médico. Que a História me julgue. Minha Luger defenderá inocentes.



Habilidades
Medicina 8
Investigação 2
Resistencia 2
Atenção 3
idioma 3 (ingles, alemão, frances)
Sobrevivencia 3
Persuasao 3
Frieza 5
Raciocinio 2
Interrogatorio 1



Armas
Pistola 1
Combate Corporal 7
Faca 7







Última edição por eduardohis em Sex 03 Fev 2017, 18:21, editado 1 vez(es)
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Aníbal Vieira - O "Vieirinha" (guerrilheiro)

Mensagem por Vieirinha em Qui 02 Fev 2017, 17:12

La pelo final da terceira década do século XX o senhor Adalberto Vieira de Andrade vindo da cidade de Mococa para os arredores do noroeste Paulista, compra a Fazenda Santo Amaro, uma área de mil alqueires.
E assim no território que ficava na bifurcação da estrada que vindo de Olímpia abria se para Rio Preto e Nova Granada, vivia tranquilamente Adalberto com sua esposa Antônia Jessé e seus filhos Adalberto Jr, Antenor, Aníbal e Francisca.
Francisca era menina-moça, bonita e muito simples, costumava correr para a beira da estrada toda vez que ouvia barulhos de carros, que ainda era novidade na época nos arredores da fazenda, apesar de existirem com certa normalidade nas cidades vizinhas.
Porem certo dia de fevereiro de 1938 desaparecera quase sem deixar vestígio.
Nas duas primeiras semanas seguidas ao acontecimento seus irmãos a procurando a como agulha em palheiro, por pura sorte, puderam localizá-la em uma casa de prostituição em Rio Preto.
Depois de algumas "sugestões" a cafetina “Cida manca” contou tudo o que sabia.
Foi então que a trama ficou esclarecido; Tinha sido o automóvel preto de Tobias Lunardelli, um dos sujeitos mais conhecidos na Rio Preto da época, que, fretado por Toninho, um funcionário público daquela cidade e três policiais, para uma pescaria no Rio do Turvo, vinha de volta naquele fatídico dia com os pescadores quase todos embriagados e, vendo a moça a beira da estrada, raptaram-na. Os passos que se seguiram foi de uma matilha de lobos contra uma pobre presa, todos abusaram da menina de 15 anos mas que ainda brincava de bonecas.
Semanas depois levada de volta para casa a moça estava perturbada, profundamente depressiva; despertava sobressaltada no meio da noite, não respondiam às perguntas e chorava continuamente, uma grande tristeza se abateu sobre aquela família.
Em segredo Aníbal e Antenor juraram vingança àquela afronta.
Em uma tarde do mês seguinte um funcionário da Câmara Municipal de Rio Preto, Antônio Martins, o Toninho, tombava crivado de balas na antiga praça da estação ferroviária de Rio Preto.
Na fuga os criminosos, Aníbal, um de seus irmãos e um serviçal de seu pai, fretaram o carro de Lunardelli para uma viagem a Olímpia por um preço previamente combinado.
Fingindo estar profundamente apurado, um dos passageiros pediu para o carro parar ali, junto do Rio Turvo. O motorista foi fulminado pelo tiro certeiro de Aníbal, e ainda não tinha passado muitas águas sobe a ponte depois daquela tumultuosa pescaria antes que o corpo de Tobias Lunardelli fosse jogado nas águas barrentas do Rio Turvo.
O carro abandonado foi encontrado com um professor do ginásio chamado Eduardo Lima, que acabou por tomar culpa no crime.
Pouco tempo depois fora preso Aníbal Vieira, como o autor confesso contra Toninho e interrogado o réu contou sua versão de que a vítima tinha sido o principal de um grupo de cinco criminosos, sendo três deles policiais, que, vindo de uma pescaria no Rio Turvo tinham raptado sua irmã e depois de terem abusado da moça deixaram-na em uma casa de baixo meretrício em Rio Preto.
Versão que, aliás, não fora contestada em nenhum ponto depois das averiguações.
Julgado e absolvido Aníbal sob o contexto de legítima defesa da honra, o jovem estava novamente em liberdade.
Está escrito que um abismo chama por outro abismo e, uma avalanche de acontecimentos indesejáveis envolvendo seu nome estava por vir, sendo que após sua prisão e liberdade inúmeras vidas envolvidas em crimes de honra e rixas de poder foram ceifadas pela sua pontaria certeira e capacidade de surpreender suas vítimas, de tal forma que até os policiais envolvidos no crime contra sua irmã foram mortos, inclusive Jordão Ildefonso pereira Martins que fora transferido para Ituverava e morto em Guará no dia 26 de novembro de 1939.

Todavia Aníbal tinha também bons e influentes amigos; entre estes a família Posella, fazendeiros abastados da região. Estes não viam o como um bandido, mas porem, como um justiceiro em uma região onde o descaso e desmando valorizava mais o dinheiro e influencia social, que o direito e justiça. Por concelho de alguns patriarcas desta família, Aníbal seguiu para a cidade de Barretos e alistou-se no batalhão de voluntários no intuito de lutar ao lado dos aliados, tendo sido beneficiado pela anistia dos inúmeros processos judiciários que tramitavam contra sua pessoa, porém, isto não lhe dava nenhuma garantia contra perseguições motivadas por antigas rixas.
Como será que ele vê esta oportunidade? Como uma maneira de se redimir pelos crimes cometidos contra a sociedade ou como uma forma lícita de praticar uma atividade da qual acabou tomando gosto... MATAR?

De baixa estatura, mas dono de uma constituição invejável, Aníbal Vieira, ou Vieirinha (como os populares o chamavam) era uma pessoa que não passava uma imagem agressiva, porém trazia em suas costas um número tão grande de assassinatos a sangue frio, em nome de uma justiça incerta que já, em seu íntimo, havia perdido o amor e respeito pela vida que o havia motivado a cometer os primeiros crimes, frieza essa que por vezes transparecia em alguns atos e brincadeiras com suas vítimas.

Características principais:
Agilidade (Destreza), Percepção, Vigor e Carisma

Conhecimentos:
Não encontrei a parte de habilidades passivas mas gostaria que ele tivesse
- Saque rápido
- Tiro certo (bônus em acerto com armas de fogo)
- Golpe fatal (bônus em acerto com ataques surpresa - faca)

Habilidades:
Camuflagem - 3
Atletismo - 6
Atenção - 5
Idioma - 1 (Português) Inglês
Pilotagem - 1
Persuasão - 1
Resistência - 3
Frieza - 5
Raciocínio - 3
Carisma - 3

Habilidades com armas:
Rifle – 5
Submetralhadora – 2
Pistola – 5
Faca – 3
Combate corporal – 2
Desarmar - 2
Fogo supressor - 1
Surpresa - 2
Oportunidade - 2

Armas:
- Pistola Colt .45 ACP
Calibre: .45 ACP
Funcionamento: Semi-Automático
Principio de Funcionamento: Blowback, ferrolho aberto
Peso:1,106 Kg
Capacidade: 7 cartuchos
Comprimento: 21,6 cm
Alcance Útil: 50 m


- Fuzil Garand
Modelo: M1
Calibre: 7,62 x 63 mm
Alimentação: clipe de oito cartuchos era impossível alimentação individual de cartuchos
Velocidade inicial: 822,96 m/s
Comprimento: 109,22 cm
Comprimento do cano: 60,96
Peso: 4,3 kg
Miras: de abertura ajustável, 100 a 1200 jardas
Método de operação: recuperação a gás
Tipo de fogo: tiro a tiro


- Submetralhadora M-3, “Grease Gun”
Calibre: .45 ACP
Sistema de Operação: Blowback, ferrolho aberto
Regime do Fogo: Apenas Automático
Peso: 4,48 kg (carregada)
Capacidade: 30 cartuchos
Comprimento: 762 mm (com coronha estendida)
Cadência de Tiro: 450 tiros por minuto






Última edição por Tullio Posella em Qua 22 Fev 2017, 09:24, editado 4 vez(es)
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Re: Aventura, Campanha e Personagens

Mensagem por arabedoido em Sex 03 Fev 2017, 00:45

Hans Von Wendlinger

Nascido na cidade de Nuremberg e logo após a nomeação de Hitles como chanceler, o que inicialmente foi recebido com muita comemoração por muitos, na mente de Hans abriu-se uma outra visão do que acontecia. Primeiro, as cassações de direitos, a criação dos guetos e então a criação dos campos de concentração. Ainda que a economia do país crescesse, Hans não conseguia concordar com nada daquilo, achava que o preço por todos os benefícios sociais e econômicos para sua amada Alemanha estava sendo alto demais e que nenhum bem justificava o sangue que estava sendo derramado.

Após expressar algumas de suas ideias para um grupo de amigos em um bar, percebeu o quão impensada havia sido sua atitude. A maioria estava completamente seduzida pelas ideias nazistas e pelos olhares e frases de reprovação, teve certeza que havia falado demais e se continuasse por ali, estaria com os dias contados, ou até algo pior.

Assim, naquela mesma noite sem dizer para onde iria nem o que faria, pegou alguns pertences, um pouco de dinheiro que possuía e empreendeu sua fuga do país. Ainda mantinha suas convicções e sabia que o melhor que poderia fazer por sua amada Alemanha seria juntar-se ao inimigo para poder derrotar Hitler e sua loucura de grandeza. A dúvida era apenas qual força mlitar aceitaria um estrangeiro, principalmente um alemão renegado em seu meio. A solução foi ir até a França e alistar-se na tão famosa Legião Estrangeira. Pelo menos ali, não haveriam questionamentos e o fato de Hans ser alemão poderia ser bem utilizado por quem tivesse visão para perceber.

Depois de um longo treinamento, Hans tornou-se um legionário e ficou bem claro que ele seria útil em missões não oficiais, exatamente as que envolvessem a infiltração atrás das linhas inimigas. Poderia se passar por um cidadão comum sem levantar suspeitas e até mesmo, se tivesse sorte, por um soldado alemão. E dessa forma, quem sabe poderia contribuir para salvar a Alemanha do inferno criado por Hitler e seu regime sangrento.

Habilidades:

Camuflagem 5
Atletismo 3
Resistência 4
Atenção 3
Pilotagem 2 (Carros e motos)
Idioma 3 (Alemão nativo, Francês, Inglês e Espanhol)
Sobrevivência 2 (Floresta e urbana)
Intimidação 3
Frieza 4
Carisma 3

Armas e técnicas:

Rifle 5
Metralhadora 3
Submetralhadora 3
Combate Corporal 5
Facas 5
Pistolas 6

_________________
INFORMAÇÕES:
EH:15        ABSORÇÃO:0      EF:13      KARMA:7/12

EQUIPAMENTOS: manto com capuz, cinto, pederneiras, mochila de couro, pena e tinta, pergaminho e bracelete (focus).

CARACTERÍSTICAS GASTAS: Nenhuma até o momento

EXPERIÊNCIA: 28xp


FICHA DO PERSONAGEM:


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Idade : 41
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Boris Andravitch, "Verzila"

Mensagem por Vercenorax em Sex 03 Fev 2017, 22:04

Nascido em Leningrado no de 1895, filho de Vitali Andravitch, Boris seguiu desde novo os passos de seu pai. Vitali era membro do alto escalão da Marinha Russa durante o Império, mas por terem tido origens na plebe sempre secretamente foi partidário de ideais socialistas. Na data do Domingo Sangrento, Vitali não estava na então Petrogrado, mas ficou sabendo dos horrores cometidos naquele dia, mas ele não poderia ser insurreto, ele seria morto por traição. Boris tinha 10 anos nessa data. Com o passar do tempo, Boris adquiriu idade e alistou-se na marinha, desde sempre muito influenciado pelo pai em tudo. Boris, destacava-se muito bem entre os seus pelo porte, o que o fez um ótimo lutador de boxe, e pela capacidade de apneia em mergulho, conseguia ficar quase 10 min debaixo d'água sem respirar.
Dois anos depois de alistado estoura a Primeira Grande Guerra, Boris por ser novo não foi designado a combater em terra, mas ingressou na Frota do Mar Negro combatendo incursões otomanas na Criméia. Seu pai nessa data comandava outra frota mais próxima a Turquia atacando navios otomanos.
Com a Revolução de Fevereiro e a queda do czar, Vitali e Boris se juntaram ao Partido Bolchevique e ajudaram a derrubar o Governo Provisório. Vitali comandava o cruzador Aurora que deu o sinal para a invasão do Palácio de Inverno. Intituia-se o Governo Socialista.
No passar dos anos, do governo Lenin, Vitali e Boris passaram a se aproximar da vertente de Stalin. No Grande Expurgo de 1937 e 1938, Boris (Vitali morrera em 1935, com 76 anos) ajudou nos planos de Stálin de executar os antigos líderes militares do partido, cooperando com sua consolidação no governo.
Boris por ser oficial de combate experiente, lutou nas mais diversas adversidade de terra, mar e ar. Com o Pacto Molotov-Ribbentrop, em 1939, e depois de grande participação na ocupação da Polônia, Boris teve participação expressiva em combate de campo na invasão da Finlândia e depois remanejado para a Estônia, Letônia e Lituânia, em julho de 1940.

OBS.: dado seu grande tamanho Boris ganhou o apelido de "Verzila".

Características Principais
Frio, Intimidador (2m de altura, 140 kg), Força e Vigor

Habilidades especiais
Boxeador, Mergulhador de Apneia, Russo, Inglês e Alemão

Poder de Fogo
SVT-40 (fuzil)
IZH-43 (escopeta)

Habilidades
Camuflagem 2
Atletismo 6
Resistência 6
Atenção 2
Idioma 2
Intimidação 4
Interrogatório 1
Frieza 6
Raciocínio 3

Habilidades com Armas
Rifle 7
Escopeta 6
Combate Corporal 5
Fogo Supressor 5
Desarmar 4

_________________
"Sete Anéis para os Senhores Anões em seus Rochosos Corredores"

"Se for pra acabar em fogo, todos queimaremos juntos!"


INFORMAÇÕES:
EH:62       ABSORÇÃO:15      EF:18       KARMA:0

EQUIPAMENTOS: corvo Roac.

EXPERIÊNCIA: 55xp


FICHA DO PERSONAGEM:
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Mensagens : 364
Data de inscrição : 07/10/2013
Idade : 23
Localização : Cachoeira de Minas/Lavras

Ficha do personagem
Nome: Boris Andravitch
Posto: Primeiro Tenente
Especialidade: Infante de Assalto

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Re: Aventura, Campanha e Personagens

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