Primeira parte - Fuga da cidadela

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Primeira parte - Fuga da cidadela

Mensagem por Samyaza em Dom 06 Out 2013, 22:57

Enviado por: Samyaza - Tuesday, September 27, 2011 6:11:24 PM
Após abater as duas criaturas vocês ainda estão no estábulo, quando o grunhido das criaturas cessa, denunciando que estão mortas, pode-se ouvir o som de estalos. Observando pela entrada do estábulo, nota-se que algumas casas mais abaixo da cidadela começam a queimar, algumas pessoas correm em desespero pelas ruas, mas apesar disso, os vários grupos de atacantes, formados ou por criaturas semelhantes a que vc´s acabaram de matar e por alguns humanóides encapuzados, parecem ignorá-los, dirigindo-se para algumas casas e ignorando outras. Dois grupos ainda maiores se movimentam para o templo e outro para a torre de Irvem, próximos de onde vc´s estão.

Cibele, ainda abalada pelo ataque ocorrido, segura, trêmula, os braços de Baltazar e gaguejando pergunta, mais em desespero do que a espera de uma resposta prática:

"Como sairemos daqui vivos??!? E essas pessoas, nossos mestres, parentes e amigos, precisamos ajudá-los!"

Baltazar, Alastor e Garruk a ação é de vc´s.

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 18:16:44
Baltazar olhou para ela.
- Não! Não podemos fazer isso caso contrário, morreremos!
Ele olhou para os outros dois que estavam com ele.
-Vamos sair daqui logo, vamos.
Ele rapidamente começou a ir rápido em direção a saída da cidade.

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 18:45:18
Eu tenho um mapa, que indica uma saída secreta daqui, mas temos que fazer silencio.

Tiro mapa de dentro da bolsa de moedas e leio, depois digo em voz baixa:

Vamos é por aqui!

E saio tentando fazer o mínimo de ruído.


Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 18:51:24
Garruk pega sua mochila,ajeita-a nas costas e diz:
"Além de bom com o martelo vc ainda tem outros truques na manga hein?! Mas por onde esse mapa vai nos levar, não quero esbarrar com mais desses lagartões!"


Cibele resignada segura no braço de Baltazar e o acompanha ainda em prantos.

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 18:52:40
Parou, e virou-se.
-Está bem. Cibele, vai ficar tudo bem.
Disse enquanto seguia os dois anões.

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:33:36
Esse mapa vai nos levar por uma estrada pouco conhecida, mas pra que não os vejam temos que ser silenciosos.

Continuo guiando os outros...

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:37:29
-Hum....
Continuou pensativo, enquanto andava segurando a jovem pela mão.
- Espero que não nos achem aqui...
Lembrando-se de algo, diz:
-A propósito. Qual é o seu nome? Naquela loucura toda não deu para perguntar e acabei esquecendo. Perdoe meus maus modos. Eu me chamo Baltazar, prazer em conhecê-lo.
Disse, sussurrando para não fazer barulho.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:46:20
Na verdade o mapa vai guiá-los apenas da saída da cidadela até Fontenova, no mapa uma indicação de uma saída opcional, que fica na extremo norte da cidadela, porém, o caminho até vc´s deverão trilhar sozinhos...

Alastor, que tipo de cuidados vc pretende tomar ao guiá-los?

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:48:24
Alastor...

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:50:43
-Prazer em conhecê-lo.
Disse ele continuando há caminhar.

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:52:37
Samyaza escreveu:
Na verdade o mapa vai guiá-los apenas da saída da cidadela até Fontenova, no mapa uma indicação de uma saída opcional, que fica na extremo norte da cidadela, porém, o caminho até vc´s deverão trilhar sozinhos...

Alastor, que tipo de cuidados vc pretende tomar ao guiá-los?



Por enquanto leva-los em silencio até esse caminho pra fora da cidadela.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:57:53
Alastor e Baltazar rolem 1d20 cada um por gentileza

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:58:42
Ok...
[1d20]

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 19:59:10
Rolado!

[1d20]

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:18:57
Vc´s conseguem fazer o trajeto até a saída norte com relativa segurança, os estalos de casas queimando e os gritos de pessoas em desespero diminuem consideravelmente, apenas algumas vezes foi preciso esconder-se e esperar. As ruas nesta parte, que por sinal é a mais nobre, onde ficam as moradias dos magos e sacerdotes, está praticamente vazia.

Em menos de meia hora de caminhada vc´s se aproximam da saída, que fica na subida de uma rampa feita de madeira, lá, um amontados de pessoas grita fazendo um alvoroço e do alto de uma guarita ao lado do portão, um homem vestido com roupas de sacerdote tenta proferir algumas palavras impossíveis de serem compreendidas e onde vc´s estão, outros 4 sacerdotes, com roupas bem menos pomposas estão com arcos apontados para a multidão que se grita em desespero.

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:25:12
Baltazar parou instantaneamente.
-Droga, tem algo acontecendo à frente. O que faremos, Alastor?
Perguntou, atento enquanto olhava para frente.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:28:16
Baltazar vc reconhece algumas das pessoas que gritam para passarem pela rampa e chegarem ao portão são pessoas consideradas importantes na cidadela, muitas delas amigas do seu tio.


Alastor, vc percebe que a construção desta saída é feita de forma que para se acessar a rampa, é necessário atravessar a guarita que os sacerdotes vigiam e impedem que estas pessoas tenham acesso.


Garruk com uma voz desanimada e visivelmente abatido diz:
"Nunca passaremos,deve ter umas 20 pessoas ali tentando passar e esses homens não permitem, eu pensei que essa entrada fosse secreta?!


Cibele olha pra trás e observando do alto da ladeira que vc´s com tanta dificuldade subiram diz:
"Seja lá o que vamos fazer, é melhor fazermos logo, vejam, um grupo daqueles monstros se aproximam, e sobem numa velocidade maior que a nossa"

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:34:32
- Droga... não podemos fazer nada.
Falou, controlando-se para não ir tentar ajuda-los, pois sabia que morreria. Todos morreriam. Ele contou quantos haviam no grupo. 4. Tinha uma ideia, mas caso a usasse, custaria-lhe caro.

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:44:14
(Mestre quantos monstros são?? E tem folhagens perto de onde nós estamos???)

Olho para traz, na direção dos monstros e pra frente em direção da multidão e digo:
Droga!!!Temos que atrasa-los!!! Você é um mago não é Baltazar, use algum truque que possa atrasar as criaturas enquanto eu procuro uma saída daqui!!!


(Dados Observar e Seguir Trilhas)







Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:50:07
- Sim, sou. Estou pensando justamente nisso. Talvez uma distração...?
Pensou por alguns momentos, até que sorriu e olhou para frente.
-Sim... Uma distração.
(Mestre, eu poderia por exemplo, lançar algo nos sacerdotes? Um pedaço de casa, etc? )

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:51:49
Não são mais que 10 monstros, mas pela ferocidade com que atacam e o falta de habilidade bélica das pessoas, quando as criaturas chegarem, quem não conseguir fugir será morto.

Não há vegetação, pois esta área era cuidada constantemente, vc percebe que recentemente até mesmo o capim que nascia entre os paralelepípedos foram arracandos.

Se as pessoas entrarem pela guarita terão acesso á rampa e posteriormente ao poderão atravessar o portão. é possível tentar escalar pelos troncos que sustentam a rampa, ela não possui mais de 7 metros de altura.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 27 de setembro de 2011 20:53:52
Vc pode pegar alguma pedra ou objeto quebrado no chão e arremessar.

Enviado por: Leonardo - terça-feira, 27 de setembro de 2011 21:06:07
Me explica uma coisa, os sacerdotes na guarita estão atacando as pessoas ou tentando ajudar???

Se estiverem ajudando, corro para a multidão o mais rapido que minhas pernas curtas conseguem e grito para a multidão e para os sacerdotes principalmente e grito:

Atravessem a guarita rápido!!! É o único jeito!!!!


Se estiverem atacando a multidão, seguro meu martelo em posição de ataque e corro na direção deles, para ataca-los.

Salafrários!!!!

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 27 de setembro de 2011 21:14:02
(Hum... Ok.)
Ele tenta usar a magia Telecinese em três pedras que estavam logo atrás dos monstros, para arremessa-las nos monstros, na intenção de fazê-los voltar e verificar quem as jogara.
[1d20]

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 29 de setembro de 2011 17:42:44
BALTAZAR:

Você se concentra tentando lembrar o local exato onde as pedras estavam, quando vc é capaz de visualizá-las em sua mente, vc começa a evocação da magia, aos poucos vc passa a sentir a textura e rijeza da pedra, como ela estivesse em suas mãos, então, sua vontade sobre a matéria torna-se forte o suficiente para com um simples pensamento arremessar as pedras na direção das criaturas que viram-se bruscamente vasculhando com os olhos quem poderia tê-las arremessado.


ALASTOR:

Os sacerdotes possuem o controle da rampa e estão tentando impedir que as pessoas tentem subir de alguma forma, por isso os arcos apontados com a intenção de amedrontá-los.

Segue um rabisco (nem ousem questionar minha habilidade em desenho, kkk)da guarita e da rampa:






Enviado por: Leonardo - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 0:59:29
Então continuando minha ação...

Citação:

Corro em direção à multidão e grito para os sacerdotes na torre:
Salafrários!!!! Estão impedindo as pessoas de passarem!!!


(Mestre, tem algum jeito de eu subir na rampa pra derrotar quem está lá em cima e controla-la??)

(E mestre, isso é um verdadeiro Monet uhahuahaMuito Feliz )

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 12:50:09
ALASTOR:

Existem 3 possibilidades para atingir os sacerdotes na rampa, a primeira seria arremessando alguma coisa ou usando um arco, a segunda seria subindo pelos troncos que sustentam a rampa, neste caso, seria possível, com um pouco de cuidado, pegá-los desprevenidos já que a subida pelos troncos dá acesso a rampa sem passar pelo "elevador". A terceira opção seria procurar alguma madeira ou suporte nos escombros para apoiá-los na guarita e subir até o "elevador".

Quando vc se aproxima após o seu grito, vc percebe que, apesar dos arcos na direção das pessoas, o sacerdote com vestes diferentes dos demais, está tentando apaziguá-los:


Sacerdote:

"Não podemos permitir o acesso de vocês à rampa ainda, estamos cumprindo as orientações do nosso regente, por favor, tentem manter a calma..."


Ao ouvir o sacerdote dizendo essas palavras vc nota duas coisas, a primeira é que aparentemente eles nem notarão ainda os homens-jacaré subindo em direção à guarita. Em segundo, nota-se que apesar do discurso o sacerdote está muito e nervoso e preocupado, muito mais com sua própria vida do que a das outras pessoas.

Enviado por: Baltazar - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 12:53:54
Baltazar finalmente tem uma boa ideia. Ele sorri. Novamente, usa a magia "Invisibilidade" em mais três pedras que se encontravam no chão à sua frente.
Ele tenta deixa-las invisíveis para seu plano.
-Agora... A próxima parte.
Olha para as pedras e utiliza a magia "Telecinese" nelas, fazendo-as levitarem no ar por alguns momentos. Em seguida, lança-as contra os três Sacerdotes que estão na guarita, querendo deixa-los apenas desmaiados.





[1d20] >>> Rolamento da magia Invisibilidade.


Enviado por: Leonardo - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 13:53:24
Eu coloco o machado no suporte da roupa então em silencio eu rapidamente escalo um dos troncos até onde estão os sacerdotes.

(Dados escalar superfícies)


Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 16:23:27
BALTAZAR:

Seus olhos esquadrinham o solo em busca de mais pedras, após localizar 3 delas que vc julgou ser capaz de arremessá-las, vc se concentra em cada uma, susurrando as palavras de invocação as pedras vão perdendo a iluminação e posteriormente a nitidez,ficando embaçadas, como um borrão que vai lentamente desaparecendo. Revendo a sua primeira invocação vc concentra-se novamente, excitado com a sequencia correta de gestos e frases que vc executou com sucesso, ao ponto de ser o único a ver as pedras flutuando próximas de vc, antes de sairem numa trajetória de forma veloz, como uma flecha sai o arco, na direção dos sacerdotes. Um dos sacerdotes-arqueiros é acertado de forma tão violenta que perde o desequilibrio e cai no elevador, inconciente. O outro sacerdote-arqueiro é alvejado de forma tão semelhante quanto o primeiro, mas mantém a sua consciência, o terceiro sacerdote, de vestes mais pomposas é acertado e cai violentamente pra trás.


ALASTOR:

Vc guarda o martelo e caminha até os troncos de sustentação, a subida aparentemente seria difícil. Você abraça um dos troncos, firmando o quadril e as pernas para sustentarem o seu peso enquanto ergue seus braços para puxá-lo mais pra cima. Você repete essa sequencia algumas vezes até chegar na borda da rampa e surpreende-se com a velocidade e facilidade com que subiu. Ao chegar à rampa vc vira-se para a guarita e percebe que dos quatro sacerdotes-arqueiros e o seu provável líder, apenas 2 dos arqueiros estão em condições de enfrentá-lo. Os outros, um não se encontra mais na guarita, o outro está desarmado e aturdido, o líder do grupo está caído no chão tremendo como um animal recém abatido, enquanto grita e segura sua cabeça com as mãos.


BALTAZAR:

Após arremessar as pedras, vc sai do estado de concentração e observa que o arqueiro que caiu no elevador foi puxado pela perna pela multidão e começa a ser espancado, enquanto isso outras pessoas tentam, agora que a guarita está indefesa, subir despesperadamente no elevador, amontoando-se umas sobres as outras para tentar alcancçá-lo. Nesse instante uma voz conhecida o traz à realidade:

CIBELE:

"Balt, venha, precisamos ir, eles estão chegando, o outro anão já subiu, ele deve liberar o elevador"

Cibele diz isso enquanto avança tentando puxar-lhe pelo braço.

Ainda assustado com a cena, e recuperando-se dos esforços da invocação, vc recebe uma leva pancada nos ombros, Garruk, o anão armado com um punhal sorri para vc com um olhar de despedida e diz:

GARRUK:

"Vai lá orelhudo, eu seguro as lagartixas lá embaixo, agora tira esse povo daqui antes que seja tarde!"



Enviado por: Leonardo - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 16:36:38
Assim que subo saco meu martelo até que me dou conta do que está acontecendo.Fico por algum tempo olhando a cena surpreso. Logo me recomponho e avanço contra um dos sacerdotes/guardas com meu martelo.

(teste iniciativa)


Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 16:56:17
Enquanto vc saca o martelo, os sacerdotes-arqueiros assustados com a os ferimentos sem motivo dos seus amigos, tem tempo apenas de se recompor, e tentar fazer pontaria em sua direção:

A ação é sua Alastor

Enviado por: Leonardo - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 17:06:30
Sem outra alternativa a não ser atacar parto pra cima dos sacerdotes usando mina estatura como vantagem e desfiro um golpe bem nas pernas de um deles e depois na barriga do outro.

Enviado por: Samyaza - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 19:21:52
Role os dois ataques, mas vc realizará um de cada vez.

Enviado por: Baltazar - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 22:15:01
- Fiquem calmos, tolos!
Após o sacerdote começar a ser espancado, peço para que todos não façam isso, por que ele não merecia tal ato.
-Eu sei, Cibele. Vá na frente.
Paro quando sinto a pancada no ombro e me surpreendo ao ver que era Garruk, o anão falando para mim.
- Meu amigo, não deixarei que você morra. Vamos todos sobreviver e sair daqui!
Falei para ele.
- Ajude Alastor lá em cima, ele precisa de ajuda, se não pode morrer!
Rapidamente, utilizo a magia Levitação no anão, para leva-lo até onde Alastor está, para ajuda-lo a liberar a guarita.
-Terá que ser rápido, não poderei ficar aqui muito tempo! Aqueles monstros não ficarão confusos com a distração que fiz por muito mais tempo.
Viro-me para Cibele.
-Vamos para perto da guarita, para subirmos logo que eles a liberarem.
Puxo-a pelo braço rapidamente, indo para a guarita.
[1d20]

Enviado por: Leonardo - sexta-feira, 30 de setembro de 2011 23:42:24
(droga de dados!!!)

Enviado por: Baltazar - sábado, 1 de outubro de 2011 0:07:51
(Malditos sejam!!!)

Enviado por: Samyaza - sábado, 1 de outubro de 2011 12:47:22
BALTAZAR:

Seu pedido para que as pessoas fiquem calmas foi inútil, o desespero toma conta delas que se amontoam umas sobre as outras. Um jovem e magro consegue apoioar-se numa pessoa e agarra uma das cordas do elevador e agora tenta descoordenadamente subir.

Esgotando suas forças com muita dificuldade vc faz com que Garruk começe a levitar, um pouco acima das pessoas, alguams delas tentam inultimente saltar e agarras as pernas e braços de Garruk que, pelo susto de estar sendo levitado deixa seu punhal cair.

Vc e Cibele são impedidos de se aproximar mais da guarita pelas pessoas que disputam quase aos socos uma chance de subir no elevador.



ALASTOR:


Vc corre em direção aos sacerdotes e ao se aproximar gira o seu braço direcionando o martelo ao joelho de um dos sacerdotes, a força do golpe reverbera em seu braço e pelo impacto que vc sentium provavelmente o joelho do sacerdote esfacelou. Quando vc girou para acertar o segundo sacerdote, o martelo apenas acertou o ar. O segundo sacerdote afastou-se a tempo de evitar e golpe e disparou uma flecha um pouco abaixo do seu ombro.

Enviado por: Leonardo - sábado, 1 de outubro de 2011 14:15:25
ARGH!!! Cretino!!!!

Furioso pela dor que estava sentindo ataco mais uma vez com meu martelo, dessa vez mirando nas pernas.

[1d20]

Enviado por: Samyaza - sábado, 1 de outubro de 2011 16:55:58
ALASTOR:

Com o braço atingido pela flecha, vc desfere o golpe usando apenas seu braço "bom", apesar da dificuldadedo golpe o movimento cicular do seu braço faz com que o martelo atinja com força as pernas do sacerdote derrubando-o e obrigando-o a largar o arco e apoiar os braços no chão para reduzir a queda.

Caído e desarmado o jovem sacerdote protege o rosto com os braços enquanto, nitidamente amedrontado diz:

"Por favor, não, n-não me machuque, eu só estava seguindo ordens, faça o que vc quiser, mas me deixe vivo, por favor..."

Enviado por: Baltazar - sábado, 1 de outubro de 2011 17:07:32
Eu vejo o punhal de Garruk cair, e exausto, corro até ele para pega-lo e não deixar roubarem o mesmo. Logo que o pego, prendo-o na cintura para não cair.
-Arf... Arf.. Vamos, Cibele. Temos que nos aproximar da guarita... Eles dois... vão liberar lá em cima para nós irmos...
Falo ainda arfando, me apoiando no meu cajado.

Enviado por: Samyaza - sábado, 1 de outubro de 2011 17:40:05
BALTAZAR:

Cibele o segue, e quando vc pára arfando, ela o segura pelo braço apoiando-o:

"Vamos Balt, não é hora de cansar ainda precisamos passar por essas pessoas pra chegar à guarita..."

Baltazar, como vc pretende atravessar as pessoas amontoadas e chegar ao elevador?

Enviado por: Baltazar - sábado, 1 de outubro de 2011 18:49:56
-Eu sei... Mas é que meu Karma está vazio... Estou fraco...
Falou ele, olhando para a guarita.
(Posso usar a habilidade: Liderança?)

Enviado por: Leonardo - sábado, 1 de outubro de 2011 19:01:57
Cale a boca.
Me aproximo dele e o revisto pra ver se tem outras armas com ele se tiver eu as tiro junto com o arco e as flechas e as jogo para um canto da guarita, junto com as dos outros guardas/sacerdotes.
Depois olho para o lado de fora, pra confusão lá de baixo, vendo as pessoas se atropelando etc... Nessa hora dou um grito de estourar os timpanos:

PAREM!!!!! SE ACALMEM PARA EU PODER DESCER O ELEVADOR PARA VOCÊS PASSAREM!!!!

(dados persuasão)


(que droga >< )

Enviado por: Samyaza - sábado, 1 de outubro de 2011 19:22:56
ALASTOR:

O sacerdote amedrontado não possuía mas nenhuma arma, ao seu redor vc tem 3 sacerdotes feridos e o sacerdote de grau mais alto, que a esta altura já está inconsciente. Ao proferir suas ordens, vc percebe que a confusão lá embaixo impede que o som chegue com nitidez as pessoas, além disso, sua baixa estatura o impede acima do muro da sacada e sua voz acaba ficando ainda mais abafada. Dos dois lados da parede, na parede da guarita, uma engrenagem em forma de leme deixa claro que serve para subir ou descer o elevador.

O som atrás de vc denuncia que alguém se aproxima e ao virar vc percebe Garruk, com uma expressão assustada no rosto, ele olha pra vc e sorri:

"HEEHeheeh! O orelhudo me deu um atalho!"



BALTAZAR:
Pode sim, mas como uso uma abordagem mais abstrata das regras, interprete a ordem que vc deseja dar, isso vai valer mais que o resultado dos dados.

Enviado por: Leonardo - sábado, 1 de outubro de 2011 19:33:13
Droga, ninguém me ouve!!!

Olho a engrenagem e falo:

Me ajude Garruk!!!

Corro pra engrenagem e começo a descer o elevador.

Enviado por: Baltazar - sábado, 1 de outubro de 2011 19:34:21
Baltazar olha para a multidão, se apoiando em seu cajado.
-Escutem todos! Prestem à atenção no que direi! Se vocês não se controlarem, todos vamos morrer! Se continuarem nesta briga inútil para ficar na ponte da guarita, meus amigos que estão lá em cima não poderão subi-la! E se isso não acontecer, vamos todos morrer e seus esforços para subir nesta maldita ponte serão em vão! Se controlem! Há um bando de monstros vindo, estão em nossos calcanhares e nos pegarão se vocês não manterem a ordem para todos podermos subir e sairmos vivos daqui! Cooperem e viveremos, lutem e morreremos!
Falou o mago com dificuldades.
(Dado liderança)
[1d20]

Enviado por: Samyaza - sábado, 1 de outubro de 2011 20:11:55
ALASTOR:

Garruk se aproxima de vc, olhando ao redor ele repara nos sacerdotes feridos e diz:

"HEHEhehe, a brincadeira aqui foi boa hein?! Não deixou nenhum pra mim?"

Enquanto dizia a frase ele vai até a engrenagem e começa a girá-la.


BALTAZAR:

Ao ver que o elevador começa a descer, o homem que o havia escalado segura numa das cordas e estende o braço para outra pessoa subir. Os demais, com o elevador mais baixo, seguram no seu piso e puxam, enquanto sobem. Suas palavras são ignoradas pela ansiedade de estar livre. Nesse instante Cibele toca o seu braço e diz?

"Balt, se vc tem alguma idéia ou magia é bom fazer agora, os homens-jacaré chegaram!"


Ao virar-se vc vê que os homens-jacaré chegam ao alto da ladeira e correm como cães famintos por carne em direção a vc´s e as outras pessoas.

Enviado por: Leonardo - sábado, 1 de outubro de 2011 20:21:12
Garruk, cuide da alavanca, eu vou lá em baixo!!! Os lagartões chegaram...

Paro um instante e coloco a mão onde a flecha está alojada:

Como dói!!! Droga de flecha, pior que ainda não posso tirar, se não vou sangrar feito um porco!!!

e desço junto com o elevador...

Enviado por: Baltazar - sábado, 1 de outubro de 2011 20:27:47
- Garruk, Alastor, rápido! Eles estão vindo!
Pensei por um tempo rapidamente, mas nada me vinha à cabeça.
-Droga... Vamos morrer aqui...

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 12:44:14
BALTAZAR, ALASTOR:


Os monstros estão próximos o suficiente para começarem a atacar, longe da escuridão é possível discernir que são um total de 8, armados com lança e escudo, gládio e escudo ou machado. Três pessoas mais desesperadas tentam correr em outra direção desistindo de subir no elevador e chegar à rampa, ao tentar atravessar os monstros, o homem recebe um golpe na barriga com o gládio, a lâmina atravessa o seu corpo. A mulher com a criança é atingida por uma lança arremessada, a criança cai no chão e tem seu corpo dividido pelo golpe de um machado. As criaturas deixam claro que não vão fazer prisioneiros.


BALTAZAR:

A menos que seja feito alguma coisa agora para subir à rampa e fugir (as pessoas não permitirão passagem, a menos que se tente atravessar à força) na próxima rodada os monstros atacarão o resto das pessoas, inclusive vc´s.


ALASTOR:

Enquanto vc desce vc chega à duas conclusões: enfrentar os monstros é suicidio, as pesoas não ajudarão em combate e segundo, a melhor opção seria sair o quanto antes, mas é preciso uma estratégia pra fazer com que Baltazar e Cibele consigam atravessar o grupo de pessoas que se amontoa, ressaltando que eles provavelmente invadirão o elevador quando ele atingir o solo, pois, o pouco que Garruk o baixou já é suficiente pra elas se amontoarem segurando o elevador e consequentemente balançando-o.

Role 1d20

Enviado por: Leonardo - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:15:58
(dados)

[1d20]

Enviado por: Leonardo - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:22:45
(Que mierda!Independente desse dado que não sei pra que serve vou fazer minha ação.)

Enquanto desço no elevador aproveito que estou visível para a multidão ao contrário de antes e grito o mais forte que eu posso:

Acalme-se!!! Vamos subir todos, mas vcs precisam se acalmar!!!!

(teste Persuasão)


Enviado por: Baltazar - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:27:06
(Mestre, para tentar escalar, eu preciso de alguma habilidade?)

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:31:45
ALASTOR:

Antes que vc termine a frase, as pessoas se pendurando no elevador fazem ele inclinar e vc surpreendido, perde o equilibrio e cai no chão batendo com a nuca no solo, seu martelo soltou-se de vc durante a queda. As pessoas, que abriram um vão ao ver a sua queda, agora estão ao seu redor, pisoteando-o tentando ocupar o lugar vc que deixou ao cair.



BALTAZAR:

A habilidade pra isso é escalar superficies, mas lembre-se a descrição é mais importante que o nível na habilidade.

Enviado por: Baltazar - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:41:04
(Então mesmo sem ter, se eu descrever certo eu posso escalar é? E Cibele? Como que ela vai escalar?? )

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:50:55
BALTAZAR:

Nenhum personagem é impedido de tentar fazer algo, mesmo que não tenha nível, vc pode tentar, em alguns casos é possível ter sucesso, em outros, não. Geralmente eu uso a descrição como um bônus ao resultado dos dados, mas é uma visão particular minha, não costumo mostrar ou explicar. Vc pode sim tentar subir, se vc vai conseguir? leve em consideração 40% o resultado e 60% a sua descrição, salvo resultados muito baixos ou altos.

Enviado por: Leonardo - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 13:56:46
Tento me levantar, empurrando, socando e chutando a turba que me atropelava e procuro com urgência meu martelo.

Baltazar!!! Baltazar!!! Me ajude a procurar meu martelo!!!!

[observar]



Enviado por: Baltazar - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 14:11:35
(Hum... ok.)
- Ok.
Falo e tento achar o mesmo rapidamente pelo chão.

Enviado por: Samyaza - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 16:53:19
ALASTOR:

Com dificuldade vc se levanta, foi necessário um chute no rosto de uma mulher, um soco num jovem e empurrar dois homens que tentavam usá-lo de "banco" para subir no elevador. Ao se levantar vc percebe o seu martelo uns dois metros a sua frente, mais pessoas precisarão ser empurradas para pegá-lo. Vc passa pelas pessoas, esmurrando e empurrando até chegar ao seu martelo, vc se abaixa para pegá-lo e ao levantar o rosto vc vê as pernas e cauda de um dos homens-jacaré, ele está a sua frente babando com a bocarra aberta, ele empunha a lança com os braços estendidos, segurando-a com as duas mãos ele tenta "fincar" a lança em suas costas semi-arqueadas.

[interprete a ação de defesa ou esquiva e já pode rolar o d20]

BALTAZAR:

Vc procurava pelo chão o martelo de Alastor, quando ouve o som de alguma coisa caindo, ao olhar pra cima, vc percebe que Garruk está cortando as cordas do elevador, fazendo com que algumas pessoas caiam, outras pessoas começam a correr em desespero amedrontadas com as criaturas que as atacam. Assustado, ao olhar ao redor, vc percebe que Cibele está sendo presa pelo cabelos por uma das criaturas. numa lingua estranha, sibilante, impossível de ser compreendida, o homem-jacaré que a segura, aponta na sua direção com seu gládio, depois aponta para o chão e então, faz um movimento como se fosse cortar o pescoço de Cibele. Do alto da guarita Garruk grita:

"Alastor, Baltazar, anda, corram pra rampa, vou jogar uma corda!!!"

Enviado por: Leonardo - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 17:44:08
[Penso: Meu machado!!! - Quando pego olho pra traz e penso: Mas o qu.......????!!!]

Rapidamente me esquivo da lança e desfiro um golpe bem nas pernas do lagarto, quando ele estiver caído desfiro um golpe na cabeça e pego a lança.

(Técnica de combate esquiva)


Enviado por: Samyaza - terça-feira, 4 de outubro de 2011 11:19:50
ALASTOR:

Com um giro de corpo vc sai da direção da lança que é brutalmente fincada ao chão, um movimento circular do martelo vc varre as pernas do monstro, que cai com as costas no chão, enquanto ele se debate, tentando levantar, vc ergue o seu martelo acima de sua cabeça e desfere um golpe poderoso, onde a "cabeça" do martelo entra na caixa craniana da criatura, vc escuta os ossos da cabeça do monstro rachando com o seu golpe.


Enviado por: Leonardo - terça-feira, 4 de outubro de 2011 15:03:34
Depois que acabo com o lagarto pego a lança e digo:
Droga não sei usar isso!

E finco ela no chão. Depois olho para a multidão e para Garruk lá em cima, então procuro Baltazar no meio daquela balbúrdia, quando vejo que Cibele está sendo feita de refém por um dos lagartos.

[Penso: Droga! Mais essa!]

Rapidamente pego a lança que prendi no chão e quebro ela ficando apenas com a ponta de metal e uma parte de madeira e corro na direção deles. Tentando não ser visto pelo lagarto chego perto dele e segurando o pedaço de lança pela parte de madeira num só movimento finco aponta de metal no braço do Lagarto em um lugar que não permita que ele faça o movimento de corte no pescoço de Cibele.

Enviado por: Baltazar - terça-feira, 4 de outubro de 2011 15:15:18
Tento entender o que ele dissera, e fico atento a seus movimentos, com meu cajado na mão.


[1d20] > Língua.

Enviado por: Samyaza - terça-feira, 4 de outubro de 2011 16:29:16
BALTAZAR:


Muito mais pela gesticulação do que das palavras proferidas, vc acredita que ele deseja a sua rendição em troca da vida de Cibele. Enquanto vc toma a sua decisão ainda com seu cajado na mão vc percebe que Alastor, após abater um monstro corre na direção de vc´s com seu martelo numa mão e uma onta de lança na outra.


ALASTOR:


Vendo Cibele em perigo vc toma a lança e corre na direção do monstro que a faz prisioneira, com um impulso vc salta e tenta fincar a lança no braço do monstro, o salto fora perfeito, pouco antes da ponta de lança penetrar na estranha pele do monstro, ele vira-se pra vc, usando a garota como escudo, a ponta de lança penetra forte, com todo o peso do seu corpo no peito de Cibele que urra de dor. Em desespero vc olha para o monstro, cuja feição, parece sorrir, e então com o cabo do seu gládio ele golpeia-o bem no rosto, assustado com o acidente, vc não consegue se defender e é jogado ao solo.


BALTAZAR:

Enquanto vc aguardava alguma ação dos monstros, Alastor na tentativa de salvar Cibele, fere ela mortalmente com uma ponta de lança no peito e depois é atingido no rosto por um golpe do monstro que a fazia de refém, caindo prostrado. O monstro que atacou Alastor agora caminha em sua direção e outros dois monstros se aproximam. Da rampa Garruk grita mais uma vez:

"Vamos, venhham, vc´s vão morrer todos aí, venham logo!!!"





Enviado por: Baltazar - terça-feira, 4 de outubro de 2011 17:04:42
Ao perceber os acontecimentos, Baltazar fica nervoso.
"Droga! O que farei, o que farei?!"
Sem ideias, aguardo o monstro que estava com Cibele aproximar-se mais, recuando com cuidado. Em seguida, coloco minhas duas mãos no cajado. Aguardo ele ficar no alcance do cajado e em seguida, avanço para frente dois passos rápidos ao mesmo tempo em que dou uma estocada visando acertar sua jugular com a ponta do cajado. Em seguida, aproveito o a força do movimento e com um movimento de pernas, dou um giro enquanto ataco com o cajado novamente, fazendo-o ir debaixo para cima para acertar o seu queixo. Recuo um passo após o último ataque.

[1d20]

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 11:20:19
BALTAZAR:

O golpe com o cajado erra a jugular do homem-jacaré, mas acerta o seu queixo desorientando-o e permitindo que seu outro ataque seja mais efetivo, acertando-o novamente no queixo, o homem-jacaré cambaleia pra trás e deixa sua arma cair.

O corpo de Cibele sangra no chão, enquanto seus espasmos vão reduzindo a cada segundo, até que de olhos abertos ela pára de se mexer.




ALASTOR:

Enquanto vc se levanta e pega seu martelo, vc se surpreende com a atitude corajosa e determinada de Baltazar que anula as possibilidades de um ataque, fazendo desse o momento ideal para uma tentativa de fuga. Ao seu lado, Cibele, está parada, imóvel, caída no solo, com a cabeça de lado e os olhos abertos numa expressão de agonia e dor.



BALTAZAR, ALASTOR:

Garruk, de cima da rampa, está usando um dos arcos dos sacerdotes para acertar as criaturas que estavam se aproximando de vc´s, enquanto novamente ele grita:

"Venham, não conseguiremos salvar mais nada além de nossas próprias vidas, se hesitarem eu mesmo irei embora deixando-os à sorte dos seus destinos!!!"

Enviado por: Leonardo - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 11:37:01
Olho assustado para o corpo sem vida da jovem, meio atônito e depois eu grito:
NAO!!!... EU NÃO VOU DEIXA-LA AQUI APAR TER O CORPO DESTROÇADO POR ESSES ANIMAIS!!!

Me levando e a pego no colo e corro para a corda lançada pelo Garruk, no caminho grito pra Baltazar:

Vamos!!! Não há mais nada que possamos fazer!!!

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 12:40:34
Rapidamente eu corro atrás do anão, deixando para trás o monstro caído.
-Vamos!
Vou em direção à corda para subi-la

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 12:42:50
BALTAZAR, ALASTOR:


Rolem 1d20 cada um por gentileza

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 14:29:55
(Ok)
[1d20]

Enviado por: Leonardo - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 14:47:21
(dados)

[1d20]

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 15:00:07
BALTAZAR:

Com dificuldade e ofegante vc chega até a rampa, segura a corda que Garruk jogou e com dificuldade vc escala até chegar à rampa. Assim que vc chega na rampa Garruk grita:

"Vá para a saída no muro, eu vou ajudar Alastor!"



ALASTOR:

O corpo de Cibele pesa em seu corpo calejado pelos ferimentos da peleja, sua cabeça ainda gira com a força do golpe no rosto, cambaleando vc tenta caminhar até a rampa guiando-se pelas vozes de Garruk e Baltazar, mas do que pela visão, prejudicada devido o golpe. Num lampejo de dor, tudo escurece e vc sente suas pernas tremerem e vacilarem, quando vai novamente ao chão.

Sua consciência volta com vc já na rampa, deitado, com as costas na madeira, Garruk está ao lado puxando a corda para que ninguém a use, ao ouvi-lo respirar mais fundo, ele olha pra vc com um sorriso debocahdo e diz:

"Hehehe! Sendo salvo por um ladino, por Cambu! Em que mundo estamos?! Eu não pude trazer o corpo da moça e vc, nem o seu martelo, agora corra em direção ao à saída no muro, eu cuido pra que ninguém nos siga!"

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 15:13:22
-Ok...
Sigo pela saída do muro, andando extremamente cansado, apoiando-me no cajado.

Enviado por: Leonardo - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 15:36:21
Cansado e desanimado, levanto com dificuldade e sigo Baltazar:
Baltazar, agora ficara difícil te proteger, já que estou completamente desarmado. E sobre Cibele...
Alastor se cala.

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 15:38:26
Paro após um tempo.
-Não se preocupe; nós conseguiremos outro logo, acho...
Olho-o sem nada dizer.
-...

Enviado por: Samyaza - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 16:17:57
BALTAZAR, ALASTOR:


A saída pelo muro dá pra uma pequena elevação, que tem que ser descida com o corpo quase tocando o chão, enquanto vc´s caminhavam e conversavam Garruk empurra um dos pedaços de madeira da rampa, fazendo com que ele caia e criando um buraco caso alguém tente segui-los. Abaixo de vc´s as pessoas fogem desesperadas enquanto são violentamente mortas pelos homens-jacaré.

Alastor, vc abre o mapa com a trilha, ele segue por uma região menos árida e com algumas árvores, seguindo quase paralelamente à estrada original, aparentemente vai ser fácil o caminho.

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 16:24:06
- O... o que faremos?
Pergunta Baltazar, visivelmente cansado e triste.

Enviado por: Leonardo - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 16:27:04
Exausto falo:
Por aqui, agente pode se esconder no meio dessas arvores se aquelas coisas nos seguirem...

[Penso: Droga de braço, como dói!!!]

Enviado por: Baltazar - quinta-feira, 6 de outubro de 2011 16:28:28
-Ok...
Sigo ele em silêncio.
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